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domingo, 25 de maio de 2014

Aquecimento global não faz sentido
diz professor britânico de termodinâmica

Les Woodcoc: a teoria de uma ‘mudança climática produzida pelo homem’  é uma hipótese insustentável
Les Woodcoc: a hipótese de uma ‘mudança climática produzida pelo homem’
é insustentável

Les Woodcock, professor emérito de Termodinâmica na Universidade Manchester, Grã-Bretanha, defendeu que “não existem provas reproduzíveis em laboratório” de que os níveis de CO2, dióxido de carbono, aumentaram no século XX.

Ele condenou o movimento verde por estar causando danos econômicos ao povo comum. A informação foi publicada no site Breitbart.

O Prof. Woodcock é autor de mais de 70 escritos acadêmicos publicados num largo espectro de jornais científicos. É membro da Royal Society of Chemistry, e entre outras coisas, editor fundador do jornal Molecular Simulation.

Ele declarou ao “Yorkshire Evening Post”:

domingo, 18 de maio de 2014

Apesar de erro do profeta,
a fé verde continua cega

O "profeta" confessa que errou. Mas seus discípulos fanatizados
não abandonam a "profecia" furada. Haverá algo por trás?

Quando foi cientista da NASA, pelo fim da década de 70, James Lovelock expôs a seu amigo, o novelista e poeta William Golding, a suposição de que a Terra seria um único ser vivo.

O poeta, que também ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1983, propôs um nome da fantasia: “Que tal hipótese Gaia?”.

Fulminado pelo fascínio da fórmula, Lovelock aceitou, e atingiu a celebridade pela fantasia disfarçada de ciência.

Hoje, com 95 anos, Lovelock mudou seu pensamento em certos pontos, mas o mantém contraditoriamente em outros.

Há oito anos escreveu A vingança de Gaia. Segundo esse livro, o planeta, qual deus do Olimpo, se vinga com espantosas catástrofes climáticas derivadas de um aquecimento apocalíptico, dos vulgares humanos que não o cultuam.

Foi ciência? Ficção? Poesia? Só há uma coisa certa que até Lovelock confessa: suas profecias estavam erradas.

domingo, 11 de maio de 2014

Ambientalismo radical: uma coluna infiltrada de Putin no Ocidente

Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
O influente jornal “Washington Post” apontou que “a mais moderna arma da Europa” contra a agressividade do presidente russo Vladimir Putin jaz enterrada sob os belos pastos de pitorescas aldeias.

Trata-se do gás e do petróleo de xisto – ou shale gas – que a Europa possui em quantidades suficientes para livrar-se das chantagens da “nova URSS”.

Agora, muitas vozes europeias nos setores conservadores aumentam de volume pedindo essa arma pacífica. O premiê inglês David Cameron somou-se a esse coro.

Mas não se extrai esses combustíveis da noite para o dia. Por que não o fizeram antes?

A Polônia depende de modo angustiante dos combustíveis russos, mas detém uma das maiores reservas de gás de xisto da Europa. A França já foi qualificada de Qatar do gás europeu, mas tampouco extrai e depende do gás árabe.

Os volumes de gás na Grã-Bretanha estão sendo comparados aos do North Dakota, segundo o mesmo “Washington Post”. As reservas europeias mensuradas são apenas menores que as do EUA. Estas, sim, vêm sendo exploradas e estão mudando o jogo planetário dos recursos energéticos.

“O potencial é enorme. O recurso é muito grande no Reino Unido e na Europa”, diz Francis Egan, diretor-chefe de uma das maiores firmas especializadas no fracking, técnica para a exploração desse recurso.