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domingo, 9 de julho de 2017

Professor de Princeton pede mais CO2 para nutrir os homens!

Professor de Princeton, William Happer, defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Professor de Princeton, William Happer,
defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







William Happer, 77, professor emérito da Universidade de Princeton e ex-diretor de Ciência no US Department of Energy durante a administração do presidente George H. W. Bush, disse em entrevista ao jornal “The Telegraph” de Londres que o Acordo de Paris “é um completo desperdício”. A entrevista foi reproduzida no The Global Warming Policy Forum.

Happer acrescentou: “Acho que o Acordo de Paris é profundamente imoral. Na África as pessoas precisam de eletricidade que nós podemos fornecer. O que há de mal na prosperidade? Estamos diante de um exemplo da loucura humana”.


O professor vem insistindo que se deveria bombear mais CO2 na atmosfera, e não menos. Assim se aumentaria drasticamente a produção agrícola, como trigo, arroz e soja, alimentando mais seres humanos que povoem a Terra.

Desmentindo um dos slogans preferidos das “fake news” verdes, o professor explicou:

Não vejo grande diferença entre o consenso criado a respeito das mudanças climáticas e o consenso a respeito das bruxas.

“Os juízes dos processos contra as bruxas em Salem haviam sido formados em Harvard. Achava-se que por causa disso acertariam 100%.

“Bastou que uma ou duas pessoas dissessem que não eram bruxas para serem imediatamente enforcadas. Não mudou muita coisa”.

O Prof. Happer acha que há mudanças climáticas – aliás, é próprio do clima estar sempre variando –, mas argumenta que está muito exagerada a parte atribuída à humanidade nessas mudanças.

Por outro lado, o CO2, que ele qualifica como positivamente “bom”, vem sendo erroneamente “degradado ao nível de um simples poluente”.

Ele recusou esse absurdo, dizendo que “o CO2 é certamente algo bom se você olha para a extensão dos campos agrícolas em todo o mundo. Você pode ver dos satélites a Terra verdejando. E é isto que se deve esperar de um aumento do CO2.

“Em termos geológicos, atualmente estamos padecendo de uma fome de CO2.

“No passado, os níveis dele na maior parte dos casos se mediam em milhares de partes por milhão (ppm), mas agora estamos num fracassado 400ppm. Baixos níveis de CO2 são assustadores. Eles nos aproximam da fome.”

É claro que a coligação comuno-ambientalista tem coberto de estigmas o conceituado professor de Princeton.

Mas ele acha calmamente que se trata de um pessoal “alarmista”, que entende tanto de temperaturas como ele das cordas de um violão, e que fazem parte de uma “seita”.


O CO2 é algo muito natural e bom.  O consenso contra o CO2 é como o consenso contra as bruxas: só deu injustiças e crimes







O CO2 está muito baixo. Por isso muitas plantas não crescem como devem




2 comentários:

  1. Excelente ! A descoberta do Ciclo da Energia na Terra pelo pesquisador independente Dr. Anderson Caio revela exatamente essa verdade. A grande parte de CO2 existente na atmosfera inicial da Terra foi consumida na formação de toda matéria orgânica, vegetal e animal, presente no planeta. Além disso, o CO2 continua a ser consumido por todos os vegetais pelo processo da fotossíntese, desde que esse gás é seu único alimento, e por essas razões sua quantidade hoje na atmosfera é de apenas 0,032 %.

    Como todo lixo orgânico formado desde o início da vida na Terra tem como destino as bacias de sedimentação, podemos imaginar a quantidade de petróleo existente em subsuperfície e a necessidade de queimar esse petróleo para recuperar o CO2 que está em quantidade irrisória para manter a vida vegetal, importante alimento dos animais, inclusive a espécie humana.

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  2. NOTÍCIA IMPORTANTE
    .
    Estudo descobre que "quase todo" o aquecimento global recente foi inventado [pelos cientistas].

    Por JAMES DELINGPOLE
    9 de julho de 2017

    Grande parte do aquecimento global recente foi fabricado por cientistas climáticos para que pareça mais assustador, descobriu um estudo.
    O estudo revisado por dois cientistas e um veterano estatístico analisou os conjuntos de dados de temperatura média global (GAST) que são usados ​​por alarmistas climáticos para argumentar que os últimos anos foram "a melhor eva" e que o aquecimento dos últimos 120 anos tem sido dramático e sem precedentes.

    O que eles descobriram é que essas leituras são "totalmente inconsistentes com medições credíveis publicados nos EUA e outros dados de temperatura".

    Ou seja, os dados ajustados (alterados) utilizados por organizações alarmistas como a NASA, a NOAA e o UK Met Office diferem tão acentuadamente dos dados originais que não podem ser considerados confiáveis.

    Este gráfico fornece uma boa idéia da direção dos ajustes.
    (ver original em inglês)

    As barras azuis mostram onde os dados de temperatura bruta foram ajustados para baixo para torná-los mais frios; as barras vermelhas mostram onde os dados de temperatura bruta foram ajustados para cima para torná-los mais quentes.

    Observe como a maioria dos ajustes para baixo ocorrem no início do século XX e a maior parte do aumento ocorre no final do século XX.

    De acordo com o meteorologista Joe D'Aleo, co-autor do estudo com o estatístico James Wallace e o cientista climático do Cato Institute, Craig Idso, [o que os alarmistas fizeram] tem o efeito de exagerar a tendência de aquecimento:

    "Quase todo o aquecimento que eles estão exibindo estão nos ajustes [dos dados de temperatura].

    "Cada conjunto de dados fez com que diminuísse o aquecimento da década de 1940 e e aumentasse o aquecimento atual".

    "Você pensaria que, quando você fizer ajustes, às vezes você obtém um pouco de aquecimento e, às vezes, obtém resfriamento. Isso quase nunca aconteceu. "

    O que isso significa, conclui o relatório, é que as afirmações da NASA, da NOAA e do UK Met Office de que o mundo está experimentando um aquecimento sem precedentes e dramático devem ser tomadas com uma enorme desconfiança: todos usam a mesma temperatura média mundial corrompida ( GAST).

    As conclusões desta pesquisa são que os três conjuntos de dados GAST não são uma representação válida da realidade. Na verdade, a magnitude de seus ajustes de dados históricos, que eliminaram seus padrões cíclicos de temperatura, "são totalmente inconsistentes com medições credíveis publicados nos EUA e outros dados de temperatura".
    Assim, é impossível concluir a partir dos três conjuntos de dados GAST publicados que os últimos anos foram os mais quentes - apesar da gritaria atual de aquecimento recorde.

    http://www.breitbart.com/big-government/2017/07/09/delingpole-nearly-all-recent-global-warming-is-fabricated-study-finds/

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