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domingo, 3 de setembro de 2017

Não houve em 2.000 anos mudanças anormais no clima

John Abbot e Jennifer Marohasy: nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais
John Abbot e Jennifer Marohasy:
nos últimos 2.000 anos não houve mudanças climáticas anormais
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Para estudar o “aquecimento global” os cientistas australianos John Abbot e Jennifer Marohasy publicaram em GeoResJ o resultado da análise de seis séries de dados de 2.000 anos em diferentes regiões geográficas:  “The application of machine learning for evaluating anthropogenic versus natural climate change”

Eles estudaram as marcas deixadas pelo clima nos anéis de crescimento das árvores, no pólen, nos sedimentos lacustres, nos estalagmites, etc. e assim verificaram as tendências da temperatura global antes da aparição dos termômetros.

Todas as provas recolhidas sugerem que o planeta estava por volta de um grau mais quente durante o Período Quente Medieval.

Os autores concluíram que portanto não há nada de antinatural ou sem precedentes na tão falada “mudança climática” do fim do século XX e no início do XXI.



Os resultados contradisseram as alegações dos cientistas alarmistas reunidos no Intergovernmental Panel on Climate Change – IPCC, órgão político da ONU, segundo as quais um perigoso “aquecimento global devido ao homem” está em andamento.

Jennifer Marohasy e outros cientistas afastam em livro o grande susto do aquecimento global que não existe
Jennifer Marohasy e outros cientistas afastam em livro
o grande susto do aquecimento global que não existe
As alegadas modificações no sentido de um aquecimento global resultaram estar dentro dos limites históricos das oscilações do clima planetário.

Para a coautora Jennifer Mahorasy, a temperatura planetária oscilou para cima e para baixo bastante naturalmente durante os últimos 2.000 anos.

Um exemplo típico desde ziguezague em sentido ascensional foi registrado a partir do ano 1200 d.C, no Período Quente Medieval (MWP, sigla em inglês).

Um segundo pico foi identificado em 1980, mas hoje está em declínio.

Entre os dois picos, e em sentido oposto, houve a Pequena Idade de Gelo (LIA), que teve seu auge por volta do ano 1650 d.C.

O Período Quente Medieval favoreceu grandes colheitas na Inglaterra e um enriquecimento geral.

Enquanto que a Pequena Idade de Gelo favoreceu fomes e a Grande Praga de Londres que vitimou entre 75.000 e 100.000 pessoas.

Os cientistas alarmistas como Michael Mann relembrado pelo “Hockey Stick”, seu adulterado gráfico com essa forma, tentaram apagar os registros do Período Quente Medieval alegando que obedeciam a um “pensamento incorreto”.

Período Quente Medieval: o clima global esquentou mais do que teria feito hoje e favoreceu uma grande prosperidade
Período Quente Medieval: o clima global esquentou mais do que teria feito hoje
e favoreceu uma grande prosperidade
O novo estudo confirmou que os chamados ‘céticos’ tinham razão e convidou os alarmistas a corrigirem seus posicionamentos porque induzem a erro.

Os gráficos oficiais do IPCC usados para redigir o Acordo de Paris omitem a existência desses ciclos.

Apagando a história, podem tentar impor a impressão sem fundamento científico de que sofremos um aquecimento anormal catastrófico atribuível à civilização.

O trabalho publicado em GeoResJ também estima que na hipótese de a concentração de CO2 na atmosfera duplicar, o incremento da temperatura planetária seria de 0,6º C.

Isto é, um aumento que já foi verificado na História e que não teve nada de catastrófico e que não abona previsão apocalíptica alguma.


Um comentário:

  1. Prezados,
    Vocês tiveram acesso a essa informação? O próprio 'pai' da teoria do CO2 mudou de opinião!

    Most people are completely unaware that in 1906, Svante Arrhenius amended his previous estimations regarding the sensitivity of the atmosphere to CO2 increases. I find it so ODD that while so many AGW/CAGW alarmists are so quick to point to Arrhenius and his “experiments” in 1896 (as if they are conclusive proof of anything on a planetary scale) but absolutely NONE of them mention his work of 1906, in which he admits he hadn’t really considered the influence of water vapor in his previous work, and lowers his estimation regarding how much warming would come from CO2 increases.
    Here’s a link to a translation of his speech in 1906, where he outlines his new calculations and even admits that increased CO2 is beneficial to animals.

    https://friendsofscience.org/assets/documents/Arrhenius%201906,%20final.pdf

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