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domingo, 3 de novembro de 2019

Aquecimento global só preocupa devotos semi-religiosos diz jornalista inglês

Perigo não é o aquecimento global, mas a histeria ambientalista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O grande perigo não é o aquecimento, mas a histeria suscitada a seu respeito escrevera com propriedade o colunista Andrew Alexander no diário “The Mail” de Londres.

O comentário continua mais válido do que nunca. Até se diria que a histeria atingiu patamares recorde.

Os “aquecimentistas” ostentam um fervor semi-religioso típico de pastores de épocas obscuras, porém, os líderes políticos discutem a agenda irracional desses iluminados, acrescentou o jornalista.

Os pregadores ambientalistas têm em seu favor os relatórios lançados ciclicamente pelo Painel Internacional para o Câmbio Climático ‒ IPCC, o órgão político da ONU que profetiza um devastador aquecimento global e põe a culpa dele na civilização humana.

Porém, ainda que saia a publicação desses relatórios um após o outro, o clima não fez outra coisa senão desmenti-lo: chegou-se ao ponto que de dois anos de esfriamento global quase zerar 30 anos anteriores de aquecimento.É a oscilação natural da temperatura.

De quem foi a culpa? Da natureza, dos termômetros antiquados ou dos contestados “modelos de computador” manipulados por “aquecimentistas”?

Contra a criação de perus na Inglaterra
para evitar que a Terra aqueça como o inferno (sic!)
Descontada a margem de erro dos termômetros de velha tecnologia, o resultado é que nos últimos 100 anos a temperatura da Terra aumentou 0,7 graus centígrados, com uma margem de erro de 1,3 graus para cima ou para baixo!

A grande coisa preocupante é que gente que ocupa cargos está lhes exagerando a dimensão e a importância, acreditam os cientistas sérios.

Os alarmistas – vários dos quais até poucos anos atrás pregavam o resfriamento global ‒ exploram esses números sem escrúpulos, sobre tudo quanto estão em jogo verbas dos governos para pesquisa, concluiu Alexander.



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