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domingo, 25 de outubro de 2009

Religião ambientalista preenche o vazio deixado pela queda do comunismo, diz cientista

“Foi inventada uma nova religião: o ambientalismo” escreveu Ian Plimer [foto] no “Independent Weekly”, semanário do sul da Austrália.

A ‘religião ambientalista’ ocupa o espaço deixado vazio pela crise do catolicismo e do socialismo, escreveu o cientista. “É uma religião fundamentalista que pratica o temor da natureza. Tem seus sumos sacerdotes como Al Gore e seus livros santos como os relatórios do IPCC. Como muitos adeptos religiosos, poucos deles leram alguma veze e entenderam o que dizem esses livros sagrados de ponta a ponta.”

Igual que as religiões fundamentalistas, ela seduz crentes anunciando calamidades apocalípticas se não mudamos de caminho. Seu credo é repetido interminamente e uma nova linguagem foi inventada. A lógica, os dados que contradizem ou provocam dúvidas são silenciados. E os heréticos são destruídos com métodos inquisitoriais”, diz Plimer.

“Esta religião Nova Era trata de desmitificar um mundo que seus aderentes nem conhecem nem tratam de entender. Os crédulos deste fim do mundo apocalíptico promovem sua nova religião com clips de sete segundos na TV. Os fatos contrários são ignorados, os relatórios entusiásticos de adeptos não cientistas são assumidos”.

“Esse ambientalismo adota o mito da queda: a perda da harmonia entre o homem e a natureza causada pela sociedade consumista. E ele procura um paraíso perdido que provavelmente nunca existiu”, concluiu. Mais.

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3 comentários:

  1. Eu me chamo Augusto, tenho 22 anos, moro em Indaiatuba, estado de São Paulo e estou fazendo curso técnico em Meio Ambiente, já estou terminando o primeiro semestre. Claro que precisamos proteger o meio ambiente, animais em perigo de extinção, matas virgens, nascentes de rios e devemos também nos esforçar para termos hábitos menos consumistas (isso para o bem dos homens mesmo e não do meio ambiente). Mas no entanto a única visão ensinada nesse curso, e que acontece em todos os outros nesta área, é de que daqui 50 anos estaremos numa gigantesca panela de pressão, sem água, sem alimento e com boa parte do planeta desertificada. É uma infantilidade sem tamanho, já discuti várias vezes em sala de aula por denunciar essas mentiras, mas entre todos os alunos apenas um ou outro é equilibrado e pelo menos para para ouvir o outro lado dessa história, o restante são todos devotos dessa religião chamada ambientalismo, adoradores da deusa Gaia. Já entre os professores nem compensa procurar por bom senso, esses são os ministros de Gaia. Todos, todos eles, politicamente corretos e sem perceber (quero ainda acreditar que seja assim) envenenam os estudantes com as asneiras de Al Gore, o grande "pofreta" (rsrs) do Ambientalismo.
    Queira Deus que o professor Luiz Carlos Milion com sua teoria do esfriamento global (que não tem nada de catastrófico - não vamos congelar rs - e não é por culpa do homem, mas o ciclo natural de aquecimento e resfriamento do planeta) seja ouvido e estudado para pormos fim a esse mercado ambientalista que lucra milhões com a venda e compra dos créditos de carbono (outra pataquada sem precedentes).
    Não sei informar se o professor Million possui um site ou outro meio de divulgação, mas ele deu uma entrevista na Rede Bandeirantes nesta semana, vale a pena ouvi-lo.

    Augusto Primo.

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  2. Meu nome é Rafaela e vivo desde os 9 anos longe da influência desse maldito Deus que a maioria adora, esse deus tão humano que só pensa em prosperidade às custas da destruição da Natureza. Sei muito bem que o planeta tem um ciclo de congelamento e de clima quente, mas nós não apenas estamos acelerando isso como também estamos matando Gaia, sim estamos. Nós a exploramos tirando suas riquezas, destruindo suas florestas. Eu sou adoradora de Gaia sim, não sou maluca ou tapada como a maioria dos adoradores desse deus que só pensa em uma espécie que mais parece um parasita, pois dá para sentí-la, dá para percebê-la na Natureza, agora esse deus, se existe, pq não faz nada para evitar a destruição do seu planeta?

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  3. Esta religião verde, é uma simbiose do capitalismo e sua inteligência, com a fúria patológica da inveja e a mediocridade dos eco socialistas. No litoral do Paraná, os capitalistas subornaram e financiaram uma legislação que negava direitos fundamentais de quem tinha imóvel rural com vegetação nativa, obrigando a vender barato para ONG$ ambientalistas. O serviço de limpeza humana na região era feito pelos eco patológicos invejosos confessos, e a inversão da verdade ficou por conta da mídia comercial. Assim desviaram todos os recursos financeiros do verdadeiro destino. Hoje os capitalistas como a Chevron, American Eletric Power, Texaco e General Motors, ganham dinheiro público para "proteger" os eco latifúndios, e ainda faturam com os créditos de carbono e monopolizam mananciais de água, e a exclusividade das florestas nativas que sobraram. Eu sou uma vítima desta invasão ou gerra irregular de ocupação e escravagismo sem direitos. Confira em detalhes no blog mataalheiamamata nossa.blogspot.com

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