Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 28 de julho de 2019

Ideólogo ‘verde’ condena homem como 'assassino serial' da Criação (sic!)

Yuval Noah Harari e seu livro contra o homem
Yuval Noah Harari e seu livro contra o homem
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Do ponto de vista da ecologia, o ser humano é um assassino serial se se acreditar em Yuval Noah Harari, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém.

As teses furibundas do ambientalista o encheram de louvores das grandes tubas do macrocapitalismo publicitário. Ele foi citado mais recentemente pelo colunista e militante verde João Lara Mesquita.

“A Revolução Agrícola foi a maior fraude da história”, “as plantas domaram o Homo Sapiens e não o contrário”, “se a culpa é do Homo sapiens ou não, o fato é que, tão logo eles chegavam a um novo local, a população nativa era extinta”, são alguns dos pensamentos desse arauto contra o ser humano.

Yuval nem adota a fantasia de Jean-Jacques Rousseau do “bom selvagem” ou a quimera comuno-progressista de índios que viveriam “em plena harmonia com a natureza”.

Todos os homens são malignos, mas aquele que raciocina é o pior deles.



Na prática só teria “sobrado” o “homo sapiens” exterminador de outras formas humanas inventadas pela teoria evolucionista. O pior de todos, portanto.

Tais propósitos extremistas contra o gênero humano não são tão raros no ambientalismo radical.

Eles repetem obsessivamente o mesmo ódio contra o homem que Deus criou à sua imagem e semelhança.

Para Yuval, a mola perversa da humanidade teria sido a Reforma Cognitiva que ele acha acontecida entre 70 e 30 mil anos atrás.

A militância anti-humanista não poupa pretextos.
A militância anti-humanista não poupa pretextos.
Nessa data, uma série de desaparecimentos perversos só teria deixado o pior dos seres: o Homo sapiens dotado da capacidade de pensar, falar e escrever.

Essa capacidade intelectual, bem diferente do mero instinto animal, é apresentada como funesta e inútil:

“a capacidade de transmitir informações sobre coisas que não existem (...) a capacidade verdadeiramente única da nossa linguagem. Não sua capacidade de transmitir coisas sobre homens e leões”, cita Lara Mesquita.

A capacidade de conceber pensamentos impediu que o homem agisse de modo diferente dos animais, particularmente dos primatas. Assim agindo se tornou culpado pela transformação do planeta.

“Turistas que visitam a Tundra siberiana, ou a floresta tropical amazônica acreditam que adentraram paisagens inexploradas, intocadas.

“Isso é uma ilusão. Os caçadores coletores estiveram lá e provocaram mudanças drásticas mesmo nas florestas mais densas e nos desertos mais desolados”, imagina Yuval com reprovação.

Mas o pior estava para acontecer, acrescenta Lara Mesquita citando Yuval:

“Os Homo sapiens da Indonésia, descendentes dos macacos que viveram na savana africana, se tornaram marinheiros. Construíram barcos e aprenderam a navegá-los”.

Foi um progresso da humanidade que lhe permitiu ir habitando as terras mais longínquas. Porém para este bardo da ecologia anti-humana foi um fato execrável.

O domínio racional da natureza pelo homem
poderia ser intrinsecamente mau?
Colonizaram então a Austrália e uma série de ilhas e o arauto ‘verde’ prossegue:

“O momento em que o primeiro caçador coletor pôs os pés no litoral australiano (...) se tornou a espécie mais mortífera do planeta Terra”, despeja gratuitamente.

Esses homens teriam exterminado os grandes animais da Austrália. O mesmo “animalicidio” [a extravagância verbal é nossa, não o pensamento anti-pensamento]. teria acontecido no Ártico, onde os caçadores coletores deram cabo dos mamutes, resume Lara Mesquita.

Mesma chacina teria sido praticada em Madagascar.

E Yuval não cansa: “no oceano Pacífico, a principal fonte de extinção começou por volta de 1.500 a.C, quando agricultores polinésios se estabeleceram nas ilhas Salomão, Fiji e Nova Caledônia”

Resultado segundo o propagandista anti-humano: o Homo sapiens levou à extinção cerca de metade dos grandes animais do planeta muito antes dos humanos inventarem a roda ou ferramentas de ferro.

Para Lara Mesquita “qualquer semelhança com o homem de hoje não é mera coincidência”. O homem sempre foi um ente pernicioso, com ou sem civilização.

Hoje, prossegue, além dos caçadores coletores tradicionais (no Brasil habitantes das reservas extrativistas), a população mundial saltou para 7.4 bilhões de pessoas. O aumento é obviamente fonte de piores devastações, para ele.

Essas haveriam de acontecer pela aplicação da lógica à produção.

“A tecnologia foi aplicada aos processos de coleta do Homo sapiens moderno (...)

Corrigidos os abusos que sempre poderá haver
a expansão da civilização é boa, malgrado o anti-humanismo 'verde'
“Fábricas, indústrias químicas, agrotóxicos na agricultura, minas terrestres e extração de petróleo deram a mão que faltava.

“Um bilhão de automóveis rodam pelo mundo, enquanto cem mil navios navegam pelos mares. Poluindo. O resultado desta ação predatória ininterrupta?”

A sentença contra o homem, sobretudo enquanto civilizado, está escrita antes de emitir o julgamento com as palavras do cientista Carlos Nobre, membro brasileiro do IPCC:

“Nunca, em toda a história da vida na Terra, uma espécie alterou tanto o planeta, e em uma escala tão rápida, quanto a humanidade.

“Mudamos os cursos de rios, alteramos a composição química da atmosfera e dos oceanos, domesticamos plantas e animais a ponto de sermos considerados uma 'força tectônica' no planeta.

“Esse impacto é tão forte que alguns cientistas estão propondo mudar a época geológica – deixaríamos o holoceno, que começou com o fim da era do gelo, e passaríamos ao antropoceno, a época dominada pelo homem”.

É verdade que o homem está mudando a face da Terra. Se houve ou há excessos, devem ser corrigidos.

Mas, essencialmente o homem está cumprindo a ordem do Criador, verdadeiro senhor do Universo:

“19. Tendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todos os animais dos campos, e todas as aves do céu, levou-os ao homem, para ver como ele os havia de chamar; e todo o nome que o homem pôs aos animais vivos, esse é o seu verdadeiro nome.

“20. O homem pôs nomes a todos os animais, a todas as aves do céu e a todos os animais do campo”; (Gênesis, 2, 19-20)

“28. Deus os abençoou: “Frutificai – disse ele – e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a. Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra”.

“29. Deus disse: “Eis que eu vos dou toda a erva que dá semente sobre a terra, e todas as árvores frutíferas que contêm em si mesmas a sua semente, para que vos sirvam de alimento.

“30. E a todos os animais da terra, a todas as aves do céu, a tudo o que se arrasta sobre a terra, e em que haja sopro de vida, eu dou toda a erva verde por alimento. E assim se fez.” (Gênesis, 1, 28-30).

Mas o anti-humanismo ambientalista se julga mais sábio e se põe por cima de Deus...


5 comentários:

  1. Com todo esse ódio e hipocrisia contra nós seres-humanos, demostra que são psicopatas, portanto perigosos por não terem empatia e quando demostram estão sendo dissimulados. São as sementes de Satanás, o joio. Mas extremamentes hipócritas, são contra o progresso e a inteligência humana, mas não conseguem viver sem eletricidade para usar um simples aquecedor, ventilador ou ar-condicionado, por exemplo.
    Por isso devem, pelo bem e amor ao próximo, ser desmascarados publicamente como Nosso Senhor Jesus fez contra os farizeus e escribas, as "raças de víboras", por amor as multidões oprimidas por eles!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Permitame a corrigirme: "nós (seres humanos)".
      Aproveito para acrescentar outra hipocrisia que esses psicopatas cometem ao falar contra nossa inteligência. Se esses tais ideólogos verdes não conseguem viver sem o açucar ou adoçante, imagina ficarem sem aspirina ou até sem anestesia para tratrar uma eventual dor de dente!

      Excluir
  2. obrigado por abrir meus olhos para Yuval!

    ResponderExcluir
  3. Luis Dufaur,
    Seria uma honra conhecer vc pessoalmente e conversar sobre esses assuntos tão importantes e pouco discutidos e conhecidos.
    Parabéns pela coragem e lucidez...
    Abraços

    ResponderExcluir
  4. Bom dia! Outra caso ruim que dar gabarito a esses psicopatas verdes.

    Vocês sabiam disso?

    Somente hoje eu soube. Entendam a gravidade da situação! Produtora provoca incêndio na floresta amazônica para avacalhar o Brasil.

    Temos o dever com sensibilidade de combater e evitar queimadas. Infelizmente, muitas delas, acontece de forma natural, como calor intenso no mato seco ou raios. Isso é fato. Mas fazendo propaganda negativa (por meio de mentiras) é tão calhorda quanto ao que se pretende denunciar, não importa se é por mero despeito ideológico/político ou não.

    No caso dessa produtora usaram ato criminoso até (contra a Soberania Nacional), independente se vocês simpatizam ou não pelo governo federal. Afinal é nossa Amazônia, nossa terra, tais atos atrapalham mais do que ajudam, (geram crises e as vezes dificulta geração de empregos, devido a boicotes por causa de campanhas equivocadas). Esses produtores são pelegos de internacionalistas!

    Fiquem a vontade para compartilhar, foi GRAVÍSSIMO mesmo. Grato! Paulo Kelson:

    "Produtora de filmes simula incêndio na Amazônia para “abrilhantar” o Rock in Rio e “avacalhar” o Brasil (Veja o Vídeo) -

    https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/16425/produtora-de-filmes-simula-incendio-na-amazonia-para-abrilhantar-o-rock-in-rio-e-avacalhar-o-brasil-veja-o-video

    (Gravíssimo)! Fumaça artificial e fogueiras com a intenção de dar ideia de um grande incêndio na floresta Amazônica."

    ResponderExcluir

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.