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segunda-feira, 25 de junho de 2018

Cientista falsário aclama o Papa Francisco como “herói dos climatólogos”!

O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
O prof. Michael E. Mann no tempo da polêmica pelo seu contestado gráfico
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Michael E. Mann é o cientista criador de um dos maiores escândalos científicos do decadente século XX e do incipiente milênio. Ele forjou um quadro estatístico da evolução das temperaturas globais na Terra no último milênio.

Foi o controvertido “hockey stick graph” ou “gráfico do taco de hóquei” que acabou ganhando títulos de “ciência infame”. Tal vez hoje ganharia o apelativo de “fake science”.

O escândalo fez correr rios de tinta e montanhas de papel. Alguns de seus compinchas foram processados por impropriedade administrativa, pois tinham manipulado e feito desaparecer dados de grandes organismos públicos que estudam o clima.

O “gráfico do taco de hóquei” esteve no centro do “Climategate”, e serviu de “prova do revolver fumegante” das fraudes aquecimentistas.

Ele apresentava a forma de um taco de hóquei. As oscilações conhecidas da temperatura planetária durante mil anos forneciam uma figura estatística quase retilínea, respeitadas as mudanças havidas para cima e para abaixo.

Mas chegando a nossos tempos, o gráfico de Mann e colegas saía disparado para o alto em proporções inverossímeis a simples vista.

Por isso, criava a forma de um taco de hóquei em que a parte histórica constitui o mango do taco, e a invenção de Mann e compinchas se assemelha à parte inferior que serve para bater na bola.

O gráfico estava ideologicamente distorcido e assim o confirmaram as pesquisas independentes em meio à algazarra promovida pelos ativistas “verdes”.

Muitos colegas na fraude renunciaram a prestigiosas funções em organismos científicos, tiveram que responder ante a Justiça ou a administração pública, etc.

O controvertido e inacreditável "gráfico do taco de hockey"
Abafados os ecos do escândalo após quase vinte anos, Mann reapareceu publicamente como que ressuscitado pela encíclica ‘Laudato Si’ que veio lhe dar um inesperado empurrão anímico.

Tal vez Mann e compinchas esteja entre os cientistas citados, mas não nomeados no documento de Francisco I como fonte idónea de informação a respeito do ‘aquecimento global’.

Mann lançou em junho deste ano (2018) o livro “A Terra Arde” durante o “Festival de Radiopop” – aliás, muito pouco científico – na Itália.

O evento de medíocre dimensão foi promovido pela Radio Popolare emissora ligada historicamente à extrema esquerda peninsular.

Na ocasião foi entrevistado pelo quotidiano milanês “Corriere della Sera” sobre o futuro das esquerdas e sobre tudo da ecologista por ele representada.

“Deixai-me dizer antes de tudo – pediu – que o Papa Francisco é um verdadeiro herói e que é maravilhoso que esteja usando o imenso capital político e social à sua disposição para promover a conscientização da ameaça ao planeta representada pelas mudanças climáticas antropogênicas, quer dizer causadas pelos homens”.

O ativista de maculada fama se declarou “intrigado” pelo fato do Pontífice ter convocado a Roma os principais dirigentes da indústria dos combustíveis fósseis do mundo.

Mas ele supôs a hipótese mais simpática às esquerdas ambientalistas: que o Pontífice tenha criado a ocasião para influenciá-los num sentido revolucionário.

“Se alguém tem a capacidade de influenciar esses atores chave é exatamente o próprio Papa Francisco. Só ele pode pressionar esses grupos”.

Lamentou que as esquerdas perdessem o controle da presidência americana após os vitupérios de praxe contra o atual presidente.

Mann manifestou seu regozijo com a liderança da China e a União Europeia na impossível luta para conter o inexistente “aquecimento global”.

Ele aparentou desconhecer que a China não faz nada do que diz e se serve do tema como instrumento para tentar estabelecer sua hegemonia mundial.

O Papa Francisco com os líderes das grandes multinacionais do petróleo.
Fonte: Quartz 9-6-2018.
Mann: “O Papa é o herói de nós climatólogos”
Também se omitiu sobre os escândalos de falsas contribuições à dita luta constatados em grandes empresas da União Europeia.

Ele defendeu seu “gráfico taco de hóquei” de vinte anos atrás que o desmoralizou na comunidade científica.

Passou por cima da falsidade científica do gráfico e comemorou sua “dimensão simbólica” subversiva.

“[O gráfico] tornou-se um símbolo no debate sobre as mudanças climáticas por causa de sua poderosa mensagem”, disse menosprezando seus opositores, bajulando seus simpatizantes, sem fornecer algum elemento esclarecedor de sua posição.

A frase de Mann, malgrado sua reputação de falsário entre os cientistas objetivos, que mais impressionou ao jornal milanês foi: “O Papa é o herói de nós climatólogos”. O jornal a colocou como manchete.

Por certo, isso nada falou de bom sobre as teorias científicas pessoais do Pontífice contidas na encíclica ‘Laudato Si’.

Os fiéis católicos e os cientistas honrados interessados aguardam que a temática seja abordada com seriedade e sem apriorismos ideológicos.



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