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| Denúncias fajutas sobre o derretimento do Polo Norte |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A Associação de Realistas Climáticos (ACR), desmentiu ONGs, mídia, governos, ONU e o Vaticano que pregam um derretimento do Polo Norte de probabilidade quase inexistente.
Em 2007, o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, profetizou que se daria até 2014.
O “especialista” David Barber o anunciou para 2008, Jay Zwally para 2012, Wieslaw Maslowski para 2013, Peter Wadhams para 2016, e agora Mark Serreze para 2030.
Porém, “a realidade contradiz sistematicamente as previsões desses especialistas”, constatou a ACR, escreve “The Objective”.
O absurdo foi constatado pelos cientistas Javier Vinós (cientista independente e especialista em clima), Javier del Valle Melendo (professor de Hidrologia, Climatologia e Geologia) e Saúl Blanco (professor de Biodiversidade e Gestão Ambiental) que procuram educar contra o “catastrofismo” na mídia.
A previsões frustradas não cessam, e a última “profecia” climática diz que o Ártico ficará sem gelo antes de 2030,
Eles focaram o estudo publicado na Nature Communications que afirma que, entre 2027 e 2030, o Ártico será composto por 95% de água proveniente do gelo derretido.
Em 2007, o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, ao receber o Prêmio Nobel da Paz profetizou que esse derretimento do Polo Norte aconteceria até 2014 e desde então seus émulos não cessam de adiar a data e falhar na “profecia”.
Segundo a ACR, “há 90% de chance de que os cientistas e seus modelos estejam errados sobre as causas do declínio do gelo no Ártico” e “que a hipótese de que os homens somos responsáveis pelo declínio do gelo no Ártico terá que ser rejeitada”.
Um estudo recente de Heuzé e Jahn semeia o pavor de que o primeiro dia sem gelo no Ártico pode chegar antes de 2030, sem mencionar que o Ártico não reduziu sua extensão por quase duas décadas.
“Esse contraste brutal entre o que os dados mostram e o que nos é dito na mídia é característico da questão climática, onde os artigos mais catastróficos e menos confiáveis são selecionados para dar uma visão tendenciosa das mudanças climáticas”, afirma a ACR.










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