domingo, 8 de março de 2026

O Polo Norte não se derrete, mas a mídia pontifica que sim

Denúncias fajutas sobre o derretimento do Polo Norte
Denúncias fajutas sobre o derretimento do Polo Norte
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Associação de Realistas Climáticos (ACR), desmentiu ONGs, mídia, governos, ONU e o Vaticano que pregam um derretimento do Polo Norte de probabilidade quase inexistente.

Em 2007, o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, profetizou que se daria até 2014.

O “especialista” David Barber o anunciou para 2008, Jay Zwally para 2012, Wieslaw Maslowski para 2013, Peter Wadhams para 2016, e agora Mark Serreze para 2030.

Porém, “a realidade contradiz sistematicamente as previsões desses especialistas”, constatou a ACR, escreve “The Objective”. 

O absurdo foi constatado pelos cientistas Javier Vinós (cientista independente e especialista em clima), Javier del Valle Melendo (professor de Hidrologia, Climatologia e Geologia) e Saúl Blanco (professor de Biodiversidade e Gestão Ambiental) que procuram educar contra o “catastrofismo” na mídia.

A previsões frustradas não cessam, e a última “profecia” climática diz que o Ártico ficará sem gelo antes de 2030,

Eles focaram o estudo publicado na Nature Communications que afirma que, entre 2027 e 2030, o Ártico será composto por 95% de água proveniente do gelo derretido.

Em 2007, o ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, ao receber o Prêmio Nobel da Paz profetizou que esse derretimento do Polo Norte aconteceria até 2014 e desde então seus émulos não cessam de adiar a data e falhar na “profecia”.

Segundo a ACR, “há 90% de chance de que os cientistas e seus modelos estejam errados sobre as causas do declínio do gelo no Ártico” e “que a hipótese de que os homens somos responsáveis pelo declínio do gelo no Ártico terá que ser rejeitada”.

Um estudo recente de Heuzé e Jahn semeia o pavor de que o primeiro dia sem gelo no Ártico pode chegar antes de 2030, sem mencionar que o Ártico não reduziu sua extensão por quase duas décadas.

“Esse contraste brutal entre o que os dados mostram e o que nos é dito na mídia é característico da questão climática, onde os artigos mais catastróficos e menos confiáveis são selecionados para dar uma visão tendenciosa das mudanças climáticas”, afirma a ACR.


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