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| 'Nature' não ousou manter o artigo enganador. |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A revista científica “Nature” retirou outro estudo sobre supostos danos da mudança climática na economia global, informou “The National Review”.
A matéria inverídica inspirou manchetes apocalípticas e bancos como o JP Morgan usaram suas falsidades para “identificar, medir, monitorar e gerenciar riscos financeiros relacionados ao clima”.
A Network for Greening the Financial System, rede de bancos centrais e supervisores financeiros, as usou para avaliar riscos financeiros derivados da impropriedade das estimativas apresentadas.
O estudo agora retirado tinha o título “O Compromisso Econômico das Mudanças Climáticas” (“The Economic Commitment of Climate Change,”), e era de autoria de pesquisadores associados ao Instituto de Pesquisa de Impacto Climático de Potsdam, Alemanha.
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| O estudo alarmista foi glosado em todo o planeta como nesta publicacão australiana |
O artigo anunciava a produção econômica global caindo 62% até 2100.
Essa fake alemã não foi nova, mas seu alarmismo foi recorde.
Foi o segundo artigo climático mais referenciado em 2024, de acordo com o Carbon Brief.
Nature retirou o artigo, quando apareceram estudos mais verossímeis, notadamente no que se refere à Uzbequistão.
“A maioria das pessoas pensa que uma redução de 20% em 2100 seria um número insanamente grande”, disse Solomon Hsiang, professor de política ambiental global da Universidade de Stanford, e autor de uma crítica ao estudo.
“Então, o fato de que este artigo está saindo dizendo que 60% está fora do sério”.










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