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| Apagão na Espanha toda |
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Luis Dufaur
Escritor, jornalista, conferencista de política internacional, sócio do IPCO, webmaster de diversos blogs |
A energia solar tida como panaceia pelo ambientalismo está levando o sistema elétrico da Europa “ao limite”, escreveu a rede Bloomberg.
As redes eléctricas europeias não conseguem se virar nas intermitências dessa energia e os apagões gerais serão cada vez mais frequentes e generalizados.
A União Europeia (UE) com o Acordo de Paris de 2015 provocou ditatorialmente um ‘frenesi’ por essas energias pretextando atingir metas climáticas inatingíveis segundo os cientistas mais equilibrados.
Segundo Bloomberg, foram construídos parques solares numa velocidade que foi além das previsões.
Desde 2020, ano em que se instalaram na Europa 23 gigawatts de energia solar, todos os anos se têm registado novos recordes.
E pelo final de 2025, com 69,2 gigawatts terá quadruplicado na última década.
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| Intermitências das usinas solares e eólicas apagaram a Espanha |
Com dados do think tank Ember, Bloomberg observa a necessidade de “a Europa modernizar a sua rede eléctrica para evitar outro apagão dramático”, como o de abril de 2025, que afetou mais de 50 milhões de pessoas.
Os painéis solares provocam picos de tensão, com cada vez maior frequência, tendo-se registado em 2024 um recorde de 8.645 ocorrências, ou mais de 2.000% face a 2015, em que houve apenas 34 alertas, de acordo com a Rede Europeia de Operadores de Sistemas de Transmissão de Electricidade (Entso-e).
“É como receber um alerta quase a cada hora, em comparação com menos de três alertas por mês há uma década”, resume a Bloomberg.










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