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domingo, 14 de agosto de 2016

Livro denuncia montagem verde contra agricultores e pecuaristas

Richard Jakubaszko
Richard Jakubaszko
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




“Questões ambientais não são de causa antropogênica, ou seja, não foram causadas pela ação humana”: é o que concluiu o jornalista Richard Jakubaszko após longos anos de estudo e análise.

Ele expôs suas conclusões em substancioso livro: “CO2, aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?” (DBO Editores Associados, São Paulo, 2015, 287 páginas).

O autor explica que “depois de mais de 8 anos estudando a fundo quase todas as ‘acusações’ e ‘ameaças’ dos ambientalistas, em que um mosaico multifacetado de problemas devastadores são divulgados no dia a dia, especialmente através da mídia, acabei por me deparar diversas vezes com a aversão humana ao debate de ideias, manifestada por contestações”.



Jakubaszko não é o primeiro em fazer esta dolorosa constatação. Já há muitos anos distintos cientistas brasileiros e estrangeiros vem sofrendo essa “aversão à razão” na própria pele. Até com injusta marginalização pessoal pela mídia e órgãos científicos dependentes das recursos de governos e organismos internacionais.

Esse ambientalismo não é outra coisa senão aquilo que nós denunciamos continuadamente no nosso blog: uma metamorfose do velho comunismo falido com a URSS.

Essa metamorfose infiltrou, deturpou e gerou um movimento tingido de “verde” que surpreendeu muitas pessoas que não imaginariam essa ousadia.

A transformação foi levada adiante por velhos militantes vermelhos – marxistas ou análogos – e  ‘companheiros de estrada’ que ficaram desempregados.

Eles souberam adaptar a filosofia socialista-comunista e mascarar seu linguajar visando sempre a meta utópica de um comunismo anarco-tribal que Marx e seus seguidores sonharam num auge da intoxicação ideológica.

O substancioso livro do jornalista Richard Jakubaszko
O substancioso livro do jornalista Richard Jakubaszko
Para tal era preciso que ninguém percebesse a manobra e ninguém bradasse “o rei está nu”. Porém, houve quem viu, as denúncias se multiplicaram e os livros sobre o caso apareceram. O do jornalista Jakubaszko é um dos mais recentes e mais interessantes.

O ambientalismo genuinamente vermelho, mas camuflado de falso verde, escolheu a estrada da “aversão à razão” e do patrulhamento ideológico como é de praxe nos regimes totalitários ou socialistas-comunistas.

“Os grupos ambientalistas exercem patrulhamento e pressão sobre os céticos, de natureza política e econômica impensáveis, dignas dos tempos de difícil convívio humano”, escreve Jakubaszko.

A “Inquisição verde” está ativa. Os cientistas honestos e objetivos são suas vítimas previamente apontadas, julgadas e condenadas sem direito de defesa.

Nesse ambiente, a ciência é manipulada e desvirtuada com intuitos ideológicos pela utopia marxista e por seus postuladores habilmente infiltrados em órgãos públicos e internacionais, além de ONGs militantes e na grande mídia.

Esse ativismo não fica por ai.

“Todavia, ignorando dificuldades e realidades que trazem à sociedade em geral, diante de suas ações, explica o autor do livro que comentamos, as entidades ambientalistas e ONGs estão sempre preparando um novo tratado que se anuncia cada vez mais radical com base no propalado aquecimento global”.

E Jakubaszko testemunha: “uma das principais acusações que provocaram contrariedades em minha ótica de perceber e avaliar a questão ambiental está no comportamento das ONGs e de alguns de meus colegas jornalistas que, de forma insistente e até mesmo radical, continuam culpando produtores rurais como os principais criminosos ambientais do planeta. (...)

“Mas além dessa falsa acusação contra agricultores e pecuaristas somam-se outras, como a prática de trabalho escravo, trabalho infantil, contaminação do solo, dos rios e dos alimentos por uso de agrotóxicos e fertilizantes, além da derrubada de árvores”.

Vermelhos e verdes visam mesmo objetivo. Ambientalistas e 'movimentos sociais' contra o progresso da agropecuária.
Vermelhos e verdes visam mesmo objetivo.
Ambientalistas e 'movimentos sociais' contra o progresso da agropecuária.
Em termos nossos, é a velha pregação da luta de classes contra os patrões feita outrora pela “vanguarda do proletariado” e hoje por certas ONGs militantes que se arrogam a representação dos estratos inferiores da organização material para condenar os superiores.

“No transcorrer das páginas deste livro procuro dar respostas a essas acusações, algumas procedentes, apesar de serem exceções, mas a maioria delas levianas e infundadas, pois mostram visões urbanas daquilo que seja o produtor rural brasileiro, considerado uma espécie de Jeca Tatu moderno, ainda inculto, mas que enriqueceu às burras e que continuaria ganancioso”.

O livro do jornalista Richard Jakubaszko apresenta uma densa e qualificada documentação das melhores fontes brasileiras, entre as que se destacam os professores Luiz Carlos Baldicero Molion e José Carlos Parente de Oliveira.

É uma obra indispensável para quem queira manter uma visão da realidade verdadeiramente despoluída de slogans e distorções eco-radicais e sustentar seu pensamento com informações verdadeiramente científicas, objetivamente apresentadas e raciocinadas.

“CO2, aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?” (DBO Editores Associados, São Paulo, 2015, 287 páginas) está à venda apenas pela internet ou por telefone (11 3879.7099) e retirado pessoalmente na DBO Editores, ou pelo e-mail co2clima@gmail.com. Preço: R$ 30,00 mais despesas postais (em média de 8,00 para qualquer ponto do Brasil)

4 comentários:

  1. Dufaur,
    obrigado pela força, na divulgação do livro.
    Mesmo com suas brilhantes deduções resultantes da leitura do livro, tenho a registrar dois esquecimentos:
    1 - há um capítulo no livro escrito por você, portanto você é coautor.
    2 - o livro não está à venda em livrarias, mas apenas pela internet ou por telefone, pois fomos censurados por editoras universitárias e pelas redes de livrarias, comerciantes mercenários que cobram 50% de comissão sobre o preço de capa. O livro pode ser adquirido pelo fone 11 3879.7099 e retirado pessoalmente na DBO Editores, ou pelo e-mail co2clima@gmail.com onde passamos instruções de como fazer o depósito. O preço de venda é R$ 30,00 mais despesas postais (em média de 8,00 para qualquer ponto do Brasil).
    abs
    Richard Jakubaszko

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  2. É óbvio: “Questões ambientais não são de causa antropogênica, ou seja, não foram causadas pela ação humana”; os rios se poluem sozinhos, as florestas se destroem sozinhas, o ar se auto polui...O aquecimento antropogênico é uma falácia, mas a literatura contrária é pura conversa fiada, sem embasamento científico: https://sandcarioca.wordpress.com/2016/08/22/35-novas-publicacoes-cientificas-confirmam-que-os-ciclos-do-sol-e-o-mar-sao-os-principais-fatores-climaticos/
    E, mesmo, a teoria antropocêntrica de aquecimento sendo uma fraude, e não dá o direito que indústrias e pecuaristas degradem o resto de biomas que ainda temos, pois a destruição da Natureza é a destruição do próprio Homem.

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  3. Marco Carvalho, o que você coloca é outro problema ambiental, e ao qual chamamos de poluição, do ar, da terra e das águas. Poluição que é causada por dois fatores: primeiro, pelo excesso de gente, somos 7,6 bilhões de pessoas, poluindo. Seremos 9 bilhões, dentro de menos de 30 anos, e a coisa vai piorar nesse campo da poluição. Segundo, por ser, de um lado, consumista, e por ter maus hábitos, o ser humano descarta todo o seu lixo na porta de casa, o lixeiro que se vire, e os prefeitos idem, criando lixões imensos, conforme o tamanho das cidades ou os das lavouras; e, claro, na cidades, todo mundo que pode tem carro próprio, e polui, mas o agricultor é o culpado, né? O agricultor planta, e também tem maus hábitos, que a natureza se encarrega de espalhar, pelas chuvas, ventos e animais. Mas nas cidades o urbano asfalta tudo, a água das chuvas leva tudo ladeira abaixo, entope os bueiros, dá enchente; mora nos morros, dá desabamento...
    O que a gente tinha de discutir, para a humanidade ter sustentabilidade, é outra coisa: criação de regras para reduzir a velocidade do crescimento demográfico; sem isso não há futuro, vai faltar comida, porque hoje 90% da população mora e vive nas cidades, e só 10% mora no campo, e produz alimento para a maioria. E isso também vai piorar, chegaremos aos 97% como já é nos EUA.
    O resto, aquecimento e mudanças climáticas, é mentira, é engodo para "mostrar dificuldades" e depois "vender facilidades e soluções", como a energia nuclear, para vender orgânicos mais caros, para vender energia solar e eólica, que nada resolvem e custam muito mais caro, pra vender "rastreabilidade", que o agricultor tem de pagar e que ninguém nas cidades quer saber disso, prefere acreditar no "orgânico", que é o alimento deteriorado e machucado pelo transporte, e que restou nas Ceasas, e que o quitandeiro vai lá e compra por 10% do valor de venda, e depois vende 200% mais caro no seu supermercado, e as madamas acreditam...
    Santa ignorância...
    Anote: todos os problemas sociais, econômicos, políticos e ambientais da humanidade decorrem unicamente do excesso populacional. O resto não é importante.

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