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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Brasil sendo desgarrado: a Panamazônia “místico-ecológica” se prepara para ver a luz

Papa Francisco em Puerto Maldonado: rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica desgarrada do Brasil.
Papa Francisco em Puerto Maldonado:
rumo a uma igreja panamazônica místico-ecológica
desgarrada do Brasil.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Comissão Pastoral da Terra – CPT elaborou um censo acolhido entusiasticamente pelo comuno-progressismo do mundo inteiro e no Vaticano em particular: o “Atlas de Conflitos na Amazônia”.

Trata-se de números sobre vítimas de conflitos agrários no Brasil. Segundo a CPT, seriam 93.800 famílias envolvidas em 977 conflitos violentos pela terra apenas na região amazônica.


O Atlas volta ao ritornelo: fazer reforma agrária a nível nacional e punir os culpados da violência que obviamente não têm nada a ver com a CPT, livre de toda culpa.

Darlene Braga, representante da CPT carrega a demagogia: “as comunidades são massacradas, abusadas, oprimidas, despojadas de seus territórios; os habitantes estão proibidos de caçar, pescar, construir casas e canoas, perdem a soberania de seu território”.

Dom Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB sublinha que a pesquisa poderá “acordar as pessoas sobre as verdades profundas da Amazônia”.

O “Atlas” saiu num contexto claramente político contra o governo federal que considerava abrir a Reserva Nacional de Cobre e Associados para a exploração mineira.

Dom Leonardo prometeu levar o “Atlas” ao Papa Francisco, que está muito interessado na Amazônia.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Verdes pedem radicalizar Código Florestal, mas começam mal

Evaristo de Miranda, Pesquisador da Embrapa Territorial
Evaristo de Miranda, Pesquisador da Embrapa Territorial, explicou
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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O Código Florestal, malgrado muitos aspectos que concedem, até excessivamente, às reivindicações ideológicas ambientalistas, está sendo contestado no Supremo Tribunal Federal (STF).

A iniciativa é da infatigável confraria verde-vermelha que reclama uma ação declaratória de constitucionalidade e quatro ações diretas de inconstitucionalidade, visando prejudicar ainda mais os proprietários.

Entretanto, como bem o fez notar o Dr. Evaristo de Miranda, Pesquisador da Embrapa Territorial no artigo “O STF e o Código Florestal”, a pretensão começou, felizmente mal para seus promotores.

O ministro relator, Luiz Fux, apresentou um voto técnico e equilibrado que se for acompanhado, em grande parte, por seus pares, garantirá a agropecuária a segurança jurídica necessária para produzir com sustentabilidade e competitividade.

O ministro Fux destacou a qualidade excepcional do processo legislativo que resultou no novo Código Florestal (tempo de tramitação, audiências públicas realizadas, votação expressiva dos parlamentares, etc.). Não se trata de um texto que pode ser reformado com facilidade como gostaria o ambientalismo.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

A religião ambientalista vista por um professor de filosofia

Cultos extravagantes na Rio+20:  o que tem a ver ambientalismo com religião?
Cultos extravagantes na Rio+20:
o que tem a ver ambientalismo com religião?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs





Com frequência neste blog temos focalizado a existência de uma estranha religião imanente no ambientalismo.

E nos referimos ao tipo de ambientalismo que pretende ser o mais coerente com os princípios básicos do movimento.

Também, com relativa frequência, ouvimos indagar o por quê dessa insistência em dita religião incubada, ou em questões religiosas. Porque, a primeira vista, a problemática ambientalista é basicamente científica.

Compreendemos perfeitamente esta dificuldade e a olhamos até com simpatia.

Pois, essa dificuldade foi também a nossa. E, em certo sentido continua sendo.

Tivemos dificuldade em admitir a ideia de uma religião singular por trás do ambientalismo mais “genuíno”.

Porém, com o tempo, foi ficando evidente para nós que o movimento ambientalista só se compreende bem pressupondo uma crença peculiar que o explica.