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domingo, 28 de abril de 2019

Alarmista “verde” prega contra o nascimento
de novas gerações de seres humanos

David Attenborough, arauto da diminuição drástica dos humanos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








David Attenborough, um dos mais ativos arautos ingleses da diminuição drástica da humanidade.

Suas pregações mídiáticas continuam a receber escandalosa cobertura pelo fato de qualificar o gênero humano de praga que depreda o planeta.

Ele acenou ainda com um aterrorizador desastre, que aconteceria nos próximos 50 anos.

E esse desastre adviria se algo não for feito para interromper a multiplicação dos seres humanos, como noticiou há tempos a agência LifeSiteNews.

O método de espalhar pânico é bem conhecido e David Attenborough utiliza-o com desenvoltura.

Ao mesmo tempo, ele oculta numa nuvem de imprecisões que a causa de seus temores é de fundo ideológico anticristão.

Com efeito, já declarou ele à britânica Radio Times:

“Eles [as novas gerações de crianças e jovens] estão vindo para se instalar em nossas casas nos próximos 50 anos aproximadamente.

“Temos necessidade de superfície para cultivar alimentos para essa horda imensa.

“Ou nós limitamos nosso crescimento populacional, ou a natureza o fará por nós, e o mundo natural já está fazendo isso por nós agora exatamente”.
O disparate verbal, de si confuso, a respeito de hordas desconhecidas que viriam nos invadir, tal vez as crianças que podem nascer, não é mera besteira, mas faz parte de um método atemorizador para impor objetivos preconcebidos.

domingo, 21 de abril de 2019

A Terra está cada vez mais verde

NASA: reverdecer do planeta deveu-se ao homem. O mapa só aponta o aumento de área verde. Áreas amarelada não mudaram.
NASA: reverdecer do planeta deveu-se ao homem.
O mapa só aponta o aumento de área verde. Áreas amarelada não mudaram.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O mundo está ficando cada vez mais verde em virtude do aumento da área plantada nos últimos vinte anos, de acordo com os dados dos satélites da NASA publicados pelo NASA Earth Observatory.

A China havia devastado florestas e tornado improdutivas suas áreas agricultáveis para aplicar a reforma agrária socialista.

Hoje, puxada pela necessidade de dar de comer à sua imensa população, modernizou sua produção de alimentos e liderou o reverdecimento do planeta.

O segundo lugar no aumento da área verde foi obtido pela populosa e famosamente faminta Índia.

Dessa maneira ficaram desmentidos vários mitos ambientalistas artificiais mas apavorantes e danosos.

O primeiro apresenta o planeta caminhando para a desertificação pela aplicação de tecnologias de alta produtividade agrícola.

A China e a Índia provaram que não é assim.

domingo, 7 de abril de 2019

O Sínodo da Amazônia visto desde a Alemanha: caminhada para o socialismo ecológico

A revolução comuno-indigenista vem sendo preparada há muito pelo lulopetismo e pelos tentáculos da CNBB. Na foto índígenas mundurukus reunidos pelo governo Dilma Rousseff Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr
A revolução comuno-indigenista foi sendo preparada pelo lulopetismo e pelos tentáculos da CNBB.
Na foto(Fabio Rodrigues Pozzebom-ABr) índígenas mundurukus reunidos pelo governo Dilma Rousseff






Já se suspeitava que o Sínodo da Amazônia ia virar um festival progressista. Sua palavra-talismã: “a abolição do celibato”, por razões pseudo-pastorais.

Mas faltavam ainda provas concretas, que agora começam a aparecer gradualmente, para documentar essa suspeita.

Georgetown, a Universidade dos jesuítas em Washington, conhecida por suas extravagantes experiências teológicas, está promovendo um simpósio para preparar o Sínodo da Amazônia.

A esse respeito, relata a Agência de Notícias Católica (KNA): “Adveniat, organização de ajuda à América Latina,manifestou-se a favor de objetivos claros.

‘A proteção abrangente dos pobres marginalizados e da criação ferida tem prioridade absoluta’, declarou seu presidente-executivo Michael Heinz”.

Concretamente isso significa que objetivos supostamente pastorais estão sendo empacotados em um programa para proteger a “classe social marginalizada” e proteger uma “criação” supostamente “ferida.”

Para o leitor pode parecer estranha essa ligação. No entanto, tal conexão é bastante comum nos círculos católicos reformistas na América Latina.

Trata-se de uma evolução da “Teologia da Libertação” clássica (adoção do método da luta de classes para objetivos comunistas sob o disfarce da religião católica) no sentido de uma fusão com o ecologismo neo-pagão e socialista.