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domingo, 27 de outubro de 2019

Poluição tinge de vermelho o maior rio da China

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O imenso, histórico e poético rio Yangtzé, outrora conhecido como “a correnteza de ouro”, ou “Rio Azul”, voltou a adquirir uma estranha cor vermelha, assustando os ribeirinhos e a imprensa internacional, informou The Telegraph de Londres.

O método das autoridades socialistas chinesas consiste em declarar que não têm ideia do que se trata e não se mostram determinadas a fazer nada sério em face do desastre.

O mais extenso e largo rio chinês e o terceiro maior do mundo, o Yangtze irriga as melhores terras da China.

Sua imensa bacia (de 1.800.000 a 1.942.500 km²) inclui os mais belos panoramas do país-continente hoje escravizado.

Contudo, na cidade Chongquing, onde o Yangtze recebe como afluente o rio Jialin, apresenta uma cor vermelha repugnante.

A fim de evitar pânico, o governo socialista costuma apresentar sucessivamente “explicações” naturais (terremotos em região longínqua, estranho crescimento explosivo de uma alga), desmentidas uma após a outra.

Mas a explicação não é tão complicada. O Yangtzé atravessa uma das regiões mais industrializadas da China, repleta de fábricas e depósitos em suas margens.

O Huffington Post  outrora estimava que, para além da mentirada consuetudinária do regime, a única causa imaginável é que “as mudanças de cor se devem à poluição industrial, e só a ela”.

Na atual epidemia não é raro que os porcos mortos sejam jogados nos rios no país todo.
A foto, fornecida pela agência oficial Xinhua, foi tirada na bacia do Rio Amarelo, o maior do país.
No momento a grande preocupação está ligada à epidemia de peste africana que está devastando o rebanho suíno na China.

Estima-se uma perda total de 30% do total dos porcos ou até do 50%, equivalente a entre 300-350 milhões de animais, o 25% mundial segundo a National Public Radio dos EUA. A carne de porco é a mais consumida em todo o país.

Em 2013, Xangai ficou sem água potável pois os rios fornecedores vieram intensamente contaminados por cadáveres de porcos que chegaram flutuando. Na época o governo não forneceu explicações críveis.

Habitantes de Chonquing guardaram em garrafas de refrigerante o denso e enigmático caldo vermelho em que se transformaram as águas de seu admirado rio, do qual tiram muitos elementos de subsistência.

Se isso tivesse acontecido em algum rio brasileiro, ou mesmo em algum outro país ocidental, o coro de plantão do catastrofismo estaria apontando com o dedo os males do crescimento econômico capitalista.

Mas aconteceu na maior economia socialista, então o catastrofismo boceja e passa adiante.

Está cada vez mais difícil interpretar os procedimentos do ambientalismo à luz do bom senso e dos objetivos que diz alvejar.

Será que ele tem outros objetivos que não confessa abertamente?

O que é essa “religião” ecologista, neo-marxista, que tantos cientistas objetivos estão identificando e denunciando no movimento “verde”?


3 comentários:

  1. A mentira é que o sono da inteligência, gerando a ganância que emburrece e desumaniza o ser, a sua consequência é a destruição da vida.

    Toda riqueza vinda da dor e sofrimento humanos é uma grande ilusão e só levará a um fim, o deles.

    ��
    Portanto, de que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e ��perder a sua alma?

    https://bibliaportugues.com/mark/8-36.htm

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  2. Eis a China mega poluída, possui o maior número de ciclistas do mundo, sendo o ativismo ciclista usa bandeira da ecologia para autopromoção. Eis mais uma loucura, nobre Luis Dufaur, o mau caratismo jornalístico 'esquerdo-ecofascista', agora sobre o aumento de mortes de ciclistas na periferia de São Paulo, apresentado nesta noite do dia 29/10/19 pelo Jornal da Record! Lembrei do seu artigo de 2017, do nobre jornalista Aluízio Amorim em seu blog, tipo "sustentabilidade, para sustentar vagabundos".

    A reportagem da Rede Record, com apelo emocional, falou de 28 ciclistas mortos na metrópole de 12 milhões de habitantes até agora este ano, dez a mais do que 2018, triste, verifiquei Campo Grande, 775 mil habitantes, 8 mortes. MAS no Brasil (35 mil motoristas) morreram em 2018, 95 por dia, segundo o Ministério da Saúde. Olha o tamanho da atenção e alarmismo desproporcional dedicado a um segmento! Os familiares dos motoristas e pedestres vítimas da violência no trânsito, não existe para os jornalistas?

    Ainda entrevistaram um "pesquisador", que pôs a culpa do aumento da morte dos ciclistas na falta de fiscalização, e pasmem, nos motoristas (ignorando a imprudência dos ciclistas) e (falta de ciclovias), sugerindo
    que a malha cicloviária de São Paulo deveria ter 2.000 Km, sendo que a metrópole possui mais de 480 Km de ciclofaixas, justo a responsável pelos enormes transtornos a população, principalmente aos mais humildes, usuários de coletivos, porque não existe infraestrutura suficiente para veículos automotores, fez diminuir espaço já escasso das ruas, aumentando o congestionamento, invadiu até calçadas alheias, além da corrupção causando superfaturamento, tanto na capital paulista da era Haddad quanto da carioca na era Paes.

    CORRUPÇÃO, a verdadeira causa de mortes no trânsito brasileiro, do qual o pseudo jornalismo da Record, dos portais da grande mídia e ativismo 'ecociclista' omitiram.

    Quem assistiu e estava atento, percebeu que própria reportagem provou que a bicicleta é muito perigosa neste trânsito brasileiro, conforme relatado no artigo do jornalista em 2017 sobre "sustentabilidade".

    Esses ativistas demagógicos são cúmplices das mortes dos ciclistas que diz defenderem, por fazerem campanha enganosa, são cúmplices da morte dos motoristas e dos pedestres por omitirem a corrupção!

    Não suporto mentiras, antes de terminar a pseudo reportagem, (desliguei a televisão), pesquisei, digitei, fiz revisão e publiquei o meu comentário aqui.

    Paulo Kelson, Manaus.

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