Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 19 de abril de 2020

Cientistas sérios recusam pânicos irracionais

A ECO 92 no Rio fez a ponte entre o velho comunismo vermelho
e o novo verde, missionário comunista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








continuação do post anterior: Pânicos globais trazem no bojo uma ditadura universal




Na Eco92 (assembleia da ONU que deu partida, em 1992, à atual onda ecologista), 52 detentores de Prêmios Nobel e mais de 212 renomados cientistas de 29 países escreveram aos chefes de Estado:

“Nós estamos preocupados ao assistir, no limiar do século XXI, à emersão de uma ideologia irracional que se opõe ao progresso científico e industrial e prejudica o desenvolvimento econômico e social”. Le Figaro, 01/06/1992)

Essa preocupação bem fundamentada abrangia até mesmo o mito que serviu de base ao Sínodo Pan-amazônico de 2019:

"Integração homem-natureza" seguindo modelos pagãos como pregado na 'Laudato si' é uma ficção que nunca existiu

"Integração homem-natureza" seguindo modelos pagãos como pregado na 'Laudato si'
é uma ficção que nunca existiu
“Nós afirmamos que o estado da natureza, por vezes idealizado por movimentos que tendem a se voltar para o passado, não existe e provavelmente nunca existiu desde a aparição do homem na biosfera”.

Em 1997, 31.487 cientistas de quase todos os ramos do saber subscreveram o Global Warming Petition Project, cujo apelo à reunião da ONU em Kyoto afirmava:

Não há provas científicas convincentes de que a produção humana de dióxido de carbono [CO2], metano, ou outros gases de efeito estufa esteja causando ou venha a causar, num futuro previsível, um aquecimento catastrófico da atmosfera e o desequilíbrio do clima da Terra”.

Entre os signatários havia 9.021 detentores de PhD, 6.961 com mestrado, 2.240 médicos e 12.850 portadores de títulos universitários ou equivalentes.

O “Alcorão” de Al Gore Uma verdade inconveniente
acabou proibido pela Justiça britânica
.
O manifesto, porém, não teve eco nos governos, no Vaticano e tampouco na mídia.

Pelo contrário, emudeceram ante esse apelo e se abriram ao delírio atiçado por agitadores de esquerda, cujo profeta era Al Gore com seu “Alcorão” Uma verdade inconveniente.

Segundo Art Robinson, porta-voz do Project, “o filme de Gore contém muitas afirmações gravemente incorretas, que nenhum cientista honesto e informado pode endossar”.

Al Gore não respondeu, e a ONU aprovou em Kyoto um Protocolo que hoje está morto, mas que durante décadas promoveu medidas tidas como absurdas por cientistas sérios.

Um grosso volume não bastaria para conter os protestos e refutações dos cientistas honestos.


Por exemplo, 400 deles, por ocasião da III Conferência Internacional sobre Mudança Climática, realizada em 2009 em Nova York, fizeram o deputado da Califórnia Dana Rohrabacher exclamar:

“Al Gore esteve nos enganando esse tempo todo! Isto é achincalhante!”.

Os cientistas refutaram os mitos climáticos num tratado de 880 páginas.

No mesmo ano, mais de 60 cientistas alemães advertiram a chanceler alemã Angela Merkel de que o CO2 antropogênico não exerce qualquer papel mensurável, e dissentiram publicamente dos temores de seu governo.

Aderiram à carta mais de 200 outras personalidades alemãs ligadas à ciência. (Postdamer Neueste Nachtrichter, 39/07/2009)

Em 2016, 113 laureados com o Prêmio Nobel, além de 5.933 cientistas e cidadãos concernidos, lançaram um apelo em favor dos “organismos geneticamente modificados”.

Nele, pediram aos governos que recusassem as campanhas verde/vermelhas contra a plantação e consumo de alimentos aprimorados pela biotecnologia:

“Quantas pessoas pobres no mundo inteiro morrerão antes que isto [as campanhas dos movimentos sociais verde/vermelhos] seja considerado ‘crime contra a humanidade?’”.Support Precision Agriculture.

No primeiro semestre de 2016 foram publicados em jornais acadêmicos foram publicados em jornais acadêmicos 240 trabalhos científicos, pondo em dúvida o “consenso” do “aquecimento global” atribuído a causas humanas. (Confira lista aqui)

Em outras palavras, esse “consenso” não existe ou pertence ao mundo da fantasia.

Em 2014 (Listacompleta aqui) foram quase 250 os trabalhos que contestaram esse dogma catastrofista ecológico, e em 2015 (Veja todos aqui)

Outro grupo de cientistas, coordenados pelo Dr. Istvan Marko, professor na Universidade Católica de Louvain, publicou em 2013 o livro “Clima: 15 verdades que perturbam”.

A grande mídia o censurou como “herético” (Nouvelles de France) porque pôs o dedo na chaga apontando 15 pontos reveladores da incoerência na ofensiva anti-CO2.

Eis as verdades:

1) o IPCC não é um organismo científico, mas político;

2) alimenta uma constante confusão entre ciência e política;

3) está no centro de uma coalizão de interesses particulares;


Incoerência na ofensiva anti-CO2
4) recusa todo debate científico racional;

5) denigre os argumentos contrários, obstaculiza a liberdade de expressão, trata as opiniões divergentes como a URSS fazia com seus dissidentes;

6) o CO2 não aumenta por causa dos combustíveis fósseis desde 1750;

7) a elevação da temperatura média global no último meio século não foi atípica em relação aos últimos 1300 anos;


8) o CO2 não contribui para o aumento da temperatura;

9) o “aquecimento global antropogênico” se baseia em hipóteses e aproximações;

10) o IPCC não considera os dados da natureza;

11) as teorias do IPCC não refletem o consenso científico;

12) a imprensa não expõe a temática com objetividade;

13) os aportes dos governos ao IPCC acentuam o viés;

14) o eco das teorias do IPCC resulta de uma difusão unilateral midiática e partidária;

15) as decisões econômicas e financeiras para a luta contra o aquecimento global prejudicam a produtividade e a concorrência.

Richard S. Lindzen professor emérito no Massachusetts Institute of Technology em 2017 pronunciou conferencia pública sobre as mudanças no clima.

Nela, manifestou seu espanto com os alarmismos a respeito de mudanças climáticas espalhados com muita desonestidade, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra.

Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes (MerionWest)


continua no próximo post: A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.