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domingo, 29 de setembro de 2013

A "Igreja do Planeta que Aquece" tem dogmas,
teologia, pontífices, mistérios, hereges e Inquisição?

Al Gore e Rajendra Pachauri, Sumos Pontífices da nova religião,
saúdam da sacada, após receberem o Prêmio Nobel da Paz em Oslo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Num tom de gracejo que apanha aspectos não explicitados da realidade, o Prof. Larry Bell, da Universidade de Houston, fundador do Sasakawa International Center for Space Architecture e especialista em arquitetura espacial, abordou um ponto do qual pouco se fala: o caráter de “igreja” assumido pelo catastrofismo ambientalista.

O Prof. Bell escreveu na conhecida revista “Forbes” que enquanto membros da “Igreja da ONU do Planeta que Aquece” preparavam o 5º Relatório sobre o andamento do clima global, outros “relatórios blasfemos” escandalizavam os “piedosos fiéis” da “teologia do aquecimento global por causa humana”.

Os representantes dos Ministérios de Meio Ambiente de todo o mundo estiveram reunidos em Estocolmo e selaram o texto final do Quinto Relatório de Avaliação do IPCC (Fifth Assessment Report (AR5) – Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) Summary for Policymakers).


O novo texto revelado se destina a propiciar as decisões políticas destinadas a inverter a curva mística e imaterial da “mudança climática”.

O problema refletido nos relatórios heterodoxos era saber como os ministros ambientalistas poderiam cavar provas de que as profecias e escrituras anteriores não estavam erradas.

Usado pelo IPCC para se justificar, o gráfico “hockey stick” resultou ser falso e/ou cruamente adulterado.

Até o veterano presidente do IPCC, o indiano Rajendra Pachauri, admitiu que os dados sobre a temperatura mundial nos últimos 17 anos foram inchados para obedecer aos ditames da “religião”.

Rajendra Pachauri, então presidente do IPCC, ganhou Nobel da Paz
junto com o ex-vice-presidente dos EUA Al Gore.
Falsificar os dados se a "religião" pede.
Também o jornal “The New York Times” reconhece que o fervor pelo “aquecimento global antropogênico” foi superaquecido. Blasfêmia pura.

E depois de reconhecer o que todos reconhecem – que nos últimos 15 anos o mundo não aqueceu – seu repórter Justin Gillis põe o dedo na chaga, fornecendo-nos a dimensão mística dessa religião: a falta de aquecimento global “tem algo de um mistério para os cientistas climáticos”.

Engula-se o mistério. O que pode haver de melhor na religião?

E a ciência? A ciência, para quê, se existe a fé “verde”? Viva o mistério!

Aonde, mas aonde foi parar o “aquecimento global”, pergunta o Prof. Bell com certa impaciência na revista “Forbes”.

Uma resposta altamente plausível seria que os falidos modelos climáticos do IPCC estavam baseados em exageros. Errados então são os modelos, e não o clima nem o que fazem os homens!

Mas, segundo a visão arguta daquele especialista em arquitetura espacial, a religião aquecimentista quer nos impor uma penitência por causa de nosso pecado de prosperidade.

Também o especialista em Física da Atmosfera e professor de Meteorologia do MIT, Richard Lindzen, em matéria publicada no Journal of American Physicians and Surgeons, caracterizou o aquecimento global como uma “religião alarmista”.

Além do mais, acusou os aiatolás dessa religião de exigir que a realidade se ajuste a seus preceitos teológicos, ainda que a sociedade tenha que pagar preços mirabolantes por resultados incertos e improváveis.

Milionário Richard Branson oferece U$ 25 milhões contra o aquecimento global. A nova religião tem Papas, santos, profetas e financistas.
Milionário Richard Branson oferece U$ 25 milhões contra o aquecimento global.
A nova religião tem Papas, santos e profetas. E os financistas não faltam.
O aquecimento global (ou seu pseudônimo “mudança climática”, e não é o único...) hoje é um ‘mantra religioso’, um apelo a uma cruzada de cruz invertida contra o maior crime que os humanos perpetraram contra a natureza.

Adotar esse mantra é a penitência necessária para expiar os próprios pecados, disse o professor do MIT.

Soma-se que Michael Crichton, escritor de novelas de ficção científica como “Jurassic Park”, já havia resumido a essência do Credo dessa nova “religião”:
“Nós pecamos contra a energia e estamos condenados a perecer, a menos que procuremos a salvação, que agora se chama ‘sustentabilidade’. A sustentabilidade é a salvação na Igreja do Meio Ambiente, da mesma maneira que o alimento orgânico é sua comunhão sem Cristo, e a água livre de pesticidas é a água benta para o pessoal de fé reta.”
Só falta agora o IPCC escolher mais um Pontífice Supremo e anunciar o Quinto Evangelho. A humanidade poderá então ser convocada a declarar diante do tribunal da Inquisição “verde”. Aguardemos as próximas “encíclicas”...


3 comentários:

  1. Quero comentar não a postagem acima, ainda que seja relevante e grave. Quero comentar sim as duas colunas à direita, onde são contrastadas as corrente pró e contra Aquecimento Global: o que mais salta à vista é que na coluna azul temos a palavra de cientistas, que conhecem o assunto e poder expressar-se com autoridade. Na coluna vermelha temos cientistas, mas também temos um bando de curiosos das mais diversas origens: artistas, hippies e ex-hippies, políticos, religiosos, etc. É até covardia perguntar qual das duas opiniões é a mais séria e confiável.

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  2. OLHE ISSO.
    http://dakirlarara.wordpress.com/2013/10/01/estudos-brasileiros-mostram-imprecisao-para-menos-em-dados-do-ipcc-e-adivinhem-nao-foi-do-inpe/

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  3. O exercito responsavel não é de esquerda nem de direita.Tutela o seu povo com cuidados e avalia sempres os que oprimem e o envolvem em mentiras (enriquecimentos e crimes mascarados).Esta é uma primeira razão para que no exercito haja cultura e inforção permanente..Para isso vale até mesmo mudanças radicais com os seus tradicionais corruptores na oficialidade beneficiaria de bens e envolvimento com os capitais locais ou estrageiros.Ainda vivemos o uso torpe dos militares para as ameaças aos que amam e morrem pelo seu país ou pela vida e os que sabem (pois é impossivel não saber) as grandes ameaças do capital e do mercado ao planeta terra.O carater e a cultura e´tão ou mais importante aos militares que armas eficazes.Povo e militares lutando pelo Brasil.

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