domingo, 11 de janeiro de 2026

Recorde de calor em 2024 foi natural e não justifica pavores ambientalistas

As oscilaçes de calor e de CO2 estão nos níveis normais da natureza
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Associação de Realistas Climáticos que mostra os furos do “alarmismo climático” explica que o planeta se aquece desde o fim da Pequena Era Glacial por volta de 1840, noticiou o site "The Objective".

O fato de 2024 ter sido o ano mais quente já registrado não causa alarme, pois obedece à repetição de oscilações climáticas rotineiras.

Mas a ONU se jogou numa interpretação aloucada e anticientífica incitando os líderes mundiais para que “ajam agora” para “evitar o pior da catástrofe climática” que, na realidade, cientificamente nem merece consideração.

Assinam o trabalho Javier Vinós (cientista e especialista climático independente), Javier del Valle Melendo (professor de Hidrologia, Climatologia e Geologia) e Saúl Blanco (Professor de Biodiversidade e Gestão Ambiental)

“Não há nada de anormal no novo recorde de temperatura para 2024, dizem.

“O que as agências responsáveis por medir a temperatura média do planeta não nos dizem é algo que todos os cientistas sabem: se um ano é mais quente ou mais frio que o anterior, isso se deve a fatores naturais”.

Os cientistas apontam que o aumento de CO2 atmosférico em 2024 foi de apenas 3,5 partes por milhão (0,8%).

Isso é “muito pequeno para ter um efeito perceptível na temperatura global”, concluem.