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terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Conferência sobre Mudanças Climáticas de Copenhague: festim de altos funcionários ignorantes do fato científico

Sob o título “O Festim”, o Prof. José Carlos Azevedo, doutor em Física pelo Massachussets Institute of Technology (MIT) e ex-reitor da Universidade Nacional de Brasília ‒ UnB, publicou clarividente artigo no “Correio Braziliense” sobre as perspectivas da Conferência de Copenhague.

Reproduzimos a continuação a primeira parte desse artigo.

Entre 6 e 19 de dezembro, realizar-se-á em Copenhague a 15ª Conferência sobre Mudanças Climáticas, promovida. pela ONU e coordenada pelo órgão a ela subordinado, o Painel Inter Governamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em inglês). De acordo com o portal da conferência na internet, comparecerão delegações de 170 países, muitas ONGs e cerca de 8 mil pessoas.

O objetivo da conferência é definir um novo protocolo para substituir o de Kyoto, que foi assinado em 2007 e terminará em 2012.

Ele estabeleceu metas para reduzir as emissões de gases que seriam poluentes, condição em que incluíram o C02, dióxido de carbono, que não é poluente e é matéria prima de todas as formas de vida existentes, no mundo vegetal e no animal.

O protocolo, além dos alegres encontros nos locais mais aprazíveis do planeta, pagos com dinheiro público, não deu em nada. Por isso, há ne­cessidade de renová-lo.

O dinheiro gasto até agora para provar que o CO2 é o responsável por alterações no clima e promover esses festins é assustador e foi estimado em mais de US$ 50 bilhões.

O IPCC diz que serão necessários recursos maiores, da ordem de US$ 200 bilhões, para continuar em seu esforço hercúleo para salvar a humanidade e manter o nível de CO2, a fim de limitar o aumento de temperatura a 2° C.

Se os países filiados ao IPCC forem acometidos de bom senso, o que é improvável, não derem mais dinheiro e a temperatura aumentar os 2° C ou mais, o que acontecerá? Uma coisa é certa: as plantas crescerão mais e haverá mais alimentos vegetais e animais, para saciar a fome dos pobres e desvalidos que há na Terra.

Qual é o documento científico que prova ser o CO2 gerado pelo homem o vilão do clima? Que prova há que a temperatura da Terra aumenta devido ao acréscimo da concentração de CO2 gerado pelo homem na atmosfera?  

A temperatura medida por satélites meteorológicos está diminuindo há três anos e manteve-se no mesmo nível nos dez anos anteriores.

(Fonte: “O Festim”, do Prof. José Carlos Azevedo, “Correio Braziliense” de 1º-10-2009).

Continua no próximo post


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quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Climagate desvenda manobras desleais para espalhar o medo do “aquecimento global”


A imprensa mundial informou ‒ não sem notável mal-estar ‒ da invasão praticada por hackers no sistema da Unidade de Pesquisa Climática (Climatic Research Unit ‒ CRU) da Universidade de East Anglia, Inglaterra. O CRU está na ponta de lança dos trabalhos que falam de um “aquecimento global” catastrófico para a terra.

Hackers não-identificados ‒ seguindo um procedimento reprovável ‒ copiaram 1.073 e-mails dos membros do CRU, e entre 2.000 e 3.000 documentos. Algumas versões jornalísticas falam até de 6.000. E as publicaram em sites criados para o caso.

A ocorrência está sendo investigada pelas autoridades inglesas. Porém, os próprios interessados já se pronunciaram sobre o conteúdo desabonador dos e-mails e documentos, reacendendo a polêmica sobre um vasto leque de temas científicos e políticos.

“Pioneiro ou  trabiqueiro?” (“Saturday’s Mail”)

O diretor dessa moderna unidade é o professor Phil Jones, 57. Ele é uma autoridade de referência para aqueles que acham que o ser humano é responsável pelo “aquecimento global” que constituiria, segundo eles, um dos maiores perigos para a humanidade.

Para aqueles que não vêem sinais da existência desse perigo, Jones com todos os seus prêmios, é um trabiqueiro, escreveu “The Mail”.(ver ao lado)

O CRU participa no ambicioso projeto HadCrut para criar um banco de dados com as temperaturas globais recolhidas pelas estações meteorológicas espalhadas na superfície da terra.

O programa também devia auxiliar as previsões climáticas a curto prazo, mas virou objeto de chacota após crassos erros do Met Office (ao lado), órgão público inglês que informa do estado e previsões do clima, equivalente a nosso INMET.

As risadas foram especialmente suscitadas pelo prognóstico pífio de verões quentes e secos para 2007 e 2008 que nunca foram verificados, e ainda o de que 2009 padeceria um “verão-churrasco” pelo extremo aquecimento. Até Al Gore usou a expressão “verão-churrasco” ficando em situação desgraciosa.

O professor Jones também criou para o IPCC o gráfico batizado de 'hockey stick' (taco de hóquei) que apresentava as temperaturas globais disparando no final do século 20 até atingirem níveis recorde, quando na prática as temperaturas não tinham feito outra coisa senão estabilizar ou descer.

Procedimentos desleais

Segundo o “The New York Times”, jornal que associado à campanha pelo nunca demonstrado “aquecimento global”, naqueles milhares de e-mails e documentos encontram-se dados comprometedores. Eles dão pé à idéia de que certos cientistas conspiraram para exagerar o problema da influência humana na mudança climática. Esta idéia, aliás, fora apontada previamente por muitos cientistas de tendência oposta.


Os emails incluem comentários, por vezes debochados, sobre os cientistas que não compartem o alarmismo.

O prof. Jones ficou particularmente comprometido. Numa troca de e-mails ele escreve sobre como usar um “truque” estatístico em um gráfico para forjar uma resultante de aquecimento.

O site A Nova Ordem Mundial reproduz em português alguns desses trechos mais chocantes. Entre eles um do prof. Jones:

“Eu apenas concluí o truque da (revista) Nature aumentando a temperatura real para cada série durante os últimos 20 anos (ou seja, a partir de 1981) para esconder o declínio.”

Jones e a equipe de CRU reconhecem a autenticidade dos documentos hackeados. Apenas tentam dar uma interpretação menos negativa aproveitando as flexibilidades no uso corrente do inglês.

Num outro dos emails lê-se: 
“O fato é que não podemos explicar a falta de aquecimento no momento e é uma farsa que nós não podemos. Os dados do CERES publicado no suplemento BAMS 09 de agosto de 2008 mostra que deveria haver ainda mais aquecimento, mas os dados estão certamente errados. Nosso sistema de observação é inadequado.”
Ainda em outros, recomenda-se apagar dados científicos que poderiam servir de prova contra o suposto “aquecimento global”.

Silenciamento de “dissidentes”

Particularmente lamentável é o procedimento engajado por membros do CRU para banir cientistas “dissidentes” que no processo de revisão por pares (peer-review) manifestassem posições não alarmistas.

“Acho que temos de deixar de considerar a revista “Climate Research”, como um legítimo jornal peer-reviewed. Talvez nós devemos encorajar os nossos colegas na comunidade de pesquisa de clima a não submeter, ou citar trabalhos nesta revista. Nós também precisamos considerar o que dizemos ou solicitamos aos nossos colegas mais razoável que atualmente fazem parte do conselho editorial ...

“Eu estarei escrevendo a esta revista para dizer-lhes que eu não terei mais nada a ver com ela até que se livrem deste incômodo editor. É o resultado da revista com vários editores. O responsável por isso é um bem conhecido cético na Nova Zelândia. Ele deixou passar alguns artigos de Michaels e Gray no passado.”


Para Patrick J. Michaels (ao lado), climatologista citado pelo “The New York Times”, e que contesta ter o aquecimento global origem antropogénica: “isso não é uma prova indiscutível, é uma nuvem explosiva”.

Para o climatologista Tim Ball, o material publicado,
“Confirma as suspeitas que eu tinha em meus 30 anos nas ciências do clima. Eu vi o seqüestro da climatologia, particularmente pelos “modelos computacionais” ajudados por um pequeno grupo de pessoas associados com o IPCC. Antes era extremamente difícil provar que estávamos indo nesse sentido. Mas agora, subitamente, com a publicação destes arquivos nós temos não só o “revolver fumegante”, mas uma bateria de metralhadoras expostas.” (ver vídeo)

O “The New York Times” sublinha que os cientistas do CRU e seus correspondentes no mundo todo sentem-se cada vez mais cercados. A razão é que cientistas e cidadãos concernidos passaram a observar suas declarações e a encontrar dados aberrantes.

Em várias trocas de e-mail (hackeados), Kevin Trenberth, climatologista do Centro Nacional para Pesquisa Atmosférica lamenta: “o fato é que não podemos explicar a falta de aquecimento no momento e é cômico que não possamos”.

Destrato e agressividade verbal

Também é de se lamentar o tom depreciativo com que os cientistas de um grande centro como o CRU e seus correspondentes se referem aos cientistas que não pensam como eles. Termos do gênero “idiotas” aparecem com freqüência.

Os cientistas envolvidos argúem serem também eles seres humanos com falhas que todos têm. “A ciência não funciona porque todos nós somos legais", disse por exemplo, Gavin A. Schmidt, climatologista da Nasa, “mesmo que Newton fosse um idiota, a teoria da gravidade ainda funcionaria”.


O respeito pela ciência postula respeitabilidade pela pessoa do cientista, participe ou não da mesma escola ou tendência, ou opinião. Da mesma maneira que desrespeitar um juiz envolve um desrespeito pela Justiça.

O que se diria hoje se Galileo Galiei tivesse sido tratado de “idiota” pela Inquisição da época? Agora, há muitos que acham que os cientistas mais obcecados pelo fantasma do aquecimento global formam uma nova Inquisicão e os documentos revelados vão alimentar esta posição.

O prof. Michaels de início não quis prestar atenção nesses termos preferindo ver “apenas a forma como os cientistas falam”. Porém, após ler os documentos mais atentamente, julgou que pelos menos alguns deles refletiam um esforço arquitetado para impedir a divulgação de dados para análises independentes.

Algumas mensagens visavam derrubar sua credibilidade contestando a veracidade de sua dissertação de doutorado na Universidade de Wisconsin. “Isso mostra que são pessoas dispostas a quebrar regras e perseguir a reputação dos outros de formas muito graves”, disse ele.

Algum e-mail chega a comemorar a morte do cientista australiano John Daly, em 2004, que não comungava com as teorias alarmistas. Num outro, o climatologista Ben Santer, do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, EUA, escreve que se encontrasse a Michaels, acima citado, ficaria "tentado a bater" nele.

Conferência sobre Mudanças Climáticas de Copenhague: maculada na base científica

O site francês Rue89, ‒ que tampouco se inscreve entre os realistas ou “céticos”‒ comentou que esta revelação lança pesadas nuvens sobre a iminente conferência mundial sobre mudanças climáticas de Copenhague. A razão é que os cientistas que estão no centro da tempestade produziram parte medular dos estudos argüidos pelo IPCC e que servem de base para dita conferência.


A expressão “climategate” tomou corpo em alusão ao escândalo de Watergate que provocou a renúncia do presidente americano Richard Nixon em 1974. O atual escândalo poderia “zerar” as atuais negociações, especula Rue89.

Por sua vez, o ex-chanceler britânico Lord Lawson (foto) deplorou que a credibilidade do Climatic Research Unit tenha ficado ameaçada. Ele disse que “deveria ser aberto um inquérito público para apurar a verdade”, em entrevista à BBC, informou “The Telegraph”.

Na semana anterior ao estouro do escândalo, Lord Lawson anunciou que estava planejando criar um “think tank” para desafiar o ilusório consenso segundo o qual seriam necessárias ações drásticas para combater o “aquecimento global”.

Entrevista com o Dr. Tim Ball sobre o "Climategate".
Se seu email não visualiza corretamente o vídeo embaixo CLIQUE AQUI




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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Na iminência de Copenhague, cientista brasileiro alerta: “o planeta está esfriando!”


Num momento em que as maiores incertezas envolvem a iminente Conferência de Copenhague, o professor cearense José Carlos Parente de Oliveira, 56, da UFC, Doutor em Física com Pós-doutorado em Física da Atmosfera, concedeu ponderada e elucidativa entrevista ao “Diário do Nordeste”.

Nela, afirma que, cientificamente, não se sustenta a tese de que a atividade humana determina ou influencia o clima no planeta.

E que contrariamente ao alarmismo, o globo não está aquecendo. “Na verdade, a Terra está esfriando”, afirma ele.

Para o professor Parente a polêmica está descentralizada e desvirtuada: “Perdemos o foco do problema. E o foco do problema são os meios de produzir, é a forma errada de como o homem produz seus bens”.

Eis a primeira parte, desta oportuna entrevista:

Por que o senhor caminha na contramão do ambientalmente correto e proclama que o planeta não está aquecendo, mas esfriando?

A busca da verdade deve ser o norte, o foco da atividade em ciências. E penso que não é isso o que ocorre com o tema aquecimento global. A sociedade está sendo bombardeada por notícias, reportagens na tevê, filmes e tudo isso com a mensagem de que as atividades humanas relacionadas às queimas de combustível fóssil (petróleo, carvão e gás) são as culpadas pelo aquecimento da Terra. O grande responsável por esse bombardeio é o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC na sigla em inglês), que é um órgão da ONU.


O senhor quer dizer que um organismo da ONU está provocando um terrorismo ambiental?

Vejamos. A hipótese do aquecimento global antrópico defendido pelo IPCC não possui base científica sólida. Não há dados observacionais que provem cabalmente a influência humana no clima. 

Se voltarmos um pouco no tempo nós constataremos que entre os anos de 1945 e 1977 houve um resfriamento da Terra, acompanhado de grande alarde de que o planeta congelaria, haveria fome, milhares de espécies desapareceriam etc. E veja que nesse período houve grande queima de carvão e petróleo motivada pela reconstrução da Europa e da Ásia após a 2ª Guerra Mundial.

Outro exemplo de não conexão entre concentração de CO2 e temperatura da Terra ocorreu entre os anos 1920 e 1940, período em que a Terra esteve mais quente que os anos finais do século XX, e nesse período a atividade de queima de combustível foi de apenas 10% do que foi observado nos anos 1980 e 1990.

Afinal, o que é mesmo que está acontecendo?

Por volta dos anos 1300 ocorreu o Período Quente Medieval em que a temperatura da Terra foi superior a atual em cerca de um grau centígrado. Segui-se então um período frio conhecido como Pequena Era Glacial por volta dos anos 1800. Esses períodos são bem conhecidos dos estudiosos do clima terrestre.


O que está ocorrendo é uma recuperação da temperatura pós Pequena Era Glacial, mas essa recuperação é lenta e ocorrem oscilações em torno dela. Para visualizar, podemos pensar em uma reta que ascende lentamente, ocorrendo oscilações em torno dela. Essas oscilações ocorrem em menores escalas de tempo, e são originadas por fatores naturais, como a radiação solar, a interação dos oceanos, principalmente do Pacífico, cuja temperatura oscila com período aproximadamente decenal. Porém essa recuperação cessou em 1998.

Então, em vez de estar aquecendo, a Terra está esfriando agora? Mas isso é o contrário do que proclamam as ONGs, os cientistas, os jornais. Quem está errado?

No ano de 1998, houve um fenômeno atípico: um super El Niño aqueceu a terra quase um grau acima da média em que ela se encontrava. Desde esse fenômeno do El Niño, a temperatura da Terra, sistematicamente, vem diminuindo, conforme os dados coligidos pelos satélites. Esses dados, porém, não são aceitos e nem utilizados pelo IPCC nos seus documentos.

Qual a razão? Há um viés político por trás disso?

Penso que a atividade cientifica não está desvinculada da política. São as nações e sua sociedade que definem o ramo da ciência a ser financiado por elas. Entendo que a atitude do IPCC é para favorecer cientistas, pesquisadores que defendem a tese hipotética de que o homem é culpado pelo pequeno aquecimento do planeta, que cessou em 1998 e que foi menor do que o anunciado.

Os satélites que medem o clima da terra desde 1978 indicam que, de 1998 para cá, estamos vivendo um período de diminuição da temperatura. Só para que se tenha uma ideia de que esse dado de redução da temperatura é levado a sério, o grupo de pesquisas da Nasa que lida com lançamento de satélites está programando para 2021-2022 o envio de uma nave que deixará o sistema solar.

Ora, a atividade solar é muito importante e é um impedimento para que uma nave como essa saia do sistema solar. Por que eles programam esse lançamento para 2021-2022? Resposta: porque será o ano em que o sol terá a menor atividade. E a atividade solar é muito bem relacionada com a temperatura da terra, via efeito indireto de formação de nuvens baixas. Essa correlação de nuvens baixas, atividade solar e temperatura da terra está muito bem documentada na literatura científica.

(continua no próximo post)

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domingo, 18 de outubro de 2009

Segunda-feira sem carne para “salvar o planeta” engrossa onda anti-civilização ocidental


Foi recebida com um misto de incredulidade e brincadeira a notícia de que a Prefeitura de São Paulo promove a campanha da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) “Segunda sem Carne” para “salvar o planeta”.

Entretanto, o que vem aí é muito sério, conforme noticiou a imprensa paulista. O movimento foi lançado nos EUA e quer limitar a produção mundial de bois, frangos e afins em 15%.

Na Inglaterra o líder é o ex-beatle Paul McCartney.

O movimento está ligado à campanha contra o pretenso “aquecimento global” promovida pela ONU e Al Gore. O movimento aponta a pecuária como principal culpado desse falso aquecimento.


Severas mas graduais medidas coercitivas poderão começar a se desenhar na Conferência de Copenhague.

A tendência é associada com yoga, esoterismo e religiões orientais que visam reduzir a humanidade a uma vida miserabilista, tendo como única compensação experiências “espirituais” de um iogue ou um faquir.

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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Aquecimento global: a solução é desligar os computadores do IPCC, diz professor

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Fim dos excertos de entrevista do Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da UnB.

Catolicismo — Para terminar, como se configura esse debate científico aqui no Brasil?
Prof. Azevedo — Em Manaus, ainda esta semana, terminou a reunião da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência).

Um amigo meu, Luiz Carlos Molion, climatólogo altamente competente, que considera ridículas essas coisas todas de IPCC, fundamentou cientificamente a tese de que as grandes mudanças do clima não ocorrem por ação humana.

Mais importantes do que elas, por exemplo, são as oscilações térmicas do Oceano Pacífico. No fundo do Pacífico há vulcões. As quantidades maiores de vulcões que existem na Terra estão no fundo do mar.

No sul, na Antártida, existem vulcões. Debaixo do gelo da Antártida existem rios, lagos. Essas coisas foram descobertas recentemente por técnicas de radar e laser.

Acontece que tais fatos não são divulgados. Ficam dizendo que o nível do mar vai subir, que as ilhas vão desaparecer, que os habitantes das ilhas do Pacífico estão provocando uma grande migração para a Austrália e a Nova Zelândia.

Não é verdade, todo mundo está no mesmo lugar. Dizem que, se não houver mudanças, as maçãs de Santa Catarina vão desaparecer.

Se algum órgão público — o Ministério Público, a Ordem dos Advogados, alguma entidade que tenha representatividade — questionar qual a prova disso, eles não a apresentam.

Catolicismo — São hipóteses?
Prof. Azevedo — Eles têm supercomputadores, e nesses supercomputadores tira-se o resultado que se quiser.

O computador é lixo para dentro e lixo para fora. O que se coloca no computador para ele processar, é processado.

Se eu colocar que o nível de CO2 no ar hoje é 20%, e perguntar quanto será daqui a tantos anos, roda aquela parafernália toda, com um custo fantástico, e resulta na produção de falsos trabalhos científicos, hipóteses pseudo-científicas que não têm nenhuma importância.

A indagação concreta é a seguinte: existe alguma prova científica que relacione a ação humana com a mudança do clima? 

Resposta: Não há nenhuma.

Poderá haver no futuro? Julgo muito difícil que isso ocorra, porque esse é um sistema incrivelmente complexo, e não há tratamento matemático e científico capaz de ser processado com um mínimo de segurança, que permita fazer afirmações dessa natureza.

Catolicismo — O Sr. gostaria de acrescentar mais algo?
Prof. Azevedo — Os governos, em particular o nosso, investem muito em equipamentos, em supercomputadores, para fazer essas projeções climáticas que não valem absolutamente para nada.

É uma coisa curiosa, mas os meteorologistas que são competentes e dedicados trabalham no dia-a-dia, fazem as projeções ou previsões para uma semana, no máximo para dez a 15 dias. Esse pessoal do IPCC, que cuida de projeções climáticas por computador, faz projeções para 20 ou 100 anos futuros. Ninguém vai conferir, mas daqui a 100 anos o nível dos mares...

Em minha opinião, para terminar com o aquecimento global tal como ele existe, é só desligar a eletricidade desses computadores... Não é uma ironia, é uma afirmação que faço até com alguma responsabilidade científica.

(Fonte: As questões climáticas e os eco-alarmistas”, "Catolicismo", setembro 2009.

domingo, 27 de setembro de 2009

Mudança climática: eco-alarmistas misturam tudo para confundir o público, diz ex-reitor da UnB

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação dos excertos de entrevista do Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da UnB.



Catolicismo — Os “eco-alarmistas” alegam, como prova do aquecimento global, que as geleiras dos pólos norte e sul, e as dos Alpes, estão derretendo.

Prof. Azevedo — A geleira só faz duas coisas: aumentar e diminuir de tamanho. Na última era glacial havia gelo no mundo todo acima de 12° de latitude norte e sul. O Brasil era coberto pelo gelo, a África e toda a Europa também.

No último grande período de frio, há 18 ou 20 mil anos — não era propriamente uma glaciação —, havia gelo com espessura de dois quilômetros na Europa. Esse gelo derreteu, desapareceu. As rochas explodiram e formaram-se aqueles fiordes da Noruega. Abriram-se aqueles vales imensos nas montanhas de rochas. A água infiltrou-se, congelou e explodiu a rocha. Está tudo lá, e pode ser comprovado.

Isso sempre ocorreu e sempre sucederá, não tem nada a ver com poluição e desmatamento.

O desmatamento é prejudicial, e a poluição é um problema mais de educação do que um problema climático. Essas coisas todas, os alarmistas misturam para confundir o público.

Há uma pessoa no Rio de Janeiro –– não vou dar o nome, porque seria até depreciativo, que após ler matéria sobre o tema, vendeu seu apartamento na praia de Ipanema, porque disseram que o nível do mar iria subir sete metros...

Catolicismo — E o nível dos mares subirá, de fato?
Prof. Azevedo — Veja os exemplos que os “eco-alarmistas” apresentam, de que os mares estão subindo, de ilhas que estão desaparecendo. Nada disso é comprovado.

Há uma decisão da Corte Superior da Inglaterra e Gales, que proibiu passar nas escolas o filme do Al Gore, ex-vice presidente dos EUA, distribuído gratuitamente nos estabelecimentos de ensino para provocar essa comoção.

Em benefício de alguns aproveitadores, que investem em crédito de carbono, em painéis solares, energia eólica e todas essas coisas. Eles estão ganhando fortunas colossais. A corte inglesa, entretanto, analisou o filme, encontrou 11 erros e proibiu que ele fosse projetado, sem apontar esses erros. Na realidade não são 11, mas 35 erros. É uma peça hollywoodiana, não fornece nenhuma fundamentação científica. É tudo balela.

Catolicismo — E qual o valor científico desse relatório IPCC da ONU?
Prof. Azevedo — O IPCC não elabora relatórios, nem realiza estudos científicos. Ele reúne estudos científicos relacionados com o clima –– até bons estudos, e aí é que começa um pouco da malandragem –– e faz o que denominam assessment report: relatórios para assessorias, relatórios para os formuladores de políticas. E com isso o IPCC mistura tudo.


Não existe nenhuma prova científica de que os níveis dos mares estão subindo, e que a geleiras estão acabando.

Os alarmistas dizem que as geleiras estão derretendo, mas não informam que atualmente é verão no Pólo Norte.

Como é que as geleiras não vão derreter? Têm de derreter, sempre derreteram nessa estação. As geleiras estão derretendo e os alarmistas dizem que a Antártica está derretendo. Não está. O gelo da Antártica está aumentando. 

Catolicismo — Em outras partes do Pólo Sul, ela está aumentando?
Prof. Azevedo — Não há nenhuma comprovação de que haja um derretimento significativo das geleiras do Pólo Sul. Nada que tenha fugido aos padrões normais observados nos últimos anos, em que essas coisas são observadas.

Catolicismo —No último ano o inverno na Europa foi dos mais rigorosos.
Prof. Azevedo — Foi dos mais rigorosos somente nos últimos 20 anos, mas eles não dizem isso.

(Fonte: "As questões climáticas e os “eco-alarmistas”", "Catolicismo", setembro 2009).

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O “aquecimento global” não evitou que o gelo do Ártico aumentasse 24% desde 2007

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A área da calota polar do Ártico segue crescendo, apesar das previsões dos alarmistas das “mudanças climáticas”. O próprio diretor executivo do Greenpeace, Gerd Leipold, confessou em agosto que mentiu ao prever que o gelo no Ártico terá desaparecido no ano de 2030.


Libertad Digital 2009-09-16
L. F. QUINTERO / M. LLAMAS

Os dados demonstram que o suposto aquecimento global que ameaçaria a vida na terra (segundo os alarmistas das tais mudanças climáticas) não consegue impedir o aumento do gelo no Ártico.

Assim, segundo os dados oficiais do Nansen Environmental and Remote Sensing Center; do IARC-JAXA Information System e do National Snow and Ice Data Center reunidos pelo blog Desdeelexilio, a capa de gelo polar Ártico cresceu 24% desde o ano de 2007. Desde 2008, o aumento medido foi de 12%.

Atualmente, a superfície da calota polar no Ártico alcança 5.301.219 quilômetros quadrados (Km2) [equivalente a 62% do território do Brasil], quando em 2007 era de 4.267.813 Km2 e em 2008 de 4.731.875 Km2.

Estes dados apontam um crescimento de 12% ao ano da superfície da área coberta de gelo no Ártico.

Ademais, segundo as estatísticas disponibilizadas por estes grupos de análises, a massa de gelo polar Ártico continua se recuperando. Estes dados referem-se às magnitudes medidas no dia 15 de setembro de cada um dos anos assinalados.

Fonte: Libertad Digital 2009-09-16 Matéria enviada por Juceli Bianco. 

domingo, 20 de setembro de 2009

Mudança climática: não há proporção alguma entre a natureza e a atividade humana, diz Prof. José Carlos Almeida de Azevedo

Erupção do vulcão Mount Saint Helens, Washington, 18-05-1980
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Continuação do post anterior: Aquecimento global não tem fundamento científico diz ex-reitor da UnB


Não há proporção alguma entre a ação humana e a atividade da natureza: esta evidência é contestada pela irracional suposição de que é o homem quem determina, em pelo menos alguns pontos decisivos, a evolução do clima e a atividade da Natureza.

Esta superestima de si mesmo professada pelo ambientalismo apocalíptico parece tocar na patologia. Porém, é mais preciso ver nela um instrumento para habilmente passar uma ideologia que, se fosse exposta racionalmente, o bom senso público recusaria.

O Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da UnB, abordou com autoridade os aspectos científicos desta problemática em entrevista concedida a "Catolicismo".


Vulcão St Helens antes da explosão de 18.5.1980
Vulcão St Helens antes da explosão de 18.5.1980
e o que ficou dele (foto de 1982)
e o que ficou dele (foto de 1982)





Reproduzimos a continuação, mais alguns excertos dessa momentosa entrevista:

Catolicismo — Qual a proporção da ação humana na ação da natureza?

Prof. Azevedo — Nenhuma. A natureza está aí dessa maneira, e deve continuar do mesmo jeito ainda por muitos milhões de anos. Depois tudo vai desaparecer. Tudo veio do sol. O petróleo veio do sol, pela decomposição da matéria orgânica. O CO2 influi no clima? Provavelmente sim. Tudo influi no clima.

Catolicismo — O Sr. poderia falar sobre o efeito do CO2 e o efeito estufa?

Prof. Azevedo — São duas coisas diferentes. Primeiro, o nome efeito estufa é tecnicamente errado.

Eles usaram essa denominação para chamar a atenção das pessoas, tentando estabelecer uma correlação entre o que se passa na atmosfera e o que ocorre dentro de uma redoma de vidro, onde se colocam plantas para se manterem a uma determinada temperatura.

Na atmosfera não existe o vidro, o ar é livre. Os alarmistas então levantaram a hipótese de que a radiação vai lá para cima e se reflete. Isso não tem nenhuma fundamentação científica.

O CO2 influi? Sim, mas influi quanto? Os combustíveis fósseis emitem por ano seis ou sete bilhões de toneladas de dióxido de carbono. Mas os mares emitem 90, é uma desproporção fantástica entre uma coisa e outra. As plantas emitem uma quantidade quase igual. Os cupins emitem uma quantidade enorme de metano.

Catolicismo — Pode-se afirmar que o CO2 é necessário para a vida na Terra?

Prof. Azevedo — Toda a vida na Terra depende do CO2. Toda matéria orgânica possui carbono. O carbono existente apareceu por processos geológicos, ou está enterrado nas rochas e nos mares. As plantas absorvem o CO2. Sem CO2, as plantas não crescem.

Catolicismo — Fala-se muito da Amazônia. Qual é a real repercussão do desmatamento da Amazônia sobre o clima global?

Prof. Azevedo — Aparentemente nenhum.

Catolicismo — Foi publicado que uma das causas da chuva da Amazônia é a areia proveniente do deserto do Saara.

Prof. Azevedo — Ela vem do Saara, que já foi uma floresta e possuia rios caudalosos. O clima muda muito, e muda sempre. E continuará mudando sempre.

Tempestade de areia sai do Saara (Marrocos) na direção de América
Tempestade de areia sai do Saara (Marrocos) na direção de América
Catolicismo — O ser humano tem possibilidade de mudar o clima?

Prof. Azevedo — Não tem, porque a ordem de grandeza é fantástica.

O homem tem que descobrir maneiras de conviver com a mudança do clima. As grandes migrações humanas ocorreram, em primeiro lugar, por causa do clima.

Assim, as que ocorreram na Pérsia, na civilização acadiana (Mesopotâmia), as que ocorreram na meso-América e tudo o mais.

O clima mudou, a temperatura subiu não sei quantos graus, as águas foram embora, escoaram para outro lugar. E as populações mudaram e passaram a conviver com outro clima.

Se não houvesse alterações no clima, todos nós, ainda hoje, estaríamos morando na África. Toda a humanidade estaria vivendo lá. E atualmente esse continente, em parte, é um deserto.



(Fonte: "As questões climáticas e os “eco-alarmistas”", "Catolicismo", setembro 2009).

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Aquecimento global não tem fundamento científico diz ex-reitor da UnB


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O Prof. José Carlos Almeida de Azevedo, ex-reitor da Universidade de Brasília (UnB), doutor em Física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e capitão engenheiro da Marinha de Guerra concedeu momentosa entrevista a “Catolicismo” sobre o alegado aquecimento global.

A ciência, clareza e penetração intelectual do Prof. Azevedo dispensam comentários.

Eis alguns excertos:

Catolicismo — Muito se fala sobre a questão do aquecimento global. Mas qual é, de fato, a influência da ação humana sobre o clima?
Prof. Azevedo — Como se pode achar que o homem tenha influência sobre as forças da natureza, diante de tudo que está aí há milhões de anos?

Comecei a estudar o tema, e descobri uma série de incongruências e incoerências nessa questão. Tenho sobre elas escrito em alguns jornais, fui solicitado a abordar o tema pela OAB, pela Associação Comercial e várias organizações, e vou participar de um Congresso Internacional de Geoquímica em Ouro Preto. Essa é uma temática que está na ordem do dia, porque a desproporção entre o que desejam ou o que podem realizar, e o que estão gastando, é incomensurável.

Imagine que, para conter o tal aumento da temperatura da Terra nos 2 graus (como foi anunciado na última reunião do G8), há estudos — efetuados, por exemplo, pelo Consenso de Copenhague — indicando que isso vai custar 13 trilhões de dólares!

De onde sairá esse dinheiro? Do meu bolso, do seu bolso, do pobre coitado que trabalha para dar comida aos seus filhos.

Catolicismo — Quais são as bases científicas de todo esse alarme em torno do aquecimento global?
Prof. Azevedo — A Terra é um conjunto dinâmico. O CO2 que estamos emitindo irá para algum lugar, porque ele não vai desaparecer.

Tudo influi: o desmatamento influi; os motores a combustão influem; a queimada, a derrubada das árvores também. O importante é saber em que proporção.

Outra coisa é saber se isso é realmente importante, no sentido de que, caso continue ocorrendo, influenciará a vida na Terra.

Suicídio real por falso medo de morrer. Dia da Terra, Madri, 2008
Suicídio real por falso medo de morrer. Dia da Terra, Madri, 2008
Quanto aos níveis de CO2 atuais, todos os levantamentos mostram que, no passado, eles foram muito superiores. O nível de carbono no ar chegou a 1.500 ou 2.000 partes por milhão. Atualmente está em torno de 380 partes por milhão.

Os alarmistas referem-se a dados que não conseguem comprovar. Por exemplo, dizem que o nível de CO2 começou a crescer com o advento dos combustíveis fósseis, ou seja, da era industrial.

Não é verdade.

Nem os dados do nível de CO2 no ar, no início da era industrial, são inteiramente conhecidos. Uns dizem que era 400, outros que era 160, o próprio IPCC diz isso.

Entretanto, não há dados concretos sobre os níveis de dióxido de carbono no ar, que fundamentem uma decisão de tal ordem, expressa na formulação: “Os países desenvolvidos devem cortar 20, 30, 40% dos combustíveis fósseis até o ano tal”.

Uma decisão assim irá quebrar a economia mundial. Quem irá sofrer? Os mais pobres, as nações africanas e as nações do mundo pobre, no qual se inclui a América latina. Usamos combustíveis fósseis mesmo, além deles não há mais nada.

Falsas premissas, objetivos escusos: anticapitalismo e anticivilização
Falsas premissas, objetivos escusos: anticapitalismo e anticivilização
Dizem os alarmistas: “Mas há as energias alternativas e as energias renováveis”. Não existe isso. Quais são as energias alternativas? O vento, a maré e o sol. Todas essas energias somadas constituem hoje 5% do consumo de energia na Terra.

Como é que vamos mudar toda uma matriz energética em 20 ou 30 anos, para satisfazer a interesses — escusos, a meu ver — de determinadas pessoas ou de certos grupos econômicos interessados em prejudicar o desenvolvimento de países mais pobres, e concomitantemente prejudicar os países mais ricos? Isso é o que está em jogo.

Não há fundamentação científica nenhuma para isso. Não há nenhum trabalho científico que afirme: “Se o nível de dióxido de carbono aumentar de tanto, vai acontecer isso e aquilo outro”.

Eles se baseiam em dois trabalhos — dos anos 1830 até 1896! — de Jean-Baptiste Fourrier e Svante Arrhenius. Acontece que o trabalho de Fourrier é anterior ao conhecimento dos efeitos da radiação. Não se sabia nada a respeito dela.



quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Conferência de Copenhague e “religião verde”: o Brasil na mira

Nashville, a cidade de Al Gore, pontífice do “aquecimento global” bateu o recorde de frio num 21 de julho. Foi a temperatura mais baixa desde 1877 (início das medições).

Al Gore profetizara que no Hemisfério Norte este ano haveria um “verão-churrasco” e que 2009 seria um dos “cinco anos mais quentes já havidos”, lembrou o jornalista britânico Christopher Booker do diário londrino “The Telegraph”.

Duas fontes oficiais com base em dados satelitais mostraram que em junho as temperaturas ficaram no nível médio dos últimos 30 anos, acrescentou “The Telegraph”. Tudo como dantes no quartel de Abrantes...

Pelo contrário, o Goddard Institute for Space Studies, dirigido por James Hansen, um dos principais coristas apocalípticos, anunciou que nesse mês o mundo esquentou estonteantes 0,63 graus centígrados. Quer dizer, mais do que o aquecimento na totalidade do século XX!

O recorde de frio da cidade de Al Gore diz muito pouco sobre o clima planetário.

A toda hora registram-se recordes para cima ou para baixo na Terra. Picos pontuais não podem ser generalizados. Clima é sinônimo de variabilidade constante.

Mas, o Al Gore que não liga para a realidade objetiva da natureza é, antes de tudo, um político.

Enquanto político é sensível às situações ridículas que podem trazer perda de popularidade, como a criada pelo frio recorde de Nashville.

Porém, ele reagiu a esse ridículo com o estoicismo de um monge budista, de um faquir ou de um místico sufi.

Esta constatação não leva a ridicularizar a Gore. Antes bem convida a refletir sobre o grau de adesão que a “religião verde” exige de seus adeptos.

O que é que é essa religião que tantos cientistas ponderados denunciam como sendo o âmago de boatos e fraudes como o “aquecimento global”? O que é que ela ensina? O que é que ela visa?

Isso é matéria de reflexão. Sobre tudo quando o Brasil está na mira da 15º Conferência Mundial do Meio Ambiente ‒ COP 15 (Copenhague, 7 a 18 de dezembro), e, tal vez, o próximo presidente queria incluir essa “religião” na sua plataforma de governo e ação.

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

INQUISIÇÃO: Você se atreve a desafiar o aquecimento global com um debate científico?



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