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domingo, 17 de janeiro de 2010

Favorecer o senso de adaptação do homem: uma resposta às mudanças climáticas


O que está se abatendo sobre a Europa não é uma simples onda de frio, mas uma seqüência de correntes de ar polar, explicou Christophe Cassou, do Centro Europeu de Pesquisa e Formação Avançadas em Cálculo Científico (Cerfacs, sigla em francês). Além da Europa, os EUA e a Ásia estão sendo atingidas.

A abundância do noticiário e das imagens na grande e pequena mídia é largamente eloqüente.

Muitos aspectos são históricos a como neve em Sevilha (sul da Espanha) onde só os anciãos lembravam ter visto, ou os frios recordes de México e Cuba que influenciaram até a Colômbia.


Ainda que intensos, prolongados e generalizados no Hemisfério Norte, do ponto de vista científico esses frios não trazem um desmentido ou, ainda menos como tentam alguns, uma confirmação do cada vez mais inacreditável “aquecimento global”.

O “aquecimento global” ‒ se existe ‒ não depende de algumas nevascas ou ondas de calor.

A temperatura global do planeta é uma resultante de inúmeros dados da superfície considerados numa perspectiva de tempo importante.

É cada vez mais evidente que a polêmica sobre o “aquecimento global” é de tipo político, ideológico e propagandístico.


No nível da propaganda, as ondas de frio inviabilizam boatos e exageros “aquecimentistas”.

Centenas de vôos diários suspensos em grandes aeroportos; trens impedidos de partir ou continuar viagem; corriqueiros acidentes de carros aos milhares pelo verglas; aulas, encontros, negócios e atividades normais adiadas em virtude do gelo. Este é o grande tema do dia para centenas de milhões de europeus e americanos.

Nesse ambiente, falar do “aquecimento global” é contraproducente.

Até a maioria dos leitores franceses deixou de acreditar nele, segundo enquete do diário parisiense “Le Figaro”.


Sob este prisma, as ondas de frio desceram como uma lápide mortuária sobre os despojos da reunião de Copenhague.

A alegria das crianças brincando na neve, como as da foto embaixo num parque central de Berlim, trazem uma nota positiva que estimula a desejar e trabalhar por um mundo melhor.

Elas revelam a enorme capacidade de adaptação do ser humano às adversidades.


Um simples trenózinho, uma suave declínio do gramado, frio e neve: e eis que as crianças são felizes.

E não só elas, mas também os pais que puxam os trenós uma e outra vez para o alto do declive do jardim para fazer a felicidade dos filhos.

Por vezes, descem eles também no trenózinho com as crianças ou rolam pela neve com elas!

Face às dificuldades climáticas a solução não passa por “pobres” apontando com o dedo aos “ricos”; lutas de classe planetárias, reivindicações multi-bilionárias; manipulações esdrúxulas de números e estatísticas para provar fenômenos inexistentes com o pretexto de “salvar o planeta”.

A solução passa por essa maravilhosa capacidade que Deus pôs nas almas. Por ela, nas condições naturais as mais diversas, de modo instintivo e aplicando sua inteligência o homem desenvolve culturas especiais e faz das adversidades uma fonte de satisfação.

Uma planificação planetária do clima como se o homem ou essa planificação tivessem o poder de um Deus?

Um órgão de comando planetário sobre o clima como uma super-URSS climática?

Isso nada consertará.

Mas, pelo contrário, acabará abafando qualidades admiráveis que germinam no mais fundo das psicologias dos povos desde a primeira infância.

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Um comentário:

  1. Felizmente, os cientistas que combatem esse mito do CO2 ser prejudicial ao planeta estarão reunidos em Conferência, nos dias 16-18 de maio, em Chicago, Illinois. Acesse e divulgue o link
    http://www.heartland.org/events/2010Chicago/index.html. Acho o fato importante para mostrar que existem cientistas contra o ecoterrorismo, que espero estar perdendo força, depois do fracasso da COP15. Gostaria que os ambientalistas radicais, aqueles que andam medindo as toneladas de CO2 produzidas pelo homem, medissem as toneladas de CO2 CONSUMIDAS na fotossíntese. De NADA servem os números das TONELADAS PRODUZIDAS SEM AS TONELADAS CONSUMIDAS pela incomensurável quantidade de vegetais presentes nos 70% do planeta, coberto pelas águas, e nos restante 30% dos continentes! Será que eles sabem que são CONSUMIDAS 06 moléculas de CO2 no processo fotossintético??? Abraço.

    Marly Winnie

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