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domingo, 30 de janeiro de 2011

Brasil: produtores agrícolas são modelo de produtividade e preservação da natureza

Em sentido contrário à onda de distorções ideológicas da realidade, a empresa BASF resumiu num clipe grandes verdades estatísticas da agricultura brasileira.

Em poucas palavras de 1970 a 2010 a população mundial dobrou, mas o Brasil aproveitando só 9% de seu território aumentou a produção de grãos em 213 %.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

FAO promove comer insetos nauseabundos para “salvar o planeta”

Escorpiões na China
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







O professor Arnold van Huis, da Universidade Wageningen, Holanda, e seu colega Dennis Oonincx, promovem a idéia de comer insectos para salvar o planeta, no contexto de um plano promovido pela FAO.

Quiche de minhoca ou larva de besouro, rolinho primavera de grilo e outros pratos feitos com insetos nauseabundos estão no cerne de uma “dieta saudável, barata e ecológica”, cujo estudo foi encomendado pelo órgão da ONU contra a fome.

Para o ativista holandês uma das grandes vantagens dessa sub-alimentaçao é que “ajuda a reduzir o aquecimento global”, noticiou “El Mercurio”, de Santiago de Chile. Desde já, está fórmula talismánica garantiu notoriedade midiática ao promotor.

O professor de entomología tropical se sumou a cruzada para “cambiar os hábitos tradicionais de alimentação e introduzir os insetos na dieta ocidental”, banidos após séculos de civilização.

Comer insetos para evitar a "mudança climática"?
Para van Huis, esses insetos seriam por excelência um alimento “verde” que solucionaria a “crise” alimentar no mundo, a pretensa diminuição dos recursos naturais e a cada vez mais refutada mudança climática.

Van Huis não está só. Junto com uma equipe voltou à carga contra a agropecuária, ao comparar as emissões de gases estufa por parte do gado e dos insetos.

Os resultados, a priori previstos, acabaram dando que criar insetos gera dez vezes menos gases causadores do aquecimento global. A crítica volta-se não apenas contra os bovinos, mas os suínos e as aves.

A equipe defende uma evidência: é mais fácil e barato criar insetos. Aliás, é só ver quando chega a praga. Na procura de qualquer argumento, o estudo destaca que os insetos consomem menos água ‒ para a “religião verde” a água doce está em perigo de acabar ‒ que os quadrúpedes e os galináceos.

A repugnância é profunda até na sessão de apresentação
O holandês promove a escola de gastronomia “Rijn IJssel” que elabora receitas para engolir com aparências de gostoso minhocas e grilos.

Em conferencia pública na Universidade de Wageningen, defendeu diante do auditório que o “único necessário para salvar a selva, melhorar a qualidade da dieta e a saúde, reduzir as emissões de CO2 e gastar menos dinheiro em alimentação é simplesmente comer insetos”.

A FAO organização da ONU para lutar contra a fome se diz preocupada pelo aquecimento global e o aumento da área dedicada à criação do gado, e se propôs trabalhar para reduzir o consumo de carne mundial.

Para esse efeito, promoveu na Tailândia em 2009 um encontro nessee saentido e o professsor van Huis é nada mais e nada menos que o relator de um dos projetos combinados naquela ocasião: comer insetos, revelou “The Guardian”.

Van Huis reproduz a vulgata da “religião verde” e conclui o dogma bem conhecido segundo o qual a Terra não poderá mais alimentar os homens se estes continuam tendo filhos e consumindo nos níveis atuais.

Se alguém oferecer este arroz a um sem-teto pode ter problemas na Justiça
Historicamente o consumo de insetos é característico de povos e tribos degradados. Em certos contextos, tem uma conotação supersticiosa, ligada a crenças primitivas sobre poderes mágicos ou divinos de animais até venenosos e danosos, como escorpiões e cobras.

Em países que a implantação rápida da utopia socialista gerou, como é de praxe nesses casos, espantosas fomes, a ingestão de animais repugnantes significou a salvação para os desesperados.

Em alguma proporção esses hábitos alimentares repulsivos ainda perduram em países como a China ou o Cambodge, misturados com superstições pagãs imemoriais.

A proposta da FAO é reveladora do fundo do falso ambientalismo catastrofista: degradar os povos civilizados e precipitá-los nos horrores do primitivismo e do socialismo.



segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Charadas da “religião verde”: reforma agrária socialista pode desmatar, produtores privados não!

Se for produtor rural, "verdes" gritam crime!, pelo mundo todo.
Se for assentamento, agem como se nada fosse
Os assentamentos de reforma agrária figuravam havia mais de dois anos no topo da lista dos maiores desmatadores das florestas do país.

Mas, agora, um levantamento encomendado pelo jornal carioca “O Globo” constatou outra assustadora desordem: só 21% dos 8.763 assentamentos da reforma agrária brasileira têm licença ambiental.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Governo inglês sabia do frio que viria, mas escondeu aos cidadãos

Aeroporto de Dublin paralisado
 O Serviço de Meteorologia do governo inglês ‒ mais conhecido como Met Office, ativo desde 1854 ‒ soube que a Grã-Bretanha passaria um inverno excepcionalmente duro, aliás já é um dos mais frios da história, porém escondeu essa informação, denunciou o diário “The Telegraph”.

O fato é especialmente relevante pois os intensos frios provocam mortes, doenças e perdas materiais consideráveis nos países nórdicos.