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terça-feira, 24 de maio de 2011

ONU debate conceder “direitos humanos” à “Mãe Terra”

Morales inicia segundo mandato com culto à Mãe Terra
A Bolívia apresentou à ONU a proposta de estender à “Mae Terra” alguns dos direitos próprios dos humanos, informou a agência LifeSiteNews.

Um especialista em bioética qualificou o pedido de “loucura extrema”. Mas a proposta está em plena coerência com a doutrina ambientalista radical.

Essa promove a extensão dos “Direitos Humanos” a animais, plantas e minérios, introduzindo uma profunda e geral desordem.



O tratado concederia “direitos humanos” à “Mãe Terra” ‒ “pachamama” no linguajar do pré-histórico paganismo indígena andino e “Gaia” no jargão do ambientalismo mais atualizado.

Culto à Pachamama para ocidentais "verdes", Moray, Peru
Em 2011, Evo Morales promulgou a “Lei dos Direitos da Mãe Terra” que considera os recursos naturais como “bênçãos” que têm direitos plenos.

Maluquice? Não. O texto legal adota a formulação mais “ortodoxa” da “religião verde”.

As semelhanças entre a proposta do governo de Evo Morales e as doutrinas “verdes” levantam a suspeita que o plano seja fruto de algum ideólogo europeu ou americano.

Pelo projeto introduzido na ONU, a Terra teria absurdamente “direito” à vida, à água, ao ar limpo e à ausência de poluição porque seria reconhecida como um ente vivo ‒ tal como postula a Campanha da Fraternidade 2011.

Gaia: aparência nova para velha superstição
Pelo projeto, os homens não teriam direito a “dominá-la e explorá-la”, crime atribuído ao agronegócio e a todo produtor sensato desde o primeiro homem que iniciou a agricultura.

O tratado reconheceria que os humanos causaram “graves destruições ... e que isso é uma ofensa às múltiplas fés, sábias tradições e culturas indígenas para as quais a Mãe Terra é sagrada”.

O tratado deveria instalar um Ministério da Mãe Terra dotado de ombudsman.

A função dele consistiria em atender as reclamações de ativistas verdes e líderes religiosos portadores das queixas da natureza.

Presidente Morales com xamã argentino.
Religiosos e ativistas serão portavozes da natureza
O debate do tratado foi aberto na ONU em 20 de Abril e foi precedido pelo “Dia da Mãe Terra” internacional.

O Dia foi comemorado com apagões simbólicos em dezenas de cidades “capitalistas” e “destruidoras da natureza”.

Diante do absurdo, Wesley Smith, especialista em bioética, alertou que a proposta na realidade destrói os genuínos direitos do homem.

“Eu não posso imaginar vias tão eficazes para subverter a unicidade do ser humano e destruir a prosperidade dos homens como conceder à ‘natureza’ ‘direitos’ co-iguais aos dos humanos”, disse.

“Lembre que possuir direitos implica ter personalidade jurídica... isto é como declarar que a natureza e a terra são pessoas”.

“Acabando com a unicidade do ser humano nós destruímos as próprias bases dos direitos humanos”, acrescentou.

Em 2008, a Bolívia distribuiu na ONU panfletos com os “10 Mandamentos” para “salvar o planeta” que exigem como ponto de partida dar cabo do “capitalismo”.

Aquilo que Marx sonhou e Lenine, Stalin, Mão, Fidel e companheiros não conseguiram, os ambientalistas tentam realizar com vestes seudo-religiosas não vermelhas mas verdes

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