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domingo, 19 de junho de 2011

Empresa mineira pretende vender insetos para consumo humano

A empresa mineira Nutrinsecta pediu ao governo estadual, ao Ministério da Agricultura e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) certificação de que os insetos que ela produz para ração animal também podem ser consumidos por seres humanos.

A aprovação era aguardada para junho e será comemorada pelos grupos ambientalistas que pregam que a carne de gado de criação “aquece o planeta” e por isso deve ser substituída e cessar de ser produzida.



Ainda que possa parecer improvável, o movimento verde trabalha pelo fim do consumo de carne, que seria trocado pelo de insetos.

A Nutrinsecta acha que a aprovação oficial servirá de atestado de qualidade. “Eu não seria capaz de comer uma barata, mas já experimentei larvas de besouro fritas e achei gostoso”, disse Luiz Otávio Pôssas Gonçalves, criador da empresa, à revista “Época”.

Segundo a revista, “quanto a levar baratas à mesa, Pôssas reconhece que há uma ‘barreira cultural’.”

Mas, é esta barreira de horror cultural instintiva que o movimento ambientalista radical quer extirpar. Para isso é necessária uma campanha para produzir uma mudança de fundo do modo de sentir dos brasileiros.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) incentiva oficialmente a inclusão de insetos na dieta humana. O repugnante hábito é chamado de entomofagia.

“Os insetos têm vantagens sobre animais convencionais, incluindo um alto nível de proteína, vitaminas e minerais. Além de um sabor único”, afirma Arnold van Huis, entomologista da Universidade Wageningen, na Holanda, e um dos principais arautos do consumo de insetos nojentos por gente, financiado pela FAO.

De acordo com a bióloga mexicana Julieta Ramos Elorduy, a pressão aumentará para favorecer o hábito de comer insetos repulsivos.

Para a FAO, até 2050 o consumo global de carne deverá dobrar e esse alimento se tornará mais caro, raro e “luxuoso”.

Esse alarmismo partecipa de muitos outros de origem ambientalista e que acabaram se revelando meros instrumentos de propaganda ideológica radical.

Os produtores rurais brasileiros já demonstraram largamente sua capacidade de multiplicar a produtividade. Imensas áreas do território nacional ainda estão disponíveis para a exploração da pecuária.

Porém, os mesmos zelotes “verdes” que querem nos fazer comer insetos, trabalham ativamente para que essas terras nunca entrem na produção.


Um comentário:

  1. Sr. Luis Dufaur! Seus artigos são excelentes! Com tanto material de pesquisa que esclarece e mostra o cinismo de pessoas aparentemente intelectualizadas e até de outros países que tentam ditar ordens no nosso Brasil, chegando ao cúmulo de fazer sugestões conforme mostra o texto, assunto já apresentado pela Globo, sendo bem aceito os pratos já que não houve uma única contestação, fico pensando: Ficamos ridiculamente bobos? Estaremos consumindo alguma substância por sabotagem de inimigos que nos tira o discernimento nos deixando inteiramente passivos a toda espécie de idiotice? Qual a lógica para este retardo mental que acomete até nossos representantes? Seriam nossos representantes tão analfabetos ao ponto de não lerem nada que diz respeito aos problemas brasileiros e as suas tomadas de decisões? É lógico tomar decisões a partir da opinião de um público em que a maioria não entende nada do assunto, neste caso, válido para o novo código florestal? Para que serve a mídia, só trabalha em detrimento próprio mesmo que para isso perca o país? O que estes palhaços que nos representam estão fazendo conosco? Pelo amor de Deus, Sr. Luis Dufaur, junte-se aos homens de luz e tente nos salvar! Precisamos recuperar a razão com urgência! Ainda bem que o senhor existe! Muito obrigada

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