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domingo, 8 de janeiro de 2012

Buraco de ozônio mantém a Antártida fria e atalha “aquecimento global”

Buraco de ozônio, 15-06-2004

O cerne da Antártida se mantém frio e nele o gelo não só não derrete mas está se expandindo desde a década de 1970, revelam dados de satélite da NASA analisados por cientistas brasileiros.

O choque entre as baixíssimas temperaturas desse cerne e as menos frias do entorno geram ventos que mantem a região central gelada.

O fenômeno não bate com o chavão do aquecimento global. Mas os cientistas julgam que a periódica diminuição da camada de ozônio é a que mantém os frios extremos na área central.

A ausência de ozônio contribuiria para acelerar os ventos em volta do continente antártico e isolar termicamente a região.


Buraco de ozônio, 5-01-2012 (em azul, centro).
O buraco abre e fecha no ano
“O aumento da intensidade dos ventos ao redor da Antártida reflete o resfriamento da alta atmosfera no centro antártico causado pela depleção da camada de ozônio na região”, explicou o biólogo Márcio Cataldo, do grupo de relação atmosfera-gelo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Frios extremos antárticos equilibram a temperatura mundial
O ozônio, explicaram os cientistas, absorve calor e onde há ozônio as temperaturas são mais quentes. E sobre os polos a diminuição da camada de ozônio é maior que em outras regiões.

Assim o “buraco de ozônio” apresentado como um mal na realidade seria um fator de equilíbrio da temperatura planetária.

O movimento contra o suposto “aquecimento global” ganharia em seriedade se seus promotores estudassem a natureza sem preconceitos ideológicos.


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