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sábado, 20 de outubro de 2012

Alarma mundial porque uma pedra de gelo se derrete num copo. Enquanto isso, um elefante entra no salão.

Antártica atingiu superfície máxima histórica
Antártica atingiu superfície máxima histórica
Enquanto o derretimento cíclico do Ártico é objeto de atemorizantes comentários do ambientalismo radical vestido de científico, um fenômeno muito mais grave para a Terra acontece na Antártica.

Sobre o caráter cíclico plurianual do derretimento do Ártico, leia: “Ignorância ou fraude nos exageros ambientalistas sobre o derretimento do Ártico?”



O fenômeno na Antártica envolve volumes imensamente mais significativos de água e gelo, com potenciais repercussões relevantes sobre o clima planetário. Porém, os mesmos ativistas “verdes” abafam as informações.

De fato, na Antártica, bem menos longínqua do Brasil, o gelo está batendo recordes históricos de crescimento. E não se trata de um fenômeno qualquer.

Superfície do gelo ártico é tão fraca que submarinos
emergem há muito no próprio Pólo Norte sem maiores dificuldades
O Ártico e a Antártica aparecem para o geral dos leitores como duas realidades geográficas equivalentes, uma no Norte e a outra no Sul.

Porém, a similitude fica só na aparência.

O Ártico não tem terra embaixo e é constituído por uma casca de gelo pouco profunda (com frequência de 5 metros) muito irregular.

Essa camada de gelo de água salgada todos os anos se contrai e dilata, de acordo com ciclos anuais além dos plurianuais. LEIA MAIS SOBRE A ANTARTICA.

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No período atual o Ártico está atingindo um máximo de contração, devendo ser seguido por uma fase de dilatação.

A Antártica, pelo contrário, é um continente dotado de sistemas montanhosos, até de vulcões em atividade, vales secos, lagos superficiais e subterrâneos.

Estratovulcao Monte Erebus: 3.800 metros
Estratovulcao Monte Erebus: 3.800 metros
Entre os vulcões em atividade destaca-se o estratovulcão Erebus na ilha de Ross que tem quase 3.800 metros de altitude.

Uma cadeia de doze vulcões submarinos gigantes, alguns ativos, foi mapeada entre 2007 e 2010 ao sul das Ilhas Sandwich do Sul (ou Ilhas Sanduíche do Sul), segundo informaram sites como Hype Science.

À diferença existente entre os Pólos acresce-se o fato de que a Antártida é em média o continente mais alto da Terra. Seu ponto mais elevado é o monte Vinson, com 4.892m.

Enquanto o Pólo Sul está a 2.992m de altura, expedições americanas atingem o Pólo Norte regularmente há décadas fazendo emergir submarinos que furam a casca de gelo e servem de base para os cientistas.

A diferença de temperaturas negativas entre os dois Pólos é muito grande. No inverno, a média é de -60ºC no Pólo Sul e de -40º no Pólo Norte. No verão, a média de -25ºC no Sul e de 0º no Norte.

Geleiras antárticas cresceram mais que uma Minas Gerais,
mas ambientalismo e mídia silenciam a informação
“No Norte, as correntes marinhas são mais amenas, o que garante um clima menos frio”, explicou Jefferson Cardia Simões, glaciologista da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e do Programa Antártico Brasileiro (Proantar).

A estação russa de Vostok, na Antártica, registrou o recorde mundial dr frio: -89,2°C (-129,8°F).

A sensação térmica na Antártida é piorada pelo fato de ser o continente com mais vento no mundo, tendo sido registradas tempestades de até 320 km/h.

Na Antártica, como 99% do continente são cobertos de gelo, a imensidão branca reflete para o espaço mais de 80% dos raios de sol. Este fenômeno é de importância para o clima global.

Nada a ver com nada, mas para o catastrofismo vale tudo
Nada a ver com nada, mas para o catastrofismo vale tudo
As camadas de gelo (na maioria de água doce) acumuladas na Antártica são formidáveis.

Por exemplo, sobre o lago subterrâneo Vostok (o maior aquífero da Terra) há 4.000 metros de gelo.

A média do gelo continental é de 2.000 metros de altura, enquanto a máxima é de 5.000 metros.

Estes e muitos dados servem para sublinhar a muito maior importância para o clima do planeta do que acontece na Antártica, do que no Ártico.

E acontece que há anos o gelo na Antártica vem crescendo.

Porém, como o ambientalismo e a mídia pró-aquecimento não tiram proveito ideológico deste fato, não falam sobre ele e deixam o público desinformado com informações unilaterais ou demagógicas sobre o Ártico.

O próprio NSIDC (National Snow and Ice Data Center) dos EUA também silencia os dados que seus cientistas e equipamentos fornecem desde a Antártida, preferindo falar de pinguins em perigo, observou o site  Real Science.

O aumento da superfície gelada da Antártica desde 1979 supera a superfície do Estado de Texas (676.586,95 km²) deixando bem atrás a superfície de Minas Gerais: 586.528 km². 

De acordo com Real Science, até o presente nunca fora medida uma superfície tão grande no continente antártico.

Qualquer demagogia serve para o ambientalismo,
mas só se for contra o capitalismo
“Si a atual tendência continua, a Terra acabaria completamente coberta de gelo muito mais cedo do que predizem os modelos computacionais”, acrescentou o site.

Mas, podemos ficar tranquilos: o clima da Terra não acompanha os cálculos retilíneos dos computadores, mas segue sábios ciclos que nada tem a ver com os alarmismos ideologicamente enviesados.

Steve Goreham, diretor da Climate Science Coalition of America achou curioso “que cientistas climáticos estejam tão alarmados pelo declínio do gelo do Ártico.

“A casca de gelo do Ártico representa só 1 a 2% do gelo da Terra, enquanto que o elefante da Antártida acumula perto de 90% do gelo terrestre”.

Para Goreham, estamos vivendo uma situação surrealista: a mídia mundial faz soar a alarme porque derreteu uma pedra de gelo no copo e não ve o elefante que invadiu o salão da casa.

Por que tanto exagero e desinformação a serviço de um alarmismo climático que acaba sendo prejudicial para a humanidade?

Para ursos polares, menos gelo no Ártico significa
mais caça, mais pesca, mais comida, e multiplicam perigosamente
O caso serve para distinguir entre o ambientalismo genuíno e a verdadeira ciência de um lado, e, do outro de um cientificismo faceiro e um ambientalismo feito de impostura.

Para este último, ciência, clima e ambiente são meros pretextos manipulados para favorecer uma estranha “religião” neo-marxista, igualitária e anticristã.

Esta impostura, que está enganando muita gente no Brasil, foi felizmente objeto de uma denúncia sem precedentes feita pelo príncipe brasileiro Bertrand de Orleans e Bragança no livro “Psicose ambientalista – Os bastidores do eco-terrorismo para implantar uma "religião" ecológica, igualitária e anticristã”.



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