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domingo, 29 de março de 2015

Poluição inviabiliza vida em cidades chinesas,
mas ambientalistas exaltados calam

Pequim num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (19-12-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR



Quase 90% das cidades chinesas têm a atmosfera contaminada, algumas pesadamente, com perigo para a saúde de seus habitantes.

A percentagem é impressionante: das 74 aglomerações monitoradas pelo ministério de Meio Ambiente, apenas 8, ou quase 10%, estiveram abaixo da fronteira do perigo em 2014, noticiou o jornal parisiense “Le Figaro”.

A maior preocupação é com o PM2,5, critério que mede as partículas mais finas no ar, o monóxido de carbono e o ozono.

Trata-se de partículas especialmente pequenas e assassinas que danificam os sistemas respiratório e cardiovascular, a partir dos quais penetram até no cérebro, ameaçando as crianças em gestação, etc.

domingo, 22 de março de 2015

Florestas tropicais crescem mais rápido
com aumento de emissões de CO2

Florestas tropicais crescem mais com aumento de emissões de CO2.
Floresta de Wharanaki Falls, Nova Zelândia.
Luis Dufaur





As florestas tropicais crescem mais rápido quando aumenta a proporção de CO2 na atmosfera, defende estudo patrocinado pela NASA.

A informação é do jornal britânico “The Daily Mail”.

O estudo concluiu que as florestas tropicais estão absorvendo 1,5 bilhões de toneladas de CO2 por ano, fato que estimula a fotossíntese e as faz crescerem mais.

As florestas tropicais úmidas, como a amazônica, absorvem o excesso dos gases estufa numa proporção maior do que a imaginada, com benéfico efeito de equilíbrio.
“Esta é uma boa notícia, porque as florestas boreais colhem menos esses gases, enquanto as florestas tropicais podem continuar absorvendo-os durante muitos anos”, disse o Dr. David Schimel, pesquisador do Nasa's Jet Propulsion Laboratory da Califórnia, que liderou o estudo.

domingo, 15 de março de 2015

Novo combustível promete render mais
do que todos os conhecidos

Arde o metano libertado e pinga água. Fonte: United States Geological Survey
Arde o metano libertado e pinga água.
Fonte: United States Geological Survey
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







E se as fontes de energia conhecidas fossem apenas uma parcela, e até mínima, de muitas outras existentes que o homem não descobriu, ou ainda não sabe como explorá-las?

A pergunta é procedente e a resposta poderia sepultar definitivamente as alegações catastrofistas de uma civilização planetária que se apaga por esgotamento de suas fontes de energias.

Uma nova fonte de energia foi identificada nos leitos marítimos do mundo. E vários países já correm para gerar a tecnologia que a torne acessível.

O Japão já poderia começar a explorá-la na próxima década, segundo longa reportagem de “Expansion.com”.

Trata-se dos hidratos de metano (uma espécie de gás metano congelado, o gás de cozinha), cujas reservas superam as do petróleo, do gás natural e do carvão somados.

No momento atual, a última palavra em matéria energética está mudando a geopolítica mundial: o petróleo e o gás de xisto.

Eles são responsáveis por tornar os EUA o maior produtor mundial de petróleo e de gás, estão derrubando os preços do barril de petróleo e mudando os equilíbrios de poder em todo o Planeta.

Outras nações com enormes reservas de hidrocarbonetos não convencionais tentam emular a experiência americana.

Gelo combustível moléculas de gás, principalmente metano, encapsuladas em uma estrutura de água congelada
Gelo combustível: moléculas de gás, principalmente metano,
encapsuladas em uma estrutura de água congelada
Mas um outro hidrocarboneto promete uma nova etapa na história energética global, que talvez comece dentro de uma década.

Por incrível que pareça, a fonte provêm de um gás que aparece em forma de gelo normal.

Mas, caso se aproxime dele uma chama, pega fogo porque contém grande proporção de gás metano.

Trata-se de moléculas de metano presas em moléculas de água congelada e que se encontram em imensas quantidades no fundo dos mares, a partir de 500 metros de profundidade; e no solo das regiões polares a partir de 150 metros. Os depósitos submarinos concentram 98% do total estimado.

O Serviço de Geologia norte-americano (USGS) acha que a acumulação desse combustível poderia ser até 100 vezes maior que todas as reservas de gás de xisto. Sua intensidade energética é muito superior à do metano convencional: um metro cúbico de hidrato de metano equivale a 164 metros cúbicos de gás metano.

As dificuldades técnicas e tecnológicas para explorá-lo de modo rentável ainda não foram superadas. Mas o uso do metano contamina menos que a queima de petróleo ou carvão.

Não faltam ambientalistas que alegam o perigo de o aquecimento global aumentar com o novo metano. Imaginam até os mares aquecendo, os polos descongelando e liberando naturalmente o metano na atmosfera, num apocalipse universal.

O mapa de um futuro boom energético.
O mapa de um futuro boom energético.
Mas, além de parecer improvável, tudo isso é ideologicamente contaminado.

O USGS julga muito pouco provável um efeito sobre o aquecimento global, se é que existe.

Os cientistas vêm experimentando diversas técnicas de extração por aquecimento ou despressurização. É provável, porém, que com tempo e dinheiro suficiente a solução será encontrada sem danificar o meio ambiente.

O gás de xisto encontrava-se na mesma situação há dez anos. Os hidratos de metano já eram conhecidos no século XIX, mas a corrida para aproveitá-lo é do século XXI.

O engenho humano tem-se mostrado como que inesgotável. O Japão incentiva a investigação desta energia alternativa. A Japan Oil e o governo japonês iniciaram estudos para definir a tecnologia necessária para extraí-lo já em 2018 e iniciar sua comercialização entre 2023 e 2027.

Para outros, os hidratos de metano serão uma realidade comercial só na década de 2030.

Em qualquer caso, desponta no horizonte uma nova e imensa fonte no cenário energético global que exorciza os pavores espalhados pelo catastrofismo “verde”.

domingo, 8 de março de 2015

Os polos não derretem, os ursos passam bem,
os mares não sobem e não morremos assados
comemora veterano comentarista do tempo

John Coleman: "não existe a crise do clima"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A administração Obama e seu poderoso secretário de Estado, John Kerry, martelam incessantemente que combater a mudança climática provocada pela civilização é um dos grandes desafios da humanidade.

Mas, como se ainda necessário fosse, John Coleman, co-fundador do Weather Channel, órgão que conquistou a reputação da mídia como o mais confiável na previsão do tempo, voltou a mostrar que o martelado prego da mudança climática não só está torto: ele não existe.

O bem-humorado Coleman participou do programa “The Kelly File”, de Megyn Kelly, para discutir o “mito” da suposta “crise climática”, até cair na risada com as pessimistas contradições de Al Gore.

“Para qualquer um é muito difícil ser contra [o mito da ‘crise climática’], porque a mídia disse ao país, dia após outro durante 20 anos, que os oceanos estão subindo, que os ursos polares estão morrendo, que o gelo está derretendo, que as tormentas vão varrer a Terra e que todos nós vamos a morrer numa onda de calor”, explicou Coleman, que durante 60 anos comunicou ao país as mais respeitadas previsões sobre o tempo.

Mas ele sublinhou que não está duvidando sozinho da “ciência” que está por trás da mudança climática antropogênica.

Mais de 9.000 especialistas que ganharam seu PhD e 31 outros cientistas assinaram uma petição afirmando que o CO2 não é um gás estufa significativo e que muita pesquisa por trás da ‘mudança climática’ é uma ‘ciência ruim ruim’.

Mais ainda, contrariando as assertivas do ativista climático Al Gore em seu filme “Uma verdade inconveniente”, o gelo que cobre os dois polos atingiu seus mais altos níveis, inclusive com recordes na Antártida, sublinhou Coleman.

“Não só o gelo não está derretendo: os ursos polares estão vivendo mais numerosos e felizes hoje do que há 100 anos”, disse Coleman com convicção.

“A vida é boa, Srta. Kelly. Eu queria dizer isso para você: a vida é boa”, concluiu o renomado especialista face aos cenários catastróficos e pessimistas do ambientalismo radical e anti-humano.

domingo, 1 de março de 2015

Religião verde levanta ponta do véu
e aparece um panteísmo anti-humano

Gaia: o deus, ou deusa, panteísta onde se desfazem todos os seres individuados
Gaia: o deus, ou deusa, panteísta e caótico onde se desfazem todos os seres individuados
Luis Dufaur


A Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo (EATWOT ou ASETT) consagrou um número de sua revista “Voices” ao tema “Ecologia profunda, espiritualidade e liberação”, informou a agência ADISTA, que divulga entusiasmada a iniciativa.

Temos insistido neste blog que por detrás da aparência de proteção da natureza, a temática ecológica vem sendo explorada a partir da queda da URSS para operar uma revolução de tipo panteísta, neocomunista e libertária.

Aderiu a esse estratagema a decrépita Teologia da Libertação, que andava precisando de novos ares de mocidade, ou de algum botox ideológico.

Insistimos também que nesse ambientalismo fajuto se esconde uma religião oculta para os não iniciados.