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domingo, 16 de outubro de 2016

Sres. ambientalistas:
afinal, acabaremos requentados ou congelados?

Acima: planeta consumido pelo aquecimento global. Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Acima: planeta consumido pelo aquecimento global.
Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O site Newsbusters, dedicado a surpreender as contradições da grande mídia esquerdista, teve a paciência de conferir as manchetes de grandes jornais e revistas da década de 1970 com as atuais – uma distância de quase meio século.

O site focou especialmente o tema do “aquecimento global”.

O que achou?

Algo de cair de costas. Se a reação certa é de pasmo ou de riso, ou outra qualquer, fica a critério do leitor. O cômico Bill Maher fez rir largamente seus telespectadores.

Porque a constatação básica é que há meio século a mídia, impressa ou televisiva, sensacionalista ou pretensamente séria, trombeteava que o mundo estava fadado a um congelamento global que aconteceria em nosso século.

Eis algumas manchetes e conteúdos:



St Petersburg Times: poluição causaria Idade de Gelo.
(4 de março de 1970)
Sob a manchete “Invernos mais frios precedem Nova Era Glacial”, o sisudo “Washington Post” escrevia em 11 de janeiro de 1970 que “cientistas preveem uma Era Glacial no futuro”. Confira: Washington Post

No dia 15 do mesmo mês, o grande jornal da Califórnia “Los Angeles Times” não ficava atrás perguntando se “a humanidade não está fabricando para si uma Nova Era Glacial”. Confira: “Los Angeles Times”

No dia 4 de março do mesmo ano, o “St. Petersburg Times” antecipava os atuais catastrofistas, pondo atribuindo aos homens a causa de mudanças climáticas rumo a um frio devastador: “Poluição poderia causar Era Glacial relata Agência”. Confira.

O prestigiado “Boston Globe” de 16 de abril, vinha logo atrás anunciando previsões assustadoras para o nosso século: “Cientistas predizem nova era de gelo no século XXI”. Confira clicando aqui.

No dia 26 de junho de 1970, o “St. Petersburg Times” voltava a pôr a culpa do congelamento universal nos homens e em sua civilização: “A poluição apontada como causa da ameaça da Era de Gelo”. Confira aqui.

No dia 18 de julho, o volumoso “New York Times” engajava toda a sua influência no blefe daquele momento, oposto ao alarmismo atual sobre o derretimento do Ártico: “Estudos da imprensa dos EUA e soviética focam um Ártico mais frio”. Confira aqui.

Na Austrália, no dia 19 de outubro de 1970, o “Sydney Morning Herald” se somava ao coro midiático das calamidades ambientais nunca acontecidas e divulgava um artigo que hoje poderia ser reproduzido como sendo “a última palavra” em qualquer panfleto ambientalista. Confira.

O site Newsbusters também foca um artigo da revista Newsweek de 28 de abril de 1975 sobre “O mundo esfriando”.

Para sustentar a enganadora hipótese, a revista cita o “quase unânime” consenso entre os meteorologistas segundo o qual o arrefecimento global “reduzirá a produtividade agrícola pelo resto do século”.

Essa produtividade acabou aumentando de modo exponencial, mas isso não interessa ao alarmismo ecologista, que não liga para a natureza nem para a verdade.

Newsweek: o mundo esfriando (28 de abril de 1975)
O “Newsweek” cita em seu favor um relatório da Academia Nacional das Ciências dos EUA que imaginava que “uma mudança climática de grandes proporções forçaria ajustes econômicos e sociais numa escala universal”. Confira: Newsweek.

Como dissemos acima, Newsbusters reproduz um programa do cômico Bill Maher, que suscita a hilaridade dos telespectadores comentando os blefes.

Reproduz também um vídeo de noticiário da CBS, apresentado por Walter Cronkite em setembro de 1972.

Nele o famoso jornalista insiste na hipótese-realejo dos precursores daqueles que hoje aterrorizam os homens com quase idênticos argumentos, mas com sinal aquecimentista.

Compreendemos o riso do humorista, mas não é a nossa atitude diante do ridículo pego in flagrante delicto.

Estamos constatando e divulgando em nosso blog o que temos encontrado por trás desses pânicos midiáticos: a metamorfose do comunismo encalacrado que acabou desabando com a URSS.

Astuciosamente, os militantes da esquerda vermelha passaram a explorar argumentos supostamente baseados em ciências que cuidam do meio ambiente.

A manipulação visa derrubar a civilização ocidental e cristã e apressar a utopia do caos anárquico e tribal sonhado pelos utopistas pré e pós-marxistas, e até pelo próprio Marx.

Nessa metamorfose, eles vêm sendo poderosamente auxiliados pela Teologia da Libertação e pelos órgãos eclesiásticos que essa teologia infiltrou, como a CNBB, CIMI, MST, para só citar esses e poupar nossos leitores de uma extensa lista.


Bill Maher: O “esfriamento global” não foi só uma gafe de Newsweek:





Assim Walter Cronkite alertava para a “Nova Era Glacial” que estava vindo:



Um comentário:

  1. Os climas idealmente nunca deveriam ficar nem muito quentes nem muito frios, pois tanto os aquecimentos globais quanto os resfriamentos globais nos são maléficos. Os calores intensos podem-nos causar as hipertermias e as friagens intensas podem-nos causar as hipotermias. As mudanças climáticas devem, sim, ser combatidas, mas sem alarmismos, sem pânicos, sem paranoias.

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