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domingo, 28 de janeiro de 2018

Altos índices de temperatura e CO2 globais estão exagerados, diz relatório

John Christy, diretor do Earth System Science Center da Universidade de Alabama - Huntsville.
John Christy, diretor do Earth System Science Center
 da Universidade de Alabama - Huntsville.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A média com que a atmosfera terrestre estaria se aquecendo durante os últimos 23 anos não se acelerou significativamente, concluiu pesquisa da Universidade de Alabama – Huntsville (UAH), informou o conceituado blog sobre questões climáticas Wattsupwiththat — WUWT.

Pondo de lado o esfriamento passageiro entre 1983 e 1992 causado por duas erupções vulcânicas excepcionais, a tendência ao aquecimento global nos oito quilômetros da atmosfera contados a partir da superfície terrestre (quase cinco milhas) foi de 0,096º C (0,17° Fahrenheit) por década entre janeiro de 1979 e junho 2017.

O número foi espantosamente semelhante à tendência de 0,09º C para o aquecimento detectada por pesquisa similar publicada em 1994 com dados de 15 anos, disse o Dr. John Christy, diretor do do Earth System Science Center da UAH.

A pesquisa mostra que o aquecimento é menos sensível ao aumento de CO2 e outros gases estufa do que dizem os famigerados “modelos computacionais do clima”.

Christy reconheceu que a influência que ele próprio atribuía ao CO2 em 1994 estava exagerada e que sua recente pesquisa derruba suas próprias conclusões anteriores.

domingo, 21 de janeiro de 2018

CO2: Brasil não cumpre o impossível,
mas ambientalistas querem mais e pior!

Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Inútil: John Kerry, Secretário de Estado da administração Obama
assina demagogicamente o Acordo de Paris. O presidente Trump anulou tudo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O Brasil está longe de cumprir as metas climáticas que impôs a si mesmo no âmbito do Acordo de Paris e caminha na contramão das políticas climáticas implementadas na era petista, reconheceu a ‘Folha de S.Paulo’.

Em Paris, a então presidente Dilma Rousseff prometeu demagogicamente que o País reduziria em 37% as emissões de CO2 – o bicho papão do aquecimentismo climático – até 2025.

Mas essas subiram 8,9% só em 2016 tornando ainda mais inverossímil a espalhafatosa meta. Isso obviamente preocupa às organizações e militantes verde-vermelhos que agitam o inexistente fantasma das “mudanças climáticas”.

Eles exigem mais rigor estatista para estrangular mais o País implementando a irreal agenda ambiental prometida em Paris.

Neste blog tivemos repetidas ocasiões de mostrar que a meta apresentada pela heroína climática petista era uma fantasia irrealizável.

Porém, ela escondia um objetivo encravado no coração petista: arruinar o Brasil paralisando sua indústria e seu agronegócio para “salvar o planeta”. Isso deveria levar a um miserabilismo de tipo cubano.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Mini período glacial previsto produz efeitos

Tubarões morreram de choque térmico na água e congelaram na praia.
Tubarões morreram de choque térmico na água e congelaram na praia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








No norte dos EUA e no Canadá, tubarões mortos de frio foram jogados nas praias de Massachusetts, onde acabaram se congelando.

A ONG Atlantic White Shark Conservancy reconheceu que os tubarões estavam tão congelados que a necropsia não foi possível.

Iguanas caíram congeladas das árvores em Miami. Os moradores do norte da Flórida acordaram com uma camada de neve cobrindo o chão, fenômeno que não se via no “estado do Sol” havia três décadas.

Eles cunharam a hashtag #snowmageddon, uma contração das palavras neve e apocalipse em inglês, e as crianças fizeram a festa por toda parte, informou a G1.