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domingo, 24 de novembro de 2019

Como a revolução comuno-ambientalista
está destruindo o Brasil e até os próprios índios

Agitações e pressões em Brasília. A população honesta e trabalhadora foi um das primeiras vítimas.
Agitações e pressões em Brasília.
A população honesta e trabalhadora foi um das primeiras vítimas.

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



continuação do post anterior: Quando um cacique fala toda a verdade, brilha a falácia da “revolução ambientalista”



Catolicismo —  Como vem sendo a atuação do Conselho Indígena de Roraima (CIR) lá na Raposa/Serra do Sol?

Silvestre — O CIR sempre atuou, mas para desmoronar. Os cabeças da entidade estão todos empregados na Secretaria do Índio, do INCRA, com bons salários, eles sempre viveram assim, sempre viveram por trás da população indígena que está lá sofrendo.

Catolicismo — Essa Secretaria do Índio é do Governo do Estado ou do Governo Federal?

Silvestre —  É do Governo do Estado, embora não seja da competência dele. O estado vem se obrigando a fazer coisas que seriam da competência do Governo Federal. A Secretaria do Índio ajuda um aqui, outro ali, porque não dá pra ajudar todo mundo.

No caso da energia elétrica, numa recente entrevista eu até citei o senador Romero Jucá.

Ele vai à televisão e fala assim: “A luz para todos em Roraima está consumada, a luz para todos atingiu todo mundo em Roraima”. Apesar de dizer “energia para todos”, a 100 km daqui, no Boqueirão, onde eu morei, eles negociaram para a luz passar dentro de Guri e descer 15 km com a rede, pois hoje estão lá 19 pais de família sem energia.

A luz foi colocada só no centro da comunidade e o resto ficou sem nada. Eles estão falando que vão colocar.

domingo, 17 de novembro de 2019

Quando um cacique fala toda a verdade,
brilha a falácia da “revolução ambientalista”

O índio Silvestre Leocádio da Silva viu injustiças verde-vermelhas contra os índios e a natureza
Índio Silvestre Leocádio da Silva: há injustiças verde-vermelhas contra os índios e a natureza
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
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A questão indígena no Brasil tem servido a movimentos de esquerda e a certas ONGs como pretexto na luta contra o direito de propriedade, o que tem prejudicado os próprios indígenas.

É uma das revelações que narra nesta entrevista Silvestre Leocádio da Silva, 66, antigo tuxaua (cacique, na língua macuxi).

Ele dá o exemplo da reserva indígena Raposa/Serra do Sol, que se transformou — após sua demarcação e consequente expulsão dos antigos moradores — numa verdadeira “favela indígena”.

A mídia vezeira em noticiar alarmismos eco-ambientalistas, ela não o é quando se trata de denúncias sobre a ação criminosa de ONGs, por vezes ditas católicas, e organizações oficiais que manipulam os índios para investirem contra propriedades particulares.

Eis um depoimento revelador do caráter subversivo “vermelho” comuno-tribalista da revolução ecologista que está sendo feita no Brasil, “para salvar o planeta”.

domingo, 10 de novembro de 2019

Líder de Greenpeace abandonou a ONG por causa da infiltração marxista e explica como

Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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diversos blogs




O Dr. Patrick Moore foi um dos co-fundadores da ONG Greenpeace.

Ele partiu para as Ilhas Aleutas na missão inaugural do grupo em 1971 visando protestar contra os testes nucleares norte-americanos.

Ele liderou Greenpeace durante 15 anos até que saiu abruptamente.

Tornou-se, então, defensor de algumas das causas mais detestadas pelo ambientalismo. Por isso é menosprezado e tido como um “renegado”.

O que houve com Moore?

Entrevistado no filme “A grande farsa do aquecimento global”, ele denunciou que sua bandeira foi sequestrada por militantes da esquerda. E explicou:
“A adoção do tema do clima foi uma decisão maior e aconteceu por duas causas diversas.

“A única forma de eles continuarem contra o establishment ocidental era adotar posições ainda mais extremadas.

domingo, 3 de novembro de 2019

Aquecimento global só preocupa devotos semi-religiosos diz jornalista inglês

Perigo não é o aquecimento global, mas a histeria ambientalista
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O grande perigo não é o aquecimento, mas a histeria suscitada a seu respeito escrevera com propriedade o colunista Andrew Alexander no diário “The Mail” de Londres.

O comentário continua mais válido do que nunca. Até se diria que a histeria atingiu patamares recorde.

Os “aquecimentistas” ostentam um fervor semi-religioso típico de pastores de épocas obscuras, porém, os líderes políticos discutem a agenda irracional desses iluminados, acrescentou o jornalista.

Os pregadores ambientalistas têm em seu favor os relatórios lançados ciclicamente pelo Painel Internacional para o Câmbio Climático ‒ IPCC, o órgão político da ONU que profetiza um devastador aquecimento global e põe a culpa dele na civilização humana.

Porém, ainda que saia a publicação desses relatórios um após o outro, o clima não fez outra coisa senão desmenti-lo: chegou-se ao ponto que de dois anos de esfriamento global quase zerar 30 anos anteriores de aquecimento.É a oscilação natural da temperatura.

De quem foi a culpa? Da natureza, dos termômetros antiquados ou dos contestados “modelos de computador” manipulados por “aquecimentistas”?