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domingo, 19 de julho de 2020

Ambientalismo engana sobre clima e desmatamento, reitera prof. Molion

Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Climatologista desfaz mitos "verdes" sobre a seca
e aponta as verdadeiras causas. Professor Luiz Carlos Molion
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O professor Luiz Carlos Molion, dispensa apresentação.

Ele representou a América Latina na Organização Meteorológica Mundial, é pós-doutor em meteorologia, membro do Instituto de Estudos Avançados de Berlim, e lecionou na Universidade Federal de Alagoas. 


Uma e outra vez, com a paciência que o caracteriza, em palestras que ministra pelo país todo além da mídia, refuta com dados sempre atualizados os mitos e falsidades espalhados pelo fanatismo ambientalista.

Tínhamos na mão uma delas no dia 19 de dezembro de 2014 aos produtores da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), em que o climatologista fazia uma previsão científica de chuvas para os próximos anos.

E mais uma vez refutava a hipótese de as mudanças climáticas e o aquecimento global serem frutos da ação agrícola e industrial, segundo divulgou Correpar na oportunidade.

O renomeado climatologista utilizou dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), e mostrou como naquele ano choveu cerca de 70% da média prevista de 1.400 mm.

Molion concluiu que a atribuição da seca à ação humana sobre o meio ambiente, especialmente o desmatamento na Amazônia é um mito.

“Coisa de ‘ambientalista extremista’”, afirmou.

Mas o ativismo ideológico do ambientalismo radical não tem sossego.

O climatologista desmistificou a importância do desmatamento da Amazônia discorrendo sobre a linha do tempo da metade do século XX até agora, onde foram registrados volumes baixíssimos de chuvas nas décadas de 50 e 60.

Segundo Molion, as mesmas tendências se repetem de décadas em décadas.

Exemplo de exagero ambientalista: estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Exemplo de exagero "verde":
estudo tenta provar que comer carne é uma causa da seca!
Em São Paulo, há registros de seca no final do século XIX e no início do século XX, nos anos 30.

Por esse motivo, é possível afirmar que não é o homem com suas atividades agrícolas e industriais o responsável pelas grandes mudanças climáticas no planeta.

NÃO! berra o ecologismo, está até escrito  nas encíclicas do Papa Francisco! Até algum deles lembra baixinho que está na cartilha anticapitalista marxista.

É impossível o desmatamento mudar o clima até mesmo, como lembra sempre o prof. Molion, pelo fato de a porção de terra, onde habitamos, representar apenas 29% da massa no planeta, enquanto os oceanos representam 71%.

E a área desmatada e/ou suscetível de desmatamento é uma tênue fração desse 29%.

A diminuição das chuvas não depende do desmatamento, mas coincide com o período em que o oceano Pacífico esfria ou fica "neutro".

Os pluviômetros localizados apontam que há um ciclo de chuvas que dura de 50 a 60 anos.

A cada 25/30 anos chove bem, e nos próximos 25/30 anos chove pouco.

Algumas regiões do país estão passando por um período semelhante ao que houve entre os anos de 1948 e 1976, com menos dias de chuva no ano, e dias mais frios.

Entre os anos de 2015 a 2020, as chuvas estarão abaixo da média de longo prazo, ou seja, a média dos últimos 60 anos.

O que determina as variações climáticas da Terra é justamente a variação cíclica dos oceanos.

Esses representam a maior parte da massa do planeta, absorvem bastante luz solar e controlam as chuvas.

Quando a temperatura dos oceanos esfria, a atmosfera também esfria, porque é aquecida ou esfriada por baixo.

Os oceanos esfriando, evaporam menos água e chove menos.

Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas. Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
Os grandes fenômenos atmosféricos ligados aos oceanos
são verdadeiros determinantes das chuvas e das secas.
Foto: entardecer sobre o Atlântico desde satélite.
O processo contrário, o aquecimento dos oceanos e em consequência da atmosfera, provoca mais chuvas.

O Pacífico ocupa 33% da superfície da Terra, e por isso exerce grande influência climática nos continentes lindeiros.

Quando ele aquece, surge o fenômeno chamado de “El Niño” que traz muitas chuvas para o sul e o sudeste do Brasil.

“La Niña” é o processo oposto.

Mas, quando o oceano está neutro, não se tem previsão do que pode acontecer. E isso é o que está acontecendo: o Pacífico está neutro desde 2012.

Para analisar as variações climáticas, cerca de 70 boias estão espalhadas pelos mares no mundo todo, e medem as temperaturas das águas em até 1.000 metros de profundidade.

Além disso, avançados softwares e computadores também estão dedicados às medições climáticas.

Segundo Molion, o período de chuvas ficará um pouco abaixo da média, e será vantajoso para o café, que não necessita de muita umidade.

Tudo isso é bom senso e nada tem a ver com os exageros do ecologismo radical, que não pensa na natureza e nos homens, mas tem objetivos ideológicos contrários ao progresso do Brasil e da civilização, observamos nós.


Prof. Luiz Carlos Molion: não existe aquecimento global


5 comentários:

  1. Muito curioso.
    Até recentemente, quem nos enganava sobre o perigo do desmatamento da Amazônia eram os americanos.
    Agora, são os comunistas melancias (verdes por fora, mas vermelhos por dentro).
    Haja paciência!
    E sobre o desvio de minerais da Amazônia, ninguém aí está preocupado?
    Aguardo algum vídeo ou texto de vocês sobre esse tema!

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    Respostas
    1. Qual a diferença de um "democrata americano" e os tons mais rosados de comunismo?

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  2. O comunismo Herminio, nada mais é, na prática, uma acordo de bilionários para esmagar pequenos capitalistas protegendo suas fortunas das instabilidades do mercado. Não é a toa que o bilionário americano David Rockefeller vem se reunindo com o bilionário ditador Fidel Castro em Havana, há décadas.

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  3. Molion, acho que somos um pequeno grupo de professores que entende que os eventos extremos não se devem somente às ações humanas. Aliás, essas pouco representam comparando com as ações naturais. Outro aspecto que comento é que até agora a ciência não conseguiu explicar o fenômeno do El Niño, ou seja, a causa do aquecimento do oceano. Por séculos sabe-se das consequências, mas nada, ou pelo menos não divulgadas, das causas. Assim, passa-se a socializar o prejuízo causado pelo EUA, China, Alemanha, França, Canadá (com a exploração do xisto), dividindo as responsabilidades com todos os demais países. Lembra-se quando os habitantes do Atol de Mururoa foram expulsos pelos franceses que queriam fazer testes de bombas atômicas, com a perfuração de poços de mais de 500 metros de profundidade? A terceira geração dos habitantes resolveu voltar para a casa dos parentes depois de décadas.

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  4. Deus seja louvado .
    ELE nunca nos deixa sozinhos .
    Há sempre ANJOS que nos alertam para o marxismo ambientalista .
    Obrigada Professor .

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