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domingo, 5 de abril de 2015

Página calcula o aquecimento global
como ambientalista gosta: tipo videojogo

Não existe, mas foi criado virtualmente.
Ambientalismo explora potencialidades do computador.
Mas não é ciência e muito menos natureza e verdade.
Luis Dufaur




Um dos pontos mais sensíveis de divergência entre os cientistas objetivos – também impropriamente chamados de céticos – e o ambientalismo extremista radica nos métodos utilizados.

Os cientistas sérios recolhem os dados da natureza como eles se apresentam, independente de qualquer preferência, e deduzem a partir deles afirmações objetivas.

O ambientalismo militante age de modo diverso. Primeiro concebe uma teoria – normalmente viciada por ideologias concebidas em função de um objetivo político.

A teoria deve ser do gosto da mídia e dos órgãos governamentais ou internacionais, que fornecerão as verbas no futuro. E pronto! Depois tenta encaixar a realidade nessa teoria.


O establishment político e governamental, as ONGs e a ONU só fornecem empregos e polpudas verbas àqueles que defendem teorias de tipo estruturalista, anticapitalista, neo-comunista ou tribalista.

Assim, a opção ideológica está feita longe da ciência e a teoria está pré-definida.

E se a natureza aponta numa outra direção?

Nesses casos, a reação dos interesseiros é:

Literalmente uma “mãe da natureza” numa amostra para crianças.
Mas é um abuso usar os recursos virtuais para mudar o mundo dizendo que é ciência .
“A natureza? De que serve a natureza? Melhor do que ela é o computador. E no computador vamos a construir uma natureza virtual, ou um ‘modelo’, que funciona segundo as nossas preferências e teorias”.

Depois, os militantes “verdes” poderão anunciar a catástrofe que bem entenderem, obedecendo a modelos computacionais feitos sob medida.

Agora o Ministério britânico de Energia e Mudança climática (DECC) popularizou o método de forjar uma natureza virtual para mostrar o que a ideologia deseja.

“The Global Calculator” é a página de Internet onde o interessado pode forjar seu mundo “habitável por todos no ano 2050”. O jornal “Le Monde” compara a iniciativa com a canção “Imagine”, de John Lennon.

Tome seu LSD e passe a imaginar um mundo verde “como lhe der na telha”. E se os esquemas parecerem muito complicados, já estão prontas as fórmulas previamente elaboradas por “verdes” extremistas, como “Friends of the Earth”

Misturando critérios como estilo de vida, transporte, construção, alimentação, preferências energéticas, industriais e agrícolas, qualquer um pode imaginar o impacto das opções individuais e coletivas visando limitar o “aquecimento global” que, paradoxalmente, não existe na prática.

Mas existe na ideologia e no “modelo” do computador.

O uso anticientífico dos modelos computacionais
cria irrealidades que se assemelham a uma 'viagem' de LSD
Simplificando muito, na hora de ir à churrascaria eu poderei saber o quanto eu vou esquentar o Planeta segundo o modelo computacional.

Montada por ONGs e algumas universidades, a página visa estimular a limitação do CO2 para que 10 bilhões de pessoas possam “viver decentemente” no Planeta.

E ali cada um solta a sua própria fantasia como num videojogo.

A verdade da natureza fica esquecida.

O calculador fornece as explicações para se atingir o objetivo, que é fixo e sempre ditado pelo dogmatismo verde.

Não é preciso dizer que o usuário vai ser instruído com respostas prontas e slogans ambientalistas radicais transformados em dogmas salvadores do Planeta.

Para fugir às críticas, os autores deste “calculador mundial” dizem que ele só dá respostas globais e apolíticas.

Se fornecesse respostas locais, poderiam sair estapafúrdios risíveis. E se as respostas fossem afinadas demais com as políticas ambientalistas, soariam suspeitas.

O ministério britânico responsável convidou toda a rede diplomática do Reino Unido a participar do lançamento da engenhoca.

Os modelos computacionais construídos com base em ideologias ambientalistas radicais
se prestam a todos os absurdos.
O objetivo é que o Reino Unido se erija em “líder do tema da mudança climática”, silenciando olimpicamente muitos eminentes cientistas que trabalham nesse país e denunciam os abusos verdes sobre dita “mudança”.

Cientistas? Ciência? O que é isso se a gente tem um computador e um programa para se divertir e exigir a mudança do mundo com base no próprio capricho? Viva John Lennon!

O documento distribuído na inauguração do site proclama sua independência em relação a governos. Mas logo descarrega sua animadversão ao gás de xisto, cuja exploração é favorecida pelo atual governo inglês!

No mundo “verde” do “Imagine” a contradição não espanta, pois faz parte de um mundo alucinado e tribal.


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