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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Cientistas identificam oceanos de agua no manto terrestre, mas “verdes” espalham pânico de desertificação da Terra

O prof Steve Jacobsen trabalhando no Departamento de Ciências Terrestres e Planetárias da Northwestern University
O prof Steve Jacobsen trabalhando no Departamento de Ciências Terrestres
e Planetárias da Northwestern University
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Pesquisadores da Northwestern University de Illinois descobriram que as camadas superficiais do planeta Terra encerram oceanos de água.

Um dos mais profundos se encontra a mais de mil quilômetros de profundidade, segundo noticiou “Atlantico”.


Se esse oceano não se encontrasse nessa profundidade nós ficaríamos submersos”, explicou Steve Jacobsen da Northwestern University, num artigo publicado pela revista Lithos.

“Isso implica a presencia de uma reserva de água no planeta muito maior do que se pensava antes”, sublinhou.

domingo, 4 de dezembro de 2016

Consenso científico sobre aquecimento global
tem pés de barro

Pânicos ideologicamente enviesados e não ciência constituem a base do falso "consenso científico" sobre o aquecimento global
Pânicos ideologicamente enviesados e não ciência
constituem a base do falso "consenso científico" sobre o aquecimento global
Luis Dufaur
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Impor “soluções” drásticas porque 97% dos cientistas diz que virá um cataclismo universal se não são implementadas logo, aqui e agora sem ouvir outra opinião: esse é um dos mais arrogantes sofismas do alarmismo em favor do “aquecimento global”.

Porém, a alegação é patentemente falsa segundo demonstraram no The Wall Street Journal Joseph Bast, presidente do Heartland Institute e o Dr. Roy Spencer, da Universidade de Alabama – Huntsville e pesquisador líder no Advanced Microwave Scanning Radiometer do NASA's Aqua satellite há já alguns anos.

Eles estudaram três fontes principais dessa alegação e concluíram que estavam repletas de erros e tinham origens de escasso valor.

1. Em 2009, a Universidade de Illinois consultou os seus estudantes perguntando se “as temperaturas globais tinham aumentado por uma contribuição significativa do fator humano”.

Ninguém se espantou com o resultado: 97% respondeu “sim”, posta a pressão propagandística e o risco da nota baixa.

Mas só 79 cientistas aceitaram responder à pergunta que tinha um viés tendencioso. Não é fonte para uma informação apresentada como definitiva até em discursos do presidente Obama!

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Americanos não acreditam na encíclica “Laudato Si”

Americanos não acreditaram na encíclica verde “Laudato Si”. Lançamento da encíclica no Vaticano.
Americanos não acreditaram na encíclica verde “Laudato Si”.
Lançamento da encíclica no Vaticano.
Luis Dufaur
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Caiu na insensibilidade e desinteresse geral, a encíclica “Laudato Si’” do Papa Francisco I. Com ela o Pontífice tenta amarrar o mundo católico no comboio de suposições apocalípticas do radicalismo ambientalista a respeito de um eventual colapso material do planeta.

Quem registra essa constatação é um vaticanista bem informado nos ambientes próximos do Pontífice: Marco Tosatti em seu blog “Stilum Curiae”.

Tal vez sentindo isso, a mal acolhida encíclica acrescentou uma segunda parte cuja inspiração provém da Teologia da Libertação, e uma parte final com considerações místicas engajando augures do panteísmo e do paganismo.

Tudo isso é matéria muito contestada nos ambientes católicos, e os seguidores da ‘Laudato Si’ insistiram mais em seus conteúdos supostamente científicos ou mais de acordo com o catastrofismo de moda entre os “verdes”.

domingo, 20 de novembro de 2016

O acordo de Paris vai enforcar o Brasil!

A forca verde já foi montada em Paris e Marrakesh
A forca verde já foi montada em Paris e Marrakesh
Luis Dufaur
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Concluiu em Marrakesh, Marrocos, a Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) que visou transformar em normas práticas as decisões utópicas do acordo de Paris.

Os resultados estão ai!

Pela generosa proposta da então presidente do Brasil Dilma Rousseff, ficou erigido um cadafalso para o País!!!

As cordas com as que pretendem enforcar os condenados já estão instaladas e balançando.

Falta enfileirar os “ci-devant”. Os nomes não foram dados a conhecer, mas a condena sem processo já foi emitida. Ou forca, ou guilhotine: é a opção da “misericórdia” verde.

O Ministro da Agricultura, Blairo Maggi, denunciou essa arbitrariedade à Revista Globo Rural.

Essa consiste em que o acordo de Paris custará ao Brasil U$ 40 bilhões, ou R$ 136 bilhões em valores de hoje e serão os produtores rurais brasileiros que terão que pagar a conta!

domingo, 13 de novembro de 2016

Promessas de Trump trazem esperança e semeiam confusão entre ambientalistas radicais

COP22 01, feita para impor medidas ditatorialistas caiu na confusão com a eleição de Trump
COP2: feita para impor medidas ditatorialistas caiu na confusão com a eleição de Trump
Luis Dufaur
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A Cúpula do Clima COP22 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática 2016) iniciou em Marrakech suas sessões pouco antes da eleição presidencial nos EUA.

O objetivo era específico: transformar em normas concretas os utópicos objetivos fixados na COP21, em dezembro de 2015, em Paris.

O obstáculo máximo era – e continua sendo – a ratificação do acordo parisiense pelos EUA. Embora o presidente Obama e o Secretário de Estado John Kerry tenham assinado esse cerebrino acordo, a lei americana exige a ratificação dos acordos internacionais pelo Senado em Washington.

Porém, antes da eleição do novo presidente, já esse Senado tinha maioria republicana que tudo levava a crer que recusaria dita ratificação.

Nesse caso, o acordo de Paris, ficaria tão oco e ineficiente para os utopistas verdes como o protocolo de Kyoto.

Mas os representantes da confraria universal ambientalista reunidos e bem pagos pela ONU e pelos respectivos ministérios e secretarias do Meio Ambiente do mundo todo pareciam ter acreditado na imensa mentira de uma vitória da democrata Hillary Clinton.

domingo, 6 de novembro de 2016

Alarmistas 'formam uma máfia que se apossou da questão clima', diz cientista dinamarquês

Luis Dufaur
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Na primeira semana de novembro entrou em vigência o acordo de Paris, assinado na COP21 em dezembro de 2015.

Ainda falta muito para saber se vai ser posto em prática pelas maiores economias responsabilizadas do "aquecimento global".

Uma primeira tentativa de implementação, descendo das abstrações para a prática, é o que tentará dizer que faz a 22º conferência climática da ONU iniciada nesta semana em Marrakesh, no Marrocos.

Nas circunstâncias atuais, continuam válidas as posições expostas por Bjorn Lomborg, cientista político dinamarquês, em entrevista a VEJA na sede da COP15, em Copenhague.

As suas declarações giraram em volta do escândalo do “Climagate” um caso de corrupção científica-ideológica que tinha no fulcro grandes ativistas do "aquecimento global".

Chama a atenção o quanto a situação atual de deturpação de dados continua vigente, e acrescida, nos ambientes aquecimentistas. Por isso a reproduzimos a continuação 

Qual foi o estrago do "climagate"?

O que está claro é que havia uma inclinação evidente para não compartilhar dados com pesquisadores cujos trabalhos não reforçariam a teoria do aquecimento global. Possivelmente, os dados foram mascarados, o que não significa exatamente uma falsificação.

O escândalo não pode ser considerado apenas uma tempestade em copo d’água. O que eles fizeram é muito sério e perturbador. Tem implicações muito maiores.

Esses cientistas formam uma máfia que se apossou da questão do clima.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Como podem mídia, chefes de Estado e religião enganar tanto sobre questões ambientais?

Para fazer rir: Obama e Xi Jinping presidem os países que mais produzem CO2. Mas a enganação é apresentar esse gás incolor como fumaça!
Para fazer rir: Obama e Xi Jinping presidem os países que mais produzem CO2.
Mas a enganação é apresentar esse gás incolor como fumaça!
Luis Dufaur
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Nicolas Loris, um economista especializado em questões energéticas e ambientais da The Heritage Foundation, levantou uma questão que soa engraçada.

A grande mídia está sempre ecoando boatos, trabalhos pseudocientíficos ou científicos enviesados sobre o aquecimento global. Até aqui, nada de novo.

Porém, esses supostamente bem informados ou até eruditos órgãos, na hora de informar sobre o demonizado CO2, ilustram suas matérias com torres de fábricas soltando colunas de fumaça ou centrais nucleares emitindo vapor de água.

Mas o CO2 é um gás incolor! Será que esses zelotes do meio ambiente não têm notícia desse dado elementar?

O CO2, além de incolor, é inodoro e não tóxico. Os homens saudáveis exalam CO2 quando respiram e não sai fumaça. Acresce que o CO2 é o alimento indispensável para o crescimento dinâmico das plantas.

Quando o presidente Obama assinou juntamente com a China o acordo obtido na COP21 de Paris, o jornal oficial chinês “The South China Morning Post” foi o primeiro a transmitir a informação.

domingo, 23 de outubro de 2016

Internacional ambientalista
pontifica sobre 10 milhões de hectares brasileiras

Em verde claro o total dos corredores a ser "liberados" para animais selvagens
(e onde o homem atrapalha)
Luis Dufaur
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A ONG ambientalista holandesa Black Jaguar Foundation apresentou um projeto que dispõe de uma faixa de terra de 2.600 quilômetros contínuos, com até 40 quilômetros de largura.

Só que essas terras não lhe pertencem, mas ao Brasil, segundo noticiou “O Estado de S.Paulo”.

A faixa corta a metade Norte do Brasil e tem uma área total de 10,4 milhões de hectares, que inclui dois bilhões de árvores já plantadas. Os ambientalistas holandeses têm parceria com uma ONG brasileira e com cientistas nacionais.

O projeto foi apresentado no Congresso Internacional de Conservação da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), efetivado em Honolulu (Havaí).

Ele explora o Código Florestal, que obriga a recuperação de áreas desmatadas ilegalmente. Para isso argui que deseja reflorestar áreas de preservação permanente (APPs) em até 20 km de cada margem durante todo o trajeto do Rio Araguaia, do Parque Nacional das Emas (GO) até o Atlântico, em Belém (PA).

O plano diz que pretende criar um corredor para os animais e insetos que transitam naquela região. E se não transitam é por culpa dos brasileiros, indiciados como inimigos desmatadores da floresta.

A ideia de corredores para animais está embutida em outros projetos de conservação no Brasil, congelando a atividade humana em vastas extensões do território nacional.

Esse seria mais um e o maior até hoje ousado no País.

Os proprietários de terra ficariam obrigados a replantar a floresta que deveria existir segundo imaginam os ambientalistas reunidos em Honolulu.

O governo lulopetista jogou o Brasil numa cumbuca, comprometendo-se imprudentemente no Acordo de Paris a reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030.

O passo em falso já foi dado: Dilma Rousseff prometeu reduzir emissões de gases de efeito estufa no contexto desse mesmo acordo.

Fica saber como isso vai ser feito e, sobretudo, quem vai pagar a conta. Mas isso ideologicamente já está escrito no Corão verde: pagarão os produtores agropecuários, condenados a priori. E o Brasil perderá o aproveitamento dessa imensa extensão de terra.

A Black Jaguar Foundation quer impor sua ideologia radical ao Brasil
e prejudicar inúmeros produtores rurais
O holandês Ben Valks criou a Black Jaguar Foundation e pretende constranger os proprietários manipulando a legislação ambientalista já aprovada. Não precisa muito mais, embora gostasse de leis mais radicais.

A equipe de Valks calcula por alto que vai precisar de uns quatro bilhões de euros (em torno de R$ 14 bilhões) para fazer tudo isso.

Ele aduz os nunca demonstrados ganhos climáticos que esse gigantesco corredor traria para o mundo inteiro. Se fosse verdade, nada mais razoável que o mundo inteiro pagasse a conta pelo benefício que o Brasil lhe rende, e nunca afogar nossa agropecuária.

O "pecado", porém, é que no curso do rio só 10% são terras indígenas e 5% parques nacionais. Sobre os proprietários com terras no entorno deveria cair a guilhotina dos critérios de APP e Reserva Legal, em taxas variando de 20% a 80% das propriedades.

O que sobraria para os proprietários? Uma fração que amanhã será novamente fatiada por mais outra iniciativa para salvar o clima ou o planeta, segundo a demagogia do momento.

Os autores do plano estão preocupados com as onças pintadas, o boto-cor-de-rosa, a lontra gigante, o jacaré-açu e a piraíba.

Porém, a sorte das espécies, segundo reconhece o “O Estado de S.Paulo”, é apenas a bandeira do projeto.

Segundo Ivan Nisida, coordenador de projeto da ONG, a ideia é que os proprietários sejam imersos em práticas agroecológicas de integração floresta-pecuária-lavoura para tornar a economia local sustentável e livre de novos desmatamentos, slogans da ditadura verde.

O próprio Valks perguntou se o projeto não é quase impossível de ser alcançado. Reconheceu que parece com sonhos imensos desconectados da realidade, mas que ele e seus colegas estão dispostos a fazer cair o rigor da legislação ambiental sobre os proprietários agrícolas.

“É difícil, disse, mas somos uma ONG com um projeto só. Grandioso, mas é o nosso foco. E estamos trabalhando com o cumprimento da lei, com a necessidade que os produtores têm de restaurar suas terras”.

O governo federal deveria gastar até 2030 nada menos que R$ 31 bilhões na utopia. Para os promotores, pesquisadores e ambientalistas, a utopia climática justifica de longe essa despesa.

“Comparada com outras alternativas, a restauração florestal ainda é a forma mais barata de tirar carbono da atmosfera”, disse Rachel Biderman, diretora do World Resources Institute (WRI) no Brasil. Como se o CO2 fosse um mal e não um grande bem que está no ponto de partida da corrente da vida!

No mesmo congresso foi comemorado o chamado “Desafio de Bonn”, uma agenda que visa instalar florestas em 150 milhões de hectares que teriam sido degradados pela produção racional humana.

O Brasil ficou como que constrangido a abrir mão da soberania sobre esses 12 milhões de hectares depois que o presidente Michel Temer ratificou o Acordo de Paris. Mas, a rigor, pode recusar esse abuso.

A ideia de corredores por onde circulem livremente as espécies animais pune os homens, que ficam convertidos em meros jardineiros, dependentes dos animais selvagens. Tudo isso para obedecer a teorias arbitrárias cozinhadas em círculos ambientalistas internacionais.

Mas o estrago não fica só aí. Da Índia chegou um exemplo.

Em fevereiro de 2016, uma aldeia indiana inteira mudou de lugar para que elefantes pudessem transitar livremente por uma faixa de terra que serve de ligação entre dois de seus habitats, noticiou “O Estado de S.Paulo”.

Os moradores de Ram Terang, no Estado de Assam, saíram de suas casas, já que anualmente 400 pessoas e uma centena de animais morrem por conta da passagem dos elefantes pelos corredores da biodiversidade!

Corredores para elefantes na Índia, um modelo para o Brasil?
De acordo com a ONG Wildlife Trust of India (WTI), em todo o país há 88 corredores para esses mamíferos.

Os moradores de Ram Terang são “muito afetuosos” com os elefantes, que eles chamam de “pai”, explicou Rupa Gandhi, diretora adjunta da WTI, que trabalhou pela mudança da aldeia.

O projeto não teve piedade e 19 famílias tiveram que fazer as malas “voluntariamente”, deixando para trás suas terras e casas de bambu para garantir a “passagem segura” de aproximadamente 1.800 elefantes.

Em troca receberam novas casas, planejadas segundo as teorias ambientalistas, sem energia elétrica até agora e com painéis solares insuficientes.

Sandeep Tiwari, chefe do projeto de WTI, reconhece que pelo menos a metade dos corredores de elefantes do país apresenta “algum problema em razão da habitação humana”.

Em Assam – crime supremo! – algumas tribos consomem sua carne!

Então que os indianos passem fome, e os elefantes com sua imensa massa de carne desaproveitada circulem à vontade, arrebentando o que bem entendam pelo caminho.

A WTI já transferiu quatro aldeias e, apesar de o chefe do projeto ter assegurado que os mesmos são considerados "um modelo de situação no qual todos ganham", parece que ainda há um longo caminho a ser percorrido.

Nos tempos em que a União Soviética ditava os rumos do pensamento das esquerdas mundiais, falava-se em constituir uma nova entidade soberana na Amazônia que arrancaria a soberania sobre milhões de quilômetros quadrados dos oito países que a possuem.

O Brasil seria o primeiro e o maior prejudicado, perdendo a metade de seu território com o projeto urdido em Moscou. Na prática, a utópica Pan Amazônia acabaria sendo ocupada por ativistas dependentes da longínqua URSS.

Hoje o projeto de um “desenvolvimento soberano” para a Amazônia volta não como um artifício declarado do expansionismo comunista, mas banca de “generosa” preocupação pela saúde do planeta.


domingo, 16 de outubro de 2016

Afinal, Sres. ambientalistas:
acabaremos requentados ou congelados?

Acima: planeta consumido pelo aquecimento global. Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Acima: planeta consumido pelo aquecimento global.
Embaixo cartaz coberto pela neve em South Boston, fevereiro 2015
Luis Dufaur
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O site Newsbusters, dedicado a surpreender as contradições da grande mídia esquerdista, teve a paciência de conferir as manchetes de grandes jornais e revistas da década de 1970 com as atuais – uma distância de quase meio século.

O site focou especialmente o tema do “aquecimento global”.

O que achou?

Algo de cair de costas. Se a reação certa é de pasmo ou de riso, ou outra qualquer, fica a critério do leitor. O cômico Bill Maher fez rir largamente seus telespectadores.

Porque a constatação básica é que há meio século a mídia, impressa ou televisiva, sensacionalista ou pretensamente séria, trombeteava que o mundo estava fadado a um congelamento global que aconteceria em nosso século.

Eis algumas manchetes e conteúdos:

St Petersburg Times: poluição causaria Idade de Gelo.
(4 de março de 1970)
Sob a manchete “Invernos mais frios precedem Nova Era Glacial”, o sisudo “Washington Post” escrevia em 11 de janeiro de 1970 que “cientistas preveem uma Era Glacial no futuro”.  

No dia 15 do mesmo mês, o grande jornal da Califórnia “Los Angeles Times” não ficava atrás perguntando se “a humanidade não está fabricando para si uma Nova Era Glacial”.

No dia 4 de março do mesmo ano, o “St. Petersburg Times” antecipava os atuais catastrofistas, pondo atribuindo aos homens a causa de mudanças climáticas rumo a um frio devastador: “Poluição poderia causar Era Glacial relata Agência”.

O prestigiado “Boston Globe” de 16 de abril, vinha logo atrás anunciando previsões assustadoras para o nosso século: “Cientistas predizem nova era de gelo no século XXI”.

No dia 26 de junho de 1970, o “St. Petersburg Times” voltava a pôr a culpa do congelamento universal nos homens e em sua civilização: “A poluição apontada como causa da ameaça da Era de Gelo”. 

No dia 18 de julho, o volumoso “New York Times” engajava toda a sua influência no blefe daquele momento, oposto ao alarmismo atual sobre o derretimento do Ártico: “Estudos da imprensa dos EUA e soviética focam um Ártico mais frio”.

Na Austrália, no dia 19 de outubro de 1970, o “Sydney Morning Herald” se somava ao coro midiático das calamidades ambientais nunca acontecidas e divulgava um artigo que hoje poderia ser reproduzido como sendo “a última palavra” em qualquer panfleto ambientalista.

O site Newsbusters também reproduz um artigo da revista Newsweek de 28 de abril de 1975 sobre “O mundo esfriando”.

Para sustentar a enganadora hipótese, a revista cita o “quase unânime” consenso entre os meteorologistas segundo o qual o arrefecimento global “reduzirá a produtividade agrícola pelo resto do século”.

Essa produtividade acabou aumentando de modo exponencial, mas isso não interessa ao alarmismo ecologista, que não liga para a natureza nem para a verdade.

Newsweek: o mundo esfriando (28 de abril de 1975)
O “Newsweek” cita em seu favor um relatório da Academia Nacional das Ciências dos EUA que imaginava que “uma mudança climática de grandes proporções forçaria ajustes econômicos e sociais numa escala universal”. Confira: Newsweek.

Como dissemos acima, Newsbusters reproduz um programa do cômico Bill Maher, que suscita a hilaridade dos telespectadores comentando os blefes.

Reproduz também um vídeo de noticiário da CBS, apresentado por Walter Cronkite em setembro de 1972.

Nele o famoso jornalista insiste na hipótese-realejo dos precursores daqueles que hoje aterrorizam os homens com quase idênticos argumentos, mas com sinal aquecimentista.

Compreendemos o riso do humorista, mas não é a nossa atitude diante do ridículo pego in flagrante delicto.

Estamos constatando e divulgando em nosso blog o que temos encontrado por trás desses pânicos midiáticos: a metamorfose do comunismo encalacrado que acabou desabando com a URSS.

Astuciosamente, os militantes da esquerda vermelha passaram a explorar argumentos supostamente baseados em ciências que cuidam do meio ambiente.

A manipulação visa derrubar a civilização ocidental e cristã e apressar a utopia do caos anárquico e tribal sonhado pelos utopistas pré e pós-marxistas, e até pelo próprio Marx.

Nessa metamorfose, eles vêm sendo poderosamente auxiliados pela Teologia da Libertação e pelos órgãos eclesiásticos que essa teologia infiltrou, como a CNBB, CIMI, MST, para só citar esses e poupar nossos leitores de uma extensa lista.


Bill Maher: O “esfriamento global” não foi só uma gafe de Newsweek:





Assim Walter Cronkite alertava para a “Nova Era Glacial” que estava vindo:



domingo, 9 de outubro de 2016

Portugal taxa até os elementos para achatar igualitaria e ecologicamente os “ricos”

Tem um belo panorama em Lisboa? Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Tem um belo panorama em Lisboa?
Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Luis Dufaur
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Em nome da “justiça social”, prefeituras portuguesas conceberam um imposto genuinamente “verde” e draconianamente contrário à propriedade privada.

Trata-se de penalizar os “odiosos ricos” – segundo a expressão de Reinformation.tv que informou o fato.

O “crime” é que algumas casas tenham maior exposição ao sol ou uma visão panorâmica melhor. A punição está contida no decreto-lei 41 de 2016 e poderá aumentar as taxas municipais cerca de 20 %.

Proprietários e locatários que vivem em casas ou apartamentos voltados para um cemitério ou pouco iluminados terão um desconto de 10 %.

Os portugueses estão furiosos com essa “taxa da luz”. O Estado não diz que está precisando de dinheiro ou de estar sendo constrangido pela União Europeia, mas reconhece que a finalidade é filosófica “igualitária”.

Segundo o secretário de Estado das Finanças, Fernando Rocha Andrade, trata-se de taxar em função do luxo de ter luz solar e panorama, benefícios de tipo ambiental.

Não levará em conta o número dos membros da família nem a qualidade dos serviços públicos. A propriedade será taxada pelo fato de ser ambientalmente agradável ou confortável.

domingo, 2 de outubro de 2016

União Europeia: corrupção
para viabilizar o “ecologicamente correto”

Ativistas de Greenpeace protestam frente à fábrica de Volkswagen em Wolfsburg. A verdade é que a própria União Europeia estava envolvida na fraude.
Ativistas de Greenpeace protestam frente à fábrica de Volkswagen em Wolfsburg.
A verdade é que a própria União Europeia estava envolvida na fraude.
Luis Dufaur
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Em diversos posts deste blog comentamos a irrealidade das metas de controle da emissão de CO2, anunciadas demagogicamente por governos e exigidas pelos movimentos verdes com intuitos demolidores.

Muitas empresas ainda hoje se jactam de oferecer produtos e serviços “ecologicamente corretos” especialmente voltados ao controle das emissões de CO2 – as quais não tem nada de mau, pelo contrário, são boas.

Perfumes, joalheiras, fábricas de relógios e casas de modas de sofisticadas grifes francesas ou italianas, carros de luxo, etc. se ufanam de estar comprometidas com o meio ambiente, em termos que por vezes beiram o ridículo.

Temos denunciado a irrealidade desse marketing insincero e enganador exibindo um zelo ecológico fora de lugar. Faltou algum ditador do estilo de Hugo Chávez para decretar que os cidadãos de seu país deveriam deixar de emitir CO2 na hora de respirar...

domingo, 25 de setembro de 2016

Uma Igreja tribal, ecológica, “autóctone”
e pós-comunista na Amazônia?

O Papa Francisco quer uma igreja autóctone na Amazônia, segundo Cardeal Hummes.
Foto: na JMJ Rio de Janeiro julho 2013
Luis Dufaur
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Muito próximo do Papa Francisco, o vaticanista Marco Tosatti, colunista do “La Stampa” de Turim e de seu site religioso “Vatican insider”, revelou em sua página pessoal o que vinha sendo comentado “a boca chiusa” em Roma: o Papa prepara em silêncio um sínodo sobre a Amazônia.

O Sínodo não seria brasileiro, mas transnacional, incluindo todas as dioceses da região amazônica vista como uma realidade superior às nove nações que exercem sua soberania sobre partes dela.

O tema central anunciado é a ecologia. Mas não se trata de cristianizar a realidade ecológica da Amazônia, mas de “ecologizar” a Igreja Católica, dissociando-a de seu passado missionário e modelando-a segundo o modelo comuno-tribal excogitado pelo ambientalismo mais radical.

O instrumento escolhido para preparar o evento é o cardeal brasileiro D. Claudio Hummes, 82 anos, arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero.

Ele está trabalhando intensamente há alguns anos no projeto pontifício. Já visitou 22 das 38 dioceses da Amazônia e o Papa lhe teria dito para apressar mais a agenda.

domingo, 18 de setembro de 2016

113 Prêmios Nobel: ações contra transgênicos
envolvem “crime contra a humanidade”

O arroz dourado pode salvar a vida de um milhão de crianças pobres, mas ecologistas fanáticos não querem.
O arroz dourado pode salvar a vida de um milhão de crianças pobres,
mas ecologistas fanáticos não querem.
Luis Dufaur
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113 Prêmios Nobel e mais de 5.933 cientistas e cidadãos concernidos lançaram um apelo em favor dos OGMs num site dedicado ao assunto “Support Precision Agriculture”.

De fato, o Programa de Alimentação e Agricultura da ONU enfatizou a necessidade de duplicar até o ano 2050 a produção mundial de alimentos para satisfazer a demanda da crescente população mundial.

Entretanto, organizações que se opõem à melhora da produção vegetal moderna e que têm seu mascarão de proa na Greenpeace vêm contrariando e prejudicando as inovações biotecnológicas que tornariam viável essa meta fundamental e afastariam o espectro da subnutrição.

Ditas organizações ambientalistas e/o comuno-socialistas vêm distorcendo os riscos, benefícios e impactos dos OGMs.

Pior ainda, apoiam ou praticam a destruição criminosa das experiências em laboratórios e fazendas aprovadas pela comunidade científica e órgãos de governo, além de sabotarem projetos de investigação.

domingo, 11 de setembro de 2016

Acabar com as criancinhas
para desaquecer o planeta?

Para combater a "mudança climática", ONGs ecologistas pedem reduzir crianças até uma média estatística de "meio filho" por casal (sic!).
Para combater a "mudança climática", ONGs ecologistas pedem reduzir crianças
até uma média estatística de "meio filho" por casal (sic!).
Luis Dufaur
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Tubarões assassinos, crocodilos perigosos, javalis predadores ou lobos devoradores de gado: todos eles são espécies protegidas pela estranha religião “verde” ainda que causem danos ao homem e a outros animais.

Mas os homens têm que ser reduzidos em número, em direitos, em condições de vida, segundo decreto dessa mesma religião! Têm que ficar insustentáveis nesta terra!

Eles são os únicos seres que não podem nem devem cumprir o preceito ecológico de se auto-sustentar.

O jornal “The Washington Post” trouxe esclarecedor matéria a respeito. Militantes contra o “aquecimento global” se mobilizaram para cortar a taxa de nascimentos de crianças nos EUA.

O sofisma arguido, com muito sabor de luta de classe de pobres contra ricos, diz que os países ricos deveriam desencorajar as pessoas que querem ter filhos.

domingo, 4 de setembro de 2016

Ônibus chinês ecologicamente correto: fraude símbolo

TEB-1 apresentado publicamente.
TEB-1 apresentado publicamente.
Luis Dufaur
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Autoridades chinesas apresentaram na cidade de Qinghuangdao, no norte do país, um ônibus-túnel que anda por cima dos carros. Na propaganda, o invento promete condução pública no nível da primeira classe das linhas aéreas.

O engenho foi concebido pela empresa Huaying Group, que no mês de dezembro daria início à construção de uma fábrica especializada na cidade de Zhoukou, no centro da China, para começar a produzir em 2017, noticiou “Clarin”.

Contudo, logo depois do bombástico lançamento e exibição do protótipo, todas as obras foram adiadas sem explicação convincente.

De fato, especialistas chineses objetaram que o ônibus-túnel é inviável e poderia tratar-se de mais uma fraude propagandística do governo socialista.

domingo, 28 de agosto de 2016

A Antártica está esfriando
e confraria alarmista procura escapatória

O gelo da Antártica está crescendo 1% cada década. A linha amarela indica a média da expansão invernal.
O gelo da Antártica está crescendo 1% cada década.
A linha amarela indica a média da expansão invernal.
Luis Dufaur
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Após o ciclo periódico de contração da superfície do Ártico ter atingido seu máximo e reiniciado a fase periódica de expansão, os semeadores de pânico verde como que se esqueceram desse polo.

Já não lhes servia para espalhar medos e especulações assustadoras sobre o não demonstrado “aquecimento global” produzido pelos homens.

Então, e sem se envergonharem, pularam de polo. Passaram a tentar impor seus medos antiprogresso e anticivilização espalhando que a Antártida estava derretendo. E, mais uma vez, por culpa do aquecimento planetário, do qual os seres humanos seriam os vilões!

domingo, 21 de agosto de 2016

Alimentos vendidos como “orgânicos”
não são melhores que os convencionais,
diz cientista dinamarquês

Bjorn Lomborg professor da Copenhagen Business School: a utopia e o marketing estão num lado, mas a realidade está no outro
Bjorn Lomborg professor da Copenhagen Business School:
a utopia e o marketing estão num lado, mas a realidade está no outro
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Nunca esquecerei quando, num minúsculo restaurante muito caseiro em Foz de Iguaçu, pude comer um frango deveras caipira! Nem das minhas delícias de criança devorando suculentos pêssegos num galho da plantação de um vizinho amigo.

Nem do entusiasmo com os peixes fritos numa praia do Uruguai, recém-descidos das barcas dos pescadores. Nem do “bife de tira” numa fazenda argentina. Nem... Nem...

Positivamente não sou de comida enlatada, congelada, repleta de conservantes, corantes, e muitas outras químicas incompreensíveis que enchem as prateleiras dos supermercados, inclusive dos melhores e mais caros.

Por isso, num primeiro momento meu movimento instintivo foi favorável à “comida orgânica”, apesar de seu preço inacessível para mim.

Resisti a prestar ouvidos a uma espontânea objeção: a turma verde apronta tantas que, quiçá, quiçá... nos sedutores produtos que oferecem, poderia haver “gato encerrado”, como diz o desconfiado espanhol.

Ainda quero sonhar. Mas sonho é sonho, e realidade é realidade.

E o reputado cientista Bjørn Lomborg me puxou para a realidade.

Ele também quer uma alimentação mais saudável. Mas foi estudar e descobriu, para meu pesar, que os “alimentos orgânicos” oferecidos como mais nutritivos, que fazem sofrer menos os animais e protegem o meio ambiente, são antes de tudo um golpe de marketing.

O professor adjunto da Copenhagen Business School explicou-o em artigo para o jornal londrino “The Telegraph”.

Ele contou que, em 2012, o Centro para uma Política Saudável da Universidade de Stanford, Califórnia, realizou a maior comparação já feita entre alimentos vendidos como “orgânicos” e os convencionais.

E a conclusão foi que não se encontrou “uma prova robusta de que os orgânicos sejam mais nutritivos”.

“Os estudos científicos não mostram que os produtos orgânicos sejam mais nutritivos nem mais seguros de que os convencionais”, insiste o estudo.

Tampouco que os animais criados em “granjas orgânicas” são mais saudáveis, e isto na maioria dos casos. Essa conclusão foi a mesma de um estudo de cinco anos feito nos EUA e referido pelo cientista dinamarquês.

Também o Comitê Científico Norueguês para a Segurança Alimentar não achou “diferenças no índice de doenças”: os “porcos e aves orgânicas podem ter mais acesso a áreas abertas, mas apresentam maiores índices de parasitas, fatores patógenos e predadores”.
A despeito da demonização, a agricultura orgânica usa largamente os pesticidas com licença legal.
A despeito da demonização, a agricultura orgânica
usa largamente os pesticidas com licença legal.

Nem mesmo as abelhas criadas “organicamente” passam melhor.

Lomborg aponta que a “agricultura orgânica” como ela é hoje não passa de um “produto” vendido para quem quiser comprar propaganda.

Afirma-se que consome menos energia, emite menos gases estufa, etc., etc. Porém requer uma área cultivável 84% maior e, no fim, acaba produzindo quase a mesma quantidade de gases-estufa, para mencionar um exemplo.

Para produzir organicamente os alimentos que consomem hoje, os EUA precisariam aumentar a área explorada numa extensão que equivale a erradicar os parques naturais e as reservas em 48 de seus Estados.

Alguém poderia objetar que os alimentos orgânicos pelo menos dispensariam os pesticidas. Mas Lomborg mostra que isso é um engano: a “agricultura orgânica” usa pesticidas “naturais” que ele menciona e que causaram doenças, incluída a leucemia, nos agricultores.

O cientista dinamarquês concede que os alimentos convencionais têm maior contaminação com pesticidas. Mas ela, sublinha, é muito reduzida.

A Divisão de Toxicologia do US Food and Drug Administration, concluiu que todos os resíduos de pesticidas convencionais poderiam causar 20 mortes anuais extras por câncer nos EUA.

Muito? Esse número é pálido se comparado ao impacto na mortalidade caso os EUA como um todo passarem para a “agricultura orgânica”.

O Prof. Lomborg explica esta conclusão, surpreendente à primeira vista.

O custo dessa transformação ficaria em algo como 200 bilhões de dólares anuais. Com esse dinheiro poderiam ser construídos hospitais, serviços de segurança social, escolas e infraestrutura, que teriam grande impacto na melhora das condições de vida e na redução das taxas de mortalidade.

As pesquisas apontam que uma redução do PIB em 15 milhões de dólares “estatisticamente” custa uma vida, porque na retração econômica a população gasta menos na saúde e reduz a compra de alimentos de boas marcas.

Em pratos limpos, nos EUA a transformação da produção alimentar convencional em “orgânica” matará 13.000 pessoas por ano.

Na Grã-Bretanha a mesma transformação custará anualmente 22 bilhões de libras esterlinas e mais de 2.000 mortos extras por ano.

A utopia agroecológica mal consegue se sustentar. A produção 'orgânica' atual apela para recursos que teoricamente aborrece mas são produtivos e dão muito retorno.
A utopia agroecológica mal consegue se sustentar.
A produção 'orgânica' atual apela para recursos
que teoricamente aborrece mas são produtivos e dão muito retorno.
Norman Borlaug, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz por impulsionar o fornecimento de alimentos em grande escala, gostava de insistir que “a agricultura orgânica em escala global deixaria dois bilhões de pessoas sem comida”, lembra Lomborg.

Essencialmente, o “alimento orgânico” como é oferecido hoje serve para as pessoas ricas se exibirem gastando seu dinheiro extra.

Da mesma maneira que o gastam em férias e divertimentos que as posicionam na elite do jet-set mundial, como se essa fosse uma categoria moral superior.

Em resumo, Lomborg diz que os “alimentos orgânicos” que se encontram por aí não são mais saudáveis, nem mesmo melhores. Aplicar a “agricultura orgânica” em grande escala custará dezenas de bilhões de dólares, multiplicará os danos ambientais, erradicará florestas globalmente e aumentará as mortes em muitos milhares.

A famosa estilista Vivienne Westwood, ambientalista ardida, exclamou com fastio que o pessoal que não consegue pagar “alimentos orgânicos” deveria “comer menos”.

Para Lomborg, esse slogan patenteia uma insensibilidade moral revoltante muito típica do jet-set verde. Quem está com fome ou não pode pagar a comida que precisa deveria ter acesso a alimento mais econômico.

E esse objetivo humano básico não será atingido com a “agricultura orgânica”.

Concluindo o artigo de Lomborg, fiquei tomado pela impressão de que nessa “agricultura orgânica” há “gato encerrado”. Algo que cheira a MST.

Voltei-me para uma coleção de iluminuras mostrando uma encantadora produção agrícola numa natureza digna de quadro de Fra Angélico: monges medievais transformando a natureza numa imagem do Paraíso.

E pensei: organicidade só é felizmente realizável onde há verdadeira moral. E voltei minhas costas para o marketing verde.


domingo, 14 de agosto de 2016

Livro denuncia montagem verde contra agricultores e pecuaristas

Richard Jakubaszko
Richard Jakubaszko
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




“Questões ambientais não são de causa antropogênica, ou seja, não foram causadas pela ação humana”: é o que concluiu o jornalista Richard Jakubaszko após longos anos de estudo e análise.

Ele expôs suas conclusões em substancioso livro: “CO2, aquecimento e mudanças climáticas: estão nos enganando?” (DBO Editores Associados, São Paulo, 2015, 287 páginas).

O autor explica que “depois de mais de 8 anos estudando a fundo quase todas as ‘acusações’ e ‘ameaças’ dos ambientalistas, em que um mosaico multifacetado de problemas devastadores são divulgados no dia a dia, especialmente através da mídia, acabei por me deparar diversas vezes com a aversão humana ao debate de ideias, manifestada por contestações”.

domingo, 7 de agosto de 2016

240 trabalhos científicos em seis meses
derrubam “consenso” sobre catastrofismo climático

A fotomontagem é cômica. A realidade é trágica. Quase um milheiro de trabalhos científicos sérios prova que não há consenso mas ambientalismo oficial finge que não sabe de nada, e impõe consenso!
A fotomontagem é cômica. A realidade é trágica.
Quase um milheiro de trabalhos científicos sérios prova que não há consenso.
Mas, ambientalismo oficial finge que não sabe de nada, e impõe consenso!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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No primeiro semestre deste ano (2016) foram publicados em jornais acadêmicos 240 trabalhos científicos, revistos por pares (ou revisão paritária, arbitragem ou peer-review), pondo em dúvida o “consenso” do “aquecimento global” atribuído a causas humanas. Em outras palavras, esse “consenso” não existe ou pertence ao mundo da fantasia. Confira a lista aqui.

Quase 250 trabalhos contestaram esse tabu do catastrofismo ecologista em 2014. Confira a lista completa aqui.

E em 2015 mais de 280 estudos também puseram em dúvida esse “consenso”, que só existe por imposição de governos e órgãos mundiais. Veja todos aqui.

É mérito do site NoTrickZone ter feito o paciente trabalho de coleta dos dados e formação de elencos com ementas.

Para o IPCC e governos como a administração Obama ou lulopetista, o “consenso” é um dogma que não pode ser discutido. A civilização deve ser enforcada com regulamentos socialistas baseados nesse dogma, a fim de combater hipotéticos danos que poderiam acontecer dentro de um século.

domingo, 31 de julho de 2016

O Sol anuncia: vem aí uma mini era de gelo

Explosões solares nas últimos três ciclos (1985-2015 em diante) estão diminuindo. Foto cortesia Dr. David Hathaway, NASA-MSFC.
Explosões solares nas últimos três ciclos (1985-2015 em diante) estão diminuindo.
Foto cortesia Dr. David Hathaway, NASA-MSFC.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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No dia 7 de julho (2016) o Sol ficou completamente ‘em branco’, o que quer dizer que não se observou nele mancha alguma de explosão solar.

O fenômeno não durou muito, mas foi suficiente para caracterizar a baixa atividade solar que os cientistas vêm observando nos últimos anos. O atual ciclo solar, o mais fraco do último século, corresponde ao 24º, desde que começaram os registros em 1755.

A diminuição não implica tragédia alguma, pois se inscreve no atual ciclo solar normal. Mas é um sinal de que o “mínimo solar”, ou período de baixa atividade do astro-rei, está se aproximando.

domingo, 10 de julho de 2016

“Barbárie científica”: chutes e distorções oficiais
sobre o CO2 no Brasil

A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2, mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2, criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
A vegetação em fase de crescimento é ávida consumidora de CO2,
mas não assim a vegetação adulta. Se se trata apenas de CO2,
criar novas plantações desmatando florestas "velhas" reduz o CO2 do ar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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“Barbárie científica” foi o título do artigo de Eduardo Castanho da SISFLOR (Instituto Sistema de Informações Florestais do Estado de São Paulo), que tem como objetivo difundir o conceito de agronegócio florestal sustentável.

A “barbárie” referida apareceu relatada em dois editoriais da “Folha de S. Paulo” a respeito dos gases de efeito estufa e seu possível efeito sobre as mudanças climáticas.

Os editoriais mostraram de modo explícito o equívoco científico em que a COP21 incorreu e ao qual temos nos referido extensamente no nosso blog. Confira: COP21

O fato é que a simples revisão das emissões brasileiras em ocasiões diversas mostrou uma decalagem de quase um terço (28,6%) entre um resultado e outro.

Esse número implica uma margem de erro de um terço do total das emissões brasileiras. Em outros termos, o “erro” teria sido de mais de 300 milhões de toneladas de CO2, algo equivalente ou igual ao total das emissões de um país como a França.

domingo, 3 de julho de 2016

Ambientalistas e Putin
aliados contra Ocidente

Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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política internacional,
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Quando, em junho de 2014, o ex-secretário geral da NATO Anders Fogh Rassmussen denunciou que a Rússia estava financiando o movimento anti-fracking no Ocidente, a gritaria dos militantes ambientalistas foi geral.

Órgãos da mídia e políticos tidos como sisudos julgaram ser uma aliança contra natura.

Porém, uma investigação levada adiante pela Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance revelou aquilo que o movimento verde não queria que fosse revelado. Steve Komarnyckyj fez um apanhado para a agência Euromaidan.

Uma fundação, a Sea Change, canalizava os financiamentos provenientes do círculo mais íntimo de Putin para três grandes grupos ambientalistas: o Sierra Club, o National Resources Defense Council e a League of Conservation Voters.

Em troca, o movimento verde ecoava largamente a propaganda russa em favor da invasão armada da Ucrânia. O site Resistência Popular, dos ativistas verdes Margaret Flowers e Emanuel Sferios, foi característico.

domingo, 26 de junho de 2016

Transgênicos são saudáveis como os outros alimentos, diz Academia das Ciências dos EUA

Produção de milho no Brasil aumenta com OGM sem danos para a saúde e com melhora para a população.
Produção de milho no Brasil aumenta com OGM
sem danos para a saúde e com melhora para a população.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O maior estudo sobre o impacto dos organismos geneticamente modificados (OGM), feito pela Academia Nacional de Ciências dos EUA, acaba de concluir que essas plantas são indistinguíveis das demais e que não há nenhuma prova de que tenham um impacto negativo sobre a saúde das pessoas, noticiou o jornal espanhol “El País”.

A Academia Nacional de Ciências, Engenharia e Medicina, principal órgão consultivo dos EUA em assuntos científicos, não encontrou provas conclusivas de que esse tipo de variantes agrícolas cause problemas ambientais.

Reconhece, entretanto, que a resistência dos transgênicos a certos herbicidas está causando “um grande problema agrícola”, porque outras plantas e insetos estão desenvolvendo imunidade aos herbicidas usados nos campos de OGM. Mas pode-se esperar solução para esse problema.