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domingo, 18 de dezembro de 2011

Brasil cada vez mais apontado como vilão da ecologia da Terra

COP-17: muita expectativa da mídia, mas frustração final

Em Durban, África do Sul, mais uma conferência mundial, a COP-17, tentou impor uma meta ambientalista radical aos 200 países participantes. Mas, a reunião que começara desanimada acabou apenas nas promessas.

As medidas efetivas ficaram para um acordo vinculante que, em tese, deveria ser aprovado em 2020. A imprecisão das promessas fez que muitos qualificassem a reunião de fiasco.

O Protocolo de Kyoto foi prolongado, a questão é saber quem o cumpre bem e, na ótica ambientalista, falta torná-lo compulsório e aplicado por uma autoridade supra-nacional.

domingo, 11 de dezembro de 2011

O infanticídio é "cultura"? Ambigüidades na interpretação do "desenvolvimento sustentável"

Infanticidio. Esta é a "cultura ecológica" por excelência?
 Quando bem analisada, a religião “verde” não é tão contraditória quanto à primeira vista pode parecer

Para ela, o homem civilizado – e com maior razão cristão – é um ser malfazejo. Um comentário contrário ao nosso blog "Verde: a cor nova do comunismo" defende que “depredar e destruir não faz parte da natureza nem dos lobos nem de nenhum outro animal. O homem é o único ser que destrói o que o sustenta; a verdade é que a raça humana se tornou uma praga”.

A tese não é original. É até um chavão do ecologismo radical.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Ursos polares em “perigo de extinção”
se multiplicam, depredam e matam

Horatio Chapple, 17, foi morto pelo urso polar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O urso polar é um dos mais belos animais da Criação, mas também dos mais perigosos.

Uma errônea propaganda ecologista os apresenta como fofos bichinhos de estimação. O erro tem custado pernas e braços a ingênuos visitantes de zoos do mundo.

Acresce que o ambientalismo obteve que fossem declarados “em perigo de extinção”, e ficaram quase intocáveis.

Porém em Longyearbyen, capital do arquipélago de Svalbard, ainda ecoa o último ataque de um urso branco.

Ele invadiu na madrugada um acampamento de estudantes britânicos, matou um e feriu gravemente mais quatro. Os jovens estavam fazendo “turismo de aventura”.

Acampamento atacado
Horatio Chapple, 17, dormia com dois colegas numa barraca quando o urso apareceu e o estraçalhou.

“Nunca tivemos um ataque com tanta gente envolvida”, disse o vice-governador de Svalbard, Lars Erik Alfheim, que conduz a investigação.

O urso assassino foi um macho faminto de 250 kg. Os ursos-brancos costumam caçar focas e outros grandes animais marinhos, despedaçando-os com ferocidade.

Alfheim tentou tranqüilizar os turistas dizendo que “os ataques mais comuns são a cientistas”, como se isso afastasse a preocupação.

O problema é que, nos últimos anos, os ursos proliferaram muito e ficam girando pela periferia de Longyearbyen, a capital regional.

Ursos polares devoram uma presa
É difícil encontrar um morador que não tenha uma história ameaçadora de um “isbjorn” (literalmente “urso do gelo”, em norueguês) para contar.

Ainda neste verão do Hemisfério Norte um deles entrou no aeroporto local.

O governo norueguês vem alertando para os perigos envolvidos com o ingresso desses ursos em zona urbana.

O problema é que essas feras protegidas já são 3.000 em Svalbard, enquanto a população é de apenas 2.000 seres humanos.

Os habitantes do arquipélago não partilham o sentimentalismo da propaganda ambientalista.

“Em média três são mortos a tiros por ano em legítima defesa”, afirmou o biólogo Jon Aars, do Instituto Polar da Noruega, à “Folha de S.Paulo”.


domingo, 27 de novembro de 2011

China e sua intoxicação ambiental será “prova dos noves” da Rio+20

Hengshui: o "rio do câncer"

O rio Hengshui, que atravessa a pequena cidade Shangba, na província de Guangdong, no sudeste da China, carrega um coquetel de produtos químicos, como cobalto, mercúrio e cádmio, que causou 270 mortes por câncer de estômago e das vias aéreas entre 1976 e 2005.

Para piorar, é a única vila do país onde a taxa de natalidade já chegou a ser mais baixa que a de mortalidade. Morrem mais dos que nascem, segundo noticiou Terra.

Zhang Lihua, 57, perdeu o avô paterno e a avó materna por causa do “rio do câncer” e atravessá-lo lhe causa pavor.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Agricultura = guardiã do meio ambiente





Entrevista da Globo Rural com Evaristo Eduardo de Miranda, agrônomo e ecólogo, coordenador da Secretaria de Acompanhamento e Articulação Institucional da

Presidência da República



Janice Kiss

"Ainda existe o mito de que a agricultura é uma devoradora de espaços, engolindo florestas e cerrados"

Evaristo Eduardo de Miranda se preocupa com a relação entre agricultura e meio ambiente há pelo menos três décadas, quando passou a integrar a equipe da Embrapa Monitoramento por Satélite, em Campinas (SP), da qual foi chefe geral.

Agrônomo e ecólogo pela Universidade de Montpellier, na França, ele percebeu a importância da sustentabilidade no agronegócio antes do tema tornar-se recorrente.

domingo, 9 de outubro de 2011

Ambientalismo: o clima não muda? Falsifiquemos os mapas!

Groenlândia, o mapa antes e depois da fraude
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O reputadíssimo Times Comprehensive Atlas of the World representou na sua 13ª edição, do ano 2011, a Groenlândia como tendo perdido 15% (em relação a 1999) da cobertura de gelo perene que ocupa 84% daquela imensa ilha.

Eminentes cientistas acusaram o Atlas de falsificar o mapa da Goenlândia para encaixá-la no esquema dos supostos efeitos do “aquecimento global”, noticiou “The Guardian” de Londres.

O mapa da 13ª edição mostra vastas áreas da costa leste e sul da Groenlândia coloridas de modo a sugerir que 300.000 km2, ou 15% da cobertura de gelo do território, perderam-se nos últimos 12 anos.

Sete membros do Instituto de Pesquisa Polar Scott, da Universidade de Cambridge, apoiaram os protestos de especialistas em glaciares dos EUA, Europa e praticamente do mundo todo, no sentido de que o mapa fornecido estava errado.

Cumpre observar que no protesto há cientistas de um lado e de outro da polêmica sobre o “aquecimento global” e as mudanças climáticas.

O Atlas "ecologicamente correto"
O jornal parisiense “Le Figaro” observou que este é um indício de que a comunidade científica mundial está muito mais prevenida contra os alarmismos extra-científicos após o escândalo do Climagate.

Em carta aos editores do Times Atlas, embora concordem que houve uma tal ou qual redução do gelo, os cientistas de Cambridge escrevem que “uma diminuição do 15% da capa de gelo permanente, desde a publicação da edição anterior há 12 anos, é incorreta e enganosa... imagens de satélite recentes deixam claro que de fato há ainda numerosos glaciares e gelos perenes lá onde o novo Times Atlas mostra a aparicão recente de terras livres de gelo”.

A diminuição real do gelo, segundo esses cientistas, foi aproximadamente de 0,1% em 12 anos.

Contrariamente à opinião dos cientistas, os editores do Atlas defenderam que “esta é a prova concreta de como as mudanças climáticas estão alterando o rosto do planeta, e está fazendo isso num ritmo alarmante e cada vez mais acelerado”.

O jornalista James Delingpole, do “The Telegraph” de Londres, mostrou que o alarmismo professado pelos editores do Atlas chegou ao ponto de suprimir os países-arquipélago Tuvalu e Maldivas, além de grandes partes de Bangladesh, com o objetivo de induzir à “verdade emocional” das “mudanças climáticas causadas pelo homem”.

David Rose, portavoz do Times Atlas, justificou a supressão dizendo: “Pode ser que não seja estrita e geograficamente exato dizer que as ilhas Maldivas e Tuvalu desapareceram definitivamente nestes dez anos, mas vocês não vêem a imagem do gabinete das Maldivas realizando sua reunião embaixo da água?”. E apontou para uma foto publicitária de uma suposta reunião subaquática (ver foto embaixo).

Montagem fotográfica é "verdade científica"?
“Se o governo das Maldivas diz que seu país está afundando, – continuou o portavoz na maior sem-cerimônia – as Maldivas devem estar afundando. Francamente eu acho desprezível o que os negacionistas andam dizendo, de que este é um golpe publicitário aprontado pelo ativista verde Mark Lynas para pressionar a comunidade internacional a dar mais dinhero às Maldivas enquanto atraem Trapaceiros verdes que gastam 1.500 libras esterlinas por noite em hotéis e residências montadas sobre palafitas folheadas a ouro e com eco-toilettes recicláveis feitas com terras raras da China. Por que um governo haveria de nos mentir sobre algo tão sério como a ‘mudança climática’”? acrescentou, impávido, o portavoz do Atlas falsário.

David Rose completou: “Eu sei do que eu estou falando. Se não acreditam em mim, perguntem a meu amigo Johann Hari, que me ensinou tudo o que eu sei sobre a primazia da ‘verdade emocional’ sobre a ‘verdade objetiva’. Eu estou satisfeito porque esta é uma visão do mundo que é partilhada por meus colegas do Times Comprehensive Atlas Of The World. Eles acham que os mapas representando formas geográficas precisas pertencem à Era Vitoriana, em que crianças faziam de limpa-chaminés. Nós agora precisamos de mapas que mudem o mundo, transformando-o em algo que agora não é, mas que um dia acabará sendo se nós não agirmos AGORA!”.

Em poucas palavras, falsifiquemos os mapas para ver se por essa via levamos nossos leitores para onde queremos.

Toda uma aula sobre um dos métodos empregados pelo ambientalismo para inocular subrepticiamente suas visões ideológicas preconcebidas!



domingo, 2 de outubro de 2011

Feijão transgênico garante alimentação segura ao Brasil, mas ambientalistas não gostam e desinformam o País

 Francisco Aragão, pesquisador da Embrapa 
O engenheiro agrônomo Francisco Aragão, pesquisador da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), foi homenageado por outros cientistas no congresso da Anbio (Associação Nacional de Biossegurança), realizado em Joinville (SC).

Ele é o especialista responsável pela liberação do feijão transgênico, aprovado pelo CTNBio (Comissão Técnica Nacional de Biossegurança) no dia 15 de setembro.

Isso possibilitará que em 2014 o país tenha o primeiro plantio livre de um vírus que provoca a perda de 90 mil a 280 mil toneladas de feijão por ano − o país produz 3,5 milhões de toneladas.

domingo, 18 de setembro de 2011

Estudo afunda mito do “aquecimento global de origem humano”

James Delingpole
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Uma equipe de cientistas do CERN, um dos máximos institutos mundiais dedicados ao estudo das partículas, definiu a causa determinante do aquecimento da Terra, registrou o escritor, jornalista e radialista James Delingpole comentando importante relatório recentemente dado à luz pelo instituto.

Parafraseando uma expressão carregada da vulgaridade socialista, e originalmente atribuída ao então presidente americano Bill Clinton, Delingpole resumiu o resultado do sisudo trabalho: “it's the sun, stupid”.

O físico dinamarquês Henrik Svensmark defendia há muito que as mutações relevantes na temperatura da Terra se devem antes de tudo à influencia dos raios solares.

O Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion da Universidade Federal de Alagoas ‒ UFAL também vinha demonstrando com grande sapiência ser o sol o regulador do aquecimento, ou arrefecimento da Terra, e não a atividade humana. Esta tem influencia ínfima nessas mutações.

CERN recebendo visitas. Foto: CERN
Para Delingpole, o desfazimento do mito do “aquecimento global antropogênico” trará uma economia de trilhões de dólares que teriam sido gastos a toa si se tivesse seguido os apocalípticos apelos de figuras como o senador americano Al Gore ou o Painel Internacional para as Mudanças Climáticas ‒ IPCC.

Lawrence Solomon, diretor de Energy Probe agência ambientalista do Canadá, explica que segundo a pesquisa do CERN ‒ denominada CLOUD experiment e publicada em Nature ‒ os raios solares e não a atividade humana constituem o fator determinante do clima da Terra.

Esta evidência que qualquer trabalhador agrícola do planeta conhece por experiência própria era negada pelo alarmismo “verde” manipulando dados científicos.

Foi, portanto, muito oportuno que um organismo hiper-prestigioso como o CERN desmentisse essas manipulações.

Lawrence Solomon
O CERN (European Organization for Nuclear Research) é um dos maiores centros mundiais de pesquisa. Ele engaja 8.000 cientistas de 60 países e mais de 600 universidades e laboratórios nacionais.

O CERN criou o conceito de World Wide Web (o famoso www. presente nos endereços da Internet), construiu o multimilionário projeto do Large Hadron Collider na Europa, e está à testa universal do estudo do comportamento das partículas.

O Diretor Geral do CERN Rolf-Dieter Heuer tal vez percebendo o impacto negativo para o mito do “aquecimento global de origem humano” disse a Die Welt Online que pediu a seus colegas de não interpretarem os resultados, expostos em linguagem altamente técnica, como corresponde nestes casos.

Porém cientistas não comprometidos pela proibição logo “traduziram” para os leigos na matéria os resultados dos estudos e os disponibilizaram em numerosos sites da Internet.

Esses cientistas também sublinharam o estranho empenho do diretor do CERN em abafar a difusão do resultado dos trabalhos. Aliás, não é de se espantar tanto assim, os “cavaleiros do Apocalipse” aquecimentista apelam a métodos ainda menos escrupulosos.

Segundo Lawrence Solomon, a iniciativa de cientistas do Danish Space Research Institute que está na origem do CLOUD experiment demorou uma década para obter que as autoridades do CERN aprovassem o início do trabalho.

Essas autoridades simpatizavam com a teoria do “aquecimento global de origem humano” e parecem ter percebido o abalo que causaria.

A teoria enviesada do “aquecimento global antropogénico” dá azo a uma espécie de ditadura universal espécie de substitutivo para o fracassado projeto de governo planetário dirigista, à la URSS, objetivo que excede à ciência.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Catastrofistas silenciam.

Infográfico comparativo dos aquíferos Alter do Chão e Guaraní
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em post anterior, vimos que quando a natureza se faz ouvir – sempre pela via dos fatos, e não das teorias – em matérias relativas à ideologia verde, fala pesado.

E ela o fez de novamente por ocasião de uma descoberta que nos enche de satisfação.

Ainda não ouvimos dizer que esta nova riqueza natural tenha causado alegria nos arraias do ambientalismo catastrofista, dos ecolo-fanáticos ou dos comuno-missionários.

Trata-se de uma jazida fabulosa... de água doce!

Mas como? Esses “verdes” não estão preocupados sinceramente com a falta de água doce que, segundo eles, ameaça o futuro do planeta?

Eles não deveriam ser então os primeiros a manifestar alívio e distensão para as suas preocupações com a descoberta?

Silêncio incomodado, burburinhos – talvez a Terra seja uma “cética” –, e voltam ao realejo: a Amazônia e o planeta vão desertificar, etc., etc.

Deixemos de lado esse pessimismo e vejamos a boa notícia:

Pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), segundo informou Ultimo Segundo, descobriram o que seria o maior aquífero do mundo.

A imensa reserva subterrânea sob os Estados do Pará, Amazonas e Amapá tem o nome provisório de Aqüífero Alter do Chão ‒ em referência à cidade de mesmo nome, centro turístico perto de Santarém.

Lago Superior na América do Norte em foto da NASA:
superfície do maior lago de água doce do mundo
é cinco vezes menor que o aquífero descoberto no Norte
“Temos estudos pontuais e vários dados coletados ao longo de mais de 30 anos que nos permitem dizer que se trata da maior reserva de água doce subterrânea do planeta.

“É maior em espessura que o Aquífero Guarani, considerado pela comunidade científica o maior do mundo”, assegura Milton Matta, geólogo da UFPA.

A capacidade do aqüífero não foi ainda inteiramente estabelecida. Os dados preliminares indicam que ele possui uma área de 437,5 mil quilômetros quadrados e espessura média de 545 metros. “É menor em extensão, mas maior em espessura do que o Guarani.”

Observamos que o maior lago do mundo é o Lago Superior, na fronteira dos EUA com o Canadá. Ele tem uma superfície de 82 mil quilômetros quadrados e uma profundidade média de 149 metros.

O novo aquífero, portanto, supera em cinco vezes a superfície do maior lago de água doce do mundo e em 3,65 vezes a sua profundidade média.

Veja novos dados em: Amazônia tem “oceano subterrâneo” de água doce 
Também: A Amazônia fala pesado e desmente o ecologismo alarmista 


O Mar Cáspio, considerado lago, porém de água salgada, com seus 371 mil quilômetros quadrados, também fica atrás. Como também uma porção de outros mares de água salgada famosos e cheios de história.

Estima-se que o Aquífero Guarani contenha 45.000 quilômetros cúbicos de água ou 45 quatrilhões de litros (4512 litros).

Porém, o Aquífero Alter do Chão contém por volta de 150 quatrilhões de litros, o que daria para abastecer o planeta por pelo menos 250 anos, segundo o professor do Instituto de Geociência da UFPA Francisco Matos.

Matta, prossegue a informação, cita a porosidade da rocha em que a água está depositada como um dos indícios do potencial do reservatório.

“A rocha é muito porosa, o que indica grande capacidade de reserva de água. Além do mais, a permeabilidade ‒ a conexão entre os poros da rocha ‒ também é grande.”

Lago  Baikal na Rússia:
maior lago de água salgada do mundo
tem menos água que o aquífero do Norte brasileiro
Segundo ele, apesar de as dimensões da reserva não terem sido mapeadas, sai do aquífero a água que abastece 100% de Santarém e quase toda Manaus. “A vazão dos poços perfurados na região do aquífero é outro indício de que sua reserva é muito grande”, afirma Matta.

Para o geólogo Ricardo Hirata, do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, a comparação com o Guarani é interessante como referência, mas complicada.

“O Guarani é um aquífero extremamente importante para o Brasil e para a América Latina, mas não é o maior do mundo. Há pelo menos um aquífero, na Austrália, que é maior que o Guarani”, contesta.

Se havia dúvidas sobre onde está o maior aquífero do mundo, o novo achado as resolve verdadeiramente pelo lado mais profundo.

Os radicais do ecologismo manifestarão pelo menos um pouco de agrado com esta descoberta?

Porão de lado, ainda que passageiramente, suas habituais profecias sombrias e seu ceticismo crônico sobre o futuro da Terra, de nossa civilização e do nosso Brasil?



domingo, 28 de agosto de 2011

A Amazônia desmente mito ecologista da Terra se desertificando por falta de água doce

Rio Amazonas, vista aérea de um aspecto
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Com uma frequência que pode chegar até a saturação chega até nós o insistente “slogan”: a água doce é um bem escasso; pior ainda: está se esgotando.

Por vezes chega-se ao paroxismo de anunciar que a Amazônia caminha à desertificação. E num extremo de descontrole, alguns exacerbados espalham o pânico irracional de a Terra toda transformada num planeta desértico como Marte ou a própria Lua.

Visando atemorizar, muitas vezes manipula-se fatos restritos a uma região, astuta e indevidamente estendidos a todo o planeta com insinuações, jogos de palavras, imagens, ou falta de respeito pelo leitor.

Outras vezes se apela a fenômenos temporários, sazonais ou cíclicos que com as mesmas astúcias são extrapolados para um futuro remoto ou indefinido sempre catastrófico.

Cientistas ponderados se empenham em refutar esses alarmismos.

Mas, também a própria natureza e o desinteressado trabalho humano se encarregam de desmentir os boatos de origem ideológica.

Rio Amazonas, visto desde satélite
Em recente edição, a Campanha da Fraternidade fez finca-pé no slogan da “água doce escassa”. Para isso apelou aos slogans e boatos outrora espalhados pelo agora silencioso senador Al Gore e pelo IPCC.

Entre os mais recentes desmentidos da natureza ao rumor da água doce que está acabando e da Amazônia que está virando um novo Saara, está a descoberta de, nada mais e nada menos, um outro Amazonas correndo embaixo do já conhecido maior rio do mundo!

Eis a informação reproduzida por UltimoSegundo em 25/08/2011 e que dispensa comentário:

Rio de 6 mil km é descoberto embaixo do Rio Amazonas

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6 mil quilômetros de extensão que corre embaixo do Rio Amazonas, a uma profundidade de 4 mil metros.

Os dois cursos d’água têm o mesmo sentido de fluxo ‒ de oeste para leste ‒, mas se comportam de forma diferente.

A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.

Fluidos que se movimentam por meios porosos ‒ como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica ‒ costumam produzir sutis variações de temperatura.

Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.

O dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio.

Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de Rio Hamza.

Características

Infográfico publicado junto com a informação citada
A vazão média do Rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3 mil m3/s ‒ maior que a do Rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s.

Para se ter uma idéia da força do Hamza, quando a calha do Rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.

As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d’água dos dois rios.

Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros.

Por outro lado, a s águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.

Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície.

Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.

P.S.: pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) fizeram uma outra descoberta de água doce que superaria a do rio Hamza. Dedicaremos próximo post a esse feliz achado.


Veja novos dados em: Amazônia tem “oceano subterrâneo” de água doce 
 
Também: Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Catastrofistas silenciam
 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Esvaziamento da “lei Muwaji”: triunfo da “religião verde” anti-humana

Infanticidio. Esta é a "cultura ecológica" por excelência?
 Quando bem analisada, a religião “verde” não é tão contraditória quanto à primeira vista pode parecer

Para ela, o homem civilizado – e com maior razão cristão – é um ser malfazejo. Um comentário que recebemos e publicamos em nosso blog defende que “depredar e destruir não faz parte da natureza nem dos lobos nem de nenhum outro animal. O homem é o único ser que destrói o que o sustenta; a verdade é que a raça humana se tornou uma praga”.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Lobos fazem estragos recorde na França mas são “espécie protegida”

Os lobos chegaram às portas da grande cidade da neve de Grenoble e não param. Numerosos ataques atingiram rebanhos de ovelhas em Revel, La Combe-de-Lancey et Sainte-Agnés, são algumas cidades mais prejudicadas, escreveu o diário de Paris “Le Figaro” .

Desde o início do ano 17 ataques de lobos ferozes mataram 58 animais. No ano passado “só” houve 9 ataques e 12 animais mortos.

“Isto terá conseqüências desastrosas para a economia da região montanhesa”, dizem os pastores.

domingo, 31 de julho de 2011

Raposa/Serra do Sol estadeia a miséria e a injustiça da “religião verde”

Curiosa “religião” é a “verde”. Ela não visa tanto um “deus”, exceção feita da “deusa” Mãe Terra, ou Gaia.

Ela visa um mundo estranho para quem conhece a natureza e a vida real. Entretanto, segundo seus mais cegos adeptos, a tribo indígena é o modelo para o século XXI.

Para essa “religião”, as grandes aglomerações urbanas, a civilização de consumo, a prosperidade, representam o passado, a decrepitude e a morte. Enfim, tudo quanto deve desaparecer.

CNBB usa várias extensões para promover a utopia comuno-missionária
Essa “religião”, no Brasil, é espalhada pelo que há de mais moderno na atividade missionária católica. Quer dizer, dos missionários que se proclamam em dia com a Igreja-Nova, pós-conciliar.

domingo, 24 de julho de 2011

Javalis destroem: chegou a hora da caça. Mas chegou mesmo?

A “Folha de S.Paulo”, domingo 24 de julho de 2011 informa que “Javalis destroem lavouras de milho e soja do oeste de SC”.

Segundo o diário paulista:

“javalis estão destruindo lavouras de milho e soja do oeste de Santa Catarina. Cerca de 200 famílias que vivem próximas ao Parque Nacional das Araucárias já tiveram prejuízo, segundo a Prefeitura de Ponte Serrada (494 km de Florianópolis).

Prof. Molion: não há "aquecimento global", mas esfriamento

CLIQUE NA FOTO PARA VER O DEBATE

O Prof. Luiz Carlos Baldicero Molion, do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas rebateu os falsos mitos sobre o inexistente "aquecimento global".

Foi em memorável debate no Canal Livre, da Band, Brasil, 29 novembro 2010.




domingo, 17 de julho de 2011

Malabarismos para provar que o mundo aqueceu não aquecendo

Poluição chinesa "salvou o planeta" do "aquecimento global"?
Foto: fábrica em Caijing

Não há aquecimento global desde 1998. 

Não é só a ciência empírica que o afirma, está nos próprios e-mails dos arautos do próprio “aquecimento global” de origem humana, pegos de surpresa pelo escândalo do Climagate.

Kevin Trenberth, chefe da Climate Analysis Section no USA National Center for Atmospheric Research escreveu em 2009 a Michael Mann, da Pennsylvania State University:

domingo, 10 de julho de 2011

Prof. Zander Navarro e a ciência manipulada pelo ambientalismo

Luis Dufaur
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Zander Navarro, 59, sociólogo e professor na Universidade Federal do Rio Grande do Sul‒ UFRGS, que entre 2003 e 2010 foi professor e pesquisador no Instituto de Estudos sobre o Desenvolvimento, na Inglaterra, publicou matéria na Folha de S.Paulo deplorando o abuso do nome da ciência para perturbar o crescimento do País.

O autor há tempo perdeu esperanças na reforma agrária socialista e confiscatória cujo movimento mais emblemático é o MST, do qual deixou de ser um apoiador entusiasta e hoje critica.

Desde um outro ângulo, no nosso blog vimos denunciando que por trás desses abusos da ciência trabalha a fracassada ideologia socialista.

Hoje, cada vez com menos adeptos, ela tenta impor sorrateiramente sua agenda. Para isso a pinta de verde, e traveste seus velhos grupelhos de agitadores em ONGs falsamente ambientalistas.

“Desde os anos 90, prenunciando sombrios impactos futuros, têm sido rebaixados os papéis da ciência e dos cientistas, escreveu o professor Navarro.

“Curiosa regressão, pois ocorre quando o país ostenta uma legião de especialistas em todos os campos, com inéditos níveis de aperfeiçoamento científico.

“São movimentos insidiosos, que vão corroendo as práticas de pesquisa, instaurando um populismo que se pretende científico.

“E são tendências graves, pois usam fundos da sociedade; muitas autoridades sancionam essa ação destrutiva, o que confunde socialmente. No limite, deseduca e distorce o valor universal da ciência.

"Transgênicos para Quem?",
lançamento na UFPR,
Foto Rodrigo Juste Duarte
“Cito três exemplos. Primeiramente, a publicação ‘Transgênicos para Quem?’, lançada com fanfarra em cinco cidades.

“É livro que não resistiria a nenhuma análise, pois reúne um amontoado de fantasias ideológicas, sem nenhum lastro factual.

“Um deplorável panfleto financiado com fundos públicos. E reacionário, por ser este um tema vencido em nossos dias.

“Em segundo lugar, o recente documento da SBPC [Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência] e da ABC [Academia Brasileira de Ciências], que pretenderia se contrapor à mudança do Código Florestal.

“Assinado por respeitáveis cientistas, seu arrazoado deveria iluminar a controvérsia sobre o novo Código. Mas não: o texto parece ter sido feito às pressas. Ao fim e ao cabo, uma intervenção inútil, ainda se arvorando como representativa da comunidade científica.

“Finalmente, registre-se a audiência pública destinada à discussão de uma notável conquista da ciência brasileira, uma variedade transgênica da Embrapa que permite controlar uma das maiores ameaças à produção de feijão, causada por um vírus.

Menos alimento e mais controle social(ista)
“Um feito digno de manchetes, que nos enche de orgulho.

“Mas a audiência foi circense, pois ONGs e o representante do Consea, ligado à Presidência, carnavalizaram o evento, com argumentos infantis e ostensivamente anticientíficos.

“Ficam as perguntas que os brasileiros precisam responder: queremos o conhecimento científico? A ciência é inimiga do povo?

“Continuaremos atacando os cânones da produção do conhecimento e propondo ‘alternativas’, como se tudo aquilo feito no restante do mundo fosse errado? E o que dizer de tantos absurdos patrocinados com recursos públicos?

“Quando debateremos com transparência e sem intimidação os rumos da ciência brasileira?”

domingo, 3 de julho de 2011

Ecoterrorismo: extravagância e violência para que radicais pareçam “moderados”


Daniel Andreas San Diego, líder ambientalista radical, responsável por atentados com bomba às sedes da multinacional farmacêutica Chiron e da indústria de suplementos nutricionais Shaklee, na Califórnia, é um dos dez terroristas mais procurados pelo FBI.

domingo, 19 de junho de 2011

Empresa mineira pretende vender insetos para consumo humano

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








A empresa mineira Nutrinsecta pediu ao governo estadual, ao Ministério da Agricultura e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) certificação de que os insetos que ela produz para ração animal também podem ser consumidos por seres humanos.

A aprovação era aguardada para junho e será comemorada pelos grupos ambientalistas que pregam que a carne de gado de criação “aquece o planeta” e por isso deve ser substituída e cessar de ser produzida.

Ainda que possa parecer improvável, o movimento verde trabalha pelo fim do consumo de carne, que seria trocado pelo de insetos.

A Nutrinsecta acha que a aprovação oficial servirá de atestado de qualidade. “Eu não seria capaz de comer uma barata, mas já experimentei larvas de besouro fritas e achei gostoso”, disse Luiz Otávio Pôssas Gonçalves, criador da empresa, à revista “Época”.

Segundo a revista, “quanto a levar baratas à mesa, Pôssas reconhece que há uma ‘barreira cultural’.”

Mas, é esta barreira de horror cultural instintiva que o movimento ambientalista radical quer extirpar. Para isso é necessária uma campanha para produzir uma mudança de fundo do modo de sentir dos brasileiros.

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) incentiva oficialmente a inclusão de insetos na dieta humana. O repugnante hábito é chamado de entomofagia.

“Os insetos têm vantagens sobre animais convencionais, incluindo um alto nível de proteína, vitaminas e minerais. Além de um sabor único”, afirma Arnold van Huis, entomologista da Universidade Wageningen, na Holanda, e um dos principais arautos do consumo de insetos nojentos por gente, financiado pela FAO.

De acordo com a bióloga mexicana Julieta Ramos Elorduy, a pressão aumentará para favorecer o hábito de comer insetos repulsivos.

Para a FAO, até 2050 o consumo global de carne deverá dobrar e esse alimento se tornará mais caro, raro e “luxuoso”.

Esse alarmismo participa de muitos outros de origem ambientalista e que acabaram se revelando meros instrumentos de propaganda ideológica radical.

Os produtores rurais brasileiros já demonstraram largamente sua capacidade de multiplicar a produtividade. Imensas áreas do território nacional ainda estão disponíveis para a exploração da pecuária.

Porém, os mesmos zelotes “verdes” que querem nos fazer comer insetos, trabalham ativamente para que essas terras nunca entrem na produção.


segunda-feira, 13 de junho de 2011

“Pepinos assassinos”: quando o “ecologicamente correto” toca na realidade

Paciente infectado com E.coli, Alemanha
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








A imprensa abundou em informações sobre a crise gerada na Europa pelos mal chamados “pepinos assassinos”, “concombres tueurs”, e outros apelativos criados pela fantasia do sensacionalismo publicitário.

No ponto de partida encontra-se uma epidemia da perigosa bactéria Escherichia coli (E.coli, abreviadamente), que causou 35 mortes e intoxicou 3.000 pessoas, especialmente na região de Hamburgo, Alemanha.

A velha e perigosa E.coli é talvez a bactéria mais estudada pelos homens (cfr. Wikipedia). Ela é muito conhecida pelos seus efeitos letais ou gravemente danosos para o homem, exigindo especiais prevenções de tipo fito-sanitário.

A Alemanha pôs a culpa nos pepinos espanhóis, incluindo os “orgânicos” e “ecologicamente corretos”. Os germânicos são famosos pelo seu zelo em controlar a saúde alimentar e favorecer as culturas “orgânicas”, mais “verdes” e menos agro-capitalistas.

A denúncia alemã gerou graves danos aos produtores espanhóis, causando-lhes prejuízos na ordem de 400 milhões de euros.

Restaurante não serve pepinos, tomates e alface. Luebeck, Alemanha
Mas, como os “pepinos contaminados” não apareciam, a culpa foi então passando para os tomates e alfaces. A histeria levou restaurantes a anunciar que não forneceriam refeições com esses vegetais.

A suspeita se estendeu a produtos da França, Holanda e Itália.

A União Europeia exigiu da Alemanha que parasse de dar alarmes, pois os mesmos estavam se revelando falsos e danosos para o comércio e criando animosidade recíproca entre os europeus.

A propaganda “verde” mal conteve seu regozijo ante mais esta má consequência da agricultura que utiliza métodos agroindustriais.

Mas o equívoco não durou muito.

Brotos de feijão de granja orgânica espalharam a bactéria
Afinal, segundo informou o jornal francês “Le Figaro”, as autoridades sanitárias alemãs declararam confirmada a fonte da difusão da bactéria letal: brotos de feijão produzidos pelo Gärtnerhof, uma granja de alimentos “orgânicos” ecologicamente corretos localizada em Bienenbüttel, na Baixa-Saxônia.

Entretanto o produtor não será punido, pois verificou-se que obedecia a todas as normas legais, informou a agência Reuters.

“Foram os brotos de feijão”, declarou Reinhard Burger, diretor do Instituto Robert Koch (RKI), em conferência de imprensa convocada em Berlim pelos três institutos sanitários federais responsáveis pela investigação.

A Alemanha ouviu com pasmo a confirmação de que as bactérias provinham de uma unidade de produção “biológica”, pois acreditava um pouco ingenuamente que os produtos “bio” estão como que livres de todo mal.

Bactéria cresceu em granja orgânica
A propaganda ideológica “verde” havia deformado a opinião pública alemã.

As bactérias – como a E.coli – existem e matam. Como também matam muitos outros fatores adversos que se encontram no planeta e exigem uma luta contínua do produtor para vencê-los.

O mito angelical de que uma sociedade liberada do capitalismo e das boas técnicas modernas de produção levaria a um edênica “reconciliação” com a natureza, não resistiu ao teste.

Segundo esse mito, o homem ecologicamente integrado com a Mãe Terra não teria nada a temer dela, pois não a exploraria como faz o agro-negócio. Ou, em termos da Campanha da Fraternidade, não a faria gemer...

A verdade é que a bactéria letal pode se desenvolver até nas melhores granjas “ecologicamente corretas” e matar homens, sem nenhuma consideração sentimental ou ideológica.

Neste vale de lágrimas a luta é constante e necessária. E se for bem conduzida dá excelentes resultados, como o demonstram nossos produtores rurais, que melhoram a cada ano.