Para atualizações gratis via email: DIGITE SEU EMAIL:

domingo, 31 de maio de 2020

Ambientalismo sem escrúpulos explora medo do coronavírus

IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A epidemia do coronavírus ensejou o aparecimento de muitos cientistas e médicos esclarecendo a natureza do contágio e as cautelas a serem observadas.

Porém, muito mais numerosos parecem ser os políticos e ativistas – cientistas ou não – que se aproveitaram da angústia da humanidade para com absoluta falta de escrúpulos puxarem a água para o seu moinho.

Foi o que fez uma turma de cientistas ambientalistas reunidos na IBPES, plataforma internacional que em nome da ciência pressiona os políticos, segundo reportagem do “The Daily Mail” britânico.

Em vez de levarem auxílio ou desafogo aos povos atingidos, aumentaram suas angústias martelando o velho realejo “verde” e anti-humano àqueles que os procuravam em busca de alguma informação esclarecedora ou salvadora.

Em relatório publicado no final de abril, desceram o porrete no gênero humano: “Há uma única espécie culpada pela pandemia da Covid-19: nós!”.


E partindo em seguida para uma descabida generalização, escreveram: “As pandemias recentes são uma consequência direta da atividade humana, especialmente de nossos sistemas globais econômicos e financeiros que valorizam o crescimento econômico a qualquer preço”.

Demagogia socialo-comunista que abunda na encíclica Laudato sì e na Exortação Apostólica Querida Amazônia, ambas do Papa Francisco.

O cacique Raoni desfila em trio elétrico na BA, no carnaval de fevereiro.
Para a Teologia da libertação o evangelizador e colonizador cristão e branco
é culpado das doenças que sofrem os índios
Para agravar o pânico, acenam para um pulular de “mais de 1,7 milhão de vírus conhecidos, mas não identificados, que podem infectar os humanos e que se supõe existir em mamíferos e peixes”.

“Qualquer um desses [vírus] poderá ser a próxima ‘Doença X’, potencialmente mais perturbadora e letal que o novo coronavírus” — prosseguem, espalhando o pânico.

O relatório, publicado no website do IPBES, aponta culpados, que na realidade são os mesmos que o fanatismo ecologista indiciou previamente e que agora são condenados com outro rótulo.

Ei-los: “o crescente desmatamento, a expansão descontrolada da agricultura, a agropecuária intensiva, a mineração, o desenvolvimento da infraestrutura e o aproveitamento de espécies selvagens, que criaram a ‘tempestade perfeita’ que espalhará as doenças”.

O panfleto assustador prossegue dizendo que o aumento das viagens comerciais aéreas e da urbanização permitiu que um vírus existente em morcegos espalhasse sofrimentos humanos indizíveis e paralisasse as economias e as sociedades.

“E essa pandemia foi pela mão do homem e poderá ser apenas o começo”, martela o script que lembra filmes de ficção ou terror.

A solução apresentada é velha e pré-cozinhada, pois surgiu antes do coronavírus.

Ela consiste em reformar a economia e a sociedade mundial – e talvez o próprio homem – numa perspectiva ecológica, valendo-se do dinheiro que deverá ser investido para recuperar a economia na era pós-coronavírus.



Um comentário:

  1. Infelizmente a AMAZÓNIA serve apenas interesses escusos .
    Lamentável aproveitar se da pandemia para atingirem objectivos inqualificáveis .

    ResponderExcluir

Obrigado pelo comentário! Escreva sempre. Este blog se reserva o direito de moderação dos comentários de acordo com sua idoneidade e teor. Este blog não faz seus necessariamente os comentários e opiniões dos comentaristas. Não serão publicados comentários que contenham linguagem vulgar ou desrespeitosa.