domingo, 22 de fevereiro de 2026

EUA cortou energia eólica por ‘feia, cara e ineficiente’

Usina eólica em Los Angeles
Usina eólica em Los Angeles
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A Casa Branca cancelou em 2024 as verbas para energia eólica porque ‘feia, cara e ineficiente’.

Sean Duffy, secretário de Transportes, cortou US$ 679 milhões de “projetos perdulários”.

Para o Departamento de Saúde as eólicas fazem mal à saúde humana. Esse malefício, aliás, já foi verificado no Brasil.

Para a porta-voz Anna Kelly, os projetos atuais foram aprovados em “detrimento de fontes mais eficazes e confiáveis, como carvão, gás natural e nuclear”.

O Departamento de Defesa suspeita que as eólicas ponham em risco a segurança nacional.

“Poderia se lançar um ataque em massa explorando que os parques eólicos distorcem muito os radares defensivos” , noticiou “O Globo”. 

Desde 2006, o Exército americano estuda potenciais impactos sobre radares.

Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde afirma que cabos submarinos de parques eólicos emitem campos eletromagnéticos prejudiciais a pessoas e baleias.

O parque Revolution Wind de US$ 4 bilhões na costa de Rhode Island, que estava 80% concluído, suscitou preocupações de segurança nacional.

O Departamento do Interior mandou suspender o parque de US$ 5 bilhões Empire Wind, na costa de Nova York.

E o presidente Trump quer reavaliar as permissões de campos análogos em Massachusetts e New England, malgrado os protestos dos governadores democratas.

Grupos conservadores, como a Texas Public Policy Foundation, também pressionam pela anulação desses projetos.



domingo, 8 de fevereiro de 2026

Bateria de lítio incendeia porta-malas de mão em pleno voo

Bateria de lítio pegou fogo em bagageiro de mão em voo da Air China
Bateria de lítio pegou fogo em bagageiro de mão em voo da Air China
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Multiplicam-se os incêndios bizarros provocados por baterias de lítio, tecnologia não dominada mas que se quer impor para “salvar o planeta”.

O fogo ateado no compartimento de bagagem manual num voo da taiwanesa Air China com destino à Coreia do Sul foi apavorante, mas o piloto pode fazer um pouso de emergência em Xangai, noticiou “Clarín”. 

Incidentes semelhantes em voos entre cidades chinesas e outro na Coreia do Sul deixaram feridos leves.

Hong Kong proibiu essas baterias na cabine de passageiros e a China interditou embarcar com elas.





domingo, 1 de fevereiro de 2026

Bolha dos carros elétricos chineses prepara crise mundial

Cemitérios de carros elétricos crescem em muitas cidades chinesaas
Cemitérios de carros elétricos crescem em muitas cidades chinesaas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A bolha dos carros elétricos chineses pode ser a próxima a explodir na economia mundial e atingir o Brasil.

O regime maoista via nessa indústria um tentáculo para dominar o mercado mundial e a sustentou com subsídios bilionários.

Resultado: pátios lotados de veículos encalhados e empresas quebrando às dúzias.

Os governos locais, acumularam uma dívida oculta que equivale a cinco vezes o PIB brasileiro e funciona como uma bomba-relógio, disse o site CPG. 

A partir do colapso do setor imobiliário, cidades inteiras ficaram com prédios inacabados, famílias perderam a confiança no futuro e o desemprego entre jovens disparou.

Cemitério de carros elétricos na China
Cemitério de carros elétricos na China
Diante dessa estagnação imobiliária, o comunismo chinês passou a apostar nos veículos elétricos como “nova locomotiva do crescimento”.

Marcas como BYD, Nio e Xpeng se expandiram, com generosos subsídios governamentais e crédito fácil. Entre 2009 e 2018, surgiram quase 500 montadoras de carros elétricos; hoje, menos de 130 permanecem ativas.

O problema é que a produção já supera em quase o dobro a demanda do mercado, criando uma guerra de preços insustentável.

Até gigantes como a BYD reconhecem que o setor viverá um “momento de inflexão”.

O Brasil será diretamente afetado porque mais de 90% dos carros elétricos importados têm origem na China, e a superprodução intensificará a invasão de veículos baratos, estrangulando a indústria automotiva nacional.

Carros elétricos chineses entopem portos europeus
Os brasileiros podem se beneficiar de preços baixos, mas a indústria nacional perde competitividade.

Na China bolha pode levar a um endurecimento ditatorial, com maior autoritarismo para reprimir as tensões sociais e econômicas.

Tarifas dos Estados Unidos sobre carros chineses, barreiras comerciais na Europa e receios em países emergentes mostram que o efeito dominó pode se espalhar rapidamente.