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domingo, 23 de julho de 2017

Noticiário enviesado sobre um iceberg inusual, mas comum

A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo. Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
A rachadura na geleira Larsen C foi monitorada o tempo todo.
Fenômeno grande mas comum não trazia perigo algum para homens ou mares.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Todos os anos blocos de gelo desprendem-se das calotas árticas e antárticas, gerando uma galáxia flutuante de icebergs.

Alguns desses ficaram famosos, como o que afundou tragicamente o Titanic. Outros chamam a atenção pelo seu tamanho, e obviamente são mais raros que os menores.

Foi o caso do iceberg de 5.800 km2 que se destacou da banquisa Larsen C, da Antártica Ocidental. Provavelmente será batizado “A68” e assim será conhecido em sua efêmera existência, escreveu o “Clarín”.

Neste momento ele está sendo levado pelas correntezas para o norte, rumo ao destino inevitável de todos os icebergs: ir se fracionando e, em dois ou três anos, derreter-se inteiramente.

Por ser o maior dos últimos 30 anos, ele foi acompanhado por especialistas da Universidade galesa de Swansea e de outras missões científicas que trabalham no continente branco. No passado foram detectados outros ainda maiores.

O Instituto Alfred Wegener de oceanografia e investigação polar de Bremerhaven, na Alemanha, informou que o iceberg estava sendo acompanhado desde que uma rachadura de 175 km de extensão e uma largura de até 50 quilômetros na banquisa Larsen C era já há tempo perceptível.

Em qualquer hipótese, o “A68” não traz perigo algum para as pessoas, explicou o Instituto alemão.

Sua espessura atinge até 350 metros, mas ao derreter-se não produzirá efeito algum no nível dos oceanos, simplesmente porque já boiava na água antes de se desprender da banquisa. Aliás, é a situação da imensa parte da banquisa da qual ele é apenas um fragmento descolado.

A fissura havia aparecido há anos e se alargou nos últimos meses em que o futuro iceberg esteve unido à Antártica por cinco quilômetros.

Acampamento de cientistas mudava de local metodicamente. Foto Knut Christianson
Acampamento de cientistas mudava de local metodicamente. Foto Knut Christianson
A formação dos icebergs, grandes ou pequenos, é um processo natural, conhecido há milênios pelos homens, ao menos desde que eles navegam nos mares frios.

Os cientistas estudam o fenômeno de sua criação, ruptura e derretimento, inclusive para auxiliar a navegação comercial.

O fato novo que se deu com o “A68” foi o banzé intimidador montado pela imprensa voltada ao sensacionalismo ambientalista.

A revista “Rolling Stone” deu um exemplo através de extensa matéria com manchete apocalíptica de fazer rir: “Juízo Final no Polo Sul”.

Para encher o artigo de terror, entulhou toda espécie de dados, falsos ou não, impressionantes para quem não está habituado às condições extremas do contexto da Antártica.

Só 28 seres humanos tinham pisado na geleira, .informou como algo espantoso Mas é um fato muito normal.

O glaciólogo Knut Christianson, da Universidade de Washington, teve de atravessar com seus colaboradores um “prado” (sic!) de neve e gelo para chegar até a fissura. Não seria compreensível que tivessem de atravessar outra coisa senão gelo.

Eles fizeram testes científicos com “alguns nerds do gelo mapeando a topografia oculta do planeta”, delineando o mapa do “futuro desastre global”. Bom para um filme da NETFLIX ou mais um conto eletrizante de tribo urbana.

Como que esquentada pelo rock, a revista deu de barato que a Terra aquece desastrosa e indefectivelmente.

Por isso, a respeito do “A68”, escreve que só interessa responder a “uma das perguntas mais importantes de nossa era”: o afogamento da metade da população mundial que vive a 80 quilômetros de alguma costa.

O desaparecimento de bilhões de dólares das propriedades próximas das praias e nas concentradas cidades de pouca altura como Miami e Nova York é mais um espectro assustador na fértil pluma do jornalista responsável.

Cenas de cinema, fotomontagens velhas e novas serviram para induzir o pânico
Cenas de cinema, fotomontagens velhas e novas serviram para induzir o pânico
E o terror cinematográfico não para aí. O autor lembra que uma ascensão lenta do nível das águas ao longo de décadas permitiria adaptações. Mas não seria possível se o crescimento for abrupto.

Pura banalidade. Mas a perspectiva de uma ascensão abrupta dos níveis dos oceanos é coisa do cinema. É materialmente impossível, excetuada alguma intervenção divina que não está em foco.

Para apavorar mais ainda o leitor adito ao rock e talvez à droga, sempre desconectado da natureza, “Rolling Stone” cita Ian Howat, glaciólogo da Universidade Ohio State: “Se houver uma catástrofe climática, provavelmente começará ali”.

O problema é que, para que houvesse tal “catástrofe climática”, deveria haver quantidades de gelo que não existem!

E lá prossegue a alucinada acumulação de hipóteses apocalípticas: um “castelo de baralho” de gelo que colapsa; a Antártida Ocidental toda que se perde; em Nova York e Boston as águas sobem até quatro metros por efeito da gravidade terrestre (sic!); pior que o furacão Sandy que alagou Nova York; o sul de Florida vira parque aquático; os aeroportos de Oakland e San Francisco ficarão submersos; a cidade de Sacramento alagada no meio da Califórnia; o Oceano Pacífico fazendo transbordar os grandes rios; Galveston, no Texas, Norfolk, na Virginia e Nova Orleans tragadas, enquanto o mar se deteria a apenas a dois metros da Casa Branca.

Esse é o panorama profetizado, mas só para os EUA. Nem falar de “grandes porções” de Xanghai, Bangkok, Jakarta, Lagos e Londres submersas etc., etc.

A imaginação apavoradora não conheceu limites e anunciou um possível derretimento súbito da Antártica
A imaginação apavoradora não conheceu limites
e anunciou um possível derretimento súbito da Antártica
Glaciólogos que “entendem disso como ninguém”; o ex-secretário de Estado John Kerry que pôs o pé num arquipélago da Noruega; as cordilheiras sob o gelo da Antártica; os relatórios mirabolantes do IPCC; o sumiço dos polos; John Mercer, “um excêntrico glaciólogo da Universidade de Ohio” que trabalhava nu no campo e intuiu que o CO2 derreteria a Antártica; Hans Weertman, o cientista de materiais da Universidade de Northwestern que elaborou a teoria do derretimento súbito e do aumento catastrófico dos níveis do mar.

Tudo e todos caem num mesmo e imenso salpicão tendencioso. A conclusão preconcebida é que o desprendimento do “A68” foi “um berro histérico pelo fim do mundo”.

A história é boa para adeptos de exageros, mas não para pessoas inteligentes e/ou sensatas.

Porém, de modo mais discreto e subtil, ela veio sendo passada pela mídia dita “séria”, que se diz contrária às “fake news”. É claro que não quando estão em jogo suas propensões anticivilização ocidental, porque então a “fake news”, como no caso do “A68”, é uma exigência para a salvação do planeta.

Nesse tom sutil e insidioso o jornal “Libération”, por exemplo, nascido nas barricadas anarquistas de Maio de 68 em Paris, noticiou o desprendimento do grande, mas inócuo “A68”.

“Libération” não incorreu nos exageros desqualificadores de “Rolling Stone”.

Mas noticiou com viés assustador o histórico do imenso iceberg, que interessa tranquilamente e muito aos cientistas sérios que o analisam com bom método e bom senso.


domingo, 16 de julho de 2017

Dupla face ambientalista: sempre a favor do comunista e contra o não comunista

A visibilidade  cai ao mínimo em Pequim pela poluição onipresente. Mas a China é tida como líder na luta contra a mudança climática. Quem são os culpados? Os "ricos capitalistas"!
A visibilidade  cai ao mínimo em Pequim pela poluição onipresente.
Mas a China é tida como líder na luta contra a mudança climática.
Quem são os culpados? Os "ricos capitalistas"!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Após desistir do Acordo de Paris, o presidente Trump ordenou os procedimentos diplomáticos para encerrar a participação dos EUA.

Obviamente, muitos governos, ONGs e altas figuras do Vaticano que têm propensão pelas esquerdas manifestaram o seu desacordo.

Alguns poucos governos transluziram sua aprovação e até a vontade de imitar o exemplo dos EUA ou pelo menos dar de ombros ao acordo à sombra da rejeição americana.

Desacordos e concordâncias são frequentes nas relações internacionais. Para harmonizá-las existem as vias diplomáticas, escolhidas pelos países que respeitam o direito internacional.

A China optou por outra via: a do escárnio sistemático dos compromissos adotados, ao mesmo tempo em que se ergue como paladina de tudo aquilo que desrespeita. Dispõe das vias diplomáticas para sair se quiser, mas não é o que está fazendo, ficando para promover seu sonho de hegemonia planetária.

Uma incoerência ovante, mas que não é algo de novo na China.

O estranho é que a atitude dos EUA tenha sido execrada, enquanto a da China tenha sido endeusada.

Em certo sentido, tampouco houve nada de novo do lado da aliança ecolo-socialista-Teologia da Libertação.

O jornal “The New York Times” informou, em plena polêmica, que o primeiro ministro chinês Li Keqiang se gabou de que “seu país continua comprometido com o combate contra a mudança climática, participando ativamente dos esforços internacionais por um mundo mais verde”, noticiou o site “The Dialy Signal” da Heritage Foundation.

O mesmo “The New York Times”, de tendência esquerdista, vem trombeteando que a China agora “ficou promovida à liderança em matéria de clima” e que vai exigir dos EUA atitudes consoantes com a “letra e o espírito do acordo de Paris de 2015”.

Políticos ambientalistas, que incluem governadores e prefeitos americanos, anunciaram que aplicarão o acordo, apesar da recusa do governo nacional. Algo sonoro, mas inviável.

Essa rumorosa turma de ativistas, políticos esquerdistas e eclesiásticos aliados à subversão atribuíram à China a função de condestável, incumbida de conduzir o mundo em matéria de “clima”.

Usina da nova e risível líder salvadora do clima, em Heihe, nordeste da China
Usina da nova e risível líder salvadora do clima, em Heihe, nordeste da China
Mas o que a China está de fato fazendo?

De início, mostrando bem grande sua língua para aqueles que na sua ótica se assemelham a “tolos úteis”.

A “campeã” da salvação do clima anunciou que continuará a emitir os gases estufa — que são maus apenas quando emitidos pelos EUA — até atingir o “pico” por volta de 2030.

Isso significa que nesse período a potência comunista vai aumentar em termos absolutos as emissões que diz combater.

Ela vai continuar exatamente em seu delirante rumo poluidor, não importando com os termos estabelecidos do Acordo de Paris.

Ela promete reduzir as emissões numa percentagem calculada com base em dados de 2005.

Mas isso não vai além de um malabarismo matemático para enganar a opinião pública.

Em concreto, a única promessa que se mantém é que o regime comunista chinês vai continuar poluindo, como vem acontecendo desde que o país começou a se industrializar.

Dessa maneira, a China “passa a perna” na totalidade do Acordo de Paris, ressalta o site da Heritage Foundation.

Até 2040, Pequim aumentará 32% nas emissões tripudiadas, segundo a Energy Information Administration – EIA, órgão oficial para as estatísticas sobre a energia, com sede nos EUA.

A Global Commission on the Economy and Climate, projeto independente apoiado por grandes entidades internacionais, estipula para ao redor de 2030, um acréscimo de 34% em emissões condenadas.

Pequim num dia poluído (15-01-2015) e num dia ensolarado (19-12-2014).
PASSE O MOUSE PARA CONFERIR
A aliança comuno-ambientalista faz vistas grossass e deblatera contra o mundo não comunista
A principal causa desse vertiginoso aumento é a poluição massiva gerada pelas termoelétricas chinesas movidas a carvão.

A China pavoneia que usará mais gás natural, mais energias alternativas e nuclear. Porém, é o carvão que lhe fornecerá a fatia do leão em eletricidade nas próximas décadas.

Pequim está desenvolvendo planos para aumentar a capacidade das termoelétricas a carvão de 900 a 1.100 gigawatts até 2020. Esse aumento é “maior que toda a capacidade produtora de eletricidade do Canadá”, segundo o “The Wall Street Journal”.

Eis a incrível hipocrisia da “comandante” do combate às mudanças climáticas, glorificado pelas esquerdas verdes, vermelhas civis e eclesiásticas!

E não só é no continente chinês. Pequim está impulsionando no mundo inteiro a produção de energia elétrica pela queima do carvão.

Ela acaba de formar uma joint-venture com o Paquistão “para gastar por volta de 15 bilhões de dólares nos próximos 15 anos, na construção por todo o país de cerca de uma dúzia de plantas elétricas de diversos tamanhos que queimam carvão”, segundo noticiou a agência Reuters.

Isso que nos EUA é um crime de lesa-Gaia, não China não o é. Certas afinidades ideológicas pouco se importam com as mais flagrantes contradições!

A seita verde esquerdista prossegue com a mesma cara de pau, trabalhando para demolir a ordem que resta no Ocidente.


domingo, 9 de julho de 2017

Professor de Princeton pede mais CO2 para nutrir os homens!

Professor de Princeton, William Happer, defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Professor de Princeton, William Happer,
defende que mais CO2 na atmosfera será benéfico
Luis Dufaur
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William Happer, 77, professor emérito da Universidade de Princeton e ex-diretor de Ciência no US Department of Energy durante a administração do presidente George H. W. Bush, disse em entrevista ao jornal “The Telegraph” de Londres que o Acordo de Paris “é um completo desperdício”. A entrevista foi reproduzida no The Global Warming Policy Forum.

Happer acrescentou: “Acho que o Acordo de Paris é profundamente imoral. Na África as pessoas precisam de eletricidade que nós podemos fornecer. O que há de mal na prosperidade? Estamos diante de um exemplo da loucura humana”.


O professor vem insistindo que se deveria bombear mais CO2 na atmosfera, e não menos. Assim se aumentaria drasticamente a produção agrícola, como trigo, arroz e soja, alimentando mais seres humanos que povoem a Terra.

Desmentindo um dos slogans preferidos das “fake news” verdes, o professor explicou:

Não vejo grande diferença entre o consenso criado a respeito das mudanças climáticas e o consenso a respeito das bruxas.

“Os juízes dos processos contra as bruxas em Salem haviam sido formados em Harvard. Achava-se que por causa disso acertariam 100%.

“Bastou que uma ou duas pessoas dissessem que não eram bruxas para serem imediatamente enforcadas. Não mudou muita coisa”.

O Prof. Happer acha que há mudanças climáticas – aliás, é próprio do clima estar sempre variando –, mas argumenta que está muito exagerada a parte atribuída à humanidade nessas mudanças.

Por outro lado, o CO2, que ele qualifica como positivamente “bom”, vem sendo erroneamente “degradado ao nível de um simples poluente”.

Ele recusou esse absurdo, dizendo que “o CO2 é certamente algo bom se você olha para a extensão dos campos agrícolas em todo o mundo. Você pode ver dos satélites a Terra verdejando. E é isto que se deve esperar de um aumento do CO2.

“Em termos geológicos, atualmente estamos padecendo de uma fome de CO2.

“No passado, os níveis dele na maior parte dos casos se mediam em milhares de partes por milhão (ppm), mas agora estamos num fracassado 400ppm. Baixos níveis de CO2 são assustadores. Eles nos aproximam da fome.”

É claro que a coligação comuno-ambientalista tem coberto de estigmas o conceituado professor de Princeton.

Mas ele acha calmamente que se trata de um pessoal “alarmista”, que entende tanto de temperaturas como ele das cordas de um violão, e que fazem parte de uma “seita”.


O CO2 é algo muito natural e bom.  O consenso contra o CO2 é como o consenso contra as bruxas: só deu injustiças e crimes







O CO2 está muito baixo. Por isso muitas plantas não crescem como devem




domingo, 2 de julho de 2017

“Chega!” diz povo a socialistas e a ambientalistas. E comemora o “Amerexit”!

“Arrepende-te!”: a Inquisição aquecimentista não tolerava nem a dúvida. A opinião pública estava sendo sufocada até que disse “Chega!”
“Arrepende-te!”: a Inquisição aquecimentista não tolerava nem a dúvida.
A opinião pública estava sendo sufocada até que disse “Chega!”
Luis Dufaur
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Ao anunciar a saída dos Estados Unidos, o presidente Trump enterrou o acordo de Paris, lamentou o jornal socialista espanhol “El País”.

É próprio de um regime observante da democracia, das liberdades e dos relacionamentos civilizados renunciar a um acordo como o de Paris, respeitando os procedimentos diplomáticos preestabelecidos, como dispôs o presidente americano.

Mas a chuva de impropérios e execrações de políticos e da macromídia significa o oposto disso.

Na verdade, ela se aproxima mais dos pogroms públicos –perseguição contra uma determinada classe ou raça – da Revolução Cultural chinesa contra os dissidentes, intelectuais ou proprietários.

“Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não de Paris. Não se pode colocar os trabalhadores em risco de perder seus empregos”, disse Trump entre aplausos, ao se referir aos empregos industriais da Pensilvânia, onde fica Pittsburgh.

Mas a confraria verde-vermelha da alta política e do supercapitalismo publicitário, que se autoproclama defensora dos operários, tripudiou.

O presidente norte-americano alegou também que o referido acordo é prejudicial à soberania dos EUA, além de beneficiar a China e, por isso, ouviu ainda mais impropérios da mesma poderosa confraria.

domingo, 25 de junho de 2017

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia,
diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
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Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

Por isso, não papagaiar esse catecismo será com certeza um suicídio para um jovem cientista e o forçará a incluir a “mudança climática” ou o “aquecimento global” em seu trabalho, ainda que não tenha relação com ele.

É presunção ridícula achar que o aumento do CO2 faz mal. Não obstante, esse gás deve ser demonizado em qualquer projeto que queira ser financiado, explicou o prof. Lindzen.

domingo, 18 de junho de 2017

De um lado e outro
cientistas desclassificam o ‘acordo de Paris’

Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:  “nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Dr Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia:
“nenhuma estratégia tem a mais remota possibilidade de alterar o clima”
Luis Dufaur
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Nenhuma das estratégias propostas pelo governo americano, pelo seu Ministério de Meio Ambiente (Environmental Protection Agency – EPA) ou por quem quer que seja, tem a mais remota possibilidade de alterar o clima, ainda que de fato este seja controlado pelo CO2”, defendeu o Dr. Robert Giegengack, geólogo da Universidade de Pensilvânia.

“Em termos de leigo, para efeitos de clima, todas as supostas ‘soluções’ para o aquecimento global são meras falas simbólicas.

“Por isso, ainda que estivéssemos diante de uma catástrofe climática, se nós tivéssemos que confiar num acordo climático da ONU, estaríamos todos perdidos”, comentou Marc Morano, diretor de comunicações do Committee For A Constructive Tomorrow (CFACT) e diretor do site ClimateDepot.com baseados em Washington.

Por isso, a saída dos EUA do ‘Acordo de Paris’ “será uma vitória da ciência. Ninguém se engane, os militantes que pretendem controlar o clima por meio de arranjos da ONU e regulamentos do EPA são culpados por acreditarem na superstição”, acrescentou.

domingo, 11 de junho de 2017

Verdes sem argumentos: o Brasil está alimentando mais de um bilhão de pessoas!

A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante.
Luis Dufaur
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A produção de grãos do Brasil é superior a uma tonelada por habitante (dados finais de 2015), sendo que um resultado abaixo de 250 kg/pessoa/ano significa insegurança alimentar e implica importar alimentos.

Em 2014, um país altamente industrializado como a Coreia do Sul importou US$ 27 bilhões em alimentos. Outra grande economia, o Japão, teve que importar US$ 68,9 bilhões. E a gigantesca China flagelada por uma reforma agrária socialista e confiscatória bateu recorde com US$ 105,2 bilhões.

Estes e outros dados impressionantes foram reunidos por Evaristo de Miranda, doutor em Ecologia e Chefe Geral de Monitoramento por Satélite da EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), e publicados em artigo da “Revista Agro DBO”.

Eles desfazem os mitos catastrofistas e miserabilistas do movimento ambientalista-comunista sobre um falso esgotamento dos recursos do planeta, sobre um não menos fantasioso excesso de habitantes acrescidos de uma pregação eclesiástica comunistoide pela redistribuição da terra e aos recursos naturais.

Já se pode definir a missão do Brasil como sendo a de saciar a fome do planeta, diz Evaristo de Miranda com os aplausos dos nutricionistas. A fome será um problema, mas não do Brasil.

domingo, 4 de junho de 2017

Brasil e o mundo respiram: fantasma da morte verde saiu pela porta. Que não volte pela janela!

O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo
O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo.
Luis Dufaur
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O pesadelo de uma massiva redistribuição das riquezas planetárias, que tal vez só Marx imaginou nos horizontes fumacentos de sua futurologia, e o estabelecimento de um superpoder planetário anarco-tribalista radical foi adiado.

Queira Deus que seja para sempre sepultado.

Tinha um nome e era “Acordo de Paris”. Os EUA caíram fora. Sem eles vai ser difícil que a esmagadora canga verde seja carregada por muitos países que assinaram com um pé atrás.

O “acordo de Paris” poderá sobreviver no limbo da papelada da ONU que o mundo venera mas arquiva. Foi o caso do histórico precedente do Protocolo de Kyoto.

O Brasil só tem a comemorar. As esquerdas e grande parte do mundo político enleado em investigações, processos e até prisões berraram ao uníssono contra a decisão americana. Mas logo a seguir terão que cuidar de seus problemas pessoais.

O País ficou, porém, com sua parte da canga do “acordo de Paris”, uma das piores heranças do governo de Dilma Rousseff.

Os proprietários agrícolas brasileiros estão ameaçados de ter que pagar por volta de 40 bilhões de dólares de seu próprio bolso para se adequar às exigências do  acordo.

sábado, 3 de junho de 2017

EUA desiste de acordo “mãe da natureza” assinado em Paris

O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015. Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
O anúncio luminoso foi feito para comemorar em 2015.
Mas hoje a leitura é outra: "O Acordo de Paris já era".
Luis Dufaur
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As quimeras se complicam na hora de tomar contato com a realidade. É o caso do Acordo de Paris, aprovado na 21ª Conferência das Partes (COP-21) da Convenção-Quadro das Nações em dezembro de 2015.

Dito acordo pretendia conter um não provado aquecimento global, dentro de certos limites, segundo informou a agência AFP. 

O objetivo declarado é que pelo fim do século a temperatura global não suba mais de 2ºC acima da “temperatura média da era pré-industrial”. Qual foi essa média pré-industrial, desde quando se contabiliza a era industrial e qual é a média atual?

Segundo os promotores ideológicos verdes do “acordo de Paris” a “era pré-industrial” de cujo clima se tem vestígios abarca por volta de 130.000 anos.

Mas os indicadores são muito aproximados e nesse lapso de tempo enorme houve oscilações sumamente grandes para mais e para menos.

O saída dos alarmistas foi uma simplificação: a partir da década de 1850 começou o uso de termômetros!. Então a comparação é com essa década. Na nossa década a temperatura média global estaria por volta de 0,8ºC acima da década de 1850, após significativas oscilações.

Os dados da natureza não dizem muito sobre o futuro super-aquecimento acenado como um espantalho.

domingo, 28 de maio de 2017

Ecologistas preocupados: a Terra tem 467 milhões de hectares de florestas a mais do que se dizia!

Floresta de baobás em região considerada árida no Senegal
Luis Dufaur
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Uma equipe internacional de pesquisadores revelou na prestigiosa revista Science que a superfície da Terra coberta por florestas é 10 % mais extensa do que se supunha, noticiou o jornal parisiense “Le Monde”.

A deficiente medição anterior não considerou as florestas das zonas áridas, distorcendo o cômputo global.

As florestas ocupam 4 bilhões de hectares ou 30% da superfície das terras acima do nível dos mares.

Normalmente se imaginam luxuriantes florestas tropicais, rústicas florestas boreais ou penteados bosques de regiões temperadas.

Tinha-se passado por cima dos bosques existentes em zonas áridas — onde a evaporação é maior que a precipitação anual. Essas zonas representam algo superior a 40% da superfície continental e não estão desprovidas de florestas.

Elas se encontram em contextos climáticos muito diversos no Sudão, na América do Sul, nas estepes da Europa Oriental e no sul da Sibéria, bem como no Canadá.

Uma trintena de cientistas de treze países analisou imagens satelitais fornecidas pelo Google Earth. Elas abarcavam mais de 210.000 parcelas de meio hectare repartidas pelo globo.

As estimativas antigas repousavam em métodos que tinham um grau de incerteza entre 30 e 250 metros.

domingo, 21 de maio de 2017

“Psicose ambientalista”: livro de Dom Bertrand é recorde de ventas na 5ª edição

No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias. Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares
No lançamento da 1ª edição Dom Bertrand faz dedicatórias.
Com a atual 5ª edição o "Psicose ambientalista" atinge 30.000 exemplares







A 5ª edição do livro Psicose Ambientalista, de autoria do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, acaba de ser lançada em São Paulo. Somada às quatro edições anteriores, perfaz um total de 30 mil exemplares.

Um especialista em divulgação de livros dos EUA afirma que a tiragem de cinco mil exemplares de uma obra doutrinaria é considerada muito boa.

O sucesso de Psicose Ambientalista como verdadeiro best-seller deve ser atribuído não só à nomeada do autor, mas também ao conteúdo “politicamente incorreto” de seu livro, que denuncia o ecoterrorismo.

“Preservar sim, mas não esquecer que o País produz alimentação farta e barata para mais de 200 milhões de brasileiros, além de 1 bilhão de pessoas mundo afora, o que nos faz, a justo título, sermos considerados celeiro do mundo”.

É o que vem afirmando Dom Bertrand nos lançamentos já realizados em cerca de 100 cidades.

domingo, 14 de maio de 2017

Aquecimento global: pai da “hipótese Gaia” se retratou de seu alarmismo

James Lovelock, pai da “hipótese Gaia”,
se retratou de seu alarmismo em matéria de “mudança climática”
Luis Dufaur
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A grande mídia martela incessantemente no mito do "aquecimento global". E agora que a a nova administração americana afasta ideólogos de esquerda que defendiam esse mito na EPA (Environmental Protection Agency) espécie de Ministério de Meio Ambiente, a gritaria midiática ficou mais forte.

Mas essa mídia não informa que até o glorificado ambientalista inventor da ainda mais fantasiosa “hipótese Gaia” há alguns anos havia se afastado do “alarmismo” em matéria de “mudança climática”.

James Lovelock, criador da hipótese ambientalista segundo a qual a Terra formaria um só organismo “vivo” apelidado “Gaia”, admitiu em entrevista à MSNBC que foi “alarmista” a respeito de “mudança climática”.

À guisa de desencargo de consciência, comentou que também outros ambientalistas famosos, como Al Gore, caíram no mesmo erro.

Um dos pais fundadores do ambientalismo hodierno, Lovelock tem esperança de que a suspirada “mudança climática” ainda aconteça, mas lamentou que não virá tão rápido quanto ele anunciava.

domingo, 7 de maio de 2017

Poluição chinesa impede ver a Terra, mas "verdes" só querem estrangular o Brasil e o Ocidente

Norte da China desaparece sob poluição em 10/01/2012.
Foto: Earth Observatory/NASA
Luis Dufaur
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A NASA publica periodicamente imagens da névoa de poluição que impede qualquer visibilidade sobre a imensa planície do norte da China.

A poluição é tão grave que pode ser verificada a milhares de quilômetros no espaço, noticia há anos a imprensa internacional, como fez “Il Corriere della Sera” no já afastado ano de 2012.

A visibilidade na superfície fica limitada a 200 metros, impedindo a partida normal dos voos no aeroporto da capital chinesa.

O fato se repete com frequência. As nuvens de poluição na imensa área são geradas por centrais térmicas arquiprimitivas que funcionam queimando carvão.

A ditadura comunista já fez saber à comunidade internacional que enquanto seu desenvolvimento o exigir, nada fará para corrigir a intoxicação que prejudica seus cidadãos-escravos e o ar do planeta.

Em 2017 foi empossado o novo presidente dos EUA, Donald Trump. Ele deixou claro que não acredita nos blefes apocalípticos do ambientalismo radical e acenou com a possibilidade dos EUA abandonar o irreal Acordo de Paris assinado por seu predecessor na COP21.

Esse Acordo mirabolante poderá custar ao Brasil "ninharias" na ordem de 40 bilhões de dólares!

domingo, 30 de abril de 2017

Amazônia lar de uma grande civilização perdida

Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Um dos geoglifos visualizados por via aérea graças ao desmatamento
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Sabia-se, mas não era politicamente correto lembrar, que “as florestas da Amazônia foram moldadas pela ação humana ao longo de milhares de anos, num processo que transformou boa parte da mata em gigantescos ‘pomares’, repletos de espécies domesticadas de árvores.

“O manejo habilidoso dessas plantas pelos antigos habitantes da região acabaria criando deleites gastronômicos que hoje chegam ao mundo todo, como o cacau e a castanha-do-pará.

“Esses são os exemplos mais famosos, mas a lista completa é bem mais extensa: 85 espécies de árvores foram domesticadas em algum grau na floresta, calculam os autores de um estudo internacional que acaba de ser publicado na revista especializada ‘Science’”, escreveu a “Folha de S.Paulo. 

“Em alguns lugares da bacia do Amazonas – prossegue o matutino paulista – as espécies selecionadas e alteradas pela atividade humana chegam a ser as mais comuns da mata, apesar da gigantesca diversidade natural de vegetais da região.

domingo, 23 de abril de 2017

Descoberta exorciza pânico de falta de água doce

O óxido de grafeno permite criar membranas altamente eficiente e econômica para dessalinizar a água do mar.
O óxido de grafeno permite criar membranas
altamente eficientes e econômicas para dessalinizar a água do mar.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Felizmente, mais um pesadelo maquinado nos laboratórios do ambientalismo neocomunista parece ter-se desfeito como um pesadelo à luz do sol. E isso em virtude do talento humano aplicado, da ciência e da tecnologia bem ordenadas a seus fins.

“Verdes”, mas também alumbrados das esquerdas e Campanhas da Fraternidade, entre outros, ficavam martelando que a água doce escasseia, é rara e cara. E jogavam a culpa na civilização moderna, que a usaria inescrupulosamente.

A ficção vem acompanhada de ilustrações propagandisticamente aterradoras e projeções para um futuro que nenhum dos homens hoje vivos poderá conferir.

Porém, o bom senso e a ciência objetiva falavam outra linguagem: água há à vontade no planeta. E se ela vier a faltar, a inteligência que Deus deu ao homem aí está para resolver os problemas até nas regiões naturalmente mais secas.

Mais de 70% da superfície do planeta está coberta pela água salgada dos mares. Ela não poderia ser dessalinizada e aproveitada?

A dificuldade consistia em que as técnicas para dessalinizar em grande escala são caras.

Agora, pesquisadores da Universidade de Manchester, no Reino Unido, excogitaram uma ‘peneira’ de grafeno que remove o sal da água do mar a baixo custo. A invenção, segundo a BBC, tem o potencial de ajudar milhões de pessoas sem acesso direto à água potável.

domingo, 16 de abril de 2017

Biomas preocupam a CNBB,
mas não as dezenas de milhões de católicos
que abandonaram a Fé

Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão. Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Igreja de Nossa Senhora de Nazaré, São Cristóvão.
Abandonada como muitas outras, mas o que importa é o bioma!
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A Campanha da Fraternidade de 2017 abordou mais uma vez a questão ambiental, como já fez em edições anteriores. O tema foi “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”.

Quando falei isto a meus amigos, aliás muito enfronhados na problemática ambientalista brasileira, iniciou-se uma conversa amável que degenerou na máxima confusão.

Afinal de contas o que e que é a CNBB entende como bioma e o que tem a ver essa campanha com a religião católica, perguntavam todos.

Por isso quando vi o artigo “Biomas brasileiros — cultivar e cuidar” do Emmo. Cardeal arcebispo de São Paulo D. Odílio Scherer, achei que iria a ouvir algo bem definido e esclarecedor.

E acabei estarrecido pela radicalidade dos propósitos expostos com dulçurosa redação.

domingo, 2 de abril de 2017

Devaneios ambientalistas-ocultistas no “L’Osservatore Romano”

Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico no jornal criado para defender a Igreja!
Práticas ocultistas de Rudolf Steiner, pregadas pelo seu discípulo Carlo Triarico
no jornal criado para defender a Igreja!
Luis Dufaur
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Em editorial do dia 4 de janeiro de 2017, com o pretexto de libertar a cidade de Aleppo e a Síria da pobreza, das mudanças climáticas e do desequilíbrio demográfico, o jornal “L’Osservatore Romano” estampou uma apologia de métodos ocultistas pretensamente ambientalistas.

O autor da proposta anticristã é Carlo Triarico, presidente da Associação para a Agricultura Biodinâmica. Essa divulga o método de cultivo inventado há um século pelo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), idealizador da “antroposofia”, sistema derivado da Teosofia, com liturgias e rituais próprios voltados para as ciências ocultas.

Veja mais sobre essa forma de macumba ambientalista em:

O que é a ecologia? 3. O ecologismo no cerne do nacional-socialismo

O que é a ecologia? 4. O ambientalismo do pós-guerra trabalha para impor a vida tribal

Governo italiano promove esoterismo ecológico

domingo, 26 de março de 2017

Medo de extinção de espécies não é proporcionado, mostram pesquisas

Luis Dufaur
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Philippe Bouchet, zoólogo
Philippe Bouchet
A se prestar ouvidos ao catastrofismo ecologista, as espécies vivas vegetais e animais estariam no risco de desaparecer mais cedo ou mais tarde por culpa da intromissão da civilização criada pelos humanos.

Nesse contexto, toda medida, até a mais descabelada, para se salvar alguns insetos ou parasitas estaria justificada.

Entretanto, os pesquisadores especializados na classificação dos seres vivos apresentam um panorama muito mais objetivo, e por isso mesmo mais otimista.

Eles julgam que no nosso planeta há ainda nada mais e nada menos que entre 8 e 30 milhões de espécies a serem descobertas, já havia noticiado o jornal “Le Monde” de Paris.

Recente expedição na selva colombiana anunciou a feliz descoberta de mais cem espécies, notadamente de borboletas.

domingo, 12 de março de 2017

Profecias ambientais alarmistas da ONU erraram, constatou cientista

Patrick Michaels
Luis Dufaur
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Quando nossos amigos “verdes” da ONU perceberão que não é boa ideia fazer predições de desastres vindouros?, indagou o cientista Patrick Michaels, do Cato Institute, em seu blog em Forbes.

De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP) em 2005 predisse que em 2010 haveria 50 milhões de “refugiados climáticos” ‒ população que emigra pela deterioração climática. O UNEP até elaborou um mapa mostrando exatamente de onde emigrariam todos esses milhões.

Foi um erro mortal, segundo os censos recentes, diz Michaels. Pior ainda, a população está crescendo rapidamente onde o UNEP dizia que iria emigrar.

O realejo “verde” insistia que fluxos de refugiados ambientais sairiam das ilhas tropicais de nível pouco acima do mar, por causa dos furacões cada vez piores e mais frequentes.

domingo, 5 de março de 2017

Comer a barata no pão, ou na farinha?
Rumo ao pesadelo da alimentação ecológica tribal

Comer barata está no cardápio do nojo verde.
Comer barata está no cardápio do nojo do mundo "verde".
Luis Dufaur
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Pesquisadoras estudantes da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) acertaram o passo com o bafo das centrais ambientalistas mais radicais favorecidas pela ONU e ONGs.

As alunas de Engenharia Química de Alimentos, desenvolveram uma farinha feita de baratas ! (sic!), noticiou a revista Galileu da Editora Globo.

O pretexto é que essa farinha possui 40% mais proteínas do que a farinha de trigo.

O sofisma é reforçado com o espantalho bem do gosto do extremismo ambientalista de que a Terra ou diminui drasticamente a população ou a humanidade passará fome.

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Físico do MIT pede fim do “doutrinamento com doidices” do alarmismo climático

Richard S. Lindzen: “histerias” ambientalistas obedecem a uma maliciosa “guerra” montada por propagandistas das esquerdas
Richard S. Lindzen: “histerias” ambientalistas obedecem
a uma maliciosa “guerra” montada por propagandistas das esquerdas
Luis Dufaur
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O físico da atmosfera Richard S. Lindzen, professor emérito da cátedra Alfred P. Sloan de Meteorologia no famoso Massachusetts Institute of Technology (MIT), voltou a refutar com abundante documentação os mitos catastrofistas contidos no pânico do “aquecimento global”, informou o jornal The Telegram, de Worcester, Massachusetts.

Na sua palestra, intitulada “Aquecimento Global ou Alarmismo Climático?”, ele desfez as demagógicas manchetes midiáticas que anunciam que “o mundo está chegando a seu fim”.

Isso absolutamente não está acontecendo, disse o Prof. Lindzen.

Um “aumento completamente insignificante” da temperatura global num décimo de grau centígrado constatado em 2016 serviu para o banzé midiático aterrorizar o mundo com a afirmação de que foi “o ano mais quente desde que se tem registro”.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Verdes apanicados pela abertura de institutos e arquivos sobre o clima

Se as instituições científicas até agora instrumentalizadas por militantes ambientalistas passam a fornecer dados certos, as ofensivas aquecimentistas ficarão sem base crível
Se as instituições científicas até agora instrumentalizadas por militantes ambientalistas
passam a fornecer dados certos, as ofensivas aquecimentistas ficarão sem base crível
Luis Dufaur
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A ascensão de Donald Trump à presidência americana trouxe um efeito inesperado: a corrida para apagar registros e provas por parte de cientistas alarmistas que até agora agiam impunemente sob a administração Obama.

Esses alarmistas agora alarmados alegam temer que o novo presidente ordenasse um “expurgo” de milhares de relatórios elaborados por eles quando ocupavam altos cargos na NASA, na NOAA (Agência Nacional Atmosférica e Oceânica) e outras instituições federais.

Esse medo parece mais provir de suas consciências. Mas por causa dele eles teriam passado “a proteger, duplicar e salvar a ‘evidencia’ do aquecimento global”, segundo o jornal espanhol “El Mundo”.

A verdade histórica aponta até berrantemente o contrário. Cientistas com viés ideológico de esquerda em virtude de apoios políticos ou outros galgaram posições em instituições ou funções desde as quais ficaram distorcendo os dados climáticos e promovendo pânicos infundados.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Físico ateu quer sair da Terra,
de pânico dos bichos papões ambientalistas

Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Espantado pelos pânicos ambientalistas Stephen Hawking propõe fugir da Terra.
Luis Dufaur
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Louvado pela moda, o físico e cosmólogo britânico Stephen Hawking encheu de gáudio o catastrofismo ambientalista em debate organizado pela Oxford Union Society.

Segundo esse militante do ateísmo, nós só teremos 1.000 anos para fazer as malas e migrarmos para outro astro. Desse destino fatídico adviria a necessidade de acelerar a conquista espacial.

Ele explicou a causa de sua predição apocalíptica: “Eu acredito que não sobreviveremos mais 1.000 anos sem fugirmos de nosso frágil planeta”, informou o jornal londrino “The Independent”.

Para identificar os cânceres que devorarão esse “frágil planeta”, ele apelou para os pânicos ambientalistas:

O primeiro é a mudança climática; o segundo é o desenvolvimento da energia nuclear; e, por fim, o progresso da inteligência artificial.

domingo, 29 de janeiro de 2017

Para Prêmio Nobel
o “ aquecimento global é uma nova religião”

Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.
Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973.
Luis Dufaur
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Ivar Giaever, Prêmio Nobel de Física 1973 renunciou à famosa American Physical Society (APS) em 13 de setembro de 2011 como forma de condenar a posição oficial da associação em favor do "aquecimento global".

Giaever é professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo.

Em 2007, a APS adotou uma declaração oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra.

“As evidências são incontestáveis: O aquecimento global está ocorrendo”, afirmava o documento repelido pelo Prêmio Nobel.

“Se não forem empreendidas ações mitigadoras provavelmente acontecerão rupturas significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, atingindo a segurança e a saúde humana. Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora”, martelava o documento.

Giaever enviou na oportunidade um e-mail para Kate Kirby, chefe da APS, explicando que “ele não pode conviver com essa declaração” quando a temperatura global continua “surpreendentemente estável”.

Na APS, explicou o cientista, pode-se discutir todos os temas científicos, menos um que é tratado como tabu intocável: “o aquecimento global deve ser tratado como evidência indiscutível?”

“A alegação de que a temperatura da Terra passou de 288,0 para 288,8 graus Kelvin em cerca de 150 anos, se for verdade significa que a temperatura tem sido surpreendentemente estável, e a saúde humana e a felicidade melhoraram indiscutivelmente neste período de 'aquecimento'”, acrescentou o Prêmio Nobel.