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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

“Pequena idade de gelo” se avizinha e espanta fanatismo ecologista

Glaciar Perito Moreno, Verde cor nova do comunismo Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha  para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha
para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
A Universidade Autônoma do México (UNAM) prognostica que a Terra caminha para uma “pequena era de gelo”, que terá uma possível duração de 60 a 80 anos. Ela resultará da constatada diminuição da atividade solar.

A posição da UNAM foi exposta pelo investigador do Instituto de Geofísica Víctor Manuel Velasco Herrera, em ato público.

Ele foi porta-voz dos resultados do trabalho de vários meses de uma equipe de investigadores do Instituto de Geofísica da UNAM sobre a conduta dos glaciares,

Velasco Herrera demonstrou que a recente ruptura do glaciar argentino Perito Moreno não foi causada pela mudança climática, como espalhou a mídia sensacionalista.

Tratou-se, explicou ele, de um processo natural provocado cada quatro anos em média pelo desnível das águas do lago e o aumento de pressão sobre o glaciar. Desta vez, em 9/7/2008, aconteceu no inverno, fato que já se reproduziu outras vezes há mais de meio século.

Os turistas, entre eles muitos brasileiros, acodem em bom número para assistir a esse belo e impressionante espetáculo em que desaba uma quantidade colossal de gelo. O glaciar Perito Moreno tem uma superfície de 200 quilômetros quadrados que se mantém estável.

Glaciar Perito Moreno, Verde cor nova do comunismo Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha  para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Glaciar Perito Moreno, Patagônia, Argentina. Terra caminha
para uma "pequena era de gelo", diz Universidade de México
Velasco sublinhou que os prognósticos do Intergovernmental Panel on Climate Change (IPPC) sobre a mudança climática estão errados. “São incorretos porque só se baseiam em modelos matemáticos e apresentam resultados em cenários que não incluem, por exemplo, a atividade solar”, disse.

No presente, continuou, há uma diminuição considerável da atividade solar “de maneira que, dentro de dois anos começará uma pequena idade de gelo que durará de 60 a 80 anos”. A conseqüência imediata será um aumento da seca.

“Neste século os glaciares estão aumentando”, completou, como pode se observar na Cordilheira dos Andes, no glaciar Perito Moreno, no Logan – a montanha mais alta do Canadá ‒ e no glaciar Franz-Josef, da Nova Zelândia.

O diário “El Espectador” de Bogotá, acrescentou que segundo enquete feita na Inglaterra, 56% das pessoas acha que os ambientalistas estão exagerando o problema do clima.

Exemplo típico de exagero catastrofista fatalista foi dado pelo Prof. Fred Singer, da Universidade de Virginia. Para ele “o clima avança a seu bel prazer, fazendo caso omisso do que faça a humanidade. A camada de gelo da Antártica seguirá se derretendo, façamos o que façamos”.



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