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segunda-feira, 28 de março de 2011

Padre Djacy, sapos e cobras, o faraó e a Campanha da Fraternidade

“Acostumem-se com a idéia de amar
esse animal tão querido por Deus e pela Mãe Terra",
afirmou o padre Djacy
Segundo o Portal Terra (14/3/2011), padre na Paraíba promove aberrante campanha pela adoção de sapos, na missa e pela internet, muito de acordo com a nova “religião” verde.

Durante a habitual missa na Paróquia de Santa Cruz, município de Sertão na Paraíba, o Pe. Djacy Brasileiro fez o lançamento de uma campanha pela adoção de sapos, a qual inclui, sobretudo, o adquirir amor por tais anfíbios.



O pároco inspira-se no apelo ecológico da Campanha da Fraternidade de 2011, que tem como tema “Fraternidade e a Vida no Planeta”, recém-lançado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O padre defende, numa retórica cheia de sentimentalismo, que o amor à natureza começa por animais como sapos, cobras e pássaros.

“O sapo só faz o bem à humanidade. Por que é tão desprezado? Vamos começar a amar o animal que por tanto tempo foi chutado, enojado, desprezado“, defende o sacerdote. “Amar o sapo, bicho tão agredido, chutado, é expressão maior de amor à natureza, que clama por socorro“.

Pe. Djacy afirma ainda que as pessoas precisam ter coragem para começar a amar o sapo pelo “bem” que ele faz ao homem. “Alguns de vocês, queridos amigos, têm medo de sapo? Então, acostumem-se com a idéia de amar esse animal tão querido por Deus e pela Mãe Terra”.

Na proposta do Pe. Djacy a “religião verde” mostra um de seus aspectos mais sorrateiramente dissimulados: é que ela é visceralmente anti-cristã.

Por exemplo, na Criação segundo a Bíblia Deus utilizou-se de símbolos para representar tanto o bem quanto o mal.

Aos animais deu formas diversas, a alguns deu belezas que representam virtudes e a outros permitiu a feiúra como símbolo do mal e do pecado original.

Símbolo do demônio na Bíblia,
animal amado no espírito da Campanha da Fraternidade

Ao nos depararmos com animais como os sapos, sente-se uma repulsa natural pelo animal e também uma repulsa implícita ao vício ou defeito que ele representa.

Nas Sagradas Escrituras não faltam exemplos. Quando Deus mandou uma ameaça ao faraó do Egito: “se não o deixares partir, infestarei todo o teu território com rãs, o Nilo fervilhará de rãs, que subirão e entrarão no teu palácio, nas casas e quartos e até na tua cama; o mesmo acontecerá na casa dos teus ministros e do teu povo, nos fornos e amassadeiras.” (Êxodo, Cap. 7,27). Deus parece não considerar esses gêneros de anfíbios tão bonzinhos quanto o ecologismo do padre Djacy.

Em outro trecho: “quando enviou moscas para os devorar e rãs que os infestaram”, (Salmos 77,45).

Em outras passagens Nosso Senhor é chamado de Cordeiro (São João 1,29), depois ele próprio se compara ao espírito de proteção maternal da galinha (São Mateus 23,37) e nesse mesmo capítulo compara os fariseus a serpentes e cobras venenosas (São Mateus 23,33).

Qual é o lugar reservado por Deus aos sapos? É o que Moisés comunicou ao faraó: se ele aceitasse libertar os judeus seria beneficiado com: “As rãs afastar-se-ão de ti, da tua casa, dos teus ministros e do teu povo. Ficarão somente no rio”. (Êxodo, Cap. 8,7).

Diante desse prêmio, o faraó se alivia, as rãs param de infestar e as línguas “ecologistas” deveriam emudecer.

Mas esse Deus da Bíblia é ecologicamente incorreto! Um Deus oposto a deusa Mãe Terra, a verdadeira divindade, “verde” é claro!

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Um comentário:

  1. Se esse padre tem tanto amor pelos sapos, rãs, perecas, cobras e lagartos, que leve tudo para a casa dele, não precisa convencer as pessoas a gostar do que ele gosta.Também está escrito na Bíblia que gafanhotos são pragas e inimigos, serpentes.

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