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quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ardis cinematográficos para impedir exploração de gás de xisto

O ativista Josh Fox criou "Gasland", um "documentário" caricatual
Luis Dufaur





A polêmica sobre o gás de xisto tomou dimensões cinematográficas nos EUA quando Hollywood estreou “Promised Land” (“Terra Prometida”).

No filme, o ator Matt Damon interpreta um executivo de uma produtora do gás questionado.

Ele "engana" aos produtores rurais para que aceitem a exploração do xisto.

Mas, depois acontecem coisas estranhas e o rebanho de uma cidade começa a morrer bebendo água possivelmente contaminada.



"Terra Prometida" apresenta um cenário intimidador
O filme segue a linha do documentário ativista e caricatural “Gasland”, criado pelo ativista Josh Fox em 2011.

O "documentário" mostra entre outras cenas de efeito, um morador “incendiando” a água da torneira com um fósforo.

O estilo alarmista continua pela trilha aberta por Al Gore e sua “A Verdade Inconveniente” condenada pela Justiça britânica.

A Independent Petroleum Association of America criou uma pagina web para hospedar a lista de fatos distorcidos em “Gasland”. Leia em PDF

O Dr. Michael Economides, professor de Engenharia na Universidade de Houston, escreveu na revista Forbes que “Gasland” é errôneo e irresponsável por muitos lados.

"Gasland" forjou cenas para impressionar desprevenidos
Em janeiro de 2013, o jornalista e cineasta independente Phelim McAleer publicou o documentário “FrackNation – A verdade sobre o fracking”.

Esta resposta, analisa os métodos usados por "Gasland" para montar o "documentário".

E é muito revelador do viés ideológico esquerdista e a carência de verdade no filme ambientalista.


Veja embaixo excertos de FrackNation:



No Brasil, segundo a ANP, o leilão de jazidas de gás não convencional seguirá o mesmo trâmite dos demais, e para o presidente do conselho de administração da consultoria Gas Energy, Marco Tavares, os riscos ambientais do gás não convencional já foram equacionados.

No leilão de outubro serão oferecidos blocos nas bacias do Paraná, Parecis, Parnaíba, Recôncavo, Acre e São Francisco.


Para o ex-deputado federal verde Fabio Feldmann (PV), a falta de debate é o maior problema. “Não existe nada específico sendo estudado pelo Ibama, Ministério do Meio Ambiente ou ANA (Agência Nacional de Água).”

Ou há muita falta de ânimo na militância verde brasileira ou realmente não está achando nada de concreto para objetar.


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