domingo, 4 de novembro de 2018

Quem aqueceu o clima sul-americano na Idade Média? Os índios?

Estudos sobre o aquecimento do clima na América do Sul  no período quente medieval.  Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno
Estudos sobre o aquecimento do clima na América do Sul
no período quente medieval.
Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Um novo estudo liderado pelo Dr. Sebastian Lüning, do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça, e pelo Prof. Fritz Vahrenholt do Departamento de Química da Universidade de Hamburgo, Alemanha, voltou a focar o “aquecimento global” verificado na América do Sul durante a Idade Média.

Obviamente esse não pode ser atribuído aos índios, únicos habitantes do continente naquela época, nem às suas primitivas técnicas de supervivência. Técnicas essas que nos são apresentadas como tábua de salvação do planeta ameaçado pela civilização industrial.

O relatório postado na web em 31 de outubro de 2018 no Quaternary International só confirma aquilo que vem reafirmando os cientistas sérios – não alarmistas: o clima planetário passa por períodos cíclicos de aquecimento e resfriamento.

Um apanhado traduzido do original alemão foi facilitado pelo site NoTricksZone.

A Idade Média viveu um desses períodos de aquecimento global. E foi um aquecimento planetário, não apenas no nosso continente.

Os estudos sobre o Período Quente Medieval estão adquirindo um volume esmagador. Na impossibilidade de reproduzi-los todos, mesmo em forma de mera listagem, recomendamos ao leitor clicar no link para uma visão de conjunto de 1.200 desses recentes trabalhos.

O Dr. Sebastian Lüning apresenta seus livros
O Dr. Sebastian Lüning apresenta seus livros
Os atuais – e famigerados – “modelos” climáticos não conseguem simular satisfatoriamente o aquecimento medieval. Tal vez influenciados por prejuízos ideológicos de seus autores “aquecimentistas”.

No trabalho publicado no Quaternary International, a equipe de cientistas elenca um grande número de estudos que abarcam todo o continente sul-americano, estudando restos de polens, sedimentos lacustres nos Andes, sedimentos marítimos, etc.

Ditos estudos reconstruíram as oscilações na diminuição e expansão das geleiras andinas e mudanças registradas nos anéis dos troncos de árvores fossilizados.

O Dr. Lüning e equipe constataram que a vasta maioria dos 76 trabalhos científicos consultados e dedicados especificamente ao caso apontam um aquecimento do clima sul-americano no “Medieval Warm Period” (Período Quente Medieval).

As exceções foram verificadas em praias marítimas do Peru, no norte do Chile e Cabo Frio (Brasil) e são atribuídas a mudanças nos ventos e correntezas marítimas.

O Dr. Sebastian Lüning trabalha para o , do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça
O Dr. Sebastian Lüning do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça
Segundo o “abstract” ou ementa do trabalho, a chamada “Anomalia Climática Medieval” atingiu seu auge entre os anos 1.000-1.200 d. C. em sincronia com a acontecida no hemisfério Norte. Ela pode ser estudada num leque de 1.500 anos.

A vasta maioria das terras sul-americanas apontam para esse aquecimento: a ascensão da vegetação em zonas andinas, a contração dos geleiras, o aumento da produtividade biológica nos lagos de grandes alturas, a duração da estação fria, a redução dos lagos nos Andes, etc.

A intensidade do aquecimento na América do Sul e no hemisfério Norte, é comparável, além de sincrônica, e atribuível a ciclos oceânicos, no Pacífico e no Atlântico, de muitos séculos de duração, ligados provavelmente à atividade solar.

Foi uma transformação gigantesca que não teve nada a ver com causas humanas, como hoje pretende nos fazer acreditar a ideologicamente enviesada propaganda aquecimentista.

O mapeamento do clima medieval sul-americano foi cotejado com os resultados de iniciativas científicas semelhantes na Antártica e no sul da África.

Panorâmica dos estudos sobre o Período Quente Medieval.
A existência desse período prova que o homem e sua civilização
são irrelevantes nas grandes mudanças do clima.
Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno

As tendências climáticas registradas foram análogas, além das mencionadas similitudes com as verificadas na metade boreal do planeta.

Também participaram do trabalho Mariusz Gałka do Departamento de Biogeografia e Palaeoecologia da Faculdade de Ciências Geográficas e Geológicas Adam Mickiewicz da Polônia; Florência Paula Bamonte do Laboratório de Paleoecologia e Palinologia da Universidade Nacional de Mar del Plata, Argentina; e Felipe García Rodríguez, do Centro Universitário Regional Este, do Uruguai.


domingo, 10 de dezembro de 2017

Festa de “energias renováveis” depaupera espanhóis

Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca. Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca.
Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande crise que abalou a economia mundial no início do século foi pretexto para o governo socialista espanhol de Zapatero empurrar as energias alternativas.

Sempre haverá possíveis novas fontes de energia e é desejável que sempre apareçam novas. O planeta as possui ou recebe – como é do caso do sol – em volumes que superam todo cálculo.

O problema é ter a tecnologia para aproveitá-las. E não desativar aquelas que de momento se apresentam viáveis em troca de um pulo no vazio. Quando atingirmos um conhecimento técnico que justifique a mudança, essa acontecerá naturalmente.

Mas a enigmática e anárquica turma ambientalista quer que o mundo pule no precipício do ignoto. Ou, pior, que se jogue no abismo do que se sabe que agora não é rentável nem viável.

domingo, 9 de outubro de 2016

Portugal taxa até os elementos

Tem um belo panorama em Lisboa? Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Tem um belo panorama em Lisboa?
Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Luis Dufaur
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Em nome da “justiça social”, prefeituras portuguesas conceberam um imposto genuinamente “verde” e draconianamente contrário à propriedade privada.

Trata-se de penalizar os “odiosos ricos” – segundo a expressão de Reinformation.tv que informou o fato.

O “crime” é que algumas casas tenham maior exposição ao sol ou uma visão panorâmica melhor. A punição está contida no decreto-lei 41 de 2016 e poderá aumentar as taxas municipais cerca de 20 %.

Proprietários e locatários que vivem em casas ou apartamentos voltados para um cemitério ou pouco iluminados terão um desconto de 10 %.

Os portugueses estão furiosos com essa “taxa da luz”. O Estado não diz que está precisando de dinheiro ou de estar sendo constrangido pela União Europeia, mas reconhece que a finalidade é filosófica “igualitária”.

Segundo o secretário de Estado das Finanças, Fernando Rocha Andrade, trata-se de taxar em função do luxo de ter luz solar e panorama, benefícios de tipo ambiental.

Não levará em conta o número dos membros da família nem a qualidade dos serviços públicos. A propriedade será taxada pelo fato de ser ambientalmente agradável ou confortável.

domingo, 3 de julho de 2016

Ambientalistas e Putin
aliados contra Ocidente

Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Quando, em junho de 2014, o ex-secretário geral da NATO Anders Fogh Rassmussen denunciou que a Rússia estava financiando o movimento anti-fracking no Ocidente, a gritaria dos militantes ambientalistas foi geral.

Órgãos da mídia e políticos tidos como sisudos julgaram ser uma aliança contra natura.

Porém, uma investigação levada adiante pela Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance revelou aquilo que o movimento verde não queria que fosse revelado. Steve Komarnyckyj fez um apanhado para a agência Euromaidan.

Uma fundação, a Sea Change, canalizava os financiamentos provenientes do círculo mais íntimo de Putin para três grandes grupos ambientalistas: o Sierra Club, o National Resources Defense Council e a League of Conservation Voters.

Em troca, o movimento verde ecoava largamente a propaganda russa em favor da invasão armada da Ucrânia. O site Resistência Popular, dos ativistas verdes Margaret Flowers e Emanuel Sferios, foi característico.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Viajando em trem ecologicamente correto;
e comunista também.
Uma “profecia do futuro mundo verde"

Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.
Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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As primeiras ferrovias – de luxo, aliás – da América Latina, foram as de Cuba. Hoje elas constituem a forma mais lenta de transporte na ilha, o que não é dizer pouco.

Viajar de Havana a Santiago de Cuba – mais ou menos de uma extremidade a outra da ilha ou 765 quilômetros – leva em média 15 horas, caso o trem não quebre, fato muito comum.

Um jornalista do “Clarín” de Buenos Aires ousou a aventura e publicou os resultados.

As cabras pastam junto aos trilhos, obrigando as locomotivas a frear para não atropelá-las. Carros de antigas marcas americanas e caindo aos pedaços fazem fila nos cruzamentos, aguardando passar os vagões, que podem atrasar horas.

Conduzir um trem exige muita habilidade, quando funciona.
Conduzir um trem exige muita habilidade, quando funciona.
Charretes puxadas a cavalo atravessam os trilhos após o chacoalhante comboio passar. Um tanque russo jaz abandonado sobre um carregador em alguma parte do percurso.

Aqueles mesmos trilhos transportavam toneladas de açúcar da outrora pletórica indústria cubana hoje reduzida a frangalhos. Em compensação, um jovem sobe no vagão, levando cabras para vender no mercado negro em Havana.

Para modernizar o sistema, o governo procura velhos equipamentos compatíveis com os modelos soviéticos.

Mas o roubo e o descaso dos funcionários garantem que o sistema continue tão péssimo como antes das “melhoras”.

De Havana a Santiago há um trem com ar condicionado, mas está quebrado e sem previsão de voltar a funcionar.

As famílias não têm outra opção senão se resignar. Não há outra via nem dinheiro para pagar “por fora”.

As ferrovias estão integradas com a rede de transporte público.
As ferrovias estão integradas com a rede de transporte público.
Entretanto, aqueles vagões outrora foram de luxo. No século XIX, a aristocracia cubana assumiu a tarefa de construir as ferrovias para escoar a magnífica produção de açúcar de suas excelentes fazendas, hoje arruinadas pela reforma agrária.

Os trens da era aristocrática tinham vagões-restaurante e serviços de luxo, por vezes mais exigentes que seus símiles europeus.

Na atualidade, a chance de um refrigerante é representada por camelôs nos cais das múltiplas paradas, para quem puder pagar.

No século XIX, a rede ferroviária cubana chegou a ter 9.000 quilômetros (5.600 milhas) de extensão e percorria toda a ilha, até que o socialismo do século XX se encarregou de escangalhá-la.

Mas a propaganda do regime faz questão de sublinhar esses “títulos de nobreza” para o exterior, sem mencionar o quanto ele os espezinhou.

Um enferrujado tanque soviético ameniza o panorama.
Um enferrujado tanque soviético ameniza o panorama.
Para os turistas, funciona uma linha especial unindo a capital cubana ao povoado de Hershey, na província de Matanzas, onde os guias exibem uma enferrujada fábrica de chocolate que há muito deixou de funcionar.

Os turistas pagam menos de 50 centavos de dólar pelo passeio.

Entre Santiago e Havana, os cubanos pagam pouco mais de um dólar e podem transportar as coisas mais incríveis, sem garantia de chegar bem. Para os estrangeiros o preço é 30 dólares.

A miséria cubana costumava ser atribuída pelo regime ao embargo americano. Hoje a propaganda a está transformando numa realização ecológica: um sucesso do modelo anticapitalista que não aquece o planeta.

Nessa nova visualização, Fidel Castro vai assumindo os ares de um patriarca e profeta do futuro mundo verde.








segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Fukushima: o pânico verde causou 1.600 mortes,
a radiação nenhuma

A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
A imprudente mudança de doentes de hospitais causou muitas mortes.
Luis Dufaur





O pânico gerado por informações alarmistas durante o acidente nuclear em Fukushima em 2011, no Japão, foi talvez o maior causador de vítimas mortais das últimas décadas, noticiou a “Folha de S.Paulo”.

Um dos maiores tsunamis da História devastou as costas japonesas voltadas para o Levante, atingindo em 11 de março uma velha usina atômica de tecnologia há décadas superada, mas ainda em funcionamento: Fukushima.

A usina nuclear sofreu uma avaria no seu sistema de refrigeração e temeu-se uma explosão de grandes proporções, que felizmente não se concretizou.

O temor causado pela ocorrência, entrementes, foi explorado aberta ou sorrateiramente pela propaganda verde pela multiplicação dos danos humanos reais.

domingo, 25 de outubro de 2015

Contestação ecologista cria novos Robespierres

Notre Dame des Landes: uma tribo anárquica  entrincheirada contra o progresso e a contra o Estado
Notre Dame des Landes: uma tribo anárquica
entrincheirada contra o progresso e a contra o Estado
Luis Dufaur





O jornal Le Monde de Paris, púlpito entusiasmado da revolução verde, publicou matéria sob o título “A contestação ecologista cria novos Robespierres”.

Ele se referia ao aparecimento das chamadas “zonas a defender” (ZAD), espécie de territórios livres que desconhecem a autoridade do Estado ou da lei.

E explica: trata-se de “defender o meio ambiente contra os poderes públicos, contra os projetos de desenvolvimento econômico”.

São novas pequenas “Sierras Maestras” na França, mas de um tipo diferente. Uma espécie de guerrilha mais psicológica do que armada porém radicalmente ambientalista cria centros anárquicos que desgarram a unidade nacional.

domingo, 18 de outubro de 2015

Aerogeradores e painéis solares matam pássaros sem cessar

Viés ideológico dramatiza parcos acidentes com pássaros  e silencia a morte de milhões de outros atingidos por 'energias renováveis'.
Viés ideológico dramatiza parcos acidentes com pássaros
e silencia a morte de milhões de outros atingidos por 'energias renováveis'.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Os aerogeradores eólicos e as plantas de energia solar matam centenas de vezes mais animais do que os poços de petróleo em pane.

A notícia pode parecer surpreendente porque a mídia insiste obsessivamente em difundir fotografias de pássaros, sobretudo do mar, atingidos pelo petróleo derramado por poços ou petroleiros afundados.

Essas imagens são apresentadas pela propaganda verde de modo tendencioso.

Outro golpe clássico é a imagem do urso polar sobre um pedaço de gelo que estaria se derretendo e condenando o simpático ursinho à desaparição, quando ele o está usando de outeiro para avistar uma presa, dar-lhe morte e comê-la.

Porém, Kerry Jackson, que escreve no Investor’s Business Daily, forneceu dados esclarecedores mostrando, segundo informa o American Thinker, que os demagógicos ambientalistas têm as mãos encharcadas de sangue de pássaros.

Vivo e morto. A planta solar de Ivanpah Dry Lake, na Califórnia,  mata 30,000 pássaros por ano mas a mídia no fala  porque é 'ecologicamente correta'
Vivo e morto. A planta solar de Ivanpah Dry Lake, na Califórnia,
mata 30,000 pássaros por ano mas a mídia no fala
porque é 'ecologicamente correta'
Por exemplo, Jackson registra que no último vazamento de petróleo na costa da Califórnia morreram 161 pássaros, segundo o cômputo oficial.

Mas o órgão oficial National Research Council calcula que as turbinas eólicas matam cada ano cerca de 100.000, número que sobe para 300.000 nas contas da American Bird Conservancy.

A agência de notícias Bloomberg News vai mais longe e avançou a cifra de 573.000 pássaros mortos só em 2012. Poder-se-ia estimar cerca de mil pássaros despedaçados ou torrados diariamente cada ano.

A planta solar de Ivanpah, no deserto de Mojave, poderia entrar no Guiness com o recorde mortífero de 28.000 pássaros queimados por ano, ou um a cada dois minutos, segundo os dados do U.S. Fish and Wildlife Service. Veja mais: “Salve o planeta, matem os pássaros”?

Ivanpah aponta mais de 300.000 espelhos na direção de três torres de 140 metros (459 pés) de altura, gerando um calor superior a 800ºC. Isso é suficiente para “cozinhar” os pássaros que voam na área.

Em 2010, por ocasião do vazamento de óleo num poço da British Petroleum (BP) no Golfo de México, intensamente publicitado, o relatório oficial da U.S. Fish and Wildlife Service registrou que foram colhidos 2.303 pássaros mortos, “visivelmente atingidos pelo óleo” na área do incidente.

Mas o acidente da BP é um evento que não acontece todo ano. Em sentido contrário, as turbinas eólicas e as plantas solares não cessam de abater.

O Daily Caller calcula que desde o vazamento de 2010 da BP, cerca de 2,9 milhões de pássaros foram trucidados pelas aspas dos aerogeradores.

Veterinários tentam salvar ave atingida pela pá de um aerogerador. Dois pesos e duas medidas nos exageros ambientalistas
Veterinários tentam salvar ave atingida pela pá de um aerogerador.
Dois pesos e duas medidas nos exageros ambientalistas
Norman Rogers, consultor do Heartland Institute graduado em Física pelas Universidades de Califórnia-Berkeley e de Havaí, estudou e fotografou especialmente o repugnante caso dos pássaros queimados vivos enquanto voavam na área de Ivanpah.

Acresce que, além do imenso subsídio estatal, Ivanpah só produz 40% da energia que prometia gerar.

Porém, a propaganda verde veiculada por certa mídia esconde habitualmente esses dados essenciais, mantendo seus leitores na ignorância do que está acontecendo.

Qual é então o amor pela natureza de que se ufanam tantos ecologistas radicais que até se exibem de encíclica na mão mas levam a foice e o martelo no coração?


Ivanpah, a maior planta de energia solar do mundo queima os pássaros que passam por ela:



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Hotel de luxo cria favela para ricos ecologicamente corretos

Shanty Town: hotel verde maravilhoso para o jet set usufruir de Laudato Si' na mão.
Luis Dufaur





Chegou o tempo de se preparar para o maravilhoso mundo verde, onde ninguém consome demais, não aquece o planeta e distribui igualitariamente as riquezas para evitar as catástrofes climáticas de origem humana que outrora flagelavam a Terra por culpa do capitalismo.

Partiram na frente alguns figurinos do jet set midiático eclesiástico e já estão testando o estilo de vida verde compatível com a Laudato Si’.

Um hotel de luxo, o Emoya Spa and Oopvuur Restaurant, em Bloemfontein, uma das três capitais da África do Sul, já oferece o ambiente futurista com todas suas comodidades, aliás bastante imperceptíveis, segundo reportagem da Folha de S.Paulo.

Quem chega e pensa que está numa favela é certamente um aquecimentista antipático, a ser corrigido.

Ele deve entender que está enganado, porque o hotel oferece uma “acomodação única”, que pretende simular os assentamentos informais existentes no país.

O Shanty Town é mais parecido com um assentamento do MST,  mas vai a caminho da taba indígena.
O Shanty Town é mais parecido com um assentamento do MST,
mas vai a caminho da taba indígena.
Poderia, aliás, ter escolhido um assentamento do MST no Brasil, ou uma taba de índios como é cantada idilicamente pelo CIMI e não teria sido muito diferente e quiçá mais econômico.

Mas, em qualquer caso, no Emoya Spa o cidadão do futuro mundo verde encontra um ambiente típico do homem conscientizado que não aquece o planeta, embora padeça de todas as consequências do derretimento dos polos e da acidificação dos oceanos, que por sinal ficam bem longe do local.

O hotel tem todas as acomodações de uma “Shanty Town” sul-africana, leia-se favela em português.

As barracas são feitas com pedaços reciclados de madeira e metal. Os banheiros são ao ar livre, algo muito ecológico e sustentável.

A iluminação é na base de vela, fugindo do consumo desenfreado de energia típico da sociedade consumista que ameaça extinguir os recursos.

Algum pecado ainda é tolerado, como os pisos com aquecimento. Mas o turista pode viver na própria pele o que é uma “shanty” ou favela ecologicamente correta, “no ambiente seguro de uma reserva privada”, segundo prega o site do Emoya Luxury Hotel & Spa.

Para o hotel, o ambiente é “completamente seguro e adequado às crianças”, embora animais selvagens circulem entre os barracos num espírito igualitário de integração homem-animal.

Hóspedes devem aquecer sua água e os toilettes são públicos e 'sustentáveis'.
Hóspedes devem aquecer sua água e os toilettes são públicos e 'sustentáveis'.
O hotel também é proposto como ideal para festas temáticas – de qual tema? – e “para se ter uma experiência inesquecível”.

De fato, uma pessoa limpa e de bom senso nunca poderá esquecer uma passagem por esse local.

Atrativo especial: o hóspede precisa fazer “sua própria fogueira” em local comum para obter água quente.

Aliás, há um outro pecadinho, um resquício do passado tolerado aos incorrigíveis: o cliente pode requisitar acesso à energia elétrica.

A diária custa a partir de R$ 145, bastante para uma favela.

O post parece irônico, e talvez o seja, mas o sonho utópico do ambientalismo deseja habituar os homens num estilo de vida “sustentável” e “integrado na natureza”. Ele não visa ajudar as pessoas a melhorar e até a sair da favela, mas a cair nela, numa tendência rumo sempre ao mais baixo, até a taba indígena.





domingo, 13 de setembro de 2015

Ambientalismo na UE se assanha contra carros particulares

Exigências ambientalistas preparam o dia em que o carro será tido como um inimigo
Exigências ambientalistas preparam o dia
em que o carro será tido como um inimigo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A União Europeia (UE) fixou objetivos “ecologicamente corretos” a serem atingidos em 2025 em matéria de gazes de efeito estufa. Em vez de reagir com prudência diante da falta de bom senso das propostas ambientalistas, a UE se apressa em atacar os automóveis privados, apontando-os a dedo como os vilões culpados pelo mirabolante apocalipse climático.

O raciocínio parece copiado de Nicolás Maduro: a culpa é dos particulares que não cumprem as fantasias irrealizáveis do regime e então devem ser punidos.

Os ministros do Ambiente e dos Transportes da Holanda, Irlanda, Suécia e Finlândia pediram à Comissão Europeia novos objetivos mais radicais a serem estabelecidos no próximo ano.

O objetivo para 2021 é que os fabricantes de carros limitem a emissão a uma média de 95 g de CO2/km. Essa meta a priori é inatingível no prazo: em 2014, a média foi de 123,4 g de CO2/km, segundo a agência VoxEurop.

Mas os ministros insistem em mais dirigismo e mais punição dos “veículos particulares”. “Estes objetivos, acrescentam, são essenciais para desenvolver e melhorar os veículos elétricos, a hidrogênio e os híbridos recarregáveis”.

Vários países da União Europeia estão bem conscientes de que mesmo as metas ditas moderadas da UE são irrealistas e não será possível atingir em prazos tão exíguos 40% de redução das emissões de CO2 fixados pelos políticos.

A indústria de automóvel é refém da inviabilidade das metas ambientalistas. A Associação dos Fabricantes Europeus de Automóveis (ACEA) afirmou que “existe um limite dentro do qual podemos melhorar do ponto de vista tecnológico [para reduzir as emissões] na indústria automóvel”.

Ciclistas em Kuonming, China. Mao Tsé Tung será tido como profeta das energias renováveis de origem humano?
Ciclistas em Kuonming, China. Mao Tsé Tung será tido
como profeta das energias renováveis de origem humano?
Os proprietários serão reeducados para “mudarem seu comportamento, antecipando a circulação, utilizando o acelerador de forma mais lenta e suave, levantando o pé com antecipação e nunca acelerando ao se aproximarem de um semáforo”.

Em tudo serão tratados como indivíduos em estado de minoridade, regidos por uma planificação ambientalista invasiva, minuciosa e estrita.

Se as metas inatingíveis não forem alcançadas, virão impostos pesados sobre o combustível, piores que os atuais, novas portarias ou profundas reformas do planejamento.

Os argumentos dos fabricantes não são considerados pelo fanatismo ambientalista, que exige mais e mais objetivos impossíveis de alcançar em períodos de irreal brevidade.

As opções para o futuro não virão com vareta mágica. Mas, para os ambientalistas, a realidade não interessa muito: trata-se de enforcar a propriedade privada e quebrar o impulso do progresso, apresentado como a súmula dos males.


domingo, 1 de fevereiro de 2015

Profecias de Boffstradamus:
se o capitalismo não acaba antes de 2015!!!

Boffstradamus: o infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
O infalível áugure vaticina o fim da vida na Terra em 2015 (risca! em 2021... ou 2022! Está profetizado!)
Luis Dufaur



Este post já começou mal: se você o lê é porque não se cumpriram algumas das profecias que o sábio Boffstradamus tirou de sua biblioteca verde, teológica e libertária.

Consultado a respeito, enquanto contribui a todo vapor com uma próxima encíclica, o infalível áugure garante que vão se cumprir.

E se falharem será por culpa do agronegócio, do aquecimento global, do egoísmo acumulador, da globalização e outras mazelas capitalistas.

Profecia verde, teológica e libertária nunca falha. Então, tomemos as seguintes verdades que se verificarão neste ano, sem direito à réplica. 

Elas foram coletadas por Maxim Lott, maxim.lott@foxnews.com, para a FoxNews.

1) Todas as espécies das florestas tropicais serão extintas

Não adianta achar que a mata está aí com toda a bicharada: está escrito e tem que acontecer até fim do ano. O Dr. Paul Ehrlich, presidente do Centro pela Conservação da Biologia, da Universidade Stanford, já o profetizou em 1968 no seu famoso livro The Population Bomb.

Na sua bola mágica lê-se que o crescimento populacional destruirá o planeta. Boa parte desse fim do mundo, esclareceu ele no livro Extinction, de 1981, seria provocada pela extinção de todas as espécies animais e vegetais das florestas tropicais úmidas como resultado do dano ambiental gerado pelo homem.

O presságio até já poderia ter-se tornado realidade há tempos:
Até um 'bruxo mor' mexicano fez abracadabrantes profecías, mas não interessa o que disse pois “está escrito!”
Até um 'bruxo mor' mexicano fez abracadabrantes profecías, mas errou!
Porém não interessa porque “está escrito!” no Corão ambientalista
“A metade das populações e espécies nas florestas tropicais úmidas extinguir-se-á no início do próximo século [século XXI], nenhuma sobreviverá pelo ano 2025”. Assim está escrito na página 291.
Mas ele avisou que seus modelos admitiam a possibilidade de uma extinção completa já no ano 2010.

Essas datas poderiam ser ainda antecipadas nas “mais realísticas” especulações de Ehrlich.
Pois, “se não se dão logo os passos apropriados ... a humanidade padecerá uma catástrofe total tão grave quanto uma guerra termonuclear universal”.
Passos apropriados, o que isso? Algo como um Código Florestal ainda mais radical? “Maktub” “está escrito!”, “tem que acontecer”, descodifica Boffstradamus.

2) O petróleo acabará em 2015

O manual “Student and Teacher Guide”, distribuído pelo governo da Pensilvânia, ensina aos alunos que “algumas estimativas sobre as reservas de petróleo sugerem que por volta do ano 2015 nós teremos gastado todas as reservas de óleo”.

O Clube de Roma falava que acabaria em 1980. Foi um papelão, mas “Maktub!” ai de quem não acreditar!

Não adianta que as reservas comprovadas em 2015 equivalham a pelo menos 1,6 trilhões de galões, como informa a Energy Information Administration – EPA, a agência governamental americana que tem a última palavra na matéria.

Sequer interessa que em virtude do excesso de petróleo seu preço não para de cair, abalando as economias árabes, russa e venezuelana, por exemplo.

É preciso ser muito “negacionista”, “cético”, inimigo da Gaia e muito vendido às empresas capitalistas e agronegociantes para acreditar que as reservas de petróleo – como afirma a EPA – mais do que dobraram nas últimas duas décadas em virtude da inovação tecnológica que tornou acessível mais petróleo, como a técnica do fracking.

Concentração do gelo nos polos em 23 de janeiro de 2015
segundo imagens satelitais da Universidade de Illinois.
O gelo antártico está 31,1% maior do normal nessa data.
Isso não está escrito na bolasfera mágica de nossos vaticinadores:
pior para os satélites, os polos e capitalistas!
“Allah Akbar”, ou melhor, “Gaia Akbar” (“Gaia é grande!”) e “Maktub”! Está escrito!


3) O gelo do Ártico também vai desaparecer em 2015

O relatório Yale Environment 360, de 2012, já falou:
“Peter Wadhams, que lidera o Polar Ocean Physics Group da Universidade de Cambridge… acredita que o Ártico ficará livre de gelo antes de 2020 e talvez mais cedo, em 2015”.
Os dados do governo americano mostram que a superfície gelada do Ártico cresceu desde a emissão desse oráculo fidedigno.

No mínimo do ciclo de expansão-retração, em 2014, a superfície gelada do Ártico atingiu 1,7 milhões de milhas quadradas, uma área equivalente à metade dos EUA.

4) Um bilhão de pessoas morrerão até 2020 por causa das mudanças climáticas

O Dr. John Holdren, diretor do Escritório de Políticas para a Ciência e a Tecnologia da Casa Branca, administração Obama, fez nos anos 80 essa apocalíptica previsão baseado no aquecimento global.

E foi citado por Paul Ehrlich em seu livro de 1987 The Machinery of Nature, onde diz:
“Enquanto físico da Universidade da Califórnia, John Holdren declarou que a mudança climática induzida pelo CO2 provocará fomes que matarão pelo menos um bilhão de pessoas antes do ano 2020”.

'Maktub' ('está escrito', segundo a crença corânica):
o mundo vai ser consumido pelo aquecimento global
Ainda faltam cinco anos, mas seria razoável supor que o CO2 já estivesse provocando a morte das primeiras dezenas ou centenas de milhões de pessoas privadas de alimentos.

“Está um pouquinho cedo para afirmar no início de 2015 o que vai acontecer ou não em 2020”, escreveu recentemente Holdren para tirar o corpo.

Mas ele continua defendendo que mais regulamentos, leis, códigos e impostos constituem a única opção para evitar a catástrofe. E exaltou nessa linha o Plano de Ação Climática do presidente Obama.

Concluindo este post, volto-me para a realidade e o bom senso: plantas e animais vão bem na Amazônia, o petróleo está sobrando, o Ártico e a Antártida não param de crescer, e se há gente morrendo não é por carência de alimento, mas por obesidade.

Mas Boffstradamus promete muita agitação com a sinodalização da Igreja que vem de Roma e da Alemanha.

Bom Fim do Mundo!


domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias do espaço: “muro invisível”
protege a Terra contra radiação letal

As sondas de Van Allen da NASA, instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra
As sondas de Van Allen da NASA,
instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra


Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

domingo, 19 de outubro de 2014

Ambientalistas exibem ideologia marxista,
comunista ou socialista
em NYC e Oakland

A fala nova é pela natureza. Mas o pensamento é do velho comunismo. People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
A fala nova é pela natureza.
Mas o pensamento é do velho comunismo.
People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
Luis Dufaur



Diversos movimentos “verdes” engrossaram as passeatas de 21 de setembro, visando pressionar a reunião de cúpula da ONU para as mudanças climáticas.

A principal passeata “verde” foi a “People’s Climate March”, em New York City, que foi acompanhada por passeatas e concentrações convergentes em outras cidades americanas.

domingo, 5 de outubro de 2014

Amazônia tem “oceano subterrâneo” de água doce

A descoberta do aquífero Alter do Chão pareceu uma coisa colossal.
Mas foi apenas o início de um achado muito maior.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume calculado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, (mil litros por metro cúbico) estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O anúncio foi feito durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que terminou no dia 27 de julho 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, segundo reportagem de Elton Alisson da Agência Ibero-americana para a Difusão da Ciência e da Tecnologia DICYT.

O volume é 3,5 vezes maior do que o do Aquífero Guarani, que abrange os territórios do Uruguai, da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados de extensão.

“A reserva subterrânea representa mais de 80% do total da água da Amazônia”, disse Abreu.

Esse “oceano subterrâneo”, contudo, é muito pouco conhecido. De acordo com Abreu, as pesquisas sobre o Aquífero Amazônia foram iniciadas há apenas 10 anos, quando ele e outros pesquisadores da UFPA e da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão, no distrito de Santarém (PA).

Veja sobre Alter do Chão: Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Catastrofistas silenciam.

Também: A Amazônia fala pesado e desmente o ecologismo alarmista 

Os dados iniciais apontaram um depósito de água doce subterrânea de 86,4 trilhões de metros cúbicos. Porém, a realidade era ainda maior e melhor.
“Ficamos muito assustados com os resultados do estudo e resolvemos aprofundá-lo. Para a nossa surpresa, descobrimos que o Aquífero Alter do Chão integra um sistema que abrange o Acre, Solimões, Amazonas e Marajó. Essas quatro bacias possuem, aproximadamente, uma superfície de 1,3 milhão de quilômetros quadrados”, disse Abreu, citado por DICYT.

Denominado pelo pesquisador e colaboradores de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga), o sistema hidrogeológico começou a ser formado há cerca de 135 milhões de anos.

Com 124.000 km³ de água explotáveis pode abastecer o Brasil durante 14.000 anos



“O Saga é um sistema transfronteiriço, uma vez que abrange outros países da América do Sul. Mas o Brasil detém 67% do sistema”, disse.

“Estimamos que o volume de água do Saga a ser usado em médio prazo para abastecimento humano, industrial ou para irrigação agrícola será muito pequeno em razão do tamanho da reserva e da profundidade dos poços construídos hoje na região, que não passam de 500 metros e têm vazão elevada, de 100 a 500 metros cúbicos por hora”, disse.

“A Amazônia transfere, na interação entre a floresta e os recursos hídricos, associada ao movimento de rotação da Terra, cerca de 8 trilhões de metros cúbicos de água anualmente para outras regiões do Brasil.

“Essa água representa um serviço ambiental colossal prestado ao país, uma vez que sustenta o agronegócio brasileiro e o regime de chuvas responsável pelo enchimento dos reservatórios produtores de hidroeletricidade nas regiões Sul e Sudeste do país”, avaliou o professor Abreu da UFPA.

Não há palavras para agradecer a Deus por tão grande tesouro concedido ao nosso Brasil.

Mas não é esse tipo de reflexões baseadas na justiça que agrada aos que tentam rebaixar o Brasil em nome da “salvação do planeta”.


domingo, 28 de setembro de 2014

NASA informa: o sol quase “torrou” a civilização da informação

Representação artística da força de uma erupção solar. A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Representação artística da força de uma erupção solar.
A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Luis Dufaur


Um fato pôs em relevo, mais uma vez, o absurdo do homem pretender que com sua civilização, determina os equilíbrios cósmicos ou planetários, como sustentam nossos alegres “verdes” radicais.

No mês de abril, cientistas dos mais renomados e altos responsáveis do governo americano se deslocaram até Boulder, no Colorado, a fim de participar do NOAA's Space Weather Workshop, reunião anual para discutir os perigos e as probabilidades das tempestades solares, informou a NASA.

Essas tempestades têm sua origem em fabulosas explosões na superfície solar. Elas são rotineiras, existem desde sempre, e atingem regularmente a Terra com diversos efeitos eletromagnéticos de intensidades mutáveis.

O atual ciclo solar está sendo mais fraco do que de costume, e isso até contribui para o resfriamento global.