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domingo, 17 de fevereiro de 2013

Grã-Bretanha autoriza explorar o gás de xisto e desaponta verdes e vermelhos

Edward Davey, ministro de Meio Ambiente inglês  liberou exploração do gás de xisto
Edward Davey, ministro de Meio Ambiente inglês
liberou exploração do gás de xisto
O governo britânico autorizou o reinício da exploração do gás de xisto através do método de fraturamento hidráulico , mas fixando certos controles para prevenir eventuais riscos sísmicos, informou o jornal “Le Monde” de Paris.

“O gás de xisto representa uma nova fonte energética promissora para o Reino Unido e poderá contribuir significativamente para nossa segurança energética pela redução de nossa dependência do gás importado”, explicou Edward Davey, ministro da Energia e Mudanças Climáticas.

O ministro sublinhou que esta nova fonte de energia será “especialmente valiosa para substituir os recursos em declínio no Mar do Norte”, permitindo criar emprego, atrair mais receitas fiscais e impulsionar a economia.

A associação dos empresários ingleses Institute of Directors (IOD) estima que o gás de xisto poderá atender durante um século a 10% das necessidades de gás da Grã-Bretanha.


Hoje não há no país exploração alguma desse tipo de gás. A única exploração que havia foi suspensa em 2011.
Exploração de gás de xisto em Lancashire é  promessa de progresso para a estagnada economia inglesa
Exploração de gás de xisto em Lancashire é
promessa de progresso para a estagnada economia inglesa

A firma responsável – a britânica ‘Cuadrilla Resources’ – interrompeu as perfurações exploratórias na região de Lancashire, na costa nordeste da Inglaterra, após verificar ligeiros tremores nas proximidades da cidade de Blackpool.

Após definir os controles prudentes para continuar a exploração, o governo deu a luz verde para utilizar a técnica de fraturamento hidráulico (fracking) que permite extrair esse gás com custos razoáveis.

O método de fraturamento hidráulico consiste em fragmentar camadas rochosas de grande profundidade com uma mistura de água e produtos químicos jogados com alta pressão para liberar combustíveis fósseis, notadamente gás e petróleo.

Na França, as pressões verde-vermelhas dos ambientalistas e as socialo-comunistas conseguiram proibir esta técnica sem admitir considerações ou correções.

Ela foi qualificada de poluidora pelos detratores sistemáticos verdes, embora seja utilizada nos EUA sem que essa dificuldade tenha sido relevante.

O ministro britânico das Finanças, George Osborne, anunciou em seu discurso de abertura do ano legal que até concederia isenções fiscais para o gás de xisto.


As eólicas suscitam a antipatia crescente da população porque poluem intensamente a paisagem e são muito barulhentas para os moradores locais.

Uma equipe de especialistas ingleses designados pelo governo que analisaram o caso de Lancanshire recomendou em seu relatório final retomar a exploração, apontando apenas algumas cautelas e vigilância.

O governo inglês aguarda que novas empresas passem agora a investir na sua procura e na exploração.

O ministro da Energia e Mudanças Climáticas acha que já neste ano serão concedidas as primeiras licenças. Porém, até iniciar a exploração comercial, poderão transcorrer alguns anos, como sói acontecer num negócio desta dimensão.

Sempre prestes a obstaculizar qualquer progresso, ainda que marcado pela prudência, como neste caso, a militância ambientalista iniciou uma campanha visando atemorizar os vizinhos das jazidas sobre supostos riscos de poluição.

Apalhaçados protestos ambientalistas visam bloquear progresso em Lancashire
Apalhaçados protestos ambientalistas visam bloquear progresso em Lancashire
“Pelo país todo, nossas comunidades vão ser perturbadas por esta decisão, que ameaça contaminar nossa água, nosso ar e sabotar nossos objetivos face ao clima”, tripudiou a associação verde “Amigos da Terra”.

Trata-se de uma das mais radicais e intolerantes ONGs geradas pelo movimento ambientalista, e muito ativa a partir de seus cômodos escritórios burocráticos.



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