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domingo, 15 de dezembro de 2013

Matilhas de lobos ("espécie protegida")
devoram até cavalos na França


Na França, o conto do lobo saiu da fantasia. Milagre ambientalista!

Com apenas uma diferença: o lobo pode matar a vontade e ai! do agricultor que defender o rebanho contra essa “espécie protegida” em “via de extinção”.

Após se multiplicarem a vontade nos Alpes protegidos pela legislação ambientalista, passaram a infestar as montanhas dos Vosges.

Tendo adquirido confiança, as matilhas atacam nas planícies da Champagne noticiou a RTL, a maior rádio do país.

Já não só devoram ovelhas mas cavalos e até os cachorros dos pastores. Calcula-se em várias centenas o número dos lobos “ativos”.

domingo, 8 de dezembro de 2013

“Verdes” não conseguem impor “paz de Varsóvia” na COP 19 e olham para o Vaticano

COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
Encerrou-se em Varsóvia mais uma reunião sobre a mudança do clima global — a COP-19, ou 19ª conferência dos países signatários da Convenção do Clima da ONU (1992).

Os ministros de Meio Ambiente tentaram driblar as realidades. Estas atrapalhavam as negociações para reduzir o nível de vida e de consumo dos homens com o pretexto de diminuir a produção de gases do efeito estufa – leia-se CO2, embora este gás seja só 0,03% da atmosfera.

Com sensatez Japão e Austrália recuaram de compromissos anteriormente assumidos de cortar suas emissões de carbono.

O PT teria gostado exibir resultados diante dos colegas verdes e vermelhos.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Modelos climáticos fajutos
alimentaram o pânico aquecimentista

Crença em modelos computacionais fajutos  evoca superstições imemoriais
Crença em modelos computacionais fajutos
evoca superstições imemoriais
Se as previsões climáticas do dia seguinte nem sempre dão certo, imagine-se como é difícil acertar no prazo de um século ou mais.

Entretanto, a previsão do “aquecimento global” se jogou alegremente nessa aventura. E agora está exposta à luz do dia como um “fora” que superou todo o imaginável.

O que houve?

Os especialistas John C. Fyfe, Nathan P. Gillett e Francis W. Zwiers, do ‘Canadian Centre for Climate Modelling and Analysis, Environment’, de Victoria, British Columbia, publicaram na revista “Nature Climate Change” uma tentativa de resposta honrada.

Eles analisaram 117 predições climáticas feitas nos anos ’90 comparando-as com os dados presentes sobre a temperatura da Terra.

De modo geral apenas três dessas 117 previsões acertaram, enquanto as outras 114 superestimaram a dimensão do aquecimento. Em média, elas anunciaram mais do que o dobro do aquecimento que de fato aconteceu.

Segundo os autores, alguns dos cientistas que fabricaram tais previsões precisam voltar à escola. Em outros posts vimos que alguns deles nem eram cientistas.

domingo, 24 de novembro de 2013

Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza

Prejudicam a saúde e à natureza, disse Tribunal
Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França.

Pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

domingo, 17 de novembro de 2013

Totalitarismo tributário “verde” indigna a França

Portal da "ecotaxa": impostos ambientalistas acentuam totalitarismo tributário
Portal da "ecotaxa": impostos e controles ambientalistas praticam totalitarismo tributário
Para milhares de agricultores franceses, a arremetida “verde” saiu da propaganda e virou hostil realidade.

O governo francês “vermelho-verde” foi baixando sucessivos impostos para “salvar o planeta”.

A gota que fez derramar o copo foi a chamada “ecotaxa” que incide sobre os caminhões, mas acaba sendo paga pelos produtores rurais.

Impressionantes portais carregados de sensores para flagrar caminhões, cargas, emissão de CO2, etc. foram sendo instalados em auto-estradas e simples estradas de França. A “ecotaxa” deve render ao governo vários bilhões de reais por ano.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O tufão Haiyan e as manobras inescrupulosas
do alarmismo climático

O tufão Haiyan atingindo as Filipinas
O tufão Haiyan atingindo as Filipinas
Explorando a dor enorme que significou para as Filipinas o tufão Haiyan (ou Yolanda) o desastre vem sendo relacionado pela mídia ambientalista com o “aquecimento global”.

O viés alarmista que aflora em certos noticiários é de molde a impressionar o público para alguma decisão demagógica que possa adotar a 19ª Sessão da Conferência das Partes (COP 19) (Nineteenth session of the Conference of the Parties) agora reunida em Varsóvia.

A COP 19 é a reunião mais importante sobre clima do ano e tem o objetivo de 'preparar terreno' para novo acordo global climático em 2015.

Marc Morano, de “Climate Depot” preparou um valioso apanhado das posições dos cientistas e dos jornais, das verdades e das falsificações, sobre o grande tufão.

domingo, 10 de novembro de 2013

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las - caso existissem

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








A ser aplicado o plano proposto pela Comissão do Clima da Austrália, tentar deter o suposto incremento da temperatura mundial custará 50 vezes mais do que promover adaptações a ele – se é que existe.

Essa é a conclusão do site australiano “The climate sceptic party” após consultar diversos cientistas que demonstraram ter adotado as posições certas no debate sobre o aquecimento global.

Reduzir em nível mundial o aquecimento global segundo a proposta australiana custaria $3,2 quatrilhões de dólares ($3.200.000.000.000.000) para cada grau centígrado de aquecimento diminuído. [Toda a informação é calculada em dólares australianos, pouco menos valorizados que o dólar americano: 0,9343 $U.S.]

A autora de livros científicos Joanne Nova ficou espantada: “Todos esses milhões de dólares jogados no lixo!”

Para o Dr. David Evans, ex-diretor do Australian Greenhouse Office, “essa proposta só visa dinheiro [em impostos]. Nós poderíamos melhorar nossas vidas e a vida de outros em inúmeros países com o mesmo dinheiro e esforço”.

Marc Morano, editor de ClimateDepot.com, comparou: “O senhor contrataria um seguro para sua casa que poderia custar mais do que a casa e que não lhe pagaria nada se a casa pegar fogo? Isso é o que essa proposta fraudulenta (“snake oil”) está nos oferecendo!”

Tony Abbott, primeiro ministro da Austrália,  mandou fechar a fonte do disparate
Tony Abbott, primeiro ministro da Austrália,
mandou fechar a fonte do disparate
Dr. Fred Singer, especialista em Física da Atmosfera e do Espaço: “Um tremendo esbanjamento não só de dinheiro, mas de recursos.”

Após ver 1,6 milhão de dólares australianos malgastados por um órgão oficial que propôs uma maluquice dessas, o novo governo australiano do premier Tony Abbott fechou a Comissão do Clima.

O plano ébrio de ideologia “verde”  deveria ser financiado com impostos sobre a emissão de carbono que arruinariam o país.

Entrementes, no Brasil, o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PMBC) elaborou seu primeiro Relatório de Avaliação do “aquecimento global” no País.

O Relatório brasileiro não só voltou a teses há muito abandonadas pelos mais fanáticos alarmistas internacionais. Ele também profetizou que as temperaturas médias no País se elevarão de 3°C a 6°C até o final do século!!!

Quantos quatrilhões seria preciso arrancar do bolso do contribuinte brasileiro em taxas e impostos para afastar este espalhafatoso e tétrico horóscopo excogitado por uma comissão?


Vídeo: Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las




domingo, 3 de novembro de 2013

Malabarismos catastrofistas de ontem… e de hoje

Contrainformação aquecimentista durante 15 anos é confessada.  Afinal o oceano Pacífico foi mais forte  que todo o aquecimento global antropogênico, se existiu.  Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.
Contrainformação aquecimentista durante 15 anos é confessada.
Afinal o oceano Pacífico foi mais forte
que todo o aquecimento global antropogênico, se existiu.
Mas não falta vontade de voltar com o mesmo realejo.
Tornou-se lugar comum noticiar que a temperatura do planeta parou de subir nos últimos 15 anos.

E o próprio Quinto Relatório do IPCC -- órgão político e não científico -- abaixou fortemente as assustadoras previsões anteriores.

Esse tipo de notícias contradiz o bombardeio durante anos de informações segundo as quais a temperatura não parava de aumentar e, aliás, nunca pararia, salvo drásticas mudanças de tipo socialista planetário.

Os mares sepultariam as cidades e os últimos homens morreriam de calor no topo do Everest.

Aos já numerosos desmentidos desses exageros, figura um novo estudo que  diz trazer a explicação para essa contradição ululante.

Segundo ele. um resfriamento periódico das águas equatoriais do Pacífico teria “mascarado” o aquecimento, como se esse tivesse continuado, mas apenas que os equipamentos de medição em todo o planeta não registraram.

Segundo outra pesquisa da Universidade de Reading publicada no início do ano, se as temperaturas continuarem estáveis por mais alguns anos, elas sairão da margem de erro das simulações climáticas que tentam prever o comportamento da Terra sob a alta concentração do CO2.

sábado, 19 de outubro de 2013

Eminentes professores fazem a
apologia científica do CO2

Harrison Hagan 'Jack' Schmitt: "difícil fazer
a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2"
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O CO2 é um composto químico que está na base do ciclo da vida na Terra e que foi demonizado sem fundamento algum como sendo o culpado pelo aumento da temperatura global.

É o que defenderam Harrison H. Schmitt, professor de Engenharia na Universidade Wisconsin-Madison, ex-astronauta da Apollo 17 e ex-senador nacional pelo estado de New Mexico, e o Dr. William Happer, professor de Física da Universidade de Princeton, ex-diretor da equipe de Pesquisas em Energia do Departamento de Energia dos EUA.

Estas celebridades da ciência escreveram um artigo-manifesto no “The Wall Street Journal” denunciando essa incompreensível demonização.

De fato, segundo eles, a “demonização obsessiva” de um gás natural essencial para a atmosfera gerou a falsa percepção de que o CO2 é um poluidor perigoso.

Mas isso absolutamente não é assim, o contrário que é verdadeiro: o aumento do CO2 na atmosfera beneficiará a população com incremento da produtividade agrícola.

Os autores acrescentam que a constatação de que não houve aumento global da temperatura evidencia o quanto eram exageradas as previsões da NASA e de outras entidades apoiadas em modelos computacionais errados.

Também mostraram quanto era pequena a relação entre o CO2 e as mudanças da temperatura.

As variações na temperatura global estão muito mais ligadas à atividade solar e aos fenômenos nos oceanos.

Não há a menor evidência de que o CO2 tenha causado “climas extremos” – escrevem Schmitt e Happer.

Os atuais níveis de CO2 na atmosfera se aproximam a 400 ppm (partes por milhão, ou 0,04% do total da atmosfera) e os registros geológicos apontam que no passado foram atingidos níveis de 3.000 ppm, ou mais ainda.

Will Happer: "horrores atribuídos ao CO2
é uma pura crença religiosa disfarçada de ciência"
Para a maioria das plantas e animais, o aumento de CO2 é um benefício. 

É largamente sabido que donos de estufas comerciais aumentam artificialmente a quantidade de CO2 até 1.000 ppm ou mais para melhorar o crescimento e a qualidade das plantas.

A análise química estrutural do trigo, do arroz, da soja, do algodão e de muitas plantas forrageiras revela que essas plantas pedem muito mais CO2 do que o existente hoje na atmosfera.

Elas, portanto, estão subnutridas de CO2 e um aumento desse gás corresponderia à boa ordem.

Para os professores, é difícil fazer a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2.

Hoje em dia, quando a escassez de alimentos e de água se faz sentir em algumas regiões de planeta, é assombroso – afirmam as duas notoriedades científicas – que pessoas que se dizem humanitárias não estejam clamando por mais CO2 em lugar de falar mal dele.

A inacreditável lista de supostos horrores que resultariam do aumento de CO2 é uma pura crença religiosa disfarçada de ciência, concluem Schmitt e Happer.

É essa “crença religiosa disfarçada de ciência” – verdadeira metafísica igualitária e neocomunista – que nós viemos denunciando no blog “Verde: a cor nova do comunismo”.


domingo, 13 de outubro de 2013

Consenso alarmista sobre o “aquecimento global” se derrete

Afinal não aqueceu e tudo ficou como dantes no quartel de Abrantes.
Estocolmo, 2012.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Referindo-se à teoria do “aquecimento global” e ao rápido abandono da mesma, o Prof. Peter Wadhams, especialista da Universidade de Cambridge, afirmou: “Isto não é um ciclo, não é apenas uma flutuação. No final, tudo vai derreter de repente”.

A generalizada percepção de que não houve aquecimento de origem civilizatória fez o IPCC – Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas – modificar seu principal documento. O IPCC não é um órgão científico, mas político, criado pelos governos com muita participação dos Ministérios do Meio Ambiente nacionais.

De fato, o Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, que atualizou os desqualificados Relatórios de Avaliação anteriores apresentados pelo órgão, moderou acentuadamente suas catastróficas previsões anteriores, e supôs que pelo ano 2100 o "aquecimento global" ficará entre 0,5ºC e 1,5º.

O Quinto Relatório publicado no fim de setembro 2013, teve que driblar mais de 1.500 alterações propostas pelos governos que financiam o IPCC.

Aguarda-se a explicação de como foi possível que os anteriores Relatórios sequer considerassem a “pausa global” – nome atribuído à constatação de que o aquecimento global parou nos últimos quinze anos.

Segundo a professora Judith Curry, “agora ficou claro que os modelos utilizados eram excessivamente sensíveis ao CO2”. Ou seja, que estava errada a apresentação dramática do aumento do CO2 como fator de “aquecimento global”.

A mídia fez sua festa se espantando de que há 800.000 anos o CO2 não estava tão alto. Por quê pararam nessa data?

Prof. Anastasios Tsonis
É porque precisavam esconder que em épocas anteriores o CO2 teve uma presença na atmosfera entre 700% e 1.000% maior, com extraordinário benefício para o desenvolvimento da vida vegetal e animal. CONFIRA: "Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?".

Curry também disse que os estudos anteriores não levaram em contra os ciclos de longo prazo das temperaturas nos oceanos.

São esses ciclos que estariam esfriando a Terra como no período 1965-1975, quando muitos cientistas – e não-cientistas como Al Gore – anunciavam a iminência de uma nova era de gelo.

De acordo, com o Prof. Anastasios Tsonis, da Universidade de Wisconsin, nós estamos entrando num período de esfriamento que durará pelo menos 15 anos.

“O IPCC sustenta que seus modelos mostram que se deve esperar uma pausa 15 anos. Mas isso significa que somente dentro de poucos anos eles vão admitir que estavam errados”, disse Tsonis.

Segundo especialistas que estudaram os projetos do Quinto Relatório de Avaliação, o IPCC continuaria apegado a suas profecias alarmistas sobre o “desaparecimento” do Ártico. Veja post anterior Ártico se recupera e ambientalistas aloucados perdem face

Historiadores do clima tornaram público que um derretimento massivo do Ártico aconteceu nas décadas de 20 e 30 do século passado, voltando o gelo ártico depois a crescer em anos de intenso esfriamento.

Os sucessivos derretimentos e recongelamentos do Ártico mostram que nas grandes mudanças climáticas a influência do homem não é crucial, sendo os fenômenos naturais seus únicos determinantes.


domingo, 6 de outubro de 2013

Ártico se recupera e ambientalistas aloucados perdem face


A superfície gelada do Ártico, que como é rotineiro nos últimos anos vinha se encolhendo no verão, em 21 de agosto 2013 atingiu uma superfície 60% maior que na mesma data do ano passado.

A superfície do gelo atingiu nessa data 2,25 milhões de milhas quadradas (5,83 milhões de quilômetros quadrados). Em 16 de setembro de 2012 ela alcançou o mínimo absoluto do ano, com 1,67 milhão de milhas quadradas (4,34 milhões de quilômetros quadrados) segundo os dados satelitais publicados pela NASA.

A maior expansão da camada de gelo do Polo Norte já registrada foi em 1996, quando o gelo cobria 3,16 milhões de milhas quadradas (8,2 milhões de quilômetros quadrados).

domingo, 29 de setembro de 2013

A "Igreja do Planeta que Aquece" tem dogmas,
teologia, pontífices, mistérios, hereges e Inquisição?

Al Gore e Rajendra Pachauri, Sumos Pontífices da nova religião,
saúdam da sacada, após receberem o Prêmio Nobel da Paz em Oslo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Num tom de gracejo que apanha aspectos não explicitados da realidade, o Prof. Larry Bell, da Universidade de Houston, fundador do Sasakawa International Center for Space Architecture e especialista em arquitetura espacial, abordou um ponto do qual pouco se fala: o caráter de “igreja” assumido pelo catastrofismo ambientalista.

O Prof. Bell escreveu na conhecida revista “Forbes” que enquanto membros da “Igreja da ONU do Planeta que Aquece” preparavam o 5º Relatório sobre o andamento do clima global, outros “relatórios blasfemos” escandalizavam os “piedosos fiéis” da “teologia do aquecimento global por causa humana”.

Os representantes dos Ministérios de Meio Ambiente de todo o mundo estiveram reunidos em Estocolmo e selaram o texto final do Quinto Relatório de Avaliação do IPCC (Fifth Assessment Report (AR5) – Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) Summary for Policymakers).

domingo, 15 de setembro de 2013

Potentados sauditas tremem
diante do gás e petróleo de xisto

Ministro saudita do Petróleo Ali al-Naimi, Rijad, 9/10/2012
Ministro saudita do Petróleo Ali al-Naimi, Rijad, 9/10/2012
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O ministro saudita do Petróleo, Ali al-Naimi, já fizera uma primeira advertência por ocasião da reunião do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC), que reuniu os ministros do petróleo em Rijad, em outubro de 2012.

Agora voltou a tocar o alarme sobre as ameaças que o gás e o petróleo de xisto significam para os petro-monarquias da região o bilionário príncipe saudita Alwaleed bin Talal, sobrinho do rei Abdullah e um dos maiores investidores do mundo, informou o “The Wall Street Journal”.

A Arábia Saudita é o maior exportador mundial de petróleo (92% de seu orçamento depende desse produto), mas está reduzindo sua produção porque os países consumidores diminuem as compras.

domingo, 8 de setembro de 2013

“Chuva sólida” pode tornar a seca um problema do passado

"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo
"Chuva sólida": mais um progresso tecnológico que esvazia alarmismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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“Profetas” do apocalipse verde – ONU, ONGS e até Campanha da CNBB – martelam que a água doce está se tornando escassa e poderá acabar.

A culpa é sempre da civilização ocidental, de seus progressos e de seu “consumismo”.

Se chover torrencialmente e vales, cidades, países forem alagados, a culpa é do aquecimento global provocado pelo homem, e a civilização ocidental é a grande responsabilizada.

Também a irrigação sofre do mesmo apriorismo ideológico dos “verdes” e seus acólitos, pois tal recurso conduz – por culpa do homem ocidental ávido de consumo – a um desperdício de água que provocaria desequilíbrio no planeta.

Entrementes, estes e outros chavões anticivilização passam por desmentidos ou são minimizados ora pela natureza, ora pelos avanços tecnológicos.

"Chuva sólida": o polímero antes e depois de absorver a água
"Chuva sólida": o polímero antes e depois de absorver a água
Ainda há pouco surgiu um produto que pode permitir o cultivo em terras áridas, conforme noticiou a BBC.

Foi batizado de “chuva sólida”.

Trata-se de um pó que absorve enorme quantidade de água e depois a vai liberando aos poucos, permitindo que as plantas sobrevivam durante o período de estiagem.

O material superabsorvente é um polímero criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos nos anos 1970.

Bastam 10 gramas para absorver um litro de água.

Originariamente foi utilizado na fabricação de fraldas. O químico mexicano Sérgio Jesus Rico Velasco desenvolveu uma versão do polímero que pode ser misturada no solo para reter a água.

"Chuva sólida": comparação milho com e sem o produto
"Chuva sólida": comparação milheiral com e sem o polímero na terra
A “chuva sólida” – como vem sendo chamada – está sendo utilizada no México há 10 anos.

O governo daquele país concluiu que a colheita poderia ser ampliada em até 300% com a sua utilização.

Segundo Edwin González, vice-presidente da empresa Chuva Sólida, “o produto encapsula a água e pode durar de 8 a 10 anos no solo”.

Trata-se de um produto natural que não prejudica o solo, inclusive pode ser usado durante vários anos. Não é tóxico e ao se desintegrar é assimilado pelas plantas.

A quantidade recomendada é de 50 kg/ha, mas a “chuva sólida” ainda cara poderá cair de preço se fabricada em escala.

Mas nem todos estão convencidos de que a Chuva Sólida seja uma solução para a seca. A professora Linda Chalker-Scott, da Universidade do Estado de Washington, critica o produto e recomenda outro, aliás, bem conhecido: lascas de madeira, que produzem o mesmo efeito e bem mais barato.

"Chuva sólida": o produto comercializado
"Chuva sólida": o produto comercializado
O responsável pela Chuva Sólida afirma que sua empresa vem recebendo milhares de pedidos provenientes de locais áridos, incluindo Índia e Austrália, e mesmo do Reino Unido, onde as secas não constituem problema.

Com efeito, o engenho humano pode amenizar ou solucionar problemas que o catastrofismo verde agita com estardalhaço a fim de indispor a opinião pública contra a vida civilizada no planeta.

Na luta entre o bom senso e a ideologia neocomunista, esta anda sempre à procura de pretextos para ocultar seus sinistros desígnios.


domingo, 1 de setembro de 2013

Verdes nada fazem para preparar os mais necessitados ante a iminência do esfriamento global

Atividade solar entrou numa fase minguante.  Isso está gerando uma tendência ao arrefecimento na Terra.  Previsão do próximo ciclo solar pela NASA
Atividade solar entrou numa fase minguante.
Isso está gerando uma tendência ao arrefecimento na Terra.
Previsão do próximo ciclo solar pela NASA
A atividade solar desenvolve-se em ciclos estudados e conhecidos pelos cientistas. Essa atividade atingiu um auge durante o período compreendido entre a década de 90 e o ano 2000.

Mas agora entramos numa fase minguante, sendo provável que venha um período de invernos e temperaturas globais tendentes ao frio.

Nesse sentido, os cientistas mais equilibrados falam que a era do arrefecimento global já começou.

Mas nada de temores insensatos; não é preciso sair para reformar o mundo. Haverá anos mais frios que os anteriores, e ponto final.

O mundo continuará, como diz o ditado popular, “como antes no quartel de Abrantes”, talvez com um cobertor ou um cachecol a mais no inverno.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Com aumento de CO2 árvores aproveitam melhor a água

Uma grande equipe formada por cientistas do U.S. Forest Service (agência do Departamento de Agricultura dos EUA que administra os 155 bosques e 20 pradarias do país), da Universidade de Harvard (EUA) e de cooperadores concluiu que diante de um aumento de CO2 na atmosfera as árvores responderam com maior eficiência ao aproveitamento da água.

O estudo intitula-se “Aumento da eficiência do uso da água pelas florestas diante do crescimento das concentrações de dióxido de carbono” (“Increase in forest water-use efficiency as atmospheric carbon dioxide concentrations rise”) e foi publicado no jornal “Nature”.

Os líderes da equipes foram Trevor Keenan, da Universidade de Harvard, e Dave Hollinger, especialista em fisiologia das plantas na Northern Research Station do U.S. Forest Service’s. Participaram colegas da Universidade Estadual de Ohio, da Universidade de Indiana e do Instituto de Meteorologia e Clima da Alemanha.

“O Serviço Florestal dos EUA está adquirindo um conhecimento essencial para manter florestas saudáveis e sustentáveis nas mudanças de clima”, explicou Michael T. Rains, diretor da Northern Research Station.

domingo, 11 de agosto de 2013

No Canadá, cobra “pet” mata duas crianças enquanto dormiam

Píton de Seba, africana, como o "bicho de estimação" da tragédia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há ‘pets’ e ‘pets’. Há bons e ruins. Até muito bons. Mas também muito ruins. A natureza não é de uma bondade imaculada como faz crer a mesma propaganda ambientalista que apresenta o homem como o maior predador do planeta.

Jean-Claude Savoie, dono de um ‘pet shop’ na cidade de Campbellton, no estado canadense de Nouveau-Brunswick, saiu de modo sinistro do sonho idílico verde.

Seu ‘pet shop’ fica no andar térreo de seu sobrado, residindo ele com a família no andar superior. Só que nesta havia um estranho membro, que era seu ‘pet’ preferido: uma serpente píton de Seba africana de 4 a 6 anos, pesando 45 quilos e com 4,30 metros, informou o jornal “La Presse”, de Montreal.

domingo, 4 de agosto de 2013

Contaminação de ar, terra e água atingiu níveis históricos na China

Poluição do ar em Tangshan, província de Hebei, fevereiro 2013
Poluição do ar em Tangshan, província de Hebei, fevereiro 2013

Na China, o nível da contaminação do ar, das terras e das águas atingiu níveis jamais vistos na história e começa a ficar intolerável para seus 1.300 milhões de habitantes, escreveu o jornal “Clarín”, de Buenos Aires.

Para o jornal, não há dúvida de que a causa são os brutais métodos de desenvolvimento econômico socialista das três últimas décadas.

O Partido Comunista Chinês (PCCh) ganhou riqueza e poder na esfera internacional, mas estragou as próprias bases desse avanço e hoje ameaça ruir de um modo sem igual na história.

domingo, 28 de julho de 2013

Geradoras europeias de energia mudam diante do progresso do gás de xisto americano

Reflexos do gás de xisto dos EUA: E·ON pensa hibernar mais centrais de gás.
O crescimento da produção americana de gás de xisto está causando impacto na economia mundial. Esse gás não convencional pôs de lado o carvão nos EUA, cujo excedente o país vende a preço baixo.

Resultado: um número crescente de empresas europeias geradoras de energia elétrica fecham suas modernas plantas de ciclo combinado de gás. E as termoelétricas na base de carvão fazem a festa, escreveu “Wall Street Journal”.

domingo, 21 de julho de 2013

Climatólogos chilenos: esqueçam o “aquecimento antropogênico”, a natureza está jogando do outro lado

Patricio Aceituno, da Universidade de Chile
Patricio Aceituno, climatólogo da Universidade de Chile

“O aquecimento global se interrompeu pelo fim do século XX ou nos primeiros anos deste século, situação essa que persiste e para a qual os cientistas ainda não encontraram explicação alguma”, afirmou categoricamente Patricio Aceituno, climatólogo da Universidade do Chile, para o jornal de Santiago “El Mercurio”.

Essa paralisação já ganhou um nome em inglês: “climate hiatos” ou interrupção climática.

Aceituno voltou-se para a história do clima e achou o que não foi incluído na programação dos computadores dos aquecimentistas.

Ao longo de décadas, séculos e milênios, sempre aconteceram fortes flutuações no clima cuja natureza – além dos fenômenos físicos associados – ainda são motivo de especulação.

domingo, 14 de julho de 2013

ONU ri da ciência e intimida os cidadãos a respeito do aumento de CO2

ONU espalha pânico com artifícios de má lei:
condições atmosféricas no Mauna-Loa, maior vulcão do mundo
(4.169 metros de altura e 90 km de largura, na Ilha Havaí)
não podem ser generalizadas a toda a Terra em boa fé
Ouça sem pensar e apavore-se: o mundo “entrou numa nova zona de perigo”. Como se já não o tivesse o suficiente!

Segundo a responsável pelo clima da ONU, Christiana Figueres, a concentração de CO2 atingiu o limite de 400 partes por milhão (ppm), algo que há milhões de anos que não acontece, informou o semanário socialista francês “Le Nouvel Observateur”.

“O mundo deve acordar e perceber o que isso significa para a segurança dos homens, seu bem-estar e o desenvolvimento econômico”, disse ela, sem explicar do que estava falando, apesar de seu comunicado ser oficial.

domingo, 30 de junho de 2013

Afogado em preconceitos “verdes”, o Brasil não aproveita o gás de xisto

Não faltam jazidas no Brasil
Não faltam jazidas no Brasil
A revolução energética que se iniciou nos EUA com a exploração em grande escala dos recursos do xisto afeta os grandes produtores e exportadores de petróleo e gás, os investimentos industriais e transfere recursos do mercado brasileiro ao americano, interpelando os formuladores da política brasileira – observou “O Estado de S.Paulo”.

O gás de xisto custa nos EUA um quinto do gás encontrado no Brasil, cujas indústrias – de cerâmica, vidro e petroquímica, por exemplo – dependem muito do gás, perdendo competitividade, adiando sua expansão ou apontando investimentos para fora do País.

domingo, 23 de junho de 2013

Gás de xisto pode liberar Europa das cordas com que a Rússia poderia enforcá-la

Gasodutos russos construídos com tecnologia europeia

A Polônia e outros países europeus estão prestes a decidir o futuro das suas reservas de gás de xisto.

A tecnologia de fraturação hidráulica ou fracking forneceu uma inestimável oportunidade de salvar o continente do desastre e proteger seus legítimos interesses políticos e econômicos, escreveu a revista polonesa “Polityka”, de Varsóvia.

domingo, 16 de junho de 2013

Desaceleração do aquecimento global intriga cientistas, e a conduta destes intriga a opinião pública

2009: neve em Milão. Não aqueceu mas esfriou: agora como explicar?

Não poucos cientistas estão em dificuldades para explicar a desaceleração do aquecimento global, informou a agência Reuters.  De fato, o pressuposto do aquecimentismo nem se realizou e a catástrofe anunciada ficou adiada possivelmente para nunca.

E eles ainda se perguntam se o erro foi induzido por lacunas no conhecimento, quando os cientistas jamais dispuseram de equipamentos tão sofisticados para conhecer a realidade!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Ardis cinematográficos para impedir exploração de gás de xisto

O ativista Josh Fox criou "Gasland", um "documentário" caricatual
Luis Dufaur





A polêmica sobre o gás de xisto tomou dimensões cinematográficas nos EUA quando Hollywood estreou “Promised Land” (“Terra Prometida”).

No filme, o ator Matt Damon interpreta um executivo de uma produtora do gás questionado.

Ele "engana" aos produtores rurais para que aceitem a exploração do xisto.

Mas, depois acontecem coisas estranhas e o rebanho de uma cidade começa a morrer bebendo água possivelmente contaminada.

domingo, 9 de junho de 2013

Brasil terá leilão de gás de xisto e já vem polêmica

A hostilidade militante contra a exploração do gás de xisto – o tipo mais procurado de gás não convencional – quer ser atiçada pela internacional ambientalista no Brasil.

Para isso tenta imitar as estratagemas de seus colegas ideológicos dos EUA, França e Bulgária, pois esta imensa fonte de energia está prestes a ser explorada no país em grande escala.

A ANP (Agência Nacional do Petróleo) marcou para os dias 30 e 31 de outubro o primeiro leilão de blocos de gás não convencional.

Durante leiloes de maio de jazidas convencionais e pré-sal, movimentos sociais realizaram protestos em diferentes capitais do país com diversos pretextos.

As desordens serviram também de treino da militância das esquerdas para a polêmica do xisto.

Em Brasília, 800 manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) barraram o acesso de servidores ao Ministério de Minas e Energia.

Os emessetistas viraram “sem petróleo” rápido demais.

O Correio Braziliense conversou com algums deles acampados na Esplanada dos Ministérios.

Poucos sabiam o real motivo de estarem ali.

Para muitos o governo distribuiria ali mesmo novas terras.

“Não estou sabendo dessa história de petróleo, não”, disse uma mulher, sem se identificar.

Ela veio de Trevo, interior do Goiás, porque pelo transbordamento de um rio “perdemos a nossa casa. Agora, estamos esperando ganhar nosso pedaço de chão para voltar a plantar”.

O ambientalismo não tem verdadeira militância e precissa recorrer a “golpes” deste nível.

Voltanto ao gás não convencional, segundo a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, as reservas desse gás podem ultrapassar as do pré-sal.

Projeções da ANP indicam potencial de reservas de 500 TFC (trilhões de pés cúbicos), o dobro dos 226 TFCs conhecidos até hoje.

Entre as áreas oferecidas há algumas com potencial para a extração que não estão livres nos reservatórios subterrâneos, como o gás comum.

Para extraí-lo é preciso fragmentar (a técnica do fracking, ou fragmentação) as rochas, injetando no subsolo água, areia e produtos químicos.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Verdes que são vermelhos e índios que não são índios mas verdes e vermelhos

Pode queimar em nome do indigenismo aliado do ambientalismo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Ouvimos com frequência que antigos socialistas, comunistas, ou teólogos da libertação se tornaram radicais ambientalistas. Neste blog há muitos testemunhos e confissões.

Ainda com maior frequência ouvimos também que “indígenas” envolvidos em lutuosos incidentes até recentemente não são tais.

Ou que nem mesmo são brasileiros, mas trazidos de países vizinhos, sem sequer falarem rudimentos de português.

E eis que alguns desses imergem ousadamente em questões meio-ambientais, relativas às florestas, deforestação, demarcação de reservas, proteção de espécies, etc.

E até circulam com fortes apoios de partidos, do CIMI, Funai, etc.

O que pensar?

Eis um artigo da “Folha de S.Paulo”, assinado por Kátia Brasil, de Manaus, que fornece dados muito ilustrativos a respeito.


Líder indígena do AM falsificou registro na Funai, afirma PF

Um líder indígena do Amazonas, habitué de cerimônias com autoridades como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua sucessora, Dilma Rousseff, não é índio, segundo a Polícia Federal.

Dilma Rousseff e Lula exibindo cocar dado por 'índio',
24-10-2011. Foto Roberto Stuckert/PR
Para a PF, Paulo José Ribeiro da Silva, 39, o Paulo Apurinã, fraudou o Rani (Registro Administrativo de Nascimento de Índio), RG indígena emitido pela Funai (Fundação Nacional do Índio).

Após um ano e meio de apuração, ele e a mãe, Francisca da Silva Filha, 56, foram indiciados sob suspeita de falsificação de documento público.

Entre os indícios de fraude, diz a PF, estão a ausência de dados genealógicos e de estudos antropológicos, além de depoimentos de índios que negaram a origem dos dois.

A própria mãe de Silva, em depoimento à PF, disse ter tirado os nomes indígenas dela e do filho – “Ababicareyma” (mulher livre) e “Caiquara” (o amado) – de um dicionário de tupi-guarani. Eles não falam a língua apurinã.

E o lider indígena, nem índio era, mas invadia terras para sem-teto
e deplumava aves ameaçadas de extinção.
“Esses documentos foram adquiridos mediante fraude com colaboração de uma funcionária da Funai”, afirmou Sérgio Fontes, superintendente da PF no AM, sobre os registros obtidos em 2007.

Documento administrativo da Funai, o Rani não confere direitos por si só, mas na ausência da certidão de nascimento serve como subsídio para inclusão em programas sociais, como o Bolsa Família e cotas em universidades.

Com o Rani, a mãe de Silva entrou como cotista no curso de turismo da Universidade Estadual do Amazonas.

Dilma Rousseff em cerimônia de inauguração de ponte
sobre o Rio Negro, 24-10-2011. Foto Roberto Stuckert/PR
Um dos critérios para emissão do registro é o autorreconhecimento – a comunidade indígena tem de reconhecer a pessoa como índio. Caso a Funai tenha dúvidas sobre a etnia, deve pedir laudo antropológico, o que não ocorreu.

CERIMÔNIAS

Porta-voz do Mirream (Movimento Indígena de Renovação e Reflexão do Amazonas), Silva ganhou notoriedade em 2009, após liderar invasões de terras públicas para assentar índios sem teto.

Em outubro de 2011, presenteou Dilma e Lula com cocares na inauguração de ponte sobre o rio Negro. “O meu cocar está com a Dilma”, disse à Folha nesta semana. Ele nega ter fraudado o registro.

A investigação começou em dezembro de 2011, após ele ser detido por desacato no aeroporto de Manaus.

Tentava embarcar com cocar de penas de ave ameaçada de extinção e insultou um fiscal do Ibama e um agente da PF. Foi condenado à prestação de um ano de serviços comunitários.

O cacique apurinã José Milton Brasil, 48, da comunidade Valparaíso, em Manaus, disse ter dúvidas sobre a origem de Silva. “Precisamos saber qual é a linhagem dele para não sermos enganados.”