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domingo, 22 de fevereiro de 2015

O fantasma da “acidificação dos oceanos” não existe

Não faltaram custosos operativos de propaganda  para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Não faltaram custosos operativos de propaganda
para a teoria oca da acidificação dos oceanos por obra do homem.
Luis Dufaur


Um reputado especialista acaba de desentranhar uma falsificação comparável talvez à vituperada fraude do gráfico do “hockey stick” de Michael Mann. Veja mais sobre o caso: CLIMATEGATE

Esse escândalo, que deu muito para falar, distorceu os dados para criar um esquema que mostrava o CO2 subindo como um foguete, segundo escreveu Thomas Lifson, diretor do “American Thinker”.

Agora foi apontada outra fraude incubada nas artimanhas alarmistas sobre a suposta acidificação dos oceanos. Veja também: Expedição descobre que imensa “ilha de lixo flotante” era ficção ambientalista

Como o fato é bastante inacessível ao comum das pessoas, foi fácil agitar o espantalho. E depois, como de costume, usá-lo para impor medidas contra o CO2, essencialmente mais impostos, mais sistemas regulatórios, controles da produção e diminuição do consumo da energia que faz funcionar a vida moderna.


A “acidificação dos oceanos” foi apresentada como uma ameaça que destruiria a vida dos mares por culpa dos humanos que usam combustíveis fósseis.

O realejo verde não se cansa de sua repetitiva ladainha: o homem queima carvão, petróleo e gás como fonte de energia e libera dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, aquecendo o planeta.

Mas, eis a novidade, o aumento do CO2 muda a química dos oceanos. Estes absorvem o excesso de CO2 atmosférico e acidificam-se, com graves danos para a vida marinha.

O Dr Richard A Feely forneceu subsídios oceanofráficos  para o condenado golpe de “An Inconvenient Truth” de Al Gore.  Suas teorias valeram a Feely 100.000 dólares, mas...
O Dr Richard A Feely forneceu subsídios oceanofráficos
para o condenado golpe de “An Inconvenient Truth” de Al Gore.
As teorias valeram a Feely 100.000 dólares, mas...
Um dos vates desse fantasma apavorador é o Dr. Richard A. Feely, cientista do Pacific Marine Environmental Laboratory (PMEL) — pertencente à enorme National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).

Ele montou um mapa do fantasma, que lhe valeu um prêmio de U$ 100.000, concedido pela Heinz Family Foundation e instituído por Teresa Heinz, mulher do secretário de Estado John Kerry.

O site do prêmio Heinz justifica a premiação dizendo: “Agora a acidificação do oceano passou a ser o irmão gêmeo no mal do ‘aquecimento global’”.

E de fato, comenta “American Thinker”, o mapa faz crer que estamos todos perdidos se não paramos de consumir e aquecer a Terra.

Mas o hidrólogo Michael Wallace, autor durante três décadas de numerosos escritos relativos à hidrologia, e que prepara seu PhD na Universidade de New México, ficou interrogado com o singular gráfico.

Wallace percebeu que haviam sido omitidas informações chaves.

Misteriosamente, o mapa começava só em 1988, quando as medições do pH oceânico tiveram início pelo menos 100 anos antes.

Os dados desse século de medições científicas haviam sido substituídos com projeções modeladas em computador.

Wallace mandou e-mails a Feely e a seu colaborador Sabine, mas não recebeu nenhuma resposta útil. Pelo contrário, foi objeto de uma catilinária de Sabine pelo fato de pôr em dúvida os “motivos ou a qualidade de nossa ciência”.

Além da ameaça de que, se continuar assim, “você não vai durar muito na sua carreira”.

Sabine acrescentou alguns links, na maioria quebrados, e concluiu seu último e-mail com a frase: “Espero que você pare de ficar se comunicando comigo”.

Sem dúvida, um comportamento estranho à comunidade científica.

O gráfico de séries temporais de Wallace defendendo  que os oceanos não estão se acidificando foi respondido  com ameaças e reconhecimentos constrangidos
O gráfico de séries temporais de Wallace defendendo
que os oceanos não estão se acidificando foi respondido
com ameaças e reconhecimentos constrangidos
Wallace introduziu um requerimento de informação por meio do Freedom of Information Act (FOIA), o qual obriga o consultado a fornecer suas fontes de informação.

Constrangido pela lei, Sabine reconheceu a correção das observações críticas e esclareceu que de fato Feely e ele não possuíam dados que fundamentassem a sua teoria, mas modelos criados num computador.

Para Wallace, ficou claro: o mapa fundacional da acidificação dos oceanos não repousa sobre dados científicos históricos.


Entrementes a NOAA reeditou seu World Ocean Database, de onde Wallace pode extrair os registos instrumentais indispensáveis para criar uma série de mapas mostrando que os oceanos não estão se acidificando.

Wallace concluiu enfaticamente: “Não existe uma tendência de acidificação global. Para alguns, a acidificação dos oceanos pode parecer uma questão menor, mas, além de estar errada, é um dos apoios cruciais para todo o conto da ‘mudança climática influenciada pelo homem’”.

“Exigindo que nossos líderes na ciência e na política apontem e corrijam essas omissões, você estará ajudando a trazer de novo honestidade, transparência e confiabilidade onde elas estão sendo extremamente precisadas”.

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