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domingo, 11 de setembro de 2016

Acabar com as criancinhas
para desaquecer o planeta?

Para combater a "mudança climática", ONGs ecologistas pedem reduzir crianças até uma média estatística de "meio filho" por casal (sic!).
Para combater a "mudança climática", ONGs ecologistas pedem reduzir crianças
até uma média estatística de "meio filho" por casal (sic!).
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Tubarões assassinos, crocodilos perigosos, javalis predadores ou lobos devoradores de gado: todos eles são espécies protegidas pela estranha religião “verde” ainda que causem danos ao homem e a outros animais.

Mas os homens têm que ser reduzidos em número, em direitos, em condições de vida, segundo decreto dessa mesma religião! Têm que ficar insustentáveis nesta terra!

Eles são os únicos seres que não podem nem devem cumprir o preceito ecológico de se auto-sustentar.

O jornal “The Washington Post” trouxe esclarecedor matéria a respeito. Militantes contra o “aquecimento global” se mobilizaram para cortar a taxa de nascimentos de crianças nos EUA.

O sofisma arguido, com muito sabor de luta de classe de pobres contra ricos, diz que os países ricos deveriam desencorajar as pessoas que querem ter filhos.



A causa? Para protegê-los contra os danos – fictícios ou montados artificiosamente – do “aquecimento global” num século venturo e também para reduzir emissões que não explicam claramente.

Travis Rieder, diretor do Instituo Berman de Bioética na Universidade Johns Hopkins, disse à National Public Radio (NPR) que derrubar a fertilidade humana global a meio filho por mulher “poderia ser a coisa que vai nos salvar”.

“Eis um pensamento estimulante: tal vez nós salvaremos nossos filhos não os tendo”, disse.

Ele propôs desanimar a procriação com novos impostos impedindo que os pobres tenham crianças, e impondo penalidades tributárias aos ricos. Algo assim como uma ‘taxa carbono aplicada contra os filhos’.

Rieder acrescentou que essas punições funcionariam melhor contra os ricos. Por sua vez os países ricos dariam o exemplo aos pobres de não ter filhos.

Enfermeira cuida de recém-nascidos em hospital de Jamestown, EUA. Na proposta ambientalista, esta profissão deverá ser vista com maus olhos.
Enfermeira cuida de recém-nascidos em hospital de Jamestown, EUA.
Na proposta ambientalista, esta profissão deverá ser vista com maus olhos.
A proposta é mais radical que a “política do filho único” – pois seria só “meio filho” – e ficou registrada no livro “Population Engineering and the Fight Against Climate Change” (“Engenharia Populacional e o Combate contra a Mudança Climática”) que Rieder escreveu com mais dois professores da Universidade de Georgetown.

A ONG “Futuro concebível” de New Hampshire também adota como premissa a disparatada tese de que “a crise do clima é uma crise reprodutiva”, escreveu o “Washington Times”.

Os extremistas ambientalistas tentaram logo dissimular o fundo totalitário de suas propostas, alegando que não propunham medidas coercitivas, nem leis despóticas como fez a China com a famigerada e fracassada “política do filho único”.

Porém, Marc Morano, diretor do site Climate’s Depot especializado em denunciar as fraudes do ambientalismo radical, observou que as normas ditatoriais que esses ativistas negam com a língua, na prática seriam logicamente inevitáveis se se aprovam suas antinaturais premissas.

Morano também observou que os grupos que se dizem contra a “mudança climática” agora insistem que os homens deveriam ter menos contatos sexuais para conseguir um planeta menos cálido, e também para diminuir a natalidade.

“Os aquecimentistas já cansaram de combater as lâmpadas elétricas, as termoelétricas a carvão, os carros 4X4, e agora se assanham para ficar controlando o tamanho das famílias dos outros”.

Rieder anunciou o livro “Toward a Small Family Ethic: How Overpopulation and Climate Change are Affecting the Morality of Procreation” (“Rumo à ética da família pequena: como a superpopulação e a Mudança Climática estão afetando a moralidade da procriação”).

O disparate anticristão e antinatural salta aos olhos.


5 comentários:

  1. O senhor esqueceu de enumerar a ominosa flatulência vacum na lista dos inimigos da sacrossanta
    ecologia.

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  2. Esses sabichões deveriam ser obrigados a viver de acordo com as prescrições que fazem para os demais, ao modo Cloward-Piven...

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  3. Populações têm limites, pois tanto as subpopulações quanto as superpopulações são maléficas, assim como todo extremo é maléfico. Uns dos eficientíssimos métodos contraceptivos são os celibatos, pois eles são abstinências afetossexuais. João Batista foi um ilustríssimo exemplo de celibatário citado na Bíblia. São totalmente desaconselháveis os números de filhos acima de dois motivante as injustiças sociais. Malthus defendia contracepções bíblicas, como celibatos, por exemplo, mas nunca defendia abortos. Fanatismos sempre geram guerras. Mudanças climáticas são anormalidades sazonais, como calores fortes extraveranis, friagens fortes extrainvernais e assim sucessivamente. Climas normais deveriam acontecer conforme as sazões. Então, deveremos, sim, lutar por autênticos Ambientalismos, sem desequilíbrios e sem fanatismos.

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    Respostas
    1. Populacoes sao compostas de seres humanos - como eu e voce - e nao sao 'maleficas' ou 'beneficas'. Malthus errou feio demais: nao previu ( ou desprezou) a engenhosidade humana e a graca de Deus!

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  4. Luis, artigo da DailyWire que você talvez ache interessante:

    http://www.dailywire.com/news/9119/7-things-you-need-know-about-global-warming-aaron-bandler

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