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domingo, 18 de setembro de 2016

113 Prêmios Nobel: ações contra transgênicos
envolvem “crime contra a humanidade”

O arroz dourado pode salvar a vida de um milhão de crianças pobres, mas ecologistas fanáticos não querem.
O arroz dourado pode salvar a vida de um milhão de crianças pobres,
mas ecologistas fanáticos não querem.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




113 Prêmios Nobel e mais de 5.933 cientistas e cidadãos concernidos lançaram um apelo em favor dos OGMs num site dedicado ao assunto “Support Precision Agriculture”.

De fato, o Programa de Alimentação e Agricultura da ONU enfatizou a necessidade de duplicar até o ano 2050 a produção mundial de alimentos para satisfazer a demanda da crescente população mundial.

Entretanto, organizações que se opõem à melhora da produção vegetal moderna e que têm seu mascarão de proa na Greenpeace vêm contrariando e prejudicando as inovações biotecnológicas que tornariam viável essa meta fundamental e afastariam o espectro da subnutrição.

Ditas organizações ambientalistas e/o comuno-socialistas vêm distorcendo os riscos, benefícios e impactos dos OGMs.

Pior ainda, apoiam ou praticam a destruição criminosa das experiências em laboratórios e fazendas aprovadas pela comunidade científica e órgãos de governo, além de sabotarem projetos de investigação.



Os mais de cem Prêmios Nobel e quase 6.000 cientistas apelaram prementemente a Greenpeace e seus seguidores para que recapacitem sobre a importância real das experiências com transgênicos empregados pelos produtores agrícolas e consumidos no mundo todo.

O arroz dourado recebe o nome pela cor e favorece a vitamina A indispensável para a saúde das crianças.
O arroz dourado recebe o nome pela cor e favorece a vitamina A
indispensável para a saúde das crianças.
Eles pedem que os ativistas verde/vermelhos reconheçam as conclusões dos órgãos científicos competentes e dos órgãos reguladores, e abandonem sua campanha ideológica obsessiva contra os transgênicos em geral, e contra o arroz dourado em particular.

O arroz dourado foi geneticamente modificado por cientistas para incluir a vitamina A produzindo betacaroteno.

Nas Filipinas e em Taiwan ele já está sendo consumido e, em breve, deve chegar ao Brasil.

O novo grão foi desenvolvido pela ONG Instituto Internacional de Pesquisa do Arroz para combater a falta de vitamina A especialmente entre as crianças filipinas, onde o baixo consumo desse nutriente causa cegueira em 250 mil a 500 mil meninos por ano.

Uma tigela de arroz dourado contém 60% da quantidade diária de vitamina A que uma criança saudável precisa.

Além disso, o arroz dourado traz outros benefícios para a saúde e a beleza: ajuda no brilho do cabelo, conserva o esmalte dos dentes, fortalece o sistema imunológico, mantém a saúde dos órgãos reprodutivos, diminui a formação de placas nas artérias, minimiza sintomas de esclerose múltipla, protege a pele de infecções e melhora a visão.

Confira.

Prêmios Nobel, cientistas e cidadãos preocupados lembraram em seu apelo que organismos científicos e reguladores do mundo todo concluíram repetida e consistentemente que os cultivos e alimentos melhorados pela biotecnologia são tão seguros, se não mais, do que os produzidos com qualquer outro método.

Jamais foi confirmado efeito negativo algum na saúde dos seres humanos ou dos animais que o consumem.

Também ficou demonstrado repetidamente que são menos prejudiciais para o meio ambiente e trazem grandes auxilios para a biodiversidade global.

Porém, Greenpeace lidera a oposição ao arroz dourado que reduziria grande parte das mortes e doenças causadas por deficiência de vitamina A (DVA) nos mais pobres da África e do Sudeste da Ásia.

A Organização Mundial da Saúde calcula que 250 milhões de pessoas sofrem dessa carência de vitamina A.

Nesse total estão incluídos 40% das crianças menores de cinco anos nos países subdesenvolvidos.

A UNICEF aponta estatisticamente que entre um e dois milhões de mortes evitáveis acontecem todo ano por causa dessa carência.

ONGS ambientalistas promovem campanhas contra o arroz dourado no mundo. 113 Premios Nobel pedem fim dessa campanha que promove 'c rime contra a humanidade'
ONGS ambientalistas promovem campanhas contra o arroz dourado no mundo.
113 Prêmios Nobel pedem fim dessas ações que têm efeito de 'crime contra a humanidade'
A carência é a principal causa da cegueira infantil em nível mundial castigando entre 250.000 e 500.000 crianças por ano. A metade delas falece 12 meses depois de perder a vista.

Ela causa entre 1,9 milhão e 2,8 milhões de mortes anuais, sobre tudo entre mulheres e crianças com menos de cinco anos.

Por isso, os altos cientistas mencionados endereçaram um pungente apelo a Greenpeace e a seus adeptos para que cessem e desistam de suas campanhas contra o arroz dourado.

Eles pediram que desistissem de seus atentados e propagandas contra a plantação e consumo de alimentos melhorados pela biotecnologia em geral.

Os signatários do apelo também se voltam para os governos do mundo pedindo-lhes que recusem essas campanhas da Greenpeace e de seus congêneres verde/vermelhos.

Eles pedem aos governos para que acelerem o acesso dos produtores agrícolas a todas as ferramentas da biologia moderna, especialmente às sementes melhoradas pela biotecnologia.

Sir Richard John Roberts ganhou em 1993 o Premio Nobel de Medicina e lidera campanha contra o extremismo verde-vermelho.jpg
Sir Richard John Roberts ganhou em 1993 o
Premio Nobel de Medicina
e lidera campanha contra o extremismo verde-vermelho.
Segundo os altos especialistas, deve se deter a oposição baseada na emoção e no dogma da contestação dos dados empíricos.

Eles concluem com uma interrogação dramática:

“Quantas pessoas pobres no mundo inteiro tem que morrer antes que isto [as campanhas de Greenpeace a companheiros de viagem] seja considerado ‘crime contra a humanidade’?”

Richard J. Roberts, articulador da petição, ganhou o Premio Nobel de Medicina em 1993. Ele declarou ao “Washington Post”.

“Nós somos cientistas. Nós compreendemos a lógica da ciência. É fácil ver que o que a Greenpeace está fazendo é danoso e é contra a ciência”.

“Greenpeace e alguns de seus aliados se afastaram deliberadamente de seu caminho para assustar as pessoas. Foi uma maneira para arrecadar dinheiro para a sua causa”. 






3 comentários:

  1. Os transgênicos são feitos para aumentar os lucros da indústria de biotecnologia não para combater a fome no mundo. Não existem estudos que dizem que os transgênicos são perigosos porque não são feitos,esses cientistas que estão se manisfetando a favor dos transgênicos devem ser funcionários desta indústria e a causa da fome no mundo não é por falta de alimentos transgênicos.

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  2. Parabéns, finalmente vc publicou um artigo fundamentado, baseado em fatos; há diversos artigos científicos que corroboram para os benefícios dos transgênicos, sem os transgênicos será impossível alimentar a população mundial; porém devemos ressaltar que de fato ainda existe um lobby muito grande de corporações que controlam a produção de alimentos e impede que a fome do mundo seja extirpada, portanto, hoje temos tecnologia para alimentar toda a população mundial, mas ainda não temos condições sociais e econômicas para isso.

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  3. Todos e quaisquer transgênicos são maléficos a nossas saúdes, pois eles nos podem causar diversas doenças. Todas as empresas do ramo são controladas pela Maçonaria Globalista, a OIB (Ordem dos Iluminados Bávaros). Todas e quaisquer poluições também nos causam diversas doenças. Diversas substâncias, como aspartames, cloretos de sódio, fluores, frutoses, mercúrios, sacaroses, timerosais, diversas vacinas, XMAFs e outras, também nos causam diversas doenças. Então, se quisermos combater todas as doenças e preveni-las primordialmente, deveremos eliminar todas e quaisquer substâncias tóxicas de nossas presenças.

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