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domingo, 31 de maio de 2020

Ambientalismo sem escrúpulos explora medo do coronavírus

IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






A epidemia do coronavírus ensejou o aparecimento de muitos cientistas e médicos esclarecendo a natureza do contágio e as cautelas a serem observadas.

Porém, muito mais numerosos parecem ser os políticos e ativistas – cientistas ou não – que se aproveitaram da angústia da humanidade para com absoluta falta de escrúpulos puxarem a água para o seu moinho.

Foi o que fez uma turma de cientistas ambientalistas reunidos na IBPES, plataforma internacional que em nome da ciência pressiona os políticos, segundo reportagem do “The Daily Mail” britânico.

Em vez de levarem auxílio ou desafogo aos povos atingidos, aumentaram suas angústias martelando o velho realejo “verde” e anti-humano àqueles que os procuravam em busca de alguma informação esclarecedora ou salvadora.

Em relatório publicado no final de abril, desceram o porrete no gênero humano: “Há uma única espécie culpada pela pandemia da Covid-19: nós!”.

E partindo em seguida para uma descabida generalização, escreveram: “As pandemias recentes são uma consequência direta da atividade humana, especialmente de nossos sistemas globais econômicos e financeiros que valorizam o crescimento econômico a qualquer preço”.

Demagogia socialo-comunista que abunda na encíclica Laudato sì e na Exortação Apostólica Querida Amazônia, ambas do Papa Francisco.

O cacique Raoni desfila em trio elétrico na BA, no carnaval de fevereiro.
Para a Teologia da libertação o evangelizador e colonizador cristão e branco
é culpado das doenças que sofrem os índios
Para agravar o pânico, acenam para um pulular de “mais de 1,7 milhão de vírus conhecidos, mas não identificados, que podem infectar os humanos e que se supõe existir em mamíferos e peixes”.

“Qualquer um desses [vírus] poderá ser a próxima ‘Doença X’, potencialmente mais perturbadora e letal que o novo coronavírus” — prosseguem, espalhando o pânico.

O relatório, publicado no website do IPBES, aponta culpados, que na realidade são os mesmos que o fanatismo ecologista indiciou previamente e que agora são condenados com outro rótulo.

Ei-los: “o crescente desmatamento, a expansão descontrolada da agricultura, a agropecuária intensiva, a mineração, o desenvolvimento da infraestrutura e o aproveitamento de espécies selvagens, que criaram a ‘tempestade perfeita’ que espalhará as doenças”.

O panfleto assustador prossegue dizendo que o aumento das viagens comerciais aéreas e da urbanização permitiu que um vírus existente em morcegos espalhasse sofrimentos humanos indizíveis e paralisasse as economias e as sociedades.

“E essa pandemia foi pela mão do homem e poderá ser apenas o começo”, martela o script que lembra filmes de ficção ou terror.

A solução apresentada é velha e pré-cozinhada, pois surgiu antes do coronavírus.

Ela consiste em reformar a economia e a sociedade mundial – e talvez o próprio homem – numa perspectiva ecológica, valendo-se do dinheiro que deverá ser investido para recuperar a economia na era pós-coronavírus.



domingo, 24 de maio de 2020

Coronavírus serve de pretexto para infatigáveis blefes ecologistas

Al Gore fez pirueta verbal para
associar coronavírus e aquecimento global
Luis Dufaur
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As angústias e preocupações da atual epidemia estão sendo exploradas pelo ecologismo para puxarem água para a seu moinho.

Também o ex-vice-presidente americano Al Gore “descobriu” uma relação entre o aquecimento global e a atual epidemia, embora suas previsões estejam caindo cada vez mais no vazio.

Em entrevista à MSNBC ele afirmou que as emissões dos combustíveis fósseis e o CO2 foram responsáveis por criar as condições prévias para multiplicar o coronavírus. Uma hipótese tirada da cartola.

O multibilionário fundador da Microsoft Bill Gates é outro que foi posto nos cornos da lua pela grande mídia por atribuir causas ecológicas à epidemia.

O fato de ser um grande arauto do aquecimento global, do derretimento dos polos e do aumento dos níveis dos mares — entre outros pânicos gratuitos — não impediu que em plena doença universal Bill Gates comprasse uma casa de 43 milhões de dólares bem em frente ao mar, em Del Mar, perto de San Diego, Califórnia, informou “The Wall Street Journal”.

Casa de U$43 mihões que Bill Gates comprou no nível do oceano em Del Mar, San Diego, Califórnia.
Casa de U$43 milhões que Bill Gates comprou
no nível do oceano em Del Mar, San Diego, Califórnia.
No quê ele acredita? Não gira o mundo pregando de um modo e depois vive de outro modo? — muitos se perguntaram.

Não menos contraditória foi a instalação, próxima do rio Hudson, dos multimilionários quarteis gerais da CNN – outro enorme grupo midiático propagador do pânico do aquecimento global –, segundo informou o site de notícias “Breitbart”.

Quer dizer, a CNN se instala precisamente no eixo aquático de Manhattan, o qual — segundo cientistas que ela própria dizia levar muito, mas muito a sério — seria sepultado pelas águas no mais tardar por volta de 2015?

CNN instalou sede em local que ela anuncia que as águas vão tragarf
CNN instalou sede em local que ela anuncia que as águas vão tragarf
Já se passaram vários anos da profecia marcada para 2015 e Manhattan ainda não foi submerso pelas águas...

Agora a CNN alerta que, “se nada for feito”, por volta de 2030 “o planeta se precipitará em riscos de extremas secas, incêndios florestais, enchentes e reduções dramáticas de alimento para centenas de milhões de pessoas”.

A CNN já possuía grandes instalações em Atlanta, no interior do país, porém não escolheu o lugar mais seguro segundo seus blefes, mas aquele que ela dizia achar mais certamente condenado a afundar. Onde a seriedade nisso?

Não há seriedade, nem falta de seriedade. Há uma ideologia que quer fazer acreditar aos homens que a civilização deu errado e, para isso, explora ad nauseam o pânico.



domingo, 17 de maio de 2020

Rumo a uma ditadura ecológica universal?

O ex-vicepresidente Al Gore ficou como o bardo do catastrofismo tirânico com qualquer pretexto
O ex-vicepresidente Al Gore ficou como
o bardo do catastrofismo tirânico com qualquer pretexto
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!




Houve tempo em que as grandes cidades maravilhavam a todos.

Mas hoje a ecologia, sob o pretexto de ciência e de natureza, montou contra elas uma agressão que só lhes deixa como saída a vida na selva, ou no máximo em comunas tipo hippie.

Essa ofensiva é potencialmente mais destrutiva e perigosa que uma guerra mundial.

domingo, 10 de maio de 2020

Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!

Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Atemorizar para impor um comunismo ecumênico-panteísta




Pelo fim dos anos 70, James Lovelock modernizou a velha superstição da deusa pachamama e batizou a Terra de Gaia, alegando que nosso astro é um único ser vivo.

No livro A vingança de Gaia Lovelock defende, como os índios primitivos, que essa deusa se vinga – é claro que dos civilizados capitalistas e/ou cristãos – com espantosas catástrofes geológicas ou climáticas.

Mas em 2014 Lovelock reconheceu que suas profecias estavam erradas pelo menos numa sensível parte:

“Eu mesmo caí no alarmismo. O fato certo é que as temperaturas não aumentaram na superfície terrestre como se aguardava. (El Mundo

domingo, 3 de maio de 2020

Tentam impor um comunismo ecumênico-panteísta que o Brasil e o mundo não querem

“Arautos do apocalipse querem levar à miséria povos e nações”
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil




Em 2008, o Prof. José Carlos de Almeida Azevedo, ex-reitor da UnB, alertava:

“Os pseudo-ambientalistas arautos do apocalipse querem levar à miséria povos e nações [...].

A irracionalidade dos alarmistas é tanta que desconhecem os estudos científicos recentes sobre o clima, publicados nas mais importantes revistas de geociências, física e geofísica [...].

“Os adeptos da versão irracional do ‘CO2 antropogênico’ [...] agem como os ‘Hitlerjugend’ [juventude hitlerista]”. (Folha de S. Paulo, 1/9/2008)

domingo, 26 de abril de 2020

A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil

Montevidéu: cartazes anunciando fim do mundo, que obviamente estava errada
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Cientistas sérios recusam pânicos irracionais




Os profetas do derretimento da calota antártica estão passando tão mal quanto o pastor Harold Camping que profetizou o fim do mundo para 21 de maio de 2011, comentou, não sem bastante ironia, em sua coluna na revista “Forbes”, James M. Taylor, membro sênior da política ambiental do Instituto Heartland.

Mas o realejo catastrofista não arreda, o “Palm Beach Post” republicou um artigo escrito no ano de 1979 por Steven Schneider, um dos mais destacados alarmistas do aquecimento global dos últimos 30 anos.

Schneider profetizava que o manto de gelo da Antártida ocidental poderia derreter antes do ano 2000 e inundar as costas americanas elevando osoceanos em até 25 metros acima de seus níveis de então.

Obviamente, não aconteceu, e o pastor ficou entre envergonhado e desapontado. Tampouco o gelo da Antártida ocidental derreteu e cidades como Nova York não desapareceram, mas os alarmistas não tiveram rubor na cara.

domingo, 19 de abril de 2020

Cientistas sérios recusam pânicos irracionais

A ECO 92 no Rio fez a ponte entre o velho comunismo vermelho
e o novo verde, missionário comunista
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Pânicos globais trazem no bojo uma ditadura universal




Na Eco92 (assembleia da ONU que deu partida, em 1992, à atual onda ecologista), 52 detentores de Prêmios Nobel e mais de 212 renomados cientistas de 29 países escreveram aos chefes de Estado:

“Nós estamos preocupados ao assistir, no limiar do século XXI, à emersão de uma ideologia irracional que se opõe ao progresso científico e industrial e prejudica o desenvolvimento econômico e social”. Le Figaro, 01/06/1992)

Essa preocupação bem fundamentada abrangia até mesmo o mito que serviu de base ao Sínodo Pan-amazônico de 2019:

domingo, 12 de abril de 2020

Pânicos globais trazem no bojo
uma ditadura universal

Profetas ambientalistas erraram mais do que Nostradamus. Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Profetas ambientalistas erraram mais que Nostradamus.
Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Luis Dufaur
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Ativistas e pensadores do ecologismo radical “profetizaram” catástrofes e geraram pânico, mas é grande o abismo entre essas “profecias” e os fatos.

O bom senso pede analisar as ameaças e afugentar os pânicos.

Grande parte da mídia insiste em repetir que a organização atual da humanidade é a responsável pelo futuro colapso do planeta Terra.

O leitor perspicaz terá percebido o acúmulo de contradições e exageros contidos nas ladainhas de cataclismos que o macrocapitalismo publicitário não cansa de repetir, como se estivesse tomada por crises histéricas ou fantasias de dementes.

Essa onda de terrores se espalha como se alguém a soprasse, seguindo o conselho anticristão atribuído a Voltaire: “Menti, menti, alguma coisa ficará sempre”.

Essa onda prognostica que, se continuar agindo assim, o calor extinguirá a vida no globo, cuja temperatura será semelhante à de Vênus (média de 461ºC); ou se esfriará como Marte (média de -63ºC), onde os cientistas procuram água congelada!

domingo, 5 de abril de 2020

Terra reverdece com aumento de CO2

CSIRO: dados de satélite mostram o aumento da folhagem de 1982 a 2010
Luis Dufaur
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O crescimento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera terrestre propiciou um aumento notável da folhagem verde nas regiões áridas do planeta durante os últimos 30 anos.

Esse aumento agiu como uma verdadeira “adubação com CO2”, escreveu o blog “Watts Up with that”, premiado como o melhor blog do mundo pelo Weblog Award 2013 na categoria ciência.

O estudo foi patrocinado pela ‘Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation’ – CSIRO, agência nacional australiana considerada como um dos mais renomados institutos mundiais de pesquisa.

A CSIRO baseou seus trabalhos em dados coletados via satélite, tendo contado com a colaboração da Australian National University – ANU, a grande universidade federal da Austrália.

Segundo o responsável pelo trabalho, Dr. Randall Donohue, os estudos constataram uma fertilização induzida pelo CO2 que elevou em 11% a folhagem existente nas regiões áridas da Austrália, América do Norte, Oriente Médio e África no período 1982-2010.

domingo, 29 de março de 2020

Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

A epidemia de um vírus altamente infeccioso
causará mais estragos que a bomba atômica (Bill Gates)
Luis Dufaur
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Já tinha acontecido algo parecido na ECO-92 e vem se repetindo nas assembleias planetárias da ONU sobre o estado do clima planetário.

Por exemplo, durante a reunião dos chefes de Estado na Rio+20, em 2012, 105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” para diminuir a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra e vem sendo levantado novamente com o pretexto do novo coronavírus.

Uma conferência TED de Bill Gates em 2015 foi trazida de novo à primeira página dos maiores sites do mundo. O magnata acena com um vírus assustador que favoreça essa drástica redução dos humanos.

domingo, 22 de março de 2020

Ambientalismo é imoral: estagna na miséria e atenta contra a humanidade, diz ex-prof. do MIT

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Luis Dufaur
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Um dos mais prestigiosos cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), hoje aposentado, virou ovelha negra depois de “mudar de lado”, como ele mesmo diz.

Assinante dos primeiros relatórios do IPCC, ele passou a criticar seus modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental.

Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos.

Sua mudança de posição lhe  angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, tinha contado ele há anos em entrevista ao Globo, por telefone, desde seu laboratório em Cambridge, Massachusetts.

— O senhor acredita que o dióxido de carbono é um gás de efeito estufa cuja concentração está aumentando e provoca um processo de aquecimento global?


RICHARD LINDZEN — Para começar, vamos deixar algumas coisas claras. É claro que o CO2 é um gás do efeito estufa, que sua concentração aumentou nos últimos 150 anos, que provoca leve aquecimento do planeta e que o homem tem influência nisso.

Tudo isso nunca esteve sob questão, todos os cientistas climáticos sérios acreditam nisso. O que não está claro é se tudo isso terá as implicações alarmantes que vemos apresentadas como fatos científicos.

domingo, 15 de março de 2020

Na França, lobos “protegidos”
proliferam e dizimam rebanhos

Lobos em parque francês
Luis Dufaur
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Após intensa pressão “verde”, a França repovoou seu território com lobos, que se tornaram “espécie protegida”.

Mas eles se multiplicaram tanto e estão fazendo tanto dano, que o país aplicou no período 2013-2017 um “Plano Lobo” para conte-los de alguma forma.

Só em 2012, os 250 lobos controlados atacaram 5.848 animais de criação, informou o jornal de Paris “Le Figaro”.

No jargão burocrático, a França tentaria uma “gestão diferenciada” dos predadores em função das regiões e dos rebanhos.

“Preferiríamos sempre um plano democrático – como se os lobos fossem sensíveis à democracia – antes que o projeto fosse aprovado”, explicou Benoît Hartmann, representante da associação France Nature Environnement.

domingo, 8 de março de 2020

Cristandade: a resposta aos desafios da Amazônia

Al Gore finge não querer pobreza na Amaônia, mas faz tudo para piorá-la
Al Gore finge não querer pobreza na Amazônia, mas faz tudo para espalhá-la
Luis Dufaur
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Al Gore, guru do alarmismo ambiental, tentou responder o comentário de Paulo Guedes, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, quando o Ministro da Economia afirmou ser a pobreza o maior inimigo do ambiente, segundo publicou a "Folha de S.Paulo".

Qualquer que seja a preferência político partidária, não é possível negar a procedência do pronunciamento do ministro brasileiro.

As descrições feitas do meio ambiente da Gália, hoje França, pelos primeiros civilizados que penetraram em seu território são apavorantes.

Para ficar curado de um possível espanto, basta conferir o relato “De Bello Gallico”, descrição da conquista do território feita pelo famosíssimo general romano Júlio César.

domingo, 1 de março de 2020

Psicólogo de Harvard indaga:
“A Alemanha perdeu a razão?”

Steven A. Pinker, professor de Psicologia em Harvard
indaga se a ecologia fez a Alemanha perder a razão
Luis Dufaur
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Meu Deus, será que os alemães perderam a razão? – Foi a pergunta levantada pelo professor e psicólogo de Harvard, Steven A. Pinker, em reportagem à revista Der Spiegel, e citada pelo The New York Times International Weekly, em sua edição de língua castelhana.

Confesso ter levado um choque ao ler isso. Sem dúvida a cultura alemã conta entre suas glórias a de ter elevado às culminâncias o valor da lógica e da racionalidade.

Mas, o professor de Harvard apoia muito bem a sua pergunta quanto à decisão do governo alemão – aliás já de alguns anos – em abandonar a energia nuclear.

Decisão que qualificou rombudamente de “paranoica”.

Com efeito, se a Alemanha quiser realmente conter as mudanças climáticas sem bloquear seu crescimento econômico, o que ela precisa – junto com o mundo inteiro – é de mais energia nuclear, e não menos.

Pinker acha que se trata de “uma experiência singular essa de eliminar gradualmente a energia nuclear e das usinas a carvão”, de modo que o último reator alemão deixe de operar pelo fim de 2022, e a última usina a carvão no ano 2038.

domingo, 23 de fevereiro de 2020

Chefe-geral do monitoramento por satélite da Embrapa: “a agricultura é a salvação” para a Amazônia

Evaristo Eduardo de Miranda

Luis Dufaur
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Uma confissão: no nosso blog estamos habituados ao realejo ecologista obsessivo contra o progresso e contra o Brasil, especialmente quando falam da Amazônia.

E o realejo comuno-tribalista e progressista "católico" girou até ensurdecer a propósito do Sínodo Pan-Amazônico de Roma, outubro 2019.

Mas qual foi nosso pasmo ao ver que já em 16 de setembro 2008 tínhamos publicado a excelente refutação a esses ideologizados e malevolentes sofismas ecologistas e "progressistas católicos".

Refutados, e a verdade do Brasil defendida, por um cientista com o domínio e conhecimento da matéria como é o Prof. Evaristo de Miranda.

Decidimos republicá-la como há 12 anos. 


Leiam, não tem desperdiço! 

Não há nada a mudar passados esses anos, e só há a cumprimentar ao Dr Evaristo pelo grande serviço prestado ao Brasil ameaçado pela ofensiva "verde" (por fora, porque por dentro é tão vermelha como nos tempos de Marx e Stalin, ou de Teilhard de Chardin e da Teologia da Libertação)


Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), defendeu a tecnologia (inclusive os transgênicos) para garantir o abastecimento mundial de alimentos e evoluir na produção de biocombustíveis, em entrevista para National Geographic Brasil. A matéria se encontra no site EvaristodeMiranda.com.br.

Miranda não aceita que a mídia – e até certos pesquisadores – tratem o Brasil como o grande vilão do planeta com o pretexto do desmatamento na Amazônia.

“Somos o país que mais preserva florestas nativas, com a matriz energética mais limpa, o que menos emite CO2 por quilômetro quadrado e por habitante”, disse.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Reciclagem do lixo: a grande mentira

Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso. E não é o único...
Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso.
E não é o único...
Luis Dufaur
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A reciclagem do lixo, bandeira do ambientalismo, resultou uma grande mentira, pelo menos na Espanha, segundo a ONG ecologista Greenpeace no relatório “Maldito Plástico” por ela elaborado e citado no site Websegur.com.

Greenpeace demonstra que Ecoembes uma celebrada ONG meioambiental muito conhecida na Espanha que age “sem ânimo de lucro para cuidar do meio ambiente a través da reciclagem e do ecodesenho dos vasilhames na Espanha” mente desinibidamente.

E o pior é que faz isso tendo obtido o monopólio da gestão do lixo com gigantescos acordos com os órgãos do governo para criar uma “Espanha limpa”.

Mas por trás há uma enorme falcatrua. Diz recuperar o 77% dos envases plásticos, e só recupera o 25% deles.

Basta olhar as acumulações de lixo plástico em ruas, lixões, rios e mares, diz Greenpeace.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
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Todos os períodos estivais no Golfo do México são marcados pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

Em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  (referia-se ao de 2017) é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

domingo, 2 de fevereiro de 2020

Escandinávia faz bom vinho: exemplo de adaptação à mudanças de clima

A etiqueta de vinhos de Skaersogaard registra a origem controlada da região de Dons.
A etiqueta de vinhos de Skaersogaard
registra a origem controlada da região de Dons.
Luis Dufaur
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Um moderado aumento das temperaturas, como por exemplo se verificou no chamado Período Quente Medieval, está longe de ser um mal, e é preferível a um esfriamento das temperaturas médias.

Os especialistas em clima têm ressaltado esse fato essencial.

Os alarmistas do aquecimento global, cegados pelo seu ideologismo de esquerda, não vem ou escondem essa realidade.

Neste blog temos citado vários climatologistas de reputação como o Prof. Luis Baldicero Molion, que refutando os alarmismos do aquecimentismo, manifestam ser mais benéfico para a humanidade uma tendência ao aquecimento do clima, embora não esteja acontecendo.

No filme “The Great Global Warming Swindle” (“A grande Farsa do Aquecimento Global”) podemos ver e ouvir renomeados cientistas defendendo idênticas posições e com simpáticos exemplos históricos.

domingo, 26 de janeiro de 2020

Amor pela música barroca no Chaco e Amazônia exorciza tribalismo comunista

Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Luis Dufaur
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Nas ruas e igrejas de San Ignacio, na região boliviana de Chiquitania na transição entre o Chaco e a Amazônia, a 200 kms do Brasil, soa um rumoroso desmentido à demagogia comuno-tribalista que eclodiu no Sínodo Pan-amazônico de 2018.

A população toda ela é descendente dos “povos originários” guaranis.

O comuno-tribalismo de missionários adeptos à “teologia da libertação” e ONGs herdeiras do utopismo comunista quereriam jogá-los de volta ao primitivismo precolombino.

Mas o que a população gosta é de Bach, Vivaldi e da música barroca. E a executa com tanta habilidade, bom gosto e paixão que deixou pasmo ao jornalista do “Le Figaro Magazine” de Paris que foi até essa região chaco-amazônica para fazer ampla reportagem. (dezembro de 2019, págs. 67 e ss.)

Félix, de 17 anos, apaixonado pela música barroca, mostrou à jornalista Manon Quérouil-Bruneel, o Stradivarius que ganhou como melhor aluno de orquestra municipal.

E com os olhos brilhando de emoção começou a executar uma fuga de Beethoven que os prédios coloniais da antiga missão jesuítica ecoavam naquela selvática região.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Nova era do petróleo cresce, mas alarmismo profetizou que teria acabado. O que há?

Enigma: profecias falham mas "profetas" seguem pregando  que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Enigma: profecias falham, mas "profetas" seguem pregando
que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Luis Dufaur
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Quando jovem morei em Roma. Os imprevistos da vida me faziam passar com frequência diante de certo palazzo romano, não longe do Lungotevere.

Dentre as inúmeras peculiaridades dos palazzi romani, aquele entretanto me intrigava. Sobretudo uma placa junto ao pórtico de entrada. Nela estava escrito: Clube de Roma.

Em alguma parte eu lera que esse Clube anunciou o esgotamento do petróleo para 1980 e pediu com urgência a reformulação mundial do conceito de crescimento para o planeta.

Em verdade, naquela época eu não me preocupava muito se aquilo era uma turma de esquisitos, ou um boato jornalístico ou confusão minha.

Um dia, falando com um professor, comentei a placa, meu desinteresse e contei minha ignorância sobre o tal clube.

domingo, 12 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –2

O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas. Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas.
Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: “Profecias” catastroficamente erradas do “fake apocalipse” verde! –1



8. Peter Gunter, professor da North Texas State University, também escreveu em 1970:
“Os demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte lista de acontecimentos: por volta de 1975 se produzirão fomes generalizadas na Índia; elas vão se espalhar por toda a Índia, Paquistão, China, Extremo Oriente e África.

“Pelo ano 2000 ou, como se pode supor, ainda mais cedo, as Américas do Sul e Central lutarão para sobreviver, carentes de víveres.

“Pelo ano 2000, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, terá falta do necessário para comer”.

domingo, 5 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –1

O que profetizavam os arautos do catastrofismo no primeiro Earth Day em 1970? Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
O que profetizavam os arautos do catastrofismo
no primeiro Earth Day em 1970?
Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
Luis Dufaur
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Se o caro leitor acreditou nos agouros do “aquecimento global”, no estiolamento do planeta, no derretimento dos polos, na desertificação da Amazônia, no sepultamento pelas águas das grandes cidades costeiras, na incapacidade planetária de acolher uma dantesca superpopulação, na extinção pelo consumo dos últimos recursos alimentares e outros pânicos ambientalistas, em sã lógica deveria achar que não está lendo este post, pois a vida e a civilização na Terra já teriam acabado, de acordo com as mesmas aterradoras profecias.

Também deveria acreditar que o planeta virou um astro morto inabitado e inabitável, ou, na melhor das hipóteses, que os últimos humanos estariam morrendo de fome e sede a um ritmo de 100 ou 200 milhões por ano, numa atmosfera mortalmente poluída e num deserto coberto de cadáveres insepultos numa temperatura global se aproximando à de Vênus, ou tal vez em meio a uma Era Glacial.

Então, o que o prezado leitor está fazendo diante da tela de seu dispositivo eletrônico, após ter comemorado as festas do fim do ano?

A pergunta pode parecer atrevimento da nossa parte, mas de fato não é.

Isso foi escrito, anunciando e profetizado em livros, ensaios, entrevistas de rádio e TV, em datas em que a Internet e as redes sociais pareciam um sonho utópico.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia, diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.