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domingo, 23 de fevereiro de 2020

Chefe-geral do monitoramento por satélite da Embrapa: “a agricultura é a salvação” para a Amazônia

Evaristo Eduardo de Miranda

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Uma confissão: no nosso blog estamos habituados ao realejo ecologista obsessivo contra o progresso e contra o Brasil, especialmente quando falam da Amazônia.

E o realejo comuno-tribalista e progressista "católico" girou até ensurdecer a propósito do Sínodo Pan-Amazônico de Roma, outubro 2019.

Mas qual foi nosso pasmo ao ver que já em 16 de setembro 2008 tínhamos publicado a excelente refutação a esses ideologizados e malevolentes sofismas ecologistas e "progressistas católicos".

Refutados e a verdade do Brasil defendidos por um cientista com o domínio e conhecimento da matéria como o Prof. Evaristo de Miranda.

Decidimos republicá-la como há 12 anos. 


Leiam, não tem desperdiço! Não há nada a mudar passados esses anos, e só há a cumprimentar ao Dr Evaristo pelo grande serviço prestado ao Brasil ameaçado pela ofensiva "verde" (por fora, porque por dentro é tão vermelha como nos tempos de Marx e Stalin, ou de Teilhard de Chardin e da Teologia da Libertação)


Evaristo Eduardo de Miranda, chefe-geral da unidade de monitoramento por satélite da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), defendeu a tecnologia (inclusive os transgênicos) para garantir o abastecimento mundial de alimentos e evoluir na produção de biocombustíveis, em entrevista para National Geographic Brasil. A matéria se encontra no site EvaristodeMiranda.com.br.

Miranda não aceita que a mídia – e até certos pesquisadores – tratem o Brasil como o grande vilão do planeta com o pretexto do desmatamento na Amazônia.

“Somos o país que mais preserva florestas nativas, com a matriz energética mais limpa, o que menos emite CO2 por quilômetro quadrado e por habitante”, disse.

“Se a agricultura ainda emite gases de efeito estufa, sobretudo em regiões primitivas e pouco tecnificadas, nas terras do agronegócio ela é solução para o aquecimento global. Sobretudo no caso do Brasil” explicou ele.

Sobre a cana afirmou: “a cana é uma planta extraordinária. O açúcar e o álcool são feitos basicamente de carbono, hidrogênio e oxigênio com a energia solar.

“A cana retira esses produtos do ar, e é um cultivo que não esgota a terra, como muita gente pensa. É uma cultura que fica no campo por seis anos.

“Isso é sinônimo de proteção ao solo, por causa de sua grande massa verde e suas raízes profundas. (...)

“Não fosse a alternativa do álcool, a qualidade do ar dos grandes centros urbanos brasileiros estaria insuportável, muito pior do que hoje. E não é só. Em parte das usinas de cana do país, o bagaço é usado para gerar energia elétrica – uma fonte que já representa 4% dessa energia no Brasil”.

Amazônia legalNational Geographic Brasil: Não há risco de se fazer da Amazônia um imenso canavial, como muitos temem?

Não acredito nisso. Acho que a cana-de-açúcar tem potencial na região, sem nenhum risco para a floresta.  

“Outra lenda é a de que o solo da Amazônia está sendo degradado pelo plantio de soja, algodão e outros víveres. Para ter uma ideia, só neste ano 39% da produção de soja do Brasil veio da Amazônia, além de 47% da de algodão e 20% da de grãos.

“A maior produtividade de soja do mundo está na Amazônia.”

National Geographic Brasil: Tudo isso o deixa entusiasmado?

Muito. Com tecnologia a agricultura brasileira não precisa crescer espacialmente nem desmatar, ao menos nos próximos 50 anos.

“Claro que isso não se aplica ao país inteiro. Em alguns lugares é preciso desmatar neste ano, como em certas regiões da Amazônia onde há famílias de agricultores instalados há 40 ou 50 anos.  

“Deve-se pensar que essas famílias crescem e têm direito a expandir seus negócios.

Acre, seringal Ribeirinho
Acre, seringal Ribeirinho
National Geographic Brasil: Isso é polêmico. Essas pessoas não poderiam viver do extrativismo de produtos regionais, como o açaí e o cupuaçu?

Elas não conseguem viver do extrativismo. Desafio alguém a provar o contrário. Quem vive do extrativismo, hoje, vive mal, com níveis de renda baixíssimos, sem assistência médica, além de isolado na floresta. (...) no geral, não é alternativa viável.”

National Geographic Brasil: O que é que o senhor pensa a respeito dos transgênicos?

Sou a favor da pesquisa e do avanço nessa área. Pouca gente sabe, mas toda a insulina encontrada hoje no Brasil é produzida por bactérias transgênicas, além de uma série de outros remédios. Muitos alimentos também estão sendo modificados para melhorar a sua qualidade nutricional.

“Com relação ao meio ambiente, se pegarmos o caso do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde se planta soja transgênica há mais de dez anos, houve uma melhoria impressionante das condições ambientais. (...)

“Não só: a diminuição da emissão de CO2 também foi imensa. Quando se pulveriza o campo com pesticidas, é preciso passar várias vezes com o trator pelas plantações, queimando muito combustível. Sem contar que os defensivos agrícolas são produzidos com petróleo.”

National Geographic Brasil: Com relação à expansão da pecuária na Amazônia, o senhor também não vê problemas?

“Não. Assim como você e eu, os moradores da Amazônia também querem qualidade de vida. Por isso, em regiões como a da Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, o desmatamento chega a quase 40%.

“Os seringueiros sabem qual é o retorno de uma hora de trabalho no seringal e perceberam as vantagens de trabalhar com a pecuária. Esse fato faz com que em várias cidades do Acre os nativos e seus filhos possam tomar iogurte e comer queijo.

“O que para nós é um hábito trivial para eles é algo novo e bom, porque eles nunca tiveram essa possibilidade.  

“Que direito temos nós – que vivemos aqui no Sul, gostamos de consumir leite e picanha e somos altamente poluidores – de afirmar que um seringueiro no Acre não pode ter essas mesmas oportunidades de consumo ou melhorar sua renda? Há uma questão ética nisso tudo muito séria.

“Nós não estamos ouvindo o que o homem amazônico realmente quer para a vida dele e ditamos regras das quais ele talvez não queira aceitar seguir.”

Amazonia cobertura vegetalNational Geographic Brasil: Como o senhor vê o ambientalismo no Brasil hoje?

O ambientalismo não entendeu o conceito de desenvolvimento sustentável . (...)

“Acho também que  outra tendência perigosa é tratar o assunto de maneira apocalíptica. Só se preveem coisas ruins com as mudanças climáticas.

“É preciso trazer outros pontos de vista. Por exemplo, o desaparecimento da calota polar vai gerar uma economia de combustível inacreditável, porque vai encurtar caminhos na navegação. 

“É preciso lançar um pouco de racionalidade à questão, sobretudo quando se trata de hipótese inverificável. É curioso como os cientistas, senhores da razão e ateus, adotam nessa hora uma linguagem totalmente religiosa. 

“Eles falam de toda a teologia do fim dos tempos, das catástrofes, do homem vitimado e castigado com o dilúvio, como Noé”.


domingo, 16 de fevereiro de 2020

Reciclagem do lixo: a grande mentira

Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso. E não é o único...
Denuncia de ambientalistas: por trás de uma bandeira verde há um negócio inescrupuloso.
E não é o único...
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A reciclagem do lixo, bandeira do ambientalismo, resultou uma grande mentira, pelo menos na Espanha, segundo a ONG ecologista Greenpeace no relatório “Maldito Plástico” por ela elaborado e citado no site Websegur.com.

Greenpeace demonstra que Ecoembes uma celebrada ONG meioambiental muito conhecida na Espanha que age “sem ânimo de lucro para cuidar do meio ambiente a través da reciclagem e do ecodesenho dos vasilhames na Espanha” mente desinibidamente.

E o pior é que faz isso tendo obtido o monopólio da gestão do lixo com gigantescos acordos com os órgãos do governo para criar uma “Espanha limpa”.

Mas por trás há uma enorme falcatrua. Diz recuperar o 77% dos envases plásticos, e só recupera o 25% deles.

Basta olhar as acumulações de lixo plástico em ruas, lixões, rios e mares, diz Greenpeace.

Mas a propaganda faz acreditar que os espanhóis devem se resignar a todas às exigências da Ecoembes apoiada na força dos governos, porque seu trabalho seria excelente.

A modernidade do plástico em todo deu margem ao ambientalismo tribalista que recusa os sensatos usos e costumes da sociedade orgânica cristã.
A modernidade do plástico em todo deu margem ao ambientalismo tribalista
que recusa os sensatos usos e costumes da sociedade orgânica cristã.
Ecoembes é um gigante que paga estudos e cátedras universitárias, gratifica jornalistas bajuladores que silenciam a desastrosa reciclagem atual.

A EFEverde (uma dependência especializada da agencia estatal de notícias EFE) difunde muitas notícias ecológicas, mas nunca diz nada contra Ecoembes porque há acordos entre ambas para formar jornalistas supostamente defensores do meio ambiente.

O grande quotidiano catalão La Vanguardia mantém uma seção para cantar os louvores da trapaça da reciclagem combinada entre políticos e Ecoembes.

Greenpeace prossegue com uma extensa lista de exemplos de sites e publicações com fantásticas notícias para glorificar a corrupção ambientalista.

Esses sites e jornais falam de um país que não existe. Ecoembes engana a população para ganhar dinheiro em conluio com políticos corruptos.

Ecoembes está por trás de incêndios misteriosos de montanhas de lixo plástico que vêm poluindo o ar, em violação dos princípios de que se ufana defender.

Todo fala que a Ecoembes serve às empresas transgressoras das leis sagradas da ecologia. Para isso lhes facilita a vida colando nelas etiquetas de cumprimento das exigências ambientais. Nada indica que esse serviço seja grátis.

Para Greenpeace empresas incriminadas como grandes criminosas ambientais estão associadas com Ecoembes e Ecovidrio, que tem seu próprio mercado, para “o negócio perfeito de ganhar dinheiro, sem se interessarem pela reciclagem ou pela contaminação”.

Antiga farmácia de Mastro Antonio Patanazzi, em Roccavaldina, Messina, Itália. Cada vaso continha uma substância para manipulação. Não se conhecia o lixo. Hoje é museu
Antiga farmácia de Mastro Antonio Patanazzi, em Roccavaldina, Messina, Itália.
Cada vaso continha uma substância para manipulação.
Não se conhecia o lixo. Hoje é museu
Ditas empresas querem produzir muitos vasilhames plásticos e para se exibir como “ecologicamente engajadas” ante seus consumidores pagam para que ativistas verdes reciclem alguns poucos, ou recrutem voluntários para que limpem grátis uma pequena área.

Mera propaganda e desvio de fundos. A verdadeira eliminação não poluente do lixo não é feita. O cidadão comum paga na conta do lixo a promessa mas não a realidade.

Greenpeace, que é grande militante do mundo verde, fornece os nomes das maiores empresas mais poluentes e mostra como seguem contaminando alegremente sob o guarda-chuva protetor da fabulosa ONG Ecoembes associada com o governo.

No mar, os peixes seguem comendo plástico e mercúrio. Na terra os homens seguem se intoxicando com a fumaça de montes de lixo incinerados que atingem 2.5 milhões de toneladas anuais.

E para completar, uma outra campeã do combate ao lixo plástico, quer dizer a União Europeia, exporta navios repletos de materiais tóxicos para imensos lixões na Malásia.

Greenpeace continua professando sua fé na reciclagem e avança perto de cinquenta propostas para supermercados, governos e cidadãos.

Mas também cai em propostas virtualmente inaplicáveis para os consumidores num mundo que recusou a sabedoria.

A sociedade industrial gerou problemas que não existiam, como o do lixo, hoje explorados pelo ambientalismo para derrubar a própria sociedade industrial!
A sociedade industrial gerou problemas que não existiam, como o do lixo,
hoje explorados pelo ambientalismo para derrubar a própria sociedade industrial!
Propõe que os governos legislem pensando no meio ambiente. Mas onde estão os políticos impolutos dispostos a elaborar desinteressadamente leis sábias e prudentes?

Greenpeace exige novos níveis de consciência ecológica. Mas como vai consegui-lo num mundo que se habituou à coima funcionando em toda repartição pública ou até em empresas privadas?

Muitos dos conselhos de Greenpeace eram costumes quotidianamente praticados pelas gerações que nos precederam, mas que foram abolidos como pouco modernos ou caseiros demais.

Muitos desses usos e práticas eram possíveis em famílias grandes com propriedades folgadas e numerosa criadagem. Já ficaram impossíveis nos estreitos apartamentos modernos.

Por exemplo fabricar sabão caseiro ou consumir alimentos naturais da própria horta, galinheiro, etc., coisas muito comuns nos lares dos anos pré-industriais.

Ou o uso rotineiro dos mesmos vasilhames de cerâmica ou vidro, por vezes belos, orgulho do lar.

Lembro ainda o ruído dos cascos do cavalo do carrinho do leiteiro sobre os paralelepípedos do bairro em que morava quando criança, hoje cotado como dos mais caros de Buenos Aires.

Seu eco era um alarme para conferir se as garrafas de leite bem limpas haviam sido sido depositadas no fio da rua, junto com o papelucho avisando quantos litros de leite, iogurte e manteiga a mais, devia deixar o leiteiro.

Mestre açougueiro e seu ajudante aprendiz, segundo o 'Tacuinum Sanitatis'. Era ponto de honra e condição para ser mestre nada desaproveitar por isso não há nada pelo chão.
Mestre açougueiro e seu ajudante aprendiz, segundo o 'Tacuinum Sanitatis'.
Era ponto de honra e condição para ser mestre nada desaproveitar
por isso não há nada pelo chão.
E se precisava muito a cozinheira descia com uma panela que o leiteiro imergia generosamente em algum dos grandes tanques de leite que trazia no carro. E depois anotava num caderno de contas zelosamente conservado por uns e outros. Na poluição ou no lixo nem se pensava porque não havia.

Lembro de dois protestos caseiros. Um era que o leite era tão genuíno que o creme subia e entupia o gargalo. Certa feita, minha mãe enfiou uma faca até o cabo ficando firmes sem se mexer: era tudo creme e do bom! Apenas havia pouco leite na garrafa. Nada de produto industrializado.

Segunda grande queixa: o pitoresco barulho das ferraduras do cavalo e das rodas de madeira revestidas de aço podia acordar as criancinhas! Afinal apareceu a solução: rodas e ferraduras revestidas de borracha.

Um dia o carrinho não passou mais. O leite era preciso pegar no supermercado nos invólucros bem conhecidos, desnatado, pasteurizado e passado por “n” processos de alta tecnologia. Foi tido como um progresso.

Foi progresso deveras?

Hoje o ambientalismo clama contra esse “progresso” e trabalha com ONGs, ONU, Vaticano e governos para nos empurrar à insana vida tribal.

Na Espanha, uma Lei de Resíduos do ano 1998 encheu cidades e casas de imensos lixos coloridos “seletivos” certamente não cheirando bem e afeando os ingressos das casas e apartamentos ou algum de seus pátios interiores, e inclusive ruas e passeios públicos.

Dita Lei prometia que pelo final de 2002 a produção de lixo diminuiria um 6% por habitante.

Mas as prefeituras, governos estaduais e federais multiplicaram as exigências em volume e variedade dos invólucros dos produtos alimentares de modo inimaginável e as plantas para trata-los ficaram caríssimas.

Produtos eletrônicos e brinquedos, entre outros, acrescentaram fabulosas montanhas de material descartável.

Nesta e muitas iluminuras medievais que compulsamos, uma nota está sempre presente: tudo é aproveitado.
Nesta e muitas iluminuras medievais que compulsamos,
uma nota está sempre presente: tudo é aproveitado.
As novas normas para eliminar as pirâmides de lixo requerem fabulosas quantidades de energia para fundi-lo e recicla-lo e assim re-usá-lo para fazer mais e mais lixo que voltará a ser refundido, etc.

Resultado: os cidadãos procuram escapar desse circuito infernal, as empresas “ecologicamente comprometidas” burlam os procedimentos propagandeados. E nos cenáculos ambientalistas se prega pela eliminação sumária da nossa sociedade industrializada.

Exemplo foram as “Jornadas de Basurotopía” na Faculdade de Direito de Albacete onde foi anunciado que por cada 7 kg de qualquer produto que consumimos, foram produzidos 93 kg de lixo de todo tipo.

Os exageros ecologistas tornam essa e outras estatísticas muito pouco críveis. Mas elas são adotadas como oráculos na grande mídia, nos gabinetes do governo, socialistas ou não, nos corredores e simpósios do Vaticano e até nos discursos do Papa Francisco.

E para concluir o que? Pois que temos que imitar os pobres índios amazônicos que andam nus, doentes e miseráveis, na floresta tropical adorando a Pachamama!


domingo, 9 de fevereiro de 2020

Furacões passam,
mas a fábrica de pânicos verdes fica

Furacão Harvey atinge o Texas
Furacão Harvey atinge o Texas
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Todos os períodos estivais no Golfo do México são marcados pelos furacões.

O fenômeno é cíclico e muito bem conhecido pela população e, a fortiori, pelos cientistas. Há até um método alfabético especial para ir lhes atribuindo um nome em série.

Neste ano houve alguns furacões poderosos. Também foi cíclica a demagogia ecologista.

Em Politico, o climatólogo Eric Holthaus se erguia como profeta do Apocalipse com argumentos assaz repetidos: “O Harvey  (referia-se ao de 2017) é o rosto da mudança climática, chegou a hora de abrir os olhos e nos preparar para o mundo que está vindo”, dramatizou.

Se for a julgar pelos furacões, o “mundo que está vindo” será igual àquele em que vivemos desde que o homem existe: nos próximos verões teremos furacões semelhantes aos dos anos passados.

Alan Reynolds, do Cato Institute e ex-diretor de pesquisa econômica no Hudson Institute, sublinhou o bafo de ignorância que infecciona o alarmismo, em artigo reproduzido por Newsweek.

Reynolds recomendou aos ambientalistas exageradores que em vez de cobrar dos outros a abertura dos olhos se esforcem em fechar a própria boca para conter as tolices.

Desastres naturais por ano: estabilidade nos eventos,
oscilações nas vítimas, diminuição dos danos. Nenhum agravamento
Atribuir culpas à “mudança climática” sem olhar para os fatos é típico daquilo que o filósofo Karl Popper chamou de “pseudociência”.

A teoria que não pode ser testada não é ciência.

Exemplos arquetípicos de “pseudociência” segundo Popper são o comunismo e a psicanálise.

Reynolds também passou em revista outros profetas de desgraça que sempre que faz mal tempo, o atribuem a mudança climática.

Mas nunca fazem o mesmo quando temos bom tempo.

O perito do Cato Institute observou que as chuvas trazidas pelo Harvey – apresentadas como sinais da morte futura do planeta – são estatisticamente indistinguíveis das do furacão Amélia, anterior de 48 anos (1978).

O aumento da temperatura das águas do Golfo do México tampouco diz nada a respeito de um aumento global da temperatura dos mares ou de intensificação dos furacões. É só matéria de fé de profetas sem provas.

Desde 1998 a 2012, houve quatro grandes estudos para medir a temperatura da superfície dos mares.

Dois concluíram um “fraco aquecimento” e outros dois um “esfriamento coincidente com o estancamento da temperatura da superfície global”, diz Reynolds. Nada relevante

Reynolds conclui com simplicidade: o clima é altamente mutável. É impossível atribuir um furacão ou uma enchente a uma ligeira mudança de temperatura.

“Que o furacão Irma nos sirva de lição!”, bramou o então Ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot. “A força de negar a realidade, ela vai nos pegar e nós não estamos prontos para isso”, disse para completar as banalidades reproduzidas por “Le Parisien”.

Hulot é um velho agitador ambientalista, mas o cada vez mais desprestigiado presidente francês Emmanuel Macron, nomeou-o ministro do meio ambiente, até renunciar “a la furacão!” em 2018.

Hulot falou de balanços desastrosos após a passagem do furacão Irma pelas Antilhas francesas e atemorizou o público da TV France 2 com uma “provável multiplicação de fenômenos do gênero por causa do aquecimento global”.

“O pior está diante de nós”, profetizou. E anunciou o engajamento de todos os recursos do Estado francês para cortar o avanço impiedoso do clima que muda.

Nicolas Hulot, ativista verde virou ministro socialista de Meio Ambiente na França
profetizou um futuro pior e caiu no nada
Ele insistiu no estribilho das mudanças climáticas extremas que submergiriam países inteiros estabelecidos em arquipélagos. Segundo as velhas profecias esses já deveriam ter desaparecido. Mas o fato é que até estão aumentando de superfície

O furacão Irma também  em 2017 causou devastações importantes nas Antilhas, mas os recordes ficaram por conta da exploração político-midiática sensacionalista.

Essa despertou mal-estar porque a dor e os danos que sofreram incontáveis seres humanos foram manipulados por interesses ideológicos.

Nos EUA por volta de seis milhões de habitantes da Florida migraram de suas cidades por medidas de emergência ou temor pessoal.

Nos EUA, a abundância de infraestruturas e a riqueza dos habitantes permitem esse enorme esforço.

As vítimas fatais foram muito poucas e os danos ficaram abaixo do previsto porque os cidadãos estão acostumados de longa data a esses fenômenos e constroem com critérios de segurança especiais, observou a AFP.

Mas, não foi assim nos países em que os cidadãos não tem esse nível econômico. Pensemos sobre tudo em Cuba, o maior e mais atingido país do Caribe.

Os vídeos nos apresentam a crua realidade: o socialismo transformou cidades como Havana em imensas concentrações de cortiços que há décadas veem caindo aos pedaços, e os cidadãos vivem na miséria à mercê das desgraças, com infraestruturas abaixo do mínimo indispensável e carência quase total de sistemas de auxílio.

Pelos menos 27 pessoas teriam morrido em circunstâncias miseráveis, alguns eletrocutados, outros esmagados por uma sacada que desabou sobre um ônibus e quedas estrepitosas de prédios apodrecidos.

Tal vez nunca se saiba o número de cubanos mortos. Desde a chegada do Irma o governo socialista exibia impotência para apresentar um número aproximado.

Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Todos os furacões nos EUA por violência. Nenhuma tendência de aumento.
Uma apuração das perdas em vidas e danos seria prejudicial ao comunismo cubano que mantém o país na mais degradante penúria.

Tampouco a confraria verde-vermelha quis indagar muito para não incomodar seus amigos da ditadura cubana.

Para encontrar um furacão igual ou superior ao Irma é preciso remontar até o ano 1935! Mas isso prova também que não há intensificação de furacões.

O furacão Allen em 1980 atingiu recordes maiores de velocidade.

Enquanto o alarmismo espalhava pânicos, muitos especialistas se perguntavam “porque eles têm que mentir tanto”?

O National Hurricane Center americano tem uma página com a listagem das maiores tempestades tropicais e furacões no Atlântico desde 1851 até 2014. E uma página mais pormenorizada ano por ano continuamente atualizada AQUI.

O blog “Watts Up With That” destaca que os únicos aumentos estatísticos se devem apenas às melhoras dos sistemas de medição.

Se os furacões se devessem ao aquecimento da temperatura da água ou global, a humanidade não teria sobrevivido no Período Quente Medieval.

No Período Quente Minoano (1450-1300 a.C.) deveria ter havido furacões categoria 9 – algo insonhável hoje – todos os anos!

A verdade é que os furacões passam, houve todo ano, voltará a haver no próximo verão do Hemisfério Norte com intensidades maiores ou menores dentro do leque previsível, como sempre houve. Poderá haver algum mais forte que se sai do registro histórico, e mais nada.

Na natureza e nos registros humanos não há base para pânicos.

Mas, a fábrica de pânicos midiáticos verdes voltará a produzir furacões de exageros, mentiras e blefes assim que soprar o primeiro furacão rotineiro. Teremos tempestades sim, mas ideológicas, e ecológicas!, para nos impor o abandono do que resta de nossa ordem civilizada.



Cuba é mais flagelada pelo socialismo miserabilista do que pelos furacões naturais. Mas ecologistas silenciam




domingo, 2 de fevereiro de 2020

Escandinávia faz bom vinho: exemplo de adaptação à mudanças de clima

A etiqueta de vinhos de Skaersogaard registra a origem controlada da região de Dons.
A etiqueta de vinhos de Skaersogaard
registra a origem controlada da região de Dons.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um moderado aumento das temperaturas, como por exemplo se verificou no chamado Período Quente Medieval, está longe de ser um mal, e é preferível a um esfriamento das temperaturas médias.

Os especialistas em clima têm ressaltado esse fato essencial.

Os alarmistas do aquecimento global, cegados pelo seu ideologismo de esquerda, não vem ou escondem essa realidade.

Neste blog temos citado vários climatologistas de reputação como o Prof. Luis Baldicero Molion, que refutando os alarmismos do aquecimentismo, manifestam ser mais benéfico para a humanidade uma tendência ao aquecimento do clima, embora não esteja acontecendo.

No filme “The Great Global Warming Swindle” (“A grande Farsa do Aquecimento Global”) podemos ver e ouvir renomeados cientistas defendendo idênticas posições e com simpáticos exemplos históricos.

domingo, 26 de janeiro de 2020

Amor pela música barroca no Chaco e Amazônia exorciza tribalismo comunista

Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Rumo ao ensaio de música barroca na Amazônia.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Nas ruas e igrejas de San Ignacio, na região boliviana de Chiquitania na transição entre o Chaco e a Amazônia, a 200 kms do Brasil, soa um rumoroso desmentido à demagogia comuno-tribalista que eclodiu no Sínodo Pan-amazônico de 2018.

A população toda ela é descendente dos “povos originários” guaranis.

O comuno-tribalismo de missionários adeptos à “teologia da libertação” e ONGs herdeiras do utopismo comunista quereriam jogá-los de volta ao primitivismo precolombino.

Mas o que a população gosta é de Bach, Vivaldi e da música barroca. E a executa com tanta habilidade, bom gosto e paixão que deixou pasmo ao jornalista do “Le Figaro Magazine” de Paris que foi até essa região chaco-amazônica para fazer ampla reportagem. (dezembro de 2019, págs. 67 e ss.)

Félix, de 17 anos, apaixonado pela música barroca, mostrou à jornalista Manon Quérouil-Bruneel, o Stradivarius que ganhou como melhor aluno de orquestra municipal.

E com os olhos brilhando de emoção começou a executar uma fuga de Beethoven que os prédios coloniais da antiga missão jesuítica ecoavam naquela selvática região.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Nova era do petróleo cresce, mas alarmismo profetizou que teria acabado. O que há?

Enigma: profecias falham mas "profetas" seguem pregando  que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Enigma: profecias falham, mas "profetas" seguem pregando
que é preciso pôr fim à sociedade rica e produtiva
Luis Dufaur
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Quando jovem morei em Roma. Os imprevistos da vida me faziam passar com frequência diante de certo palazzo romano, não longe do Lungotevere.

Dentre as inúmeras peculiaridades dos palazzi romani, aquele entretanto me intrigava. Sobretudo uma placa junto ao pórtico de entrada. Nela estava escrito: Clube de Roma.

Em alguma parte eu lera que esse Clube anunciou o esgotamento do petróleo para 1980 e pediu com urgência a reformulação mundial do conceito de crescimento para o planeta.

Em verdade, naquela época eu não me preocupava muito se aquilo era uma turma de esquisitos, ou um boato jornalístico ou confusão minha.

Um dia, falando com um professor, comentei a placa, meu desinteresse e contei minha ignorância sobre o tal clube.

domingo, 12 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –2

O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas. Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
O 'Dia da Terra' perdeu embalo, mas as profecias enganosas continuam sendo marteladas.
Foto: o Earth Day 2013 no Canadá.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: “Profecias” catastroficamente erradas do “fake apocalipse” verde! –1



8. Peter Gunter, professor da North Texas State University, também escreveu em 1970:
“Os demógrafos concordam quase unanimemente na seguinte lista de acontecimentos: por volta de 1975 se produzirão fomes generalizadas na Índia; elas vão se espalhar por toda a Índia, Paquistão, China, Extremo Oriente e África.

“Pelo ano 2000 ou, como se pode supor, ainda mais cedo, as Américas do Sul e Central lutarão para sobreviver, carentes de víveres.

“Pelo ano 2000, o mundo inteiro, com exceção da Europa Ocidental, América do Norte e Austrália, terá falta do necessário para comer”.

domingo, 5 de janeiro de 2020

“Profecias” catastroficamente erradas
do “fake apocalipse” verde! –1

O que profetizavam os arautos do catastrofismo no primeiro Earth Day em 1970? Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
O que profetizavam os arautos do catastrofismo
no primeiro Earth Day em 1970?
Tudo falhou, mas eles prosseguem insensíveis ao fiasco
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Se o caro leitor acreditou nos agouros do “aquecimento global”, no estiolamento do planeta, no derretimento dos polos, na desertificação da Amazônia, no sepultamento pelas águas das grandes cidades costeiras, na incapacidade planetária de acolher uma dantesca superpopulação, na extinção pelo consumo dos últimos recursos alimentares e outros pânicos ambientalistas, em sã lógica deveria achar que não está lendo este post, pois a vida e a civilização na Terra já teriam acabado, de acordo com as mesmas aterradoras profecias.

Também deveria acreditar que o planeta virou um astro morto inabitado e inabitável, ou, na melhor das hipóteses, que os últimos humanos estariam morrendo de fome e sede a um ritmo de 100 ou 200 milhões por ano, numa atmosfera mortalmente poluída e num deserto coberto de cadáveres insepultos numa temperatura global se aproximando à de Vênus, ou tal vez em meio a uma Era Glacial.

Então, o que o prezado leitor está fazendo diante da tela de seu dispositivo eletrônico, após ter comemorado as festas do fim do ano?

A pergunta pode parecer atrevimento da nossa parte, mas de fato não é.

Isso foi escrito, anunciando e profetizado em livros, ensaios, entrevistas de rádio e TV, em datas em que a Internet e as redes sociais pareciam um sonho utópico.

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Achar que o CO2 decide o clima
é como crer em magia, diz professor do MIT

Conferência do prof. Richard S Lindzen acreditar que o CO2 controla o clima está muito perto de acreditar em magia
Conferência do prof. Richard S Lindzen: acreditar que o CO2 controla o clima
está muito perto de acreditar em magia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Richard S. Lindzen professor Alfred P. Sloan de Ciências Atmosféricas ensinou no Massachusetts Institute of Technology – MIT até 2014.

Em abril de 2017 ele publicou o texto de sua conferencia pública sobre as mudanças no clima, disponível no site Merion West.

Nela, logo de inicio manifesta seu espanto com os alarmismos espalhados com muita desonestidade a respeito de mudanças climáticas, enganando o público não especializado.

Segundo ele, não existe o propalado consenso de 97% de cientistas em torno de um real aquecimento da Terra. Trata-se de um golpe estatístico já refutado por especialistas em enquetes.

Não há base para alarmismos ou catastrofismos. Há, porém, um catecismo do politicamente correto que manda pensar assim. E o cientista que não repete o catecismo não obtém verba do Estado, que monopoliza as aplicações no setor.

domingo, 8 de dezembro de 2019

Neo-paganismo com pele ambientalista há anos denunciado na França, hoje triunfa no Vaticano

Embora pareça macumba, não o é.
É o papa Francisco adorando a Pachamama nos jardins do Vaticano.
Revista francesa há anos havia identificado
o paganismo incubado no movimento ecológico.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Há alguns anos, a revista “Nouvelles de France” foi em busca da causa da propaganda que distorce os fatos a respeito do “aquecimento global”.

Ela concentrou a análise na parcialidade de certa mídia obsessivamente voltada contra os cientistas que reagem com seriedade diante da falta de base na realidade da propaganda do “aquecimento global”.

De início, ela descartou aquilo que considerou “teses sempre fáceis demais”, que põem a culpa em lobbies econômicos satanizados ou em algum complô internacional.

Pesquisando a origem do mito aquecimentista, a revista encontrou, no fim dos anos 1960, a motivação ideológica que alimenta essa fantasia.

Ela a achou nos tempos da explosão do movimento hippie, do pacifismo e do esquerdismo cultural alimentado por Moscou contra os países livres e prósperos.

Na revista Science (vol. 155, pág. 1203), já em 1967 se encontra a seguinte frase, de autoria do historiador Lynn White Jr.:
“Nós continuaremos padecendo um agravamento da crise ecológica se não recusamos o axioma cristão segundo o qual a única razão de ser da natureza é servir ao homem”.
Para a publicação francesa, essa afirmação condensa o ponto de partida do ecologismo radical hodierno: a proclamação filosófica de que “o homem não tem direito algum sobre a natureza. Pelo contrário, deve se submeter a ela, e, se não o fizer, a deusa Natureza vingar-se-á, por exemplo com o aquecimento global”.

domingo, 1 de dezembro de 2019

O realejo dos pânicos verdes ainda toca no Vaticano

A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70. A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
A profecía: milhões de pessoas morreriam de fome nos anos 70.
A Índia superlotada estava condenada irremediavelmente
e “a Inglaterra deixaria de existir por volta do ano 2000”
Luis Dufaur






Pela metade dos anos 60 do século XX foi moda na política e na mídia espalhar visões de pesadelo sobre uma desastrosa saturação populacional da Terra.

Em 1966, o escritor Harry Harrison publicou a apavoradora novela de ficção intitulada “Make Room! Make Room!”, em que imaginava massas humanas disputando os escassos recursos da terra em fase de extinção. O livro inspirou o filme ecolo-infernal “Soylent Green” (“No Mundo de 2020” / “À Beira do Fim”)

O duo pop Zager & Evans batia recordes cantando “no ano 2525, se o homem ainda estiver vivo”. A canção martelava que a humanidade estava esgotando demencialmente os recursos da Terra, numa mensagem ecológica.

Em 2015, The New York Times elaborou um documentado dossiê e vídeo sobre aquela onda de pânico irracional.

domingo, 24 de novembro de 2019

Como a revolução comuno-ambientalista
está destruindo o Brasil e até os próprios índios

Agitações e pressões em Brasília. A população honesta e trabalhadora foi um das primeiras vítimas.
Agitações e pressões em Brasília.
A população honesta e trabalhadora foi um das primeiras vítimas.

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: Quando um cacique fala toda a verdade, brilha a falácia da “revolução ambientalista”



Catolicismo —  Como vem sendo a atuação do Conselho Indígena de Roraima (CIR) lá na Raposa/Serra do Sol?

Silvestre — O CIR sempre atuou, mas para desmoronar. Os cabeças da entidade estão todos empregados na Secretaria do Índio, do INCRA, com bons salários, eles sempre viveram assim, sempre viveram por trás da população indígena que está lá sofrendo.

Catolicismo — Essa Secretaria do Índio é do Governo do Estado ou do Governo Federal?

Silvestre —  É do Governo do Estado, embora não seja da competência dele. O estado vem se obrigando a fazer coisas que seriam da competência do Governo Federal. A Secretaria do Índio ajuda um aqui, outro ali, porque não dá pra ajudar todo mundo.

No caso da energia elétrica, numa recente entrevista eu até citei o senador Romero Jucá.

Ele vai à televisão e fala assim: “A luz para todos em Roraima está consumada, a luz para todos atingiu todo mundo em Roraima”. Apesar de dizer “energia para todos”, a 100 km daqui, no Boqueirão, onde eu morei, eles negociaram para a luz passar dentro de Guri e descer 15 km com a rede, pois hoje estão lá 19 pais de família sem energia.

A luz foi colocada só no centro da comunidade e o resto ficou sem nada. Eles estão falando que vão colocar.

domingo, 17 de novembro de 2019

Quando um cacique fala toda a verdade,
brilha a falácia da “revolução ambientalista”

O índio Silvestre Leocádio da Silva viu injustiças verde-vermelhas contra os índios e a natureza
Índio Silvestre Leocádio da Silva: há injustiças verde-vermelhas contra os índios e a natureza
Luis Dufaur
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A questão indígena no Brasil tem servido a movimentos de esquerda e a certas ONGs como pretexto na luta contra o direito de propriedade, o que tem prejudicado os próprios indígenas.

É uma das revelações que narra nesta entrevista Silvestre Leocádio da Silva, 66, antigo tuxaua (cacique, na língua macuxi).

Ele dá o exemplo da reserva indígena Raposa/Serra do Sol, que se transformou — após sua demarcação e consequente expulsão dos antigos moradores — numa verdadeira “favela indígena”.

A mídia vezeira em noticiar alarmismos eco-ambientalistas, ela não o é quando se trata de denúncias sobre a ação criminosa de ONGs, por vezes ditas católicas, e organizações oficiais que manipulam os índios para investirem contra propriedades particulares.

Eis um depoimento revelador do caráter subversivo “vermelho” comuno-tribalista da revolução ecologista que está sendo feita no Brasil, “para salvar o planeta”.

domingo, 10 de novembro de 2019

Líder de Greenpeace abandonou a ONG por causa da infiltração marxista e explica como

Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Dr. Patrick Moore deixou Greenpeace que ajudou a fundar
Luis Dufaur
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O Dr. Patrick Moore foi um dos co-fundadores da ONG Greenpeace.

Ele partiu para as Ilhas Aleutas na missão inaugural do grupo em 1971 visando protestar contra os testes nucleares norte-americanos.

Ele liderou Greenpeace durante 15 anos até que saiu abruptamente.

Tornou-se, então, defensor de algumas das causas mais detestadas pelo ambientalismo. Por isso é menosprezado e tido como um “renegado”.

O que houve com Moore?

Entrevistado no filme “A grande farsa do aquecimento global”, ele denunciou que sua bandeira foi sequestrada por militantes da esquerda. E explicou:
“A adoção do tema do clima foi uma decisão maior e aconteceu por duas causas diversas.

“A única forma de eles continuarem contra o establishment ocidental era adotar posições ainda mais extremadas.

domingo, 3 de novembro de 2019

Aquecimento global só preocupa devotos semi-religiosos diz jornalista inglês

Perigo não é o aquecimento global, mas a histeria ambientalista
Luis Dufaur
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O grande perigo não é o aquecimento, mas a histeria suscitada a seu respeito escrevera com propriedade o colunista Andrew Alexander no diário “The Mail” de Londres.

O comentário continua mais válido do que nunca. Até se diria que a histeria atingiu patamares recorde.

Os “aquecimentistas” ostentam um fervor semi-religioso típico de pastores de épocas obscuras, porém, os líderes políticos discutem a agenda irracional desses iluminados, acrescentou o jornalista.

Os pregadores ambientalistas têm em seu favor os relatórios lançados ciclicamente pelo Painel Internacional para o Câmbio Climático ‒ IPCC, o órgão político da ONU que profetiza um devastador aquecimento global e põe a culpa dele na civilização humana.

Porém, ainda que saia a publicação desses relatórios um após o outro, o clima não fez outra coisa senão desmenti-lo: chegou-se ao ponto que de dois anos de esfriamento global quase zerar 30 anos anteriores de aquecimento.É a oscilação natural da temperatura.

De quem foi a culpa? Da natureza, dos termômetros antiquados ou dos contestados “modelos de computador” manipulados por “aquecimentistas”?

domingo, 27 de outubro de 2019

Poluição tinge de vermelho o maior rio da China

Luis Dufaur
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O imenso, histórico e poético rio Yangtzé, outrora conhecido como “a correnteza de ouro”, ou “Rio Azul”, voltou a adquirir uma estranha cor vermelha, assustando os ribeirinhos e a imprensa internacional, informou The Telegraph de Londres.

O método das autoridades socialistas chinesas consiste em declarar que não têm ideia do que se trata e não se mostram determinadas a fazer nada sério em face do desastre.

O mais extenso e largo rio chinês e o terceiro maior do mundo, o Yangtze irriga as melhores terras da China.

Sua imensa bacia (de 1.800.000 a 1.942.500 km²) inclui os mais belos panoramas do país-continente hoje escravizado.

domingo, 20 de outubro de 2019

Da caverna de Marx à taba ecolo-missionária

Militantes da ONG Earth First! tentam atingir o ideal tribal-animal "integrado na natureza"
Luis Dufaur
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Karl Marx – como vimos no post anterior (Karl Marx: o profeta anticristão da vida tribal, e o Sínodo Pan-amazônico) – teceu uma fantasia a respeito dos homens vivendo como cavernícolas em tempos pré-históricos.

Esse deveria ter sido, segundo seu gosto, o ponto de partida idílico da atual fase da evolução humana rumo ao comunismo utópico.

A imagem coincide de cheio com o sonho que faz delirar o ambientalismo mais radical.

No fim das contas muitos ecologistas procedem do próprio ambiente comunista, reorganizados revolucionariamente sob a bandeira verde após a queda da URSS.

Marx adotou os devaneios de místicos ateus ou pagãos que encontraram guarida em documentos como a encíclica ‘Laudato si’ do Papa Francisco.

Ele foi também ecoado por teólogos ‘católicos’ evolucionistas como Teilhard de Chardin SJ. E, nem é preciso dize-lo, por teólogos da libertação das mais variadas tendências.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Karl Marx: o profeta anticristão da vida tribal,
e o Sínodo Pan-amazônico

Luis Dufaur
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Voltar à vida tribal – e por que não na caverna? – é o objetivo da evolução sonhada por Karl Marx como desfecho da luta de classes.

Como ?

A explicação foi fornecida pelo psicanalista marxista Erich Fromm (1900-1980), célebre entre os comunistas mais iniciados.

Fromm dirigiu a Escola de Frankfurt desde 1930 (o Frankfurter Institut für Sozialforschung).

Também foi um dos homens chaves na criação do marxismo freudiano, doutrina enquistada na Revolução Cultural que está demolindo nossa civilização.

A afinidade do pensamento do fundador do comunismo – e, de Fromm é claro – com o ecologismo mais extremado e com o comuno-progressismo que está tirando a máscara no Sínodo Pan-amazônico não poderia ser mais plena.

Fromm acrescenta uma grossa e apimentada dose de liberalismo sexual tirada de Sigmund Freud, para destruir a moral e a família.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Segure o riso: a ONU pediu comer menos carne para conter o aquecimento global

Não é a vaca que ficou loca, foi o IPCC!.
Não é a vaca que ficou louca, foi o IPCC!.
Luis Dufaur
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Em 2015, os países membros da ONU assinaram o Acordo de Paris para “manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais”, entre outras metas.

Esse objetivo logo se verificou inviável. Os EUA saíram do Acordo e vários outros países que bancavam de arautos de sua aplicação trapaceavam fingindo uma execução que não faziam, por interesses nacionais e também porque impossível.

Em nome desse quimérico Acordo uma comissão da ONU produziu agora um relatório-sofisma para dar visos de objetividade a essa exigência ambientalista, noticiou “Clarín” de Buenos Aires.

Segundo ele, a humanidade só poderá atingir a meta de conter o aquecimento global se muda o uso da terra e transforma seus hábitos alimentares.

Uma das principais recomendações com essa finalidade é que os homens comam menos carne e mais vegetais.

domingo, 22 de setembro de 2019

Pedido aos Padres Sinodais: que a Igreja na Amazônia espelhe a Santa Face de Cristo!

Luis Dufaur
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Prezados leitores de “Verde: cor nova do comunismo”:

Não é costume deste blog veicular petições ou abaixo assinados, ainda que muito bem-intencionados.

Porém, desta vez, o Brasil e a América do Sul sofrem uma ameaça até agora nunca imaginada.

Corremos o risco de cair numa das piores formas de comunismo e de Teologia da Libertação, travestidas de verde e “ecologia integral”.

Por isso convidamos a quem deseje, a assinar a petição promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira.

Para isso basta clicar nos links e proceder a assinatura.