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domingo, 12 de julho de 2020

O que é o CO2 (dióxido de carbono)?
É tão ruim como dizem? É bom?
Dados básicos, escolares

Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Pinheiros: com maiores doses de CO2 cresceram mais
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Por vezes, um simples verbete ou pequeno resumo escolar sobre determinado assunto pode ser mais esclarecedor do que um aprofundado tratado de vários volumes.

A popular enciclopédia digital Wikipedia, no verbete “Dióxido de Carbono” – o famoso CO2 – fornece informações que um aluno recebe na escola, mas que os “aiatolás” da religião verde fingem desconhecer.

“O dióxido de carbono é essencial à vida no planeta. É um dos compostos essenciais para a realização da fotossíntese – processo pelo qual os organismos vegetais transformam a energia solar em energia química.
Esta energia química, por sua vez, é distribuída para todos os seres vivos por meio da teia alimentar e é vital para a manutenção dos seres vivos.

“O carbono é um elemento básico na composição dos organismos, tornando-o indispensável para a vida no planeta.

“O CO2 é um dos gases do efeito estufa que menos contribui para o aquecimento global, já que representa apenas 0,03% da atmosfera.

CO2: indispensável para a vida no planeta e base da teia alimentar Mercado em LaBoqueria, Barcelona
CO2: indispensável para a vida no planeta e base da teia alimentar
Mercado em LaBoqueria, Barcelona
“Nas últimas décadas, devido à enorme queima de combustíveis fósseis, a quantidade de gás carbônico na atmosfera tem aumentado muito, mas isto não prova que o gás carbônico contribui com relevância para o aquecimento do planeta.

“A concentração de CO2 na atmosfera começou a aumentar no final do século XVIII, quando ocorreu a revolução industrial. Desde então, a concentração de CO2 passou de 280 ppm (partes por milhão) no ano de 1750, para os 393 ppm atuais.

“Este acréscimo implica o aumento da capacidade da atmosfera em reter calor e, mas não consequentemente, da temperatura do planeta, pois houve decréscimos de temperatura também neste período.”

Em suma, se por absurdo o mundo ficasse sem CO2, a vida da Terra seria extinta e o Planeta se assemelharia à Lua ou a Vênus.

Que classe de “humanistas” combatem o CO2? Se conseguissem acabar com ele – coisa aparentemente impossível – não seriam os culpados pelo maior genocídio da história universal?


Veja a vegetação crescer cada vez mais e mais rápido com o aumento de CO2:

No vídeo abaixo, a muda de feijão-fradinho (à esquerda) foi sendo fotografada crescendo num ambiente com o CO2 em 450ppm (a média global atual é de 360ppm/392ppm).


A muda da direita do mesmo feijão, num ambiente artificial com o nível de CO2 em 1.270ppm, ou seja um nível de CO2 282% maior.

Neste ambiente a vegetação cresceu mais e melhor, produzindo mais alimento e bem-estar. O CO2 é o “gás da vida”. Sem ele a vegetação se extinguiria e a Terra seria um planeta morto.

A diferença final, num teste de 42 dias, apontou os seguintes resultados na muda que cresceu com o CO2 em 1.270ppm: aumento de biomassa na colheita = +44%; aumento do número de folhas na colheita = +38%; aumento do peso de cada folha na colheita = +9%; aumento do peso final = +143%; aumento do tamanho das raízes na colheita = +339%.



domingo, 5 de julho de 2020

“Comemoremos o aumento do CO2”,
explicou ex-cofundador de Greenpeace

“Comemoremos o aumento do CO2”, diz ex-cofundador de Greenpeace
“Comemoremos o aumento do CO2”, diz cofundador de Greenpeace
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Dr. Patrick Moore é cofundador, diretor e chefe dos cientistas da Greenspirit Strategies. É todavia mais famoso enquanto líder internacional ambientalista por mais de 40 anos.

Nesse período, também foi cofundador de uma das maiores ONGs, a qual fez do ambientalismo uma bandeira militante anti-progresso: Greenpeace.

Porém, ao perceber que os objetivos iniciais dessa ONG haviam sido substituídos por uma infiltração neocomunista, Patrick Moore a abandonou.

Moore declara-se “cético” quanto à afirmação de que os humanos constituem “a principal causa da mudança climática e de que o futuro próximo será catastrófico.

“Não há provas científicas para essas hipóteses, porém nos dizem que ‘o debate já está encerrado’ e que ‘a ciência foi definitivamente estabelecida’”.

Para ele, essas são afirmações de ‘crentes’, cujo único fundamento é um programa de computador criado por eles.

Para esses crentes – conforme escreveu Moore para o Heartland Institute –, o Fim do Mundo viria pelo CO2 liberado na atmosfera pelos combustíveis fósseis e que aquecerá a Terra até níveis inacreditáveis.

Moore relembra dados históricos científicos já estabelecidos:

Há períodos cíclicos de séculos em que a terra esfria e depois aquece. No Período Quente Medieval os vikings colonizaram a Groenlândia, que era mais quente que hoje. Depois veio uma Pequena Idade Glacial, que durou por volta de 300 anos.

Supor que essas oscilações climáticas se deveram ao CO2 é anti-histórico e raspa no delírio ideológico.

Patrick Moore acha que os inimigos dos OGM praticam crime contra a humanidade pois impedem a produção de alimentos baratos para os necessitados
Patrick Moore acha que os inimigos dos OGM
praticam crime contra a humanidade
pois impedem a produção de alimentos baratos para os necessitados
Mas o Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) anuncia que estamos perdidos se não reduzimos a zero as emissões de CO2.

Moore diz que na prática isso implicaria em reduzir a população também a zero.

Ou, na melhor das hipóteses, voltar a um estilo de vida que se supõe tenha existido 10.000 anos antes de os homens começarem a desmatar para iniciar a agricultura.

O IPCC só pensa nos efeitos atribuídos aos homens civilizados, esquecendo-se de que o clima existe há bilhões de anos.

E há bilhões de anos que está mudando, inclusive quando os humanos sequer existiam.

Segundo Moore, o fato é que a climatologia não entende as causas profundas das mudanças climáticas, apenas mede suas oscilações após acontecerem.

As predições do clima têm certo grau de incerteza a muito curto prazo (leia-se amanhã ou depois de amanhã), e nenhuma certeza em prazos maiores (leia-se uma semana, um mês, e, a fortiori, um ano ou um século).

Mas o IPCC prega com certeza mística o Apocalipse para dentro de um século.

Nada disso tem a ver com a ciência. Trata-se de um grupo de pressão política que invoca o temor e o senso de culpa para obter vantagens extra-científicas.

O CO2 virou um “tóxico”, um “poluente”, quando na verdade é um gás incolor, inodoro, insípido, mas importante para alimentar a vida na Terra. Se ele diminuísse até atingir 150 partes por milhão na atmosfera, todas as plantas morreriam. A seguir desapareceriam os animais e os homens.

Houve no passado épocas em que o CO2 atingiu por volta de 3.000 partes por milhão, ou caiu até por volta de 280 partes por milhão antes da Revolução Industrial.

Se o homem foi a causa do crescimento da proporção de CO2 nos últimos séculos, então estamos de parabéns, pois chegamos a 400 partes por milhão que, embora não seja muito, é positivo.

Todas as nossas fontes de alimento, as florestas e os ecossistemas naturais ainda padecem da reduzida proporção de CO2. O nível ótimo, segundo Moore, seria de 1.500 partes por milhão, quer dizer, por volta de quatro vezes mais do que é hoje.

Não existe a menor prova de que o ligeiro aumento de temperatura global da Terra nos últimos 300 anos tenha alguma relação com o CO2.

Nas últimas décadas não houve aquecimento global significativo, embora os homens tenham emitido 25% a mais de CO2.

Porém, os adeptos do IPCC espalham a ideia de que o mundo está morrendo por causa das emissões de CO2.
E o Dr. Moore conclui: “Eu digo que a Terra estaria completamente morta sem CO2, e que esse gás em maior quantidade seria muito positivo para alimentar o mundo. Comemoremos o aumento do CO2”.

Thomas Moore conta a mudança do Greenpeace do humanitarismo para o militantismo anti-civilização: “Confissões de um ex-membro do Greenpeace”, IX International Conference on Climate Change (ICCC), Mandalay Bay, Las Vegas, 8 de julho de 2014:






SLIDESHARE: “Confissões de um ex-membro do Greenpeace”
publicado por Minnesota AgriGrowth Council


domingo, 28 de junho de 2020

Alarmismo ambientalista na baixa

A Torre Eiffel sob as águas ou no deserto: vale tudo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há uma depressão palpável e crescente na “religião” catastrofista. Nesses ambientes procura-se algum slogan ‒ ou “verdade revelada” ‒ que possa servir para os mesmos efeitos que o “aquecimento global” gasto demais.

É o problema dos slogans: no início causam furor, depois saturam e viram biscoito lambido.

E a “religião” ambientalista tem muito de fanatismo: precisa logo encontrar substituto para atingir logo seu objetivo extremado.

Grande esforço intelectual desenvolve-se nestes momentos nos cenáculos da religiosidade apocalíptica e pouco veladamente socialista.

Novas fórmulas estão sendo discutidas. Outras são velhas, mas suscetíveis de manipulação. Pouco importa se a religião socialista é bem servida.

Então apareceram tentativas de atribuir o coronavírus às mudanças climáticas, mas não pegaram.

Alguns slogans que tampouco pegaram foram:

“Extreme weather” (vantagem: foge da questão do “aquecimento global”; desvantagem: o que serve para tudo não serve para nada em especial)

“Global climate disruption” (algo assim como “perturbação climática global”. John Holdren, quando era czar de Obama para a Ciência, inclinou-se por esta opção. É genérica como a anterior, serve para tudo, mas acrescenta o espantalho da “perturbação” e poderia fazer efeito nas pessoas menos informadas.

Até agora não foi lançada nenhuma bem “convincente”, leia-se bem enganosa.

A crise do coronavírus tornou irrelevante a preocupacao pelo aquecimento global (ou qualquer outro slogan no memso sentido). A UE já anunciou que não fará nem proporá nada, estando muito mais preocupada pela reforma dos sistemas previdenciários estatistas falidos e que terão que enfrentar a crise do pós-Covid-19.

Dos EUA, de momento, enquanto Trump se mantiver em seus propósitos  não virá revolução alguma.

Enquanto o slogan enganador não aparece, os pregadores do catastrofismo empenham-se em “faire flèche de tout bois” (utilizar qualquer meio até o menos idôneo) segundo a expressão francesa, para preencher o vazio.

Bjorn Lomborg, o professor adjunto do Copenhagen Business Scholl, é autor de um best seller O Ambientalista Cético, além do “How to Spend $50 Billion to Make the World a Better Place” disse ao The Guardian de Londres que vai lutar contra o “aquecimento climático”, e até agora não recebeu resposta.

Certa mídia deblaterou contra ele dizendo coisas como “a coletânea que ele organizou poderia chamar-se ‘O Ambientalista Midiático’”.

Eis aqui alguns parágrafos seletos traduzidos de seu best seller segundo constava na introdução e das conclusões disponíveis na página da Amazom.com:
________________________________________

• Seria moralmente indefensável despender enormes quantidades de dinheiro para obter pequeno efeito sobre o aquecimento global de longo prazo e o bem-estar humano, se pudermos alcançar muito mais impacto sobre o clima ‒ e deixar as gerações futuras em situação melhor ‒ com um investimento menor em soluções mais espertas.

• Deveriam os políticos prosseguir com planos para fazer promessas de cortes de carbono que, baseadas em experiência anterior, são de cumprimento improvável?

• É claro que, onde for possível fazer reduções relativamente baratas nas emissões de carbono por meio de uso mais eficiente de energia, se trata de algo perfeitamente racional. No entanto, Tol mostrou de forma contundente no capítulo 2 que mesmo um imposto de carbono global altamente eficiente, voltado para o cumprimento da meta ambiciosa de manter o aumento de temperatura abaixo de 2°C, reduziria o PIB mundial anual de maneira impressionante ‒ cerca de 12,9%, ou 40 trilhões de dólares, em 2100. O custo total seria cerca de 50 vezes o do dano evitado ao clima. E, se os políticos escolherem políticas de cotas e comercialização (cap-and-trade) menos eficientes e coordenadas, o custo pode disparar para 10 a 100 vezes adicionais.

• É uma lástima que tantos formuladores de políticas e militantes tenham se fixado no corte de carbono de curto prazo como resposta principal ao aquecimento global. É penoso ler a pesquisa neste volume e perceber que existem alternativas adequadas e eficientes. 

domingo, 21 de junho de 2020

UE prepara novos arrochos “verde/vermelhos”

Ursula von der Leyen: impor uma Europa verde explorando a crise do coronavírus
Ursula von der Leyen: impor uma Europa verde explorando a crise do coronavírus
Luis Dufaur
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A União Europeia sempre obcecada pela implantação de seu igualitarismo filosófico fundacional e pouco atenta às verdadeiras necessidades dos europeus trabalha para “estabelecer uma Europa mais social”.

Nisto se aproximava muito aos objetivos que o Papa Francisco fixou para os movimentos sociais e na promoção de um tribalismo comuno miserabilista visceralmente igualitário.

A Comissão de Bruxelas, espécie de soviete supremo da UE, repete como mantra budista a necessidade de “equilibrar a dimensão econômica e social” da Europa.

O palavreado é gasto e embute o sofisma para achatar cada vez mais os cidadãos, os quais por sua vez se mostram cada vez mais queixosos e o exprimem votando pelos partidos anti-UE.

Com a troca da liderança da Comissão e a ascensão de Ursula von der Leyen a UE não deu sinais de atender as apetências genuínas dos europeus e mandou pisar no acelerador do igualitarismo.

Para isso, de acordo com o site Voxeurop o novo soviete supremo de Bruxelas se mostrou muito mais focado no estabelecimento de um Acordo Verde Europeu.

E Voxeurop acha que convém perguntar a cor ideológica desse Acordo: será o verde ecologista que encobre o velho socialismo ou será do novo vermelho que encobre a utopia que faliu na velha URSS?

A UE nasceu bancando que seria a-ideológica e não olharia para bandeira política alguma das então existentes.

Mas, na medida que transcorriam as décadas, os europeus foram percebendo que na realidade estava surgindo um mostrengo político avassalador que superava os abusos da União Soviética.

Golpe pronto: fazer da economia e do europeu modelos ecológicos com o dinheiro do pós-coronavírus
Golpe pronto: fazer da economia e do europeu
modelos ecológicos com o dinheiro do pós-coronavírus
O monstrengo se aninha por trás de uma Babel burocrática e de um linguajar que parece feito para despistar e não mostrar seus verdadeiros objetivos.

O Acordo Verde Europeu, como faz também a exortação post-sinodal Querida Amazônia promete para a ecologia uma dimensão social importante. assegura Francesco Corti, da Universidade de Milão.

Mas os ecologistas radicais cada vez mais presentes na cúpula de mando de UE, querem mais: mais igualdade, mais luta de pobres contra ricos, mais repressão à sociedade industrial, às culturas nacionais, mais dirigismo, mais intervencionismo, mais, mais, mais... sempre na linha do socialismo e com pretextos verdes...

Verdes? Na realidade são vermelhos e mais intensamente que as bandeiras dos vetustos Partidos Comunistas.

A epidemia do coronavírus veio impor um freio ao plano. Mas, isso não detém os utopistas que já planejam uma reviravolta econômica do mundo sob pretexto de “mundo pós-pandemia” que faça passar a utopia verde/vermelha.

Enquanto Europa sofre, eles esfregam as mãos em seus soberbos escritórios de Bruxelas, para voltar à carga com fúria redobrada sobre um continente que pode sair enfraquecido pela atual crise sanitária.


domingo, 14 de junho de 2020

Engenheiro espacial nega mudança climática

Hal Doiron à NASA: ‘Eu estou aqui fornecendo um relatório: esse problema não existe”.
Hal Doiron à NASA: ‘Eu estou aqui fornecendo um relatório: esse problema não existe”.
Luis Dufaur
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Hal Doiron, físico da NASA-Houston, desenvolveu em 1963 o software para o pouso na Lua e o posterior retorno dos astronautas ao Módulo Lunar Apolo.

Ele também se destacou em estudos dinâmicos para o Programa do Skylab, primeira estação espacial norte-americana tripulada, e dirigiu a equipe que eliminou as vibrações estruturais indesejáveis nos ônibus espaciais reutilizáveis Space Shuttle.

Após 16 anos junto à NASA, ele trabalhou em grandes empresas como a McDonnell Douglas Space Systems para corrigir efeitos indesejados na Estação Espacial Internacional, tendo encerrado a sua carreira como consultor da NASA e de empresas desenvolvedoras de foguetes propulsores.

Uma sucinta biografia de sua vasta folha de serviços foi feita pelo site Climate Report. Nessas funções Hal Doiron lidou com problemas relacionados com a atmosfera do planeta.

Ele teve ocasião de ressaltar em conferências, que “utilizando-se dos mesmos métodos específicos que permitiram levar o homem à Lua”, os cientistas da NASA concluíram que não existe o ‘problema climático’ de que tanto falam os pregoeiros ambientalistas.

“É impossível imaginar que o aquecimento global possa provocar qualquer tipo de problema”
“É impossível imaginar que o aquecimento global possa provocar qualquer tipo de problema
Dirigindo-se aos diretores da NASA-Houston, Doiron disse:

“Eu estou aqui apresentando hoje um relatório: esse problema de mudança climática não existe.

“É impossível imaginar que o aquecimento global possa provocar qualquer tipo de problema, de modo especial quando se olha para os benefícios do aumento do CO2 na atmosfera”.

“Estamos convencidos de que os combustíveis fósseis não geram problema atmosférico algum. O problema não existe” — concluía —, de modo ponderado, mas enfático.


domingo, 7 de junho de 2020

O lado obscuro das energias alternativas

Linfen é a cidade mais poluída do mundo mas, a China é 'líder mundial' contra o aquecimento global
Linfen é a cidade mais poluída do mundo
mas, a China é 'líder mundial' contra o aquecimento global
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Linfen na China, já ganhou o título de cidade mais contaminada do mundo.

Para atender às exigências de desenvolvimento do Partido Comunista ela consumia tanto carvão, que se dizia da poluição de seu ar que se podia mastigá-lo, segundo noticiou o jornal “La Nación”.

O regime anunciou uma ambiciosa transformação industrial rumo às energias renováveis e limpas.

Elas exigem os chamados metais e terras raras, que não são extraídos pelos países ocidentais devido ao formidável efeito poluidor de suas minas.

Mas a China, que se arvora em líder da revolução verde e digital, pouco se interessa por isso.

Baotou, cidade da Mongólia Interior e tida como o Silicon Valley das terras raras, bate recordes de contaminação.

Em volta dela, buracos gigantescos, putrefatos lagos e cidades do câncer são abafados por uma mídia que se inflama no Ocidente contra os combustíveis fósseis tradicionais incomparavelmente menos danosos.

É impossível se aproximar de tais minas. Os guardas barram os jornalistas e os expulsam com ameaças pouco dissimuladas, tornando-se violentos se veem câmeras. Não faltam as minas ilegais.

Baotou, a 'Silicon Valley' das 'terras raras' para as energias alternativas
Lago Baotou, 'Silicon Valley' das 'terras raras' para as energias alternativas
O insensível governo socialista calcula em 5,5 bilhões de dólares o custo de recuperação pelos danos ambientais causados à província meridional de Jiangxi.

O jornalista francês Guillaume Pitron dedicou cinco anos para revelar o lado obscuro do “comunismo verde” chinês, que esconde tudo o que intoxica e se arvora como líder das energias limpas.

Painéis solares e veículos elétricos não contaminam, mas os materiais usados na sua produção destroem a ecologia dos lugares onde são extraídos, mais do que os demonizados carvão e petróleo.

“Poderíamos ter essas minas na Europa, mas não as queremos pela contaminação que provocam. Então transferimos essa poluição para o outro lado do mundo aonde ninguém vai, e escondemos os males que as ‘energias limpas” trazem, disse Pitron a “El País”.

Laura Villadiego, jornalista ativista, também censura o “alto custo ambiental” das energias limpas.

Ambos concordam que esses minerais são recicláveis, mas que o processo não é economicamente viável.

Lago Baotou, 'Silicon Valley' das 'terras raras' para as energias alternativas
Lago Baotou, 'Silicon Valley' das 'terras raras' para as energias alternativas
Pitron acha que o mundo se jogou nas “fauces do dragão chinês”. Alguns países, como o Japão, a França e os EUA, querem reabrir suas respectivas minas para garantir sua independência.

Mas o futuro se apresenta tenebroso. “As pessoas querem consumir irrefletidamente”, sentencia Pitron.

Porém, ele não vê o essencial: o abandono da virtude da sabedoria causa esses desajustes e bloqueia a possibilidade de progredir a longo prazo.



domingo, 31 de maio de 2020

Ambientalismo sem escrúpulos explora medo do coronavírus

IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
IBPES: apresentação atrativa e bem paga esconde apriorismo contra o homem
Luis Dufaur
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A epidemia do coronavírus ensejou o aparecimento de muitos cientistas e médicos esclarecendo a natureza do contágio e as cautelas a serem observadas.

Porém, muito mais numerosos parecem ser os políticos e ativistas – cientistas ou não – que se aproveitaram da angústia da humanidade para com absoluta falta de escrúpulos puxarem a água para o seu moinho.

Foi o que fez uma turma de cientistas ambientalistas reunidos na IBPES, plataforma internacional que em nome da ciência pressiona os políticos, segundo reportagem do “The Daily Mail” britânico.

Em vez de levarem auxílio ou desafogo aos povos atingidos, aumentaram suas angústias martelando o velho realejo “verde” e anti-humano àqueles que os procuravam em busca de alguma informação esclarecedora ou salvadora.

Em relatório publicado no final de abril, desceram o porrete no gênero humano: “Há uma única espécie culpada pela pandemia da Covid-19: nós!”.

domingo, 24 de maio de 2020

Coronavírus serve de pretexto para infatigáveis blefes ecologistas

Al Gore fez pirueta verbal para
associar coronavírus e aquecimento global
Luis Dufaur
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As angústias e preocupações da atual epidemia estão sendo exploradas pelo ecologismo para puxarem água para a seu moinho.

Também o ex-vice-presidente americano Al Gore “descobriu” uma relação entre o aquecimento global e a atual epidemia, embora suas previsões estejam caindo cada vez mais no vazio.

Em entrevista à MSNBC ele afirmou que as emissões dos combustíveis fósseis e o CO2 foram responsáveis por criar as condições prévias para multiplicar o coronavírus. Uma hipótese tirada da cartola.

O multibilionário fundador da Microsoft Bill Gates é outro que foi posto nos cornos da lua pela grande mídia por atribuir causas ecológicas à epidemia.

O fato de ser um grande arauto do aquecimento global, do derretimento dos polos e do aumento dos níveis dos mares — entre outros pânicos gratuitos — não impediu que em plena doença universal Bill Gates comprasse uma casa de 43 milhões de dólares bem em frente ao mar, em Del Mar, perto de San Diego, Califórnia, informou “The Wall Street Journal”.

domingo, 17 de maio de 2020

Rumo a uma ditadura ecológica universal?

O ex-vicepresidente Al Gore ficou como o bardo do catastrofismo tirânico com qualquer pretexto
O ex-vicepresidente Al Gore ficou como
o bardo do catastrofismo tirânico com qualquer pretexto
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!




Houve tempo em que as grandes cidades maravilhavam a todos.

Mas hoje a ecologia, sob o pretexto de ciência e de natureza, montou contra elas uma agressão que só lhes deixa como saída a vida na selva, ou no máximo em comunas tipo hippie.

Essa ofensiva é potencialmente mais destrutiva e perigosa que uma guerra mundial.

domingo, 10 de maio de 2020

Os ecoprofetas erram? Então exageram mais!

Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Atemorizar para impor um comunismo ecumênico-panteísta




Pelo fim dos anos 70, James Lovelock modernizou a velha superstição da deusa pachamama e batizou a Terra de Gaia, alegando que nosso astro é um único ser vivo.

No livro A vingança de Gaia Lovelock defende, como os índios primitivos, que essa deusa se vinga – é claro que dos civilizados capitalistas e/ou cristãos – com espantosas catástrofes geológicas ou climáticas.

Mas em 2014 Lovelock reconheceu que suas profecias estavam erradas pelo menos numa sensível parte:

“Eu mesmo caí no alarmismo. O fato certo é que as temperaturas não aumentaram na superfície terrestre como se aguardava. (El Mundo

domingo, 3 de maio de 2020

Tentam impor um comunismo ecumênico-panteísta que o Brasil e o mundo não querem

“Arautos do apocalipse querem levar à miséria povos e nações”
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil




Em 2008, o Prof. José Carlos de Almeida Azevedo, ex-reitor da UnB, alertava:

“Os pseudo-ambientalistas arautos do apocalipse querem levar à miséria povos e nações [...].

A irracionalidade dos alarmistas é tanta que desconhecem os estudos científicos recentes sobre o clima, publicados nas mais importantes revistas de geociências, física e geofísica [...].

“Os adeptos da versão irracional do ‘CO2 antropogênico’ [...] agem como os ‘Hitlerjugend’ [juventude hitlerista]”. (Folha de S. Paulo, 1/9/2008)

domingo, 26 de abril de 2020

A Amazônia não desertificou, o Polo não derreteu, o mundo não acabou, mas querem tiranizar o Brasil

Montevidéu: cartazes anunciando fim do mundo, que obviamente estava errada
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Cientistas sérios recusam pânicos irracionais




Os profetas do derretimento da calota antártica estão passando tão mal quanto o pastor Harold Camping que profetizou o fim do mundo para 21 de maio de 2011, comentou, não sem bastante ironia, em sua coluna na revista “Forbes”, James M. Taylor, membro sênior da política ambiental do Instituto Heartland.

Mas o realejo catastrofista não arreda, o “Palm Beach Post” republicou um artigo escrito no ano de 1979 por Steven Schneider, um dos mais destacados alarmistas do aquecimento global dos últimos 30 anos.

Schneider profetizava que o manto de gelo da Antártida ocidental poderia derreter antes do ano 2000 e inundar as costas americanas elevando osoceanos em até 25 metros acima de seus níveis de então.

Obviamente, não aconteceu, e o pastor ficou entre envergonhado e desapontado. Tampouco o gelo da Antártida ocidental derreteu e cidades como Nova York não desapareceram, mas os alarmistas não tiveram rubor na cara.

domingo, 19 de abril de 2020

Cientistas sérios recusam pânicos irracionais

A ECO 92 no Rio fez a ponte entre o velho comunismo vermelho
e o novo verde, missionário comunista
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Pânicos globais trazem no bojo uma ditadura universal




Na Eco92 (assembleia da ONU que deu partida, em 1992, à atual onda ecologista), 52 detentores de Prêmios Nobel e mais de 212 renomados cientistas de 29 países escreveram aos chefes de Estado:

“Nós estamos preocupados ao assistir, no limiar do século XXI, à emersão de uma ideologia irracional que se opõe ao progresso científico e industrial e prejudica o desenvolvimento econômico e social”. Le Figaro, 01/06/1992)

Essa preocupação bem fundamentada abrangia até mesmo o mito que serviu de base ao Sínodo Pan-amazônico de 2019:

domingo, 12 de abril de 2020

Pânicos globais trazem no bojo
uma ditadura universal

Profetas ambientalistas erraram mais do que Nostradamus. Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Profetas ambientalistas erraram mais que Nostradamus.
Mas continuam igualzinhos: tem ideologia por trás!
Luis Dufaur
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Ativistas e pensadores do ecologismo radical “profetizaram” catástrofes e geraram pânico, mas é grande o abismo entre essas “profecias” e os fatos.

O bom senso pede analisar as ameaças e afugentar os pânicos.

Grande parte da mídia insiste em repetir que a organização atual da humanidade é a responsável pelo futuro colapso do planeta Terra.

O leitor perspicaz terá percebido o acúmulo de contradições e exageros contidos nas ladainhas de cataclismos que o macrocapitalismo publicitário não cansa de repetir, como se estivesse tomada por crises histéricas ou fantasias de dementes.

Essa onda de terrores se espalha como se alguém a soprasse, seguindo o conselho anticristão atribuído a Voltaire: “Menti, menti, alguma coisa ficará sempre”.

Essa onda prognostica que, se continuar agindo assim, o calor extinguirá a vida no globo, cuja temperatura será semelhante à de Vênus (média de 461ºC); ou se esfriará como Marte (média de -63ºC), onde os cientistas procuram água congelada!

domingo, 5 de abril de 2020

Terra reverdece com aumento de CO2

CSIRO: dados de satélite mostram o aumento da folhagem de 1982 a 2010
Luis Dufaur
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O crescimento do dióxido de carbono (CO2) na atmosfera terrestre propiciou um aumento notável da folhagem verde nas regiões áridas do planeta durante os últimos 30 anos.

Esse aumento agiu como uma verdadeira “adubação com CO2”, escreveu o blog “Watts Up with that”, premiado como o melhor blog do mundo pelo Weblog Award 2013 na categoria ciência.

O estudo foi patrocinado pela ‘Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation’ – CSIRO, agência nacional australiana considerada como um dos mais renomados institutos mundiais de pesquisa.

A CSIRO baseou seus trabalhos em dados coletados via satélite, tendo contado com a colaboração da Australian National University – ANU, a grande universidade federal da Austrália.

Segundo o responsável pelo trabalho, Dr. Randall Donohue, os estudos constataram uma fertilização induzida pelo CO2 que elevou em 11% a folhagem existente nas regiões áridas da Austrália, América do Norte, Oriente Médio e África no período 1982-2010.

domingo, 29 de março de 2020

Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

A epidemia de um vírus altamente infeccioso
causará mais estragos que a bomba atômica (Bill Gates)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Já tinha acontecido algo parecido na ECO-92 e vem se repetindo nas assembleias planetárias da ONU sobre o estado do clima planetário.

Por exemplo, durante a reunião dos chefes de Estado na Rio+20, em 2012, 105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” para diminuir a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra e vem sendo levantado novamente com o pretexto do novo coronavírus.

Uma conferência TED de Bill Gates em 2015 foi trazida de novo à primeira página dos maiores sites do mundo. O magnata acena com um vírus assustador que favoreça essa drástica redução dos humanos.

domingo, 22 de março de 2020

Ambientalismo é imoral: estagna na miséria e atenta contra a humanidade, diz ex-prof. do MIT

Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Prof. Richard S. Lindzen, professor do Dep. de Meteorologia do MIT
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um dos mais prestigiosos cientistas climáticos do mundo, o americano Richard Lindzen, professor de Meteorologia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), hoje aposentado, virou ovelha negra depois de “mudar de lado”, como ele mesmo diz.

Assinante dos primeiros relatórios do IPCC, ele passou a criticar seus modelos com previsões alarmantes sobre as consequências do aquecimento do planeta e o uso político do discurso ambiental.

Para ele, não há provas de que a elevação da temperatura da Terra aumentará o número de desastres climáticos.

Sua mudança de posição lhe  angariou numerosos detratores e acabou por prejudicar a divulgação de suas pesquisas, tinha contado ele há anos em entrevista ao Globo, por telefone, desde seu laboratório em Cambridge, Massachusetts.

— O senhor acredita que o dióxido de carbono é um gás de efeito estufa cuja concentração está aumentando e provoca um processo de aquecimento global?


RICHARD LINDZEN — Para começar, vamos deixar algumas coisas claras. É claro que o CO2 é um gás do efeito estufa, que sua concentração aumentou nos últimos 150 anos, que provoca leve aquecimento do planeta e que o homem tem influência nisso.

Tudo isso nunca esteve sob questão, todos os cientistas climáticos sérios acreditam nisso. O que não está claro é se tudo isso terá as implicações alarmantes que vemos apresentadas como fatos científicos.

domingo, 15 de março de 2020

Na França, lobos “protegidos”
proliferam e dizimam rebanhos

Lobos em parque francês
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Após intensa pressão “verde”, a França repovoou seu território com lobos, que se tornaram “espécie protegida”.

Mas eles se multiplicaram tanto e estão fazendo tanto dano, que o país aplicou no período 2013-2017 um “Plano Lobo” para conte-los de alguma forma.

Só em 2012, os 250 lobos controlados atacaram 5.848 animais de criação, informou o jornal de Paris “Le Figaro”.

No jargão burocrático, a França tentaria uma “gestão diferenciada” dos predadores em função das regiões e dos rebanhos.

“Preferiríamos sempre um plano democrático – como se os lobos fossem sensíveis à democracia – antes que o projeto fosse aprovado”, explicou Benoît Hartmann, representante da associação France Nature Environnement.

domingo, 8 de março de 2020

Cristandade: a resposta aos desafios da Amazônia

Al Gore finge não querer pobreza na Amaônia, mas faz tudo para piorá-la
Al Gore finge não querer pobreza na Amazônia, mas faz tudo para espalhá-la
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Al Gore, guru do alarmismo ambiental, tentou responder o comentário de Paulo Guedes, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, quando o Ministro da Economia afirmou ser a pobreza o maior inimigo do ambiente, segundo publicou a "Folha de S.Paulo".

Qualquer que seja a preferência político partidária, não é possível negar a procedência do pronunciamento do ministro brasileiro.

As descrições feitas do meio ambiente da Gália, hoje França, pelos primeiros civilizados que penetraram em seu território são apavorantes.

Para ficar curado de um possível espanto, basta conferir o relato “De Bello Gallico”, descrição da conquista do território feita pelo famosíssimo general romano Júlio César.