domingo, 1 de fevereiro de 2015

Profecias de Boffstradamus:
se o capitalismo não acaba antes de 2015!!!

Boffstradamus: o infalível áugure profetiza o quase fim da vida na Terra em  2015
O infalível áugure vaticina o fim da vida na Terra em 2015 (risca! em 2021... ou 2022! Está profetizado!)
Luis Dufaur



Este post já começou mal: se você o lê é porque não se cumpriram algumas das profecias que o sábio Boffstradamus tirou de sua biblioteca verde, teológica e libertária.

Consultado a respeito, enquanto contribui a todo vapor com uma próxima encíclica, o infalível áugure garante que vão se cumprir.

E se falharem será por culpa do agronegócio, do aquecimento global, do egoísmo acumulador, da globalização e outras mazelas capitalistas.

Profecia verde, teológica e libertária nunca falha. Então, tomemos as seguintes verdades que se verificarão neste ano, sem direito à réplica. 

Elas foram coletadas por Maxim Lott, maxim.lott@foxnews.com, para a FoxNews.

1) Todas as espécies das florestas tropicais serão extintas

Não adianta achar que a mata está aí com toda a bicharada: está escrito e tem que acontecer até fim do ano. O Dr. Paul Ehrlich, presidente do Centro pela Conservação da Biologia, da Universidade Stanford, já o profetizou em 1968 no seu famoso livro The Population Bomb.

Na sua bola mágica lê-se que o crescimento populacional destruirá o planeta. Boa parte desse fim do mundo, esclareceu ele no livro Extinction, de 1981, seria provocada pela extinção de todas as espécies animais e vegetais das florestas tropicais úmidas como resultado do dano ambiental gerado pelo homem.

O presságio até já poderia ter-se tornado realidade há tempos:
Até um 'bruxo mor' mexicano fez abracadabrantes profecías, mas não interessa o que disse pois “está escrito!”
Até um 'bruxo mor' mexicano fez abracadabrantes profecías, mas errou!
Porém não interessa porque “está escrito!” no Corão ambientalista
“A metade das populações e espécies nas florestas tropicais úmidas extinguir-se-á no início do próximo século [século XXI], nenhuma sobreviverá pelo ano 2025”. Assim está escrito na página 291.
Mas ele avisou que seus modelos admitiam a possibilidade de uma extinção completa já no ano 2010.

Essas datas poderiam ser ainda antecipadas nas “mais realísticas” especulações de Ehrlich.
Pois, “se não se dão logo os passos apropriados ... a humanidade padecerá uma catástrofe total tão grave quanto uma guerra termonuclear universal”.
Passos apropriados, o que isso? Algo como um Código Florestal ainda mais radical? “Maktub” “está escrito!”, “tem que acontecer”, descodifica Boffstradamus.

2) O petróleo acabará em 2015

O manual “Student and Teacher Guide”, distribuído pelo governo da Pensilvânia, ensina aos alunos que “algumas estimativas sobre as reservas de petróleo sugerem que por volta do ano 2015 nós teremos gastado todas as reservas de óleo”.

O Clube de Roma falava que acabaria em 1980. Foi um papelão, mas “Maktub!” ai de quem não acreditar!

Não adianta que as reservas comprovadas em 2015 equivalham a pelo menos 1,6 trilhões de galões, como informa a Energy Information Administration – EPA, a agência governamental americana que tem a última palavra na matéria.

Sequer interessa que em virtude do excesso de petróleo seu preço não para de cair, abalando as economias árabes, russa e venezuelana, por exemplo.

É preciso ser muito “negacionista”, “cético”, inimigo da Gaia e muito vendido às empresas capitalistas e agronegociantes para acreditar que as reservas de petróleo – como afirma a EPA – mais do que dobraram nas últimas duas décadas em virtude da inovação tecnológica que tornou acessível mais petróleo, como a técnica do fracking.

Concentração do gelo nos polos em 23 de janeiro de 2015
segundo imagens satelitais da Universidade de Illinois.
O gelo antártico está 31,1% maior do normal nessa data.
Isso não está escrito na bolasfera mágica de nossos vaticinadores:
pior para os satélites, os polos e capitalistas!
“Allah Akbar”, ou melhor, “Gaia Akbar” (“Gaia é grande!”) e “Maktub”! Está escrito!


3) O gelo do Ártico também vai desaparecer em 2015

O relatório Yale Environment 360, de 2012, já falou:
“Peter Wadhams, que lidera o Polar Ocean Physics Group da Universidade de Cambridge… acredita que o Ártico ficará livre de gelo antes de 2020 e talvez mais cedo, em 2015”.
Os dados do governo americano mostram que a superfície gelada do Ártico cresceu desde a emissão desse oráculo fidedigno.

No mínimo do ciclo de expansão-retração, em 2014, a superfície gelada do Ártico atingiu 1,7 milhões de milhas quadradas, uma área equivalente à metade dos EUA.

4) Um bilhão de pessoas morrerão até 2020 por causa das mudanças climáticas

O Dr. John Holdren, diretor do Escritório de Políticas para a Ciência e a Tecnologia da Casa Branca, administração Obama, fez nos anos 80 essa apocalíptica previsão baseado no aquecimento global.

E foi citado por Paul Ehrlich em seu livro de 1987 The Machinery of Nature, onde diz:
“Enquanto físico da Universidade da Califórnia, John Holdren declarou que a mudança climática induzida pelo CO2 provocará fomes que matarão pelo menos um bilhão de pessoas antes do ano 2020”.

'Maktub' ('está escrito', segundo a crença corânica):
o mundo vai ser consumido pelo aquecimento global
Ainda faltam cinco anos, mas seria razoável supor que o CO2 já estivesse provocando a morte das primeiras dezenas ou centenas de milhões de pessoas privadas de alimentos.

“Está um pouquinho cedo para afirmar no início de 2015 o que vai acontecer ou não em 2020”, escreveu recentemente Holdren para tirar o corpo.

Mas ele continua defendendo que mais regulamentos, leis, códigos e impostos constituem a única opção para evitar a catástrofe. E exaltou nessa linha o Plano de Ação Climática do presidente Obama.

Concluindo este post, volto-me para a realidade e o bom senso: plantas e animais vão bem na Amazônia, o petróleo está sobrando, o Ártico e a Antártida não param de crescer, e se há gente morrendo não é por carência de alimento, mas por obesidade.

Mas Boffstradamus promete muita agitação com a sinodalização da Igreja que vem de Roma e da Alemanha.

Bom Fim do Mundo!


domingo, 14 de dezembro de 2014

Boas notícias do espaço: “muro invisível”
protege a Terra contra radiação letal

As sondas de Van Allen da NASA, instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra
As sondas de Van Allen da NASA,
instrumentos da descoberta do "escudo" protetor da Terra


Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

domingo, 19 de outubro de 2014

Ambientalistas exibem ideologia marxista,
comunista ou socialista
em NYC e Oakland

A fala nova é pela natureza. Mas o pensamento é do velho comunismo. People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
A fala nova é pela natureza.
Mas o pensamento é do velho comunismo.
People’s Climate Rally, Oakland, Califórnia, 23.9.2014
Luis Dufaur



Diversos movimentos “verdes” engrossaram as passeatas de 21 de setembro, visando pressionar a reunião de cúpula da ONU para as mudanças climáticas.

A principal passeata “verde” foi a “People’s Climate March”, em New York City, que foi acompanhada por passeatas e concentrações convergentes em outras cidades americanas.

domingo, 5 de outubro de 2014

Amazônia tem “oceano subterrâneo” de água doce

A descoberta do aquífero Alter do Chão pareceu uma coisa colossal.
Mas foi apenas o início de um achado muito maior.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







A Amazônia possui uma reserva de água subterrânea com volume calculado em mais de 160 trilhões de metros cúbicos, (mil litros por metro cúbico) estimou Francisco de Assis Matos de Abreu, professor da Universidade Federal do Pará (UFPA).

O anúncio foi feito durante a 66ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que terminou no dia 27 de julho 2014, no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC), em Rio Branco, segundo reportagem de Elton Alisson da Agência Ibero-americana para a Difusão da Ciência e da Tecnologia DICYT.

O volume é 3,5 vezes maior do que o do Aquífero Guarani, que abrange os territórios do Uruguai, da Argentina, do Paraguai e principalmente do Brasil, com 1,2 milhão de quilômetros quadrados de extensão.

“A reserva subterrânea representa mais de 80% do total da água da Amazônia”, disse Abreu.

Esse “oceano subterrâneo”, contudo, é muito pouco conhecido. De acordo com Abreu, as pesquisas sobre o Aquífero Amazônia foram iniciadas há apenas 10 anos, quando ele e outros pesquisadores da UFPA e da Universidade Federal do Ceará (UFC) realizaram um estudo sobre o Aquífero Alter do Chão, no distrito de Santarém (PA).

Veja sobre Alter do Chão: Aquífero descoberto no Norte seria o maior do mundo. Catastrofistas silenciam.

Também: A Amazônia fala pesado e desmente o ecologismo alarmista 

Os dados iniciais apontaram um depósito de água doce subterrânea de 86,4 trilhões de metros cúbicos. Porém, a realidade era ainda maior e melhor.
“Ficamos muito assustados com os resultados do estudo e resolvemos aprofundá-lo. Para a nossa surpresa, descobrimos que o Aquífero Alter do Chão integra um sistema que abrange o Acre, Solimões, Amazonas e Marajó. Essas quatro bacias possuem, aproximadamente, uma superfície de 1,3 milhão de quilômetros quadrados”, disse Abreu, citado por DICYT.

Denominado pelo pesquisador e colaboradores de Sistema Aquífero Grande Amazônia (Saga), o sistema hidrogeológico começou a ser formado há cerca de 135 milhões de anos.

Com 124.000 km³ de água explotáveis pode abastecer o Brasil durante 14.000 anos



“O Saga é um sistema transfronteiriço, uma vez que abrange outros países da América do Sul. Mas o Brasil detém 67% do sistema”, disse.

“Estimamos que o volume de água do Saga a ser usado em médio prazo para abastecimento humano, industrial ou para irrigação agrícola será muito pequeno em razão do tamanho da reserva e da profundidade dos poços construídos hoje na região, que não passam de 500 metros e têm vazão elevada, de 100 a 500 metros cúbicos por hora”, disse.

“A Amazônia transfere, na interação entre a floresta e os recursos hídricos, associada ao movimento de rotação da Terra, cerca de 8 trilhões de metros cúbicos de água anualmente para outras regiões do Brasil.

“Essa água representa um serviço ambiental colossal prestado ao país, uma vez que sustenta o agronegócio brasileiro e o regime de chuvas responsável pelo enchimento dos reservatórios produtores de hidroeletricidade nas regiões Sul e Sudeste do país”, avaliou o professor Abreu da UFPA.

Não há palavras para agradecer a Deus por tão grande tesouro concedido ao nosso Brasil.

Mas não é esse tipo de reflexões baseadas na justiça que agrada aos que tentam rebaixar o Brasil em nome da “salvação do planeta”.


domingo, 28 de setembro de 2014

NASA informa: o sol quase “torrou” a civilização da informação

Representação artística da força de uma erupção solar. A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Representação artística da força de uma erupção solar.
A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Luis Dufaur


Um fato pôs em relevo, mais uma vez, o absurdo do homem pretender que com sua civilização, determina os equilíbrios cósmicos ou planetários, como sustentam nossos alegres “verdes” radicais.

No mês de abril, cientistas dos mais renomados e altos responsáveis do governo americano se deslocaram até Boulder, no Colorado, a fim de participar do NOAA's Space Weather Workshop, reunião anual para discutir os perigos e as probabilidades das tempestades solares, informou a NASA.

Essas tempestades têm sua origem em fabulosas explosões na superfície solar. Elas são rotineiras, existem desde sempre, e atingem regularmente a Terra com diversos efeitos eletromagnéticos de intensidades mutáveis.

O atual ciclo solar está sendo mais fraco do que de costume, e isso até contribui para o resfriamento global.

domingo, 29 de junho de 2014

‘Salve o planeta: mate os pássaros’?

Passarinho que virou 'rojão'
Passarinho que virou 'rojão'
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




A frase ‘Salve o planeta: mate os pássaros’ é chocante. Entretanto, está se espalhando nos EUA como uma ironia cheia de fundamento.

Vejamos o que aconteceu, segundo noticiário da Bloomberg:

Os trabalhadores do novíssimo Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia, passaram a chamar de “rojões” uns objetos que caem do céu soltando fumaça e pequenas chamas. Não são meteoritos nem fragmentos de satélites, mas passarinhos fulminados ou calcinados.

O sistema Ivanpah, no deserto de Mojave, foi inaugurado em fevereiro deste ano (2014) como um projeto de energia alternativa ideal. Ele impressiona por sua extensão e originalidade.

Consiste num conjunto de 300.000 espelhos sistematicamente dispostos numa superfície de 1.416 hectares. Esses espelhos concentram os raios solares em três torres de 140 metros de altura.

Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia
Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah, na Califórnia

As torres contêm um líquido que quando esquenta movimenta turbinas geradoras de energia. 

A energia elétrica produzida então pode cobrir as necessidades de 140.000 lares, sem emissão de gases estufas ou outros.

A novidade é promissora e deve- se desejar que se aperfeiçoe e se torne uma alternativa válida em volumes de energia e preço.

Mas, no momento atual, é um teste pioneiro de grandes dimensões e altíssimo custo.

Ivanpah também está servindo para patentear o sistema de “dois pesos e duas medidas” do ambientalismo em matéria de licenciamento ambiental.

Quando se trata de empreendimentos que garantem energia barata e abundante, com tecnologias comprovadas e capazes de impulsionar o desenvolvimento ou a expansão civilizatória, o coro “verde”, de mãos dadas com governos “vermelhos”, inferniza a construção, complicando ao infinito o licenciamento ambiental.

Dois pesos e duas medidas nos critérios de impacto ambiental
Dois pesos e duas medidas nos critérios de impacto ambiental
Veja o drama energético do Brasil por causa dessa infernização: “O Brasil super-rico de potencialidade energética tornar-se-á um ‘sem-energia’?”

Porém, esses critérios parecem ter sido aplicados com extrema leniência e imprevidência no caso de Ivanpah, projeto “verde” e “alternativo”.

Se a causa da morte dos pássaros fosse alguma fornecedora de energia clássica, o estrondo midiático “verde” teria sido universal.

Porém, como a morte dos pássaros se deve a um projeto ambientalista, a cumplicidade do silêncio é também universal!

No caso concreto, o problema é que os objetos luminosos atraem os animais, mas neste caso também os fulminam

Detalhe do Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah
Detalhe do Sistema de Geração de Energia Solar Ivanpah

Diversos estudos apontaram que os insetos são atraídos pela luz brilhante dos espelhos da mesma maneira como vão até a luz na porta da casa ou no jardim.

E muitos pássaros que se alimentam de insetos vão atrás deles – como tentilhões, andorinhas e toutinegras, espécies da região. 

Por sua vez, aves predatórias como gaviões e falcões vão atrás dos passarinhos.

Uma criança ou um camponês explicaria isto melhor aos autoproclamados arautos salvadores da natureza. 

Mas esses parecem nunca ter saído de cômodos escritórios e não conhecer muito mais além de seus famosos ‘modelos’ computadorizados da natureza.

Quando os pássaros voam no campo de espelhos, o “fluxo solar” deles, que pode atingir entre 426,67º C 537,38ºC, os torra ou fere gravemente em questão de segundos.

Por vezes os pássaros são incinerados enquanto voam; outras vezes suas plumas são queimadas e eles morrem pelo impacto da queda, ou são devorados por predadores que andam na terra, segundo relatório do National Fish and Wildlife Forensics Laboratory.


Esse relatório diz, por exemplo: “empregados do Ivanpah e do OLE (Office of Law Enforcement, polícia ambiental do United States Fish and Wildlife Service) informaram que em volta da torre e dentro da área da luz solar redirecionada, ‘rojões’ de fumaça aparecem quando algum objeto entra na área...

“Quando membros do OLE visitamos a planta solar de Ivanpah, observamos muitos eventos ao estilo do rojão... Membros da equipe OLE observaram pássaros entrando no “fluxo solar” e pegando fogo, e em consequência virando ‘rojões’”.

Na ocasião, foi registrado um ‘rojão’ em cada dois minutos, informa ainda a Bloomberg.

O relatório também menciona outras estações de energia solar da Califórnia que não usam esses espelhos, mas os mais conhecidos paneis solares.

Não é Meca no sentido muçulmano, mas sim no sentido ambientalista: critérios 'sagrados' passam por cima dos 'princípios' ambientalistas
Não é Meca no sentido muçulmano, mas sim no sentido ambientalista:
critérios 'sagrados' passam por cima dos 'princípios' ambientais
Também ali os pássaros são atraídos pelos paneis, como fazem em inúmeras casas e prédios. Mas só em Ivanpah eles entram em ignição em pleno voo.

A NRG Energy Inc., que opera Ivanpah, tentou minimizar os fenômenos dizendo que a instalação é nova e que a empresa precisa coletar mais ocorrências para formular sua defesa. Antes disso seria prematuro opinar.

No caso das geradoras de energia tradicional, como Belo Monte, tem que demonstrar a priori que não produzirão danos ambientais.

Neste caso, que morram os pássaros. O dogma verde quer que as “energias alternativas” prevaleçam, ainda que morram os pássaros e os humanos fiquem sem eletricidade, aconteça o que acontecer.

domingo, 11 de maio de 2014

Ambientalismo radical: uma coluna infiltrada de Putin no Ocidente

Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
Gás de xisto tiraria força à agressividade de Putin
O influente jornal “Washington Post” apontou que “a mais moderna arma da Europa” contra a agressividade do presidente russo Vladimir Putin jaz enterrada sob os belos pastos de pitorescas aldeias.

Trata-se do gás e do petróleo de xisto – ou shale gas – que a Europa possui em quantidades suficientes para livrar-se das chantagens da “nova URSS”.

Agora, muitas vozes europeias nos setores conservadores aumentam de volume pedindo essa arma pacífica. O premiê inglês David Cameron somou-se a esse coro.

Mas não se extrai esses combustíveis da noite para o dia. Por que não o fizeram antes?

A Polônia depende de modo angustiante dos combustíveis russos, mas detém uma das maiores reservas de gás de xisto da Europa. A França já foi qualificada de Qatar do gás europeu, mas tampouco extrai e depende do gás árabe.

Os volumes de gás na Grã-Bretanha estão sendo comparados aos do North Dakota, segundo o mesmo “Washington Post”. As reservas europeias mensuradas são apenas menores que as do EUA. Estas, sim, vêm sendo exploradas e estão mudando o jogo planetário dos recursos energéticos.

“O potencial é enorme. O recurso é muito grande no Reino Unido e na Europa”, diz Francis Egan, diretor-chefe de uma das maiores firmas especializadas no fracking, técnica para a exploração desse recurso.

domingo, 13 de abril de 2014

Capivarol sem ambientalistas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Quem viveu em cidades grandes na época do bonde deve lembrar-se de algumas propagandas afixadas no interior desses desajeitados veículos, com versos facilmente memorizáveis. Melhor dizendo, obrigatoriamente memorizáveis, pois lidas e relidas diariamente.

Cito de memória esta, de uma loja que vendia bilhetes de loteria em Belo Horizonte:

Cansado de andar “de tanga” / Um dia a gente se zanga / E sai, danado da vida / Mas logo “cava” dinheiro / Comprando um bilhete inteiro / No Campeão da Avenida.

Outra, cujo âmbito de circulação não se limitava à capital mineira, enaltecia as virtudes terapêuticas de um produto para males dos pulmões:

Veja, ilustre passageiro / O belo tipo faceiro / Que o senhor tem a seu lado / Mas, no entanto, acredite / Quase morreu de bronquite / Salvou-o o Rhum Creosotado.

Esses artifícios de propaganda chamavam a atenção de todos. Não sei se ajudavam a vender, pois nunca me convenceram a comprar o artigo do Campeão da Avenida, nem usar o Rhum Creosotado. Mas eram pelo menos divertidos.

Havia outros artifícios cujo resultado comercial deve ter sido bom, pois precisava compensar o custo dos milhões de exemplares de propaganda distribuídos gratuitamente em todo o Brasil sob a forma de almanaques.

O formato era geralmente de brochuras pequenas, contendo muitas informações úteis e instrutivas. Não a ponto de garantir um diploma universitário, nem era essa a sua função.

Há pessoas que ainda hoje guardam com carinho coleções preciosas desses almanaques, e se deliciam em mostrá-las aos amigos.

Calma, leitor! Já estamos perto do meu alvo de hoje. Mas antes de tratar dele, preciso referir-me a um dos almanaques mais famosos – o do Capivarol.

Não me lembro especificamente de informações colhidas nas várias edições que manuseei, mas certamente elas se incorporaram ao meu acervo cultural, enriquecendo-o difusamente com essa “cultura de almanaque”.

O Capivarol deixou de ser fabricado, provavelmente devido à proibição da caça. E assim os ambientalistas radicais privaram a população de um produto presumivelmente terapêutico, e também do seu famoso almanaque. Mas a minha bronca é estar impedido de consumir a carne de capivara.

Apreensão de carne de capivara 13-09-10, Mirante do Paranapanema SP
Foi lavrado ao caçador um Auto de Infração Ambiental no valor de R$ 22 mil
Chegamos, afinal. E já estou percebendo o focinho torcido de algum ambientalista extraviado, que chegou até aqui atraído pelo título desta crônica.

Para cortar pela raiz qualquer patrulhamento ideológico, deixo claro que há muito tempo não tenho o prazer de caçar capivaras e comer sua carne, da qual tenho irreprimível saudade.

Se não proliferassem atualmente ambientalistas insensatos, capazes de proibir liminarmente a caça de animais predadores como javali, lobo e capivara, eu faria a esses leitores extraviados o convite para uma caçada de capivaras, durante a qual demonstraria também minhas habilidades com arco e flecha. Concluída a caçada, teríamos um banquete com carne de capivara.

Não consigo entender que ambientalistas radicais se empenhem na insensata proibição da caça de animais predadores, sem estabelecer medidas práticas para evitar efeitos indesejáveis. Muitos desses efeitos já são patentes no Brasil e em outros países.

Conheça alguns deles, que menciono apenas como exemplos:

Lobos – Sempre foram animais predadores, prejudiciais e perigosos, a ponto de os contos de fada alertarem as crianças contra o “lobo mau”. Apesar de regularmente caçados, nunca foram eliminados. Agora estão livres para os estragos que costumam fazer, e não são poucos os prejuízos que vêm causando.

Elefantes – A caça desses graciosos e esbeltos bibelôs, cuja alimentação diária atinge 120 quilos, foi proibida para inibir os negociantes de marfim. Os bibelôs se multiplicaram, e hoje sua módica dieta devasta grande parte das savanas africanas.

Maritacas causam principio de incêndio em residênciana Vila Carmem, São Carlos SP
Javalis – Parente próximo do porco, esta espécie selvagem é perigosa e agressiva, inclusive para o homem. Proibida a caça, está livre para dizimar animais de criação.

Lebre europeia – Sua multiplicação rápida inviabiliza o cultivo de hortaliças, maracujá, laranja e café. É predador dos coelhos nativos.

Maritacas – Aves conhecidas como “ratos voadores”, causam danos a diversos cultivos, como sorgo, girassol, frutas e grãos; e destroem a fiação elétrica.

Raposas – Sempre eram caçadas, para proteger os animais de criação, e a proibição da caça está tornando impossível muitas dessas atividades.

Capivaras – Destroem a vegetação e disseminam doenças mortais, mas a lei ambiental tornou-as intocáveis.

Ambientalistas – Predadores de grande porte e curta inteligência, muito protegidos pela mídia. Refugiam-se em malocas dos governos mundiais e se alimentam com voracidade nos incentivos fiscais. Manipulam teorias catastrofistas contra o progresso, impedem pesquisas científicas, retardam e encarecem obras necessárias.

A esta altura da sanha ambientalista contra a caça, não faltam capivaras para fabricar Capivarol e satisfazer minhas preferências gastronômicas. Mas antes será preciso promover uma caçada sistemática a ambientalistas radicais e insensatos...


domingo, 30 de março de 2014

A “abóbada do fim do mundo” oculta no Ártico:
sinal da incerteza mundial

Entrada da 'Abóboda do Fim Mundo'. Pânico ambiental ajudou
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Temendo que o mundo sofra um cataclismo inimaginável, o governo da Noruega e um conglomerado de empresas e fundações de expressão internacional criaram no gelo do Ártico o maior depósito de sementes do mundo, escreveu o quotidiano de Madri “ABC”.

Chama-se Câmara Global de Sementes e fica no arquipélago norueguês de Svalbard, no Círculo Polar Ártico, oculta a 120 metros de profundidade.

Mais conhecida como “Abóbada do Fim do Mundo”, ela consiste num imenso bunker blindado, capaz de resistir a terremotos, explosões nucleares, erupções vulcânicas e outros desastres.

Até o pânico induzido pelo ambientalismo exagerado pesou na construção desse formidável reduto.

Ele encerra 800.000 amostras de mais de 4.000 espécies de sementes de 231 países, que poderiam ser utilizadas após um hipotético apocalipse global.

O prédio é protegido por portas herméticas e detectores de movimento. Está dividido em três grandes depósitos onde as sementes estão classificadas em caixas de alumínio a -18º C para garantir sua conservação durante séculos.

Devido ao frio do Ártico, ainda que o sistema elétrico falhasse, as sementes continuariam congeladas.

A ideia é de que possa servir de garantia para a humanidade caso a vegetação da Terra for extinta por uma catástrofe de origem humana como uma guerra mundial, ou por causas naturais como imprevisíveis epidemias agrícolas devastadoras.

É difícil imaginar a utilidade desse depósito caso aconteça uma catástrofe que destrua toda a vegetação do planeta, pois tal destruição seria tão grande que extinguiria a própria humanidade e ninguém aproveitaria as sementes.

Esquema geral da Abóboda do Fim do Mundo
Porém, em qualquer hipótese, a ideia da “Abóboda do Fim do Fundo” é reveladora dos medos – artificiais ou reais, subjetivos ou objetivos – que perpassam uma humanidade que deixou de confiar em Deus.

Deus governa a Criação com sua Providência supremamente sábia e amorosa, visando sempre o maior bem das almas, dos corpos e da Civilização Cristã.

Quando Ele não é levado em consideração, todos os estapafúrdios parecem possíveis e/ou iminentes. E até há lógica nisso.


domingo, 9 de março de 2014

Energias “verdes” fizeram sistema elétrico europeu fracassar, diz a França

Revista satírica "A aberração" ironiza no artigo "Saiamos da era nuclear" o retrocesso que trazem as "energias alternativas" e o abandono das energias eficazes, limpas e desenvolvidas como a nuclear
Revista satírica "A aberração" ironiza no artigo "Saiamos da era nuclear"
o retrocesso que trazem as "energias alternativas"
e o abandono das energias eficazes, limpas e desenvolvidas como a nuclear
O Comissariado Geral para Estratégia e Prospectiva, órgão dependente do Primeiro Ministro francês, concluiu que a “Europa da Energia” está em crise, fato aliás bem conhecido, mas não reconhecido oficialmente até agora.

A novidade está em que um relatório oficial teve a coragem de sinalizar a causa do fracasso: as “energias alternativas”: o “pacote clima-energia” criado pela União Europeia em 2008 com o objetivo de impressionar o público.

Segundo o referido pacote, em 2020 a emissão de gazes estufa seria reduzida em 20 %, a eficácia energética aumentaria 20% e as “energias renováveis” verdes atenderiam a 20% do consumo.

Porém, observou o relatório do Comissariado francês, esses objetivos se apoiavam em previsões errôneas.

A UE sonhava com a liderança mundial em energias verdes sem perda de lucros e com a renovação dos estilos de vida de centenas de milhões de seus cidadãos que, se tivessem sabido o que estava sendo planejado, nunca teriam aprovado. Por isso, aliás, também nunca foram consultados.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Denunciado esquema da União Europeia
para financiar ONGs ambientalistas

UE financia ambientalismo radical  para fingir que a sociedade exige medidas extremadas
UE financia ambientalismo radical
para fingir que a sociedade exige medidas extremadas

A União Europeia (UE) está pagando pesado para financiar grupos ambientalistas que fazem campanha contra ela própria, denunciou o jornal inglês “The Telegraph”.

Parece um absurdo, mas não o é. A UE, em matéria de ecologia pelo menos, tem objetivos extremistas que não ousa dizer.

Ela precisa então da “pressão da sociedade” para justificar medidas ambientalistas radicais. Mas a sociedade europeia não quer saber desses radicalismos.

Então, a UE financia campanhas de grupos ambientalistas verdes radicais, fingindo acreditar que esses grupos representam a sociedade.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Investidores em “energias renováveis”
veem suas aplicações sumirem com o vento

 As tecnologias estão imaturas, e montes de problemas  e consertos as tornaram ainda mais complicadas e caras
 As tecnologias estão imaturas, e montes de problemas
e consertos tornaram-nas ainda mais complicadas e caras
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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O investimento em “energias renováveis” prometeu lucros pecuniários anuais acima dos 20%.

A promessa foi-se com o vento: os investidores alemães fogem desse sonho assim que podem, escreveu a revista alemã “Der Spiegel”.

Diante de dez equipes de TV e 50 jornalistas, Carsten Rodbertus subiu ao pódio da Prokon para anunciar: falimos!

Rodbertus é o fundador da Prokon, que, por sua vez, era considerada uma das mais experientes na produção dessas energias

Centenas de empregados da Prokon que nos últimos dias chegaram a trabalhar 12 dias consecutivos durante 12 horas por dia para evitar a concordata, concederam seu ultimo aplauso ao fundador do sonho que se foi.

Rodbertus contou que os investidores tinham aplicado na firma €1,4 bilhões, mas que agora diante da falta de resultados muitos deles estão reclamando o dinheiro de volta.

A Prokon teve que pedir concordata e 75.000 acionistas ficaram a ver navios.

Tribunais e varas da Alemanha estão se enchendo de processos de investidores que não estão sendo retribuídos como prometido e que alegam manobras confusas e falta de transparência, informou “Der Spiegel”.

No setor verde, a concordata da Prokon e a redução dos favorecimentos oficiais para as energias alternativas suscitam ainda maiores temores de fuga de aplicadores.

Prometiam pagar 270% em vinte anos,  mas apenas chegam a 2,5% anual
Prometiam pagar 270% em vinte anos,
mas apenas chegam a 2,5% anual
Os mais recentes estudos apontam que os aplicadores podem se achar com sorte se recuperam apenas o dinheiro que investiram há 20 anos.

Werner Daldorf, chefe do Comité de Investimentos da Associação Alemã para Energia Eólica, fez 1.150 relatórios para aconselhar investidores.

Tendo estudado mais de 170 parques eólicos comerciais em mais de 10 anos, Daldorf concluiu que os investidores receberam um retorno de 2,5% em média.

“Em dez anos, isso significa um retorno de 25%, quando a perspectiva era entre 60% e 80%”, diz Daldorf.

Ainda que o momento econômico vier a melhorar, só os parques eólicos em locais muito favoráveis poderão ser lucrativos.

Um quinto daqueles cujos orçamentos são analisáveis, deixaram de pagar pelo menos uma vez dividendos maiores de 2%, acrescenta Daldorf.

É o drama do aposentado Volker Hippe, narrado por “Der Spiegel”. Há treze anos ele aplicou os €35.000 de um seguro de vida obtido pela morte de sua mulher para legá-los para seus filhos então minores de idade.

Hippe investiu num parque eólico da Saxônia-Anhalt que prometia um retorno inicial anual de 5 a 6%, e mais de 20% a partir de 2012. Mas, há já um longo tempo que os pagamentos cessaram.

Uma das maiores causas de desventuras como essas, escreve a revista alemã, são certos bancos. Hippe caiu no UmweltBank (Banco Ambiental), especializado em investimentos “verdes”.

Num caderno informativo de 2001, o UmweltBank promovia aplicações “num campo eólico solidamente calculado” como sendo “um suplemento ideal para a aposentadoria”.

Acontece também, diz ironicamente “Der Spiegel”, que a Mãe Natureza nem sempre cooperou. As previsões climáticas em que se fundavam as aplicações com frequência foram ilusórias.

Um erro para abaixo de 10% na velocidade dos ventos pode abaixar a produção de energia em 30%.

A Breeze Two Energy de Darmstadt lançou ações no mercado por €470 milhões, prometendo ganhos de entre 5,3 e 6,1%.

Janeiro 2014: Carsten Rodbertus, fundador da empresa de energia renovável Prokon, declara-a inademplente
Janeiro 2014: Carsten Rodbertus, fundador da empresa de energia renovável Prokon,
declara-a inademplente
Mas, a empresa teve perdas significativas entre 2008 e 2011. Pelo fim de 2011, o balanço da companhia só contabilizava €205,5 milhões.

Ela evitou a falência pelo auxílio prestado por uma mudança das leis alemãs. Mas muitos sofreram a perda de suas poupanças.

Mesmo drama vivem os pequenos investidores da Prokon. O chefe Rodbertus pretende vender parte de seus parques para devolver o dinheiro. Mas não é claro quando e como os poupadores voltarão a ver seu pecúlio de novo, observa “Der Spiegel”.

Tal vez não só não pague os interesses, mas tampouco possa devolver o capital. Esse poderá ser o caminho previsível do negócio no futuro.


domingo, 8 de dezembro de 2013

“Verdes” não conseguem impor “paz de Varsóvia” na COP 19 e olham para o Vaticano

COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
COP 19 prepara intentona verde num ambiente vazio
Encerrou-se em Varsóvia mais uma reunião sobre a mudança do clima global — a COP-19, ou 19ª conferência dos países signatários da Convenção do Clima da ONU (1992).

Os ministros de Meio Ambiente tentaram driblar as realidades. Estas atrapalhavam as negociações para reduzir o nível de vida e de consumo dos homens com o pretexto de diminuir a produção de gases do efeito estufa – leia-se CO2, embora este gás seja só 0,03% da atmosfera.

Com sensatez Japão e Austrália recuaram de compromissos anteriormente assumidos de cortar suas emissões de carbono.

O PT teria gostado exibir resultados diante dos colegas verdes e vermelhos.

domingo, 24 de novembro de 2013

Tribunal da França manda desmontar torres eólicas: prejudicam aos homens e à natureza

Prejudicam a saúde e à natureza, disse Tribunal
Os proprietários do castelo de Flers, na região francesa Nord-Pas-de-Calais, obtiveram ganho de causa no Tribunal de Grande Instância de Montpellier, o qual ordenou desmontar dez torres eólicas responsáveis por danos à saúde e ao horizonte visual do castelo e da aldeia vizinha.

A Compagnie du Vent, filial da grande empresa de eletricidade GDF-Suez, também foi condenada a pagar indenizações e vai recorrer.

A sentença causou rebuliço nas fileiras ambientalistas, e segundo o jornal “Le Monde”, poucas sentenças foram tão consultadas, copiadas e analisadas em toda a França.

Pois as queixas contra as torres eólicas estão se fazendo ouvir pelo país inteiro, enquanto cientistas e economistas criticam seu custo e real utilidade.

domingo, 17 de novembro de 2013

Totalitarismo tributário “verde” indigna a França

Portal da "ecotaxa": impostos ambientalistas acentuam totalitarismo tributário
Portal da "ecotaxa": impostos e controles ambientalistas praticam totalitarismo tributário
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Para milhares de agricultores franceses, a arremetida “verde” saiu da propaganda e virou hostil realidade.

O governo francês “vermelho-verde” foi baixando sucessivos impostos para “salvar o planeta”.

A gota que fez derramar o copo foi a chamada “ecotaxa” que incide sobre os caminhões, mas acaba sendo paga pelos produtores rurais.

Impressionantes portais carregados de sensores para flagrar caminhões, cargas, emissão de CO2, etc. foram sendo instalados em auto-estradas e simples estradas de França. A “ecotaxa” deve render ao governo vários bilhões de reais por ano.

Em Quimper, dezenas de milhares de produtores rurais
se dizem estrangulados pela tributação "verde"
Os produtores viam nesses enormes sistemas de controle símbolos de uma ditadura “verde-vermelha” que asfixiaria mortalmente as regiões agrícolas.

Na Bretanha, a indignação popular literalmente pegou fogo.

Na cidade de Quimper, 30.000 pessoas protestaram em manifestação pacífica que foi objeto de violenta, mas inútil, repressão policial.

Os manifestantes se identificavam levando a bandeira da Bretanha e usando bonés vermelhos.

Na região nunca existiu o pedágio, nem mesmo na Idade Média. Quando no século XVII o absolutismo real tentou impor um imposto semelhante, a região se insurgiu usando “bonés vermelhos” e o ministério real voltou atrás.

O protesto desta vez foi nacional, mas especialmente forte na Bretanha região de agricultores e pescadores. Perto de cinquenta dos imensos pórticos de controle excogitados pelo dirigismo “verde” foram derrubados e/ou danificados nesses protestos em todo o país.

O governo socialista no qual faz parte o Partido Verde, compreendeu logo que a partida estava quase perdida e anunciou a suspensão da totalitária “ecotaxa” que devia entrar em vigor no início de 2014.

Também ordenou a remoção dos pórticos de controle instalados ao preço de mais de três milhões de reais cada um.

Em Chartres, região Centro, os agricultores tiram sinalização em protesto
Segundo Christian Troadec, prefeito de Carhaix: “é melhor que o governo os desmonte ele próprio. Em qualquer caso, eles ai não vão ficar”, noticiou “Le Figaro”.

Porém, os agricultores não aceitaram a suspensão que julgam ser um ardil enganoso. Eles exigem a supressão completa do imposto que esmaga a atividade produtiva com pretextos ocos ou insinceros.

O primeiro-ministro socialista Jean-Marc Ayrault passou a imagem de um governo petulante, mas paralisado pelo furor dos manifestantes e pelo descontentamento da maioria dos franceses, segundo o jornal “Le Figaro”.

O diretor do gabinete do ministro do Interior Manuel Valls, que comanda a polícia, exclamou: “a situação é grave! Há mais de dez anos que não se via algo semelhante!”

Com a "ecotaxa", ambientalismo revelou seu fundo prepotente a antinatural
Com a "ecotaxa", ambientalismo revelou seu fundo prepotente a antinatural
Deputados e ministros “verdes” receberam a suspensão como uma ducha de água fria. “É mais do que um golpe duro contra a ecologia, é um golpe que mata”, disse exaltado o deputado do Partido Verde Noël Mamère.

Porém, a maioria dos deputados ecologistas percebeu o ambiente nacional voltado contra eles e eles escolheram se refugiar no silêncio.

Embora hostilizados pela tropa de choque, os agricultores, homens de trabalho, se declaravam desconsolados pela “irresponsabilidade total dos políticos” incluídos os da oposição.

“Os políticos de Paris não ouvem nada”, disse Eric Pocreau conselheiro da comuna de Huelgoat. Yvon e Marie-Jo, um casal de produtores rurais de Morlaix explicou: “viemos a pedir a supressão da ecotaxa, mas também que o Estado afrouxe a camisa de força burocrática que nos asfixia”.

Nathalie, seu marido caminhoneiro e as duas filhas protestavam pela demissão do pai por causa dos impostos “verdes” sobre o transporte, registrou “Le Figaro”.

No dia 11 de novembro, durante a comemoração do armistício que pôs fim a I Guerra Mundial, o presidente Hollande foi vaiado no Arco do Triunfo e na avenida dos Champs Elysées, em Paris, a capital francesa.

Os manifestantes levavam o “boné vermelho” símbolo dos protestos contra a “ecotaxa” e cantavam “Hollande, tua lei não passará”.



domingo, 11 de agosto de 2013

No Canadá, cobra “pet” mata duas crianças enquanto dormiam

Píton de Seba, africana, como o "bicho de estimação" da tragédia
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Há ‘pets’ e ‘pets’. Há bons e ruins. Até muito bons. Mas também muito ruins. A natureza não é de uma bondade imaculada como faz crer a mesma propaganda ambientalista que apresenta o homem como o maior predador do planeta.

Jean-Claude Savoie, dono de um ‘pet shop’ na cidade de Campbellton, no estado canadense de Nouveau-Brunswick, saiu de modo sinistro do sonho idílico verde.

Seu ‘pet shop’ fica no andar térreo de seu sobrado, residindo ele com a família no andar superior. Só que nesta havia um estranho membro, que era seu ‘pet’ preferido: uma serpente píton de Seba africana de 4 a 6 anos, pesando 45 quilos e com 4,30 metros, informou o jornal “La Presse”, de Montreal.

domingo, 24 de março de 2013

Tecnologias verdes “amigáveis” que pegam fogo no carro e envenenam o lar

Bombeiros da Alemanha também deram sinal de alerta. Na foto, Peugeot 307.

Se o leitor for um entusiasta da tese do aquecimento global de origem humana, então deve comemorar o momento em que o ar condicionado de seu carro alemão novo pega fogo inesperadamente.

Pois estará assim colaborando com um humilde tributo à luta extrema contra o CO2 – este gás benéfico que o ambientalismo radical qualificou de demônio planetário.

E, se acontecer uma intoxicação coletiva de sua família porque uma pequena lâmpada fluorescente estourou, esse leitor deveria agradecer aos inigualados profetas do apocalipse verde.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Absurdos com energias renováveis da Alemanha alarmam Europa

Ontem energia do carvão não, hoje sim
Ontem energia do carvão não, hoje sim
Uma das publicações mais lidas na Polônia, a revista “Wprost”, de Varsóvia, denunciou relatório da Fundação arqui-verde alemã Heinrich Böll, defendendo que a Alemanha já reduziu suficientemente as suas emissões de CO2 e agora teria o direito de utilizar o poluente carvão como fonte de energia.

O artigo de “Wprost” foi traduzido ao português pela agência Presseurop.

A Fundação Heinrich Böll é de fato um think-thank do Partido Verde alemão.

Os ecologistas são apoiados pelo ministro do Ambiente, Peter Altmaier, que desempenhou um papel importante no regresso do país ao carvão.

Os ecologistas alemães terão perdido a razão? – pergunta a revista polonesa.

Nenhum outro país está construindo atualmente tantas centrais alimentadas a carvão como a Alemanha, que já conta com 23 instalações.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Alemanha: venderiam “eletricidade ecológica” gerada anti-ecologicamente

Sempre engajado nas causas “verdes”, o jornal alemão Tageszeitung denunciou uma negociata que desmoraliza o ambientalismo.

“Fornecedor de eletricidade ecológica quer fazer carvão” foi o título de primeira página do jornal, jogando com o duplo sentido da palavra “carvão”, que em alemão significa também dinheiro.

O Tageszeitung revelou que os três maiores distribuidores de eletricidade de origem renovável na Alemanha – as empresas Lichtblick, Greenpeace Energy e Naturstrom – poderiam adotar dentro em breve o poluidor carvão, enquanto continuam dizendo que produzem energia 100% limpa.

Com efeito, as referidas empresas abastecem-se junto à austríaca Verbund AG, que desde 2011 está construindo na Turquia uma central movida a carvão – informou a agência Presseurop.

O que é muito embaraçoso para as três empresas alemãs – salienta o Tageszeitung – é que há estudos segundo os quais “as emissões da central turca ultrapassarão os valores máximos definidos pela UE e pela Organização Mundial de Saúde”.

As energias de fontes renováveis existentes na Alemanha vêm gerando preocupação também nos países vizinhos.

“A República Checa vai impedir a derrocada da sua rede elétrica e proteger-se contra o excedente de energia verde devido à produção descontínua dos parques eólicos no Norte da Alemanha”, escreveu o diário de Praga, Lidové noviny.

Manifestação verde contra o carvão, Alemanha
Na hora de implementar suas sedutoras fórmulas, esses ativistas verdes especialistas em marxismo mas desconhecedores da realidade ambiental, tentam golpes canhestros porque suas promessas não podem ser cumpridas, ou são inaplicáveis.

Inaplicáveis?

Para golpear a economia ocidental, derrubá-la e deixar o campo aberto à hegemonia da China e da Rússia, não há melhor do que fazer o que vem fazendo o ambientalismo de conteúdo vermelho e casca verde.

Na Alemanha, no mundo, e no Brasil!


quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Sirenes ecologistas esganiçadas e fomes inexistentes

Paul Ehrlich anunciou que o planeta  não conseguiria alimentar toda a humanidade
Paul Ehrlich anunciou que o planeta
não conseguiria alimentar toda a humanidade
Ah! a fome no mundo! Desde a Revolução Francesa, multidões gritando “pão” derrubam tronos e desencadeiam as revoluções. E, hoje em dia, outro não é o grito da esquerda. Por exemplo:



● Em 1968, Paul R. Ehrlich alarmou o mundo com seu livro “The Population Bomb”, cuja tese principal era a de que os recursos do planeta não seriam suficientes para atender a uma população em crescimento.

Seu livro e suas previsões tornaram-se célebres. Uma delas: “Até o ano 2000, o Reino Unido será simplesmente um pequeno grupo de ilhas empobrecidas, habitadas por cerca de 80 milhões de famintos”.

Eis um gênero de terrorismo: o catastrofismo apocalíptico. Seu livro previa que centenas de milhões de pessoas morreriam de fome nas décadas seguintes, em consequência da superpopulação. Deu no que deu.

domingo, 4 de novembro de 2012

Silêncios que falam, berram e denunciam mitos anticientíficos ou socialistas

Sobre tudo, não falemos do "assunto" que queima!

Há silêncios que falam. Desta vez houve um que berrou.

Foi constatado nos três debates entre os candidatos à presidência dos EUA, e no único acontecido entre os pretendentes a vice-presidente.

Candidato algum teve ânimo para falar em “mudanças climáticas”, “aquecimento global” ou conexos.

É a primeira vez que se dá essa omissão, desde que o “aquecimento global” entrou nos debates em 1988. Há quase um quarto de século!

Os ativistas do aquecimentismo se julgaram desconsiderados ou até humilhados. Mas engoliram com farofa.