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domingo, 18 de abril de 2021

“Empada de gafanhoto para ambientalistas”

Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Pizza de insetos. O olhar da mulher transparece profundo mal-estar
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Certas iniciativas muito acalentadas pelo utopismo verde-vermelho parecem tão absurdas que causam justificadas reações jocosas ou irônicas suscitadas pelo bom senso, pela reta razão ou pelo instinto de conservação.

Pois, quem em seu são juízo iria acreditar que hoje se proporia ciclovias nas grandes cidades como as que vemos implantar ou comer repugnantes insetos com o pretexto de não aquecer o planeta?

Entre as muitas reações nesse sentido, destacamos o inteligente artigo “Empada de gafanhoto para ambientalistas” cujos excertos publicamos a continuação.

domingo, 11 de abril de 2021

'Quarentenas verdes' para 'salvar o clima'?

Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Os pobres, como estes da Cachemira, Índia, são os que mais sofrem com a sucessão de lockdowns
Luis Dufaur
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O jornalista e escritor Marc Morano, especializado nos abusos do comuno-ecologismo, dedica um capítulo de seu mais novo livro “A fraude verde” (“Green Fraud”, Regnery Publishing, 2021, 256 págs.) a como os ativistas climáticos elogiam as quarentenas, lockdowns, “estados de guerra” e outros congelamentos coletivos das atividades na pandemia.

Os ativistas verdes julgam ter achado a fórmula e postulam análogas medidas com o pretexto de combater as “mudanças climáticas” e propõem “recessões planejadas” para combater o aquecimento global antropogênico.

O termo “decrescimento” cunhado pelo filósofo existencialista-marxista e depois ecológico-político austro francês André Gorz (1923 — 2007), nascido Gerhart Hirsch, cujas ideias foram defendidas no Brasil pelo senador Gerar Eduardo Suplicy (PT).

“O crescimento pelo crescimento torna-se o objetivo primordial, senão o único da vida, na sociedade capitalista, o que acarreta uma degradação progressiva do ambiente e dos recursos globais. Vivemos, atualmente, às vésperas de catástrofes previsíveis” resumia essa filosofia deprimente da civilização Serge Latouche em “Le Monde Diplomatique Brasil”.

Serge Latouche resume: “uma sociedade que produza menos e consuma menos” em sintonia com a Teologia da Libertação e seus arautos como a Unisinos.

domingo, 4 de abril de 2021

400 “cidades do câncer”
no país líder em “salvar o clima”

Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Poeira e poluição afogam os habitantes de Pequim. Foto divulgada em 15.03.2021
Luis Dufaur
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Quando pela vez primeira, o ministério chinês do Meio Ambiente publicou a lista das “cidades do câncer”, a cifra pareceu inacreditável.

Trata-se de urbes grandes, médias e pequenas, onde o nível de poluição é tão elevado que a proporção de pessoas atingidas pelo câncer superou os níveis mais alarmantes, noticiaram desde o início numerosas fontes, entre as quais o jornal “Le Figaro” de Paris.

Segundo a lista oficial, a China tinha mais de 400 cidades em tal situação.

Desde então e sem que o total melhorasse significativamente, o regime de Xi Jinping é ovacionado como líder na luta para “salvar o clima”.

A galáxia ecologista de ONGs comuno-anarquistas, organismos internacionais ateus e congregações vaticanas, sempre lenientes e dialogantes com o regime de Pequim, falavam de “apenas” uma centena.

domingo, 28 de março de 2021

Aumento do nível dos mares
é a “maior mentira já contada”

Christopher Brooker, autor de "Castelo de mentiras" e "A grande enganação"
Christopher Brooker, autor de "Castelo de mentiras" e "A grande enganação"
Luis Dufaur
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O aumento do nível dos mares é “a maior mentira já contada”, escreveu Christopher Booker (1937 – 2019) no diário “The Telegraph” de Londres NO ANO DE 2009! Ele depois foi denunciado por Rajendra Pachauri, chefe do IPCC, premio Nobel junto com Al Gore, porque Brooker o apontou como falsário corrupto.

O jornal puniu Brooker e pediu perdão aos leitores. Porém Pachauri acabou sendo condenado pela Justiça da Índia, seu país, por corrupções e falcatruas em prejuízo dos camponeses pobres do norte de Índia com seus falsos programas para combater o derretemento do Himalaia.

A mídia macrocapitalista abafou o escândalo, Pachauri renunciou ao IPCC e sumiu do fulcro da mídia que outrora o incensava.

De lá para cá, se passaram 12 anos e, pelo menos, do ponto de vista do nível dos oceanos, alguns indícios inquietantes deveriam ter sido registrados pelo postuladores do espantalho dos mares que crescem e vão levar as casas de centenas de milhões de homens que habitam as regiões costeiras.

Ou até que vão submergir a Estátua da Liberdade de Nova Iorque, porque o fanatismo cripto comunista verde sonha derrubar com os EUA e o capitalismo todo.

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Biden, Vaticano, ONGs e macro-mídia presionam Brasil por governo mundial da Amazônia

Biden retoma ofensiva contra a soberania brasileira sobre a Amazônia
Biden retoma ofensiva contra a soberania brasileira sobre a Amazônia
Luis Dufaur
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Por ocasião da reunião internacional Rio+20 escrevemos que essa "tentativa de governo mundial não deu certo, mas pode voltar".

A reunião foi uma posta ao dia da ECO-92, ou II Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento – CNUMAD (United Nations Conference on Environment and Development, realizada na mesma cidade em 1992.

Ela tudo fez para promover uma mal esclarecida “economia verde” com base num talismânico “desenvolvimento sustentável” e com o objetivo – entre outros – de erradicar a pobreza do planeta, embora convidasse a um abandono da prosperidade ainda existente.

Essa colossal tarefa deveria ser encomendada a uma nova “estrutura institucional” – leia-se uma superestrutura burocrática passando por cima dos países soberanos em nome dos interesses planetários – a qual definiria, ela só, os interesses ecológicos do planeta.

Na prática, ter-se-ia gerado um fabuloso poder com ares de governo universal. Ele não foi oficializado na Rio+20, mas escreviamos que poderá vir a sê-lo no futuro. É uma exigência da utopia.

Agora o Brasil sobre tudo enfrenta uma retomada generalizada dessa ofensiva liderada abertamente pela administração Biden.

Mais uma vez, os poderes engajados públicos e privados, governamentais, internacionais, ONGS, macromídia, big techs e Vaticano mostram urgência na vontade de impor um governo mundial sobre a Amazônia, prévio a um governo único planetário. Por quê?

domingo, 24 de janeiro de 2021

Crescem ilhas que o mar deveria ter engolido

A ilha de Jeh está crescendo. Limites de 1943 em vermelho. Fonte (USDA)
A ilha de Jeh está crescendo. Limites de 1943 em vermelho. Fonte. USDA
Luis Dufaur
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Certas ilhas de baixo nível de altura são os territórios mais vulneráveis ao crescimento do nível do mar. 

Se o mar em volta delas está subindo, como trombeteia o alarmismo ecológico, elas estariam condenadas a desaparecer, se é que já não sumiram do mapa.

Mas, para surpresa do alarmismo e para alegria de todas as pessoas de bem, muitas ilhas da Terra que atendem aos requisitos fatais da propaganda verde, no entanto, nos últimos 100 anos experimentaram um notável crescimento.

Crescimento que é inexplicável segundo os boatos, mas que está sendo estudado e explicado pelos cientistas.

De extremo mal gosto, aliás, foi induzir injustificado apavoramento nos ilhéus de Tuvalu, Kiribati e da Micronésia. Cfr.: Ilhas do Pacífico crescem em altura e extensão e desmentem alarmismo climático

domingo, 17 de janeiro de 2021

Uma “nação chinesa” na Amazônia?

Nossos governos mudam, mas a cobiça chinesa perduraa e cresce
Nossos governos mudam, mas a cobiça chinesa perdura e cresce
Luis Dufaur
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Para Dilma o ditador Xi-Jinping prometeu tudo.
O mais importante que mandou foi o coronavírus.
As inconmensuráveis riquezas contidas na região amazônica causam inveja em todo o mundo.

Não faltam e cada vez menos faltarão países, multinacionais ou grupos ideológicos querendo fincar pé nas regiões menos povoadas da Amazônia, a brasileira em especial.

É questão de soberania nacional que o País ocupe efetivamente esse território.

E quem melhor do que os próprios cidadãos brasileiros para se instalarem lá para produzir, povoar, civilizar e garantir o controle nacional?

Porém, o ativismo ambientalista, de mãos dadas com o indigenismo e outros pretextos de fundo ideológico que se manifestaram muito ativos a propósito do Sínodo da Amazônia, vêm sabotando a larga ocupação dessa imensa parcela estratégica do país.

Restrições legais de toda espécie, como demonstrou o Dr. Evaristo de Miranda no post O BRASIL ACABOU?, tornam extremamente árdua senão impossível a expansão natural da atividade produtiva e da população brasileira nessa prometedora região.

E até vem expulsando-os da região como já aconteceu na reserva Raposa/Serra do Sol. 

domingo, 1 de novembro de 2020

Cada dia aparece uma nova espécie na Amazônia

Drosera amazonica, encontrada em 2009
Drosera amazonica, encontrada em 2009
Luis Dufaur
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Há já uma década escrevíamos nestee blog que a organização ambientalista internacional WWF (World Wildlife Fund for Nature) elaborou extensa compilação das mais de 1.200 novas espécies de animais e vegetais descobertas na Amazônia nos mais recentes dez anos.

A divulgação do relatório foi noticiada pela BBC Brasil.

Segundo o estudo intitulado “Amazon Alive!”, entre 1999 e 2009, uma nova espécie foi achada a cada três dias na região.

Os números comprovam que a Amazônia é um dos lugares de maior biodiversidade da Terra: foram catalogados não período 637 novas plantas, 257 peixes, 216 anfíbios, 55 répteis, 39 mamíferos e 16 pássaros.

“O volume de descobertas de novas espécies é incrível – e isso sem incluir o grupo dos insetos, onde as descobertas também são muitas”, disse a coordenadora da WWF no Brasil, Sarah Hutchison.

domingo, 4 de outubro de 2020

Adaptar-se às mudanças climáticas custaria 50 vezes menos que tentar contê-las

Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Desta vez não teria sido cinema ficção, mas dura realidade.
Luis Dufaur
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Nunca ouvimos bem explicado quanto custaria conter as 'mudanças climáticas' se é que é isso é possível. 

Pois basta considerar sua imensidade de um lado e de outro lado a insignificância dos recursos humanos para lhes modificar o rumo, ainda que pareçam gigantescos.

No dia anterior ao momento em que escrevo os termômetros apontaram 38º na cidade de São Paulo, alguns da rua registravam mais de 40ª. Todo o mundo ligou tudo o que podia para se refrescar. Eu mesmo fiz isso. 

Do que é que adiantou? A natureza continuou sua oscilação térmica sem se importar com o que fazíamos milhões de seres humanos em imensas cidades industriais.

Agora, neste momento, veio a garoa e o termômetro marca 21º. Damos graças a Deus, pois é o único que há a fazer.

domingo, 27 de setembro de 2020

Morre meio milhão de chineses pela poluição cada ano, mas isso não é tragédia ambiental!

Mulher tenta se proteger em Pequim
Mulher tenta se proteger em Pequim
Luis Dufaur
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A poluição na China como que é crônica pelo desmedido desejo de hegemonia industrial e econômica do regime socialista. 

As notícias a respeito parecem repetitivas se não fossem tão trágicas.

Uma das ondas de poluição que se abateu sobre o norte do país “era tão densa que eu não conseguia sequer perceber o imóvel que estava diante de mim.

“Eu não ouso sequer assomar meu nariz fora de casa porque fico doente”, explicava Gao, jornalista aposentada que vive na periferia de Pequim, ao quotidiano francês “Libération”.

O “Libération” é insuspeito: ele “morre de amores” pela revolução chinesa e pela ecologia!!!

A referida onda foi em 2014, mas as instruções do plano quinquenal marxista mandam que se continuem aplicando até atingir a hegemonia industrial mundial chinesa! 

Como é uma potência amiga da confraria verde/vermelha ocidental não se faz propaganda contra.

A concentração de micropartículas no ar da capital chinesa atingiu durante uma semana por volta de 400 a 500 microgramas por metro cúbico. Isto é 16 a 20 vezes o máximo definido pela Organização mundial da Saúde — (OMS).

Em Shijiazhuang, cidade industrial próxima de Pequim onde essa concentração supera com frequência até 900 microgramas (36 vezes o máximo fixado pela OMS), um habitante ousou se queixar na prefeitura.

domingo, 20 de setembro de 2020

Mosquitos afugentam
moradores de prédios ecológicos de Chengdu

Chengdu Qiyi City Forest Garden foi atrativa muito pouco tempo até que a natureza falou pelos mosquitos.
Chengdu Qiyi City Forest Garden foi atrativa muito pouco tempo
até que a natureza falou pelos mosquitos.
Luis Dufaur
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A propaganda ecologista quer nos fazer sonhar com uma vida idílica imersos na natureza, da qual usufruiríamos toda espécie de benesses até agora nunca experimentados na civilização urbano industrial.

Nada nos fala dos incômodos que ela envolve e contra os quais lutaram valentemente desbravadores e colonizadores, monges e abadias.

Eles modificaram, por vezes profundamente, o entorno vegetal e animal, e por vezes a terra criando lagos artificiais, canais, drenagens ou áreas de rega.

Tudo isso com muito e meritório esforço mas cometendo crimes contra a mãe terra.

A propaganda nos silencia esses aspectos difíceis na conquista da natureza dando a acreditar que entrando na mata afundaríamos num colchão de delicias vegetais e por que não? animais.

Mas a natureza está maculada e faz sofrer até àqueles que caem nesses contos.

Um dessas enganações dizia que seria possível viver em oito grandes prédios ecológicos que quase emulariam essa visão ‘conto da carochinha verde’ somando delícias da natureza com comodidades da modernidade, esquecendo os aspectos complicados.

domingo, 26 de julho de 2020

Derretimento do Ártico: ignorância ou fraude ambientalista?

Washington Post 2-11-1922

Luis Dufaur
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A toda hora, a mídia sensacionalista e ativistas do apocalipse ecológico espalham descabidas focalizações e conclusões a respeito do derretimento do Ártico.

A tendência é bem conhecida e preconcebida: bloquear o progresso e reduzir a civilização ocidental, com o argumento de que eles levam o planeta a um colapso fatal.

Para esses propagandistas, seria bem interessante lerem a seguinte notícia sobre o derretimento do Ártico veiculada pelo Washington Postem 2 de novembro de 1922. Há quase um século!!!

Ela reproduz um despacho da Associated Press. Matéria semelhante porém bem mais extensa fora publicada pela Monthly Weather Review de 10 de outubro daquele remoto ano.

As matérias patenteiam que o degelo do Ártico não é novidade, e confortam a posição científica de estarmos diante de ciclos de oscilação térmica ainda insuficientemente conhecidos.

Portanto, nada de catastrofismo nem de fim do mundo como quer fazer certa ideologia ecologista, empenhada, como o transato comunismo, em arrefecer e afogar a cultura ocidental.

domingo, 28 de junho de 2020

Alarmismo ambientalista procura novo espantalho

A Torre Eiffel sob as águas ou no deserto: vale tudo
Luis Dufaur
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Há uma depressão palpável e crescente na “religião” catastrofista. Nesse singular culto procura-se algum slogan ‒ ou “verdade revelada” ‒ que possa servir para os mesmos efeitos que o “aquecimento global” que está ficando gasto demais.

É o problema dos slogans: no início causam furor, depois saturam e, por fim, viram biscoito lambido.

E a “religião” ambientalista tem muito de fanatismo. Por isso precisa logo encontrar substituto para alimentar sua corrida para seu extremados objetivos.

Grande esforço intelectual desenvolve-se nestes momentos nos cenáculos da religiosidade apocalíptica e pouco veladamente socialista.

Novas fórmulas estão sendo discutidas. Outras são velhas, mas suscetíveis de manipulação. Pouco importa se a religião socialista é bem servida.

domingo, 21 de junho de 2020

UE prepara novos arrochos “verde/vermelhos”

Ursula von der Leyen: impor uma Europa verde explorando a crise do coronavírus
Ursula von der Leyen: impor uma Europa verde explorando a crise do coronavírus
Luis Dufaur
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A União Europeia sempre obcecada pela implantação de seu igualitarismo filosófico fundacional e pouco atenta às verdadeiras necessidades dos europeus trabalha para “estabelecer uma Europa mais social”.

Nisto se aproximava muito aos objetivos que o Papa Francisco fixou para os movimentos sociais e na promoção de um tribalismo comuno miserabilista visceralmente igualitário.

A Comissão de Bruxelas, espécie de soviete supremo da UE, repete como mantra budista a necessidade de “equilibrar a dimensão econômica e social” da Europa.

O palavreado é gasto e embute o sofisma para achatar cada vez mais os cidadãos, os quais por sua vez se mostram cada vez mais queixosos e o exprimem votando pelos partidos anti-UE.

Com a troca da liderança da Comissão e a ascensão de Ursula von der Leyen a UE não deu sinais de atender as apetências genuínas dos europeus e mandou pisar no acelerador do igualitarismo.

domingo, 29 de março de 2020

Ambientalismo e coronavírus: o gênero humano é o inimigo que se quer dizimar?

A epidemia de um vírus altamente infeccioso
causará mais estragos que a bomba atômica (Bill Gates)
Luis Dufaur
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Já tinha acontecido algo parecido na ECO-92 e vem se repetindo nas assembleias planetárias da ONU sobre o estado do clima planetário.

Por exemplo, durante a reunião dos chefes de Estado na Rio+20, em 2012, 105 Academias de Ciência ligadas à rede mundial IAP (Global Network of Sciences Academies)  conclamaram a uma “ação global coordenada” para diminuir a população mundial.

O objetivo é proceder a uma redução acentuada dos seres humanos sobre a Terra e vem sendo levantado novamente com o pretexto do novo coronavírus.

Uma conferência TED de Bill Gates em 2015 foi trazida de novo à primeira página dos maiores sites do mundo. O magnata acena com um vírus assustador que favoreça essa drástica redução dos humanos.

domingo, 15 de março de 2020

Na França, lobos “protegidos”
proliferam e dizimam rebanhos

Lobos em parque francês
Luis Dufaur
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Após intensa pressão “verde”, a França repovoou seu território com lobos, que se tornaram “espécie protegida”.

Mas eles se multiplicaram tanto e estão fazendo tanto dano, que o país aplicou no período 2013-2017 um “Plano Lobo” para conte-los de alguma forma.

Só em 2012, os 250 lobos controlados atacaram 5.848 animais de criação, informou o jornal de Paris “Le Figaro”.

No jargão burocrático, a França tentaria uma “gestão diferenciada” dos predadores em função das regiões e dos rebanhos.

“Preferiríamos sempre um plano democrático – como se os lobos fossem sensíveis à democracia – antes que o projeto fosse aprovado”, explicou Benoît Hartmann, representante da associação France Nature Environnement.

domingo, 1 de setembro de 2019

Pânico induzido das queimadas
esconde plano anticristão

A área em verde escuro é a floresta amazônia Destaca-se a escasez aguda de fogos, com exceção das áreas de fronteira. Fonte: FIRMS ou Fire Information for Resource Management System
A área em verde escuro é a floresta amazônica
Destaca-se a escasez aguda de fogos, com exceção das áreas de fronteira.
Fonte: FIRMS ou Fire Information for Resource Management System
Luis Dufaur
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Segundo explica a NASA, estamos na ‘estação do fogo’ na floresta amazônica. Segundo o mais acatado órgão do mundo que acompanha os fenômenos da atmosfera e do espaço não há razão alguma para o alarme.

O estrondo mundial pelas queimadas na região amazônica é um fato estritamente midiático.

O ‘pânico dos incêndios amazônicos’ é tal vez a maior manobra de ‘fake news’ de que a história tem lembrança.

E, como veremos, incuba sorrateiramente um objetivo ideológico há tempos que pode causar gigantesco dano ao Brasil.

Vamos por partes.

O que diz a NASA

Na página “Fires in Brazil”, o Earth Observatory da NASA (National Aeronautics and Space Administration, ou Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, agência do Governo Federal dos EUA) explica tranquila, sisuda, breve, técnica e documentada online o seguinte:

domingo, 4 de novembro de 2018

Quem aqueceu o clima sul-americano na Idade Média? Os índios?

Estudos sobre o aquecimento do clima na América do Sul  no período quente medieval.  Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno
Estudos sobre o aquecimento do clima na América do Sul
no período quente medieval.
Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno
Luis Dufaur
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Um novo estudo liderado pelo Dr. Sebastian Lüning, do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça, e pelo Prof. Fritz Vahrenholt do Departamento de Química da Universidade de Hamburgo, Alemanha, voltou a focar o “aquecimento global” verificado na América do Sul durante a Idade Média.

Obviamente esse não pode ser atribuído aos índios, únicos habitantes do continente naquela época, nem às suas primitivas técnicas de supervivência. Técnicas essas que nos são apresentadas como tábua de salvação do planeta ameaçado pela civilização industrial.

O relatório postado na web em 31 de outubro de 2018 no Quaternary International só confirma aquilo que vem reafirmando os cientistas sérios – não alarmistas: o clima planetário passa por períodos cíclicos de aquecimento e resfriamento.

Um apanhado traduzido do original alemão foi facilitado pelo site NoTricksZone.

A Idade Média viveu um desses períodos de aquecimento global. E foi um aquecimento planetário, não apenas no nosso continente.

Os estudos sobre o Período Quente Medieval estão adquirindo um volume esmagador. Na impossibilidade de reproduzi-los todos, mesmo em forma de mera listagem, recomendamos ao leitor clicar no link para uma visão de conjunto de 1.200 desses recentes trabalhos.

O Dr. Sebastian Lüning apresenta seus livros
O Dr. Sebastian Lüning apresenta seus livros
Os atuais – e famigerados – “modelos” climáticos não conseguem simular satisfatoriamente o aquecimento medieval. Tal vez influenciados por prejuízos ideológicos de seus autores “aquecimentistas”.

No trabalho publicado no Quaternary International, a equipe de cientistas elenca um grande número de estudos que abarcam todo o continente sul-americano, estudando restos de polens, sedimentos lacustres nos Andes, sedimentos marítimos, etc.

Ditos estudos reconstruíram as oscilações na diminuição e expansão das geleiras andinas e mudanças registradas nos anéis dos troncos de árvores fossilizados.

O Dr. Lüning e equipe constataram que a vasta maioria dos 76 trabalhos científicos consultados e dedicados especificamente ao caso apontam um aquecimento do clima sul-americano no “Medieval Warm Period” (Período Quente Medieval).

As exceções foram verificadas em praias marítimas do Peru, no norte do Chile e Cabo Frio (Brasil) e são atribuídas a mudanças nos ventos e correntezas marítimas.

O Dr. Sebastian Lüning trabalha para o , do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça
O Dr. Sebastian Lüning do Instituto de Hidrografia, Geoecologia e Ciências do Clima da Suíça
Segundo o “abstract” ou ementa do trabalho, a chamada “Anomalia Climática Medieval” atingiu seu auge entre os anos 1.000-1.200 d. C. em sincronia com a acontecida no hemisfério Norte. Ela pode ser estudada num leque de 1.500 anos.

A vasta maioria das terras sul-americanas apontam para esse aquecimento: a ascensão da vegetação em zonas andinas, a contração dos geleiras, o aumento da produtividade biológica nos lagos de grandes alturas, a duração da estação fria, a redução dos lagos nos Andes, etc.

A intensidade do aquecimento na América do Sul e no hemisfério Norte, é comparável, além de sincrônica, e atribuível a ciclos oceânicos, no Pacífico e no Atlântico, de muitos séculos de duração, ligados provavelmente à atividade solar.

Foi uma transformação gigantesca que não teve nada a ver com causas humanas, como hoje pretende nos fazer acreditar a ideologicamente enviesada propaganda aquecimentista.

O mapeamento do clima medieval sul-americano foi cotejado com os resultados de iniciativas científicas semelhantes na Antártica e no sul da África.

Panorâmica dos estudos sobre o Período Quente Medieval.
A existência desse período prova que o homem e sua civilização
são irrelevantes nas grandes mudanças do clima.
Clique aqui para ver a lista dos 1.200 estudos sobre o fenômeno

As tendências climáticas registradas foram análogas, além das mencionadas similitudes com as verificadas na metade boreal do planeta.

Também participaram do trabalho Mariusz Gałka do Departamento de Biogeografia e Palaeoecologia da Faculdade de Ciências Geográficas e Geológicas Adam Mickiewicz da Polônia; Florência Paula Bamonte do Laboratório de Paleoecologia e Palinologia da Universidade Nacional de Mar del Plata, Argentina; e Felipe García Rodríguez, do Centro Universitário Regional Este, do Uruguai.


domingo, 10 de dezembro de 2017

Festa de “energias renováveis” depaupera espanhóis

Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca. Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Parece conto da carochinha, mas don Quixote virou a casaca.
Na Espanha, as energias renováveis ficaram quixotescas.
Luis Dufaur
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A grande crise que abalou a economia mundial no início do século foi pretexto para o governo socialista espanhol de Zapatero empurrar as energias alternativas.

Sempre haverá possíveis novas fontes de energia e é desejável que sempre apareçam novas. O planeta as possui ou recebe – como é do caso do sol – em volumes que superam todo cálculo.

O problema é ter a tecnologia para aproveitá-las. E não desativar aquelas que de momento se apresentam viáveis em troca de um pulo no vazio. Quando atingirmos um conhecimento técnico que justifique a mudança, essa acontecerá naturalmente.

Mas a enigmática e anárquica turma ambientalista quer que o mundo pule no precipício do ignoto. Ou, pior, que se jogue no abismo do que se sabe que agora não é rentável nem viável.

domingo, 9 de outubro de 2016

Portugal taxa até os elementos

Tem um belo panorama em Lisboa? Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Tem um belo panorama em Lisboa?
Pague mais seu capitalista explorador do meio ambiente!!!!
Luis Dufaur
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Em nome da “justiça social”, prefeituras portuguesas conceberam um imposto genuinamente “verde” e draconianamente contrário à propriedade privada.

Trata-se de penalizar os “odiosos ricos” – segundo a expressão de Reinformation.tv que informou o fato.

O “crime” é que algumas casas tenham maior exposição ao sol ou uma visão panorâmica melhor. A punição está contida no decreto-lei 41 de 2016 e poderá aumentar as taxas municipais cerca de 20 %.

Proprietários e locatários que vivem em casas ou apartamentos voltados para um cemitério ou pouco iluminados terão um desconto de 10 %.

Os portugueses estão furiosos com essa “taxa da luz”. O Estado não diz que está precisando de dinheiro ou de estar sendo constrangido pela União Europeia, mas reconhece que a finalidade é filosófica “igualitária”.

Segundo o secretário de Estado das Finanças, Fernando Rocha Andrade, trata-se de taxar em função do luxo de ter luz solar e panorama, benefícios de tipo ambiental.

Não levará em conta o número dos membros da família nem a qualidade dos serviços públicos. A propriedade será taxada pelo fato de ser ambientalmente agradável ou confortável.

domingo, 3 de julho de 2016

Ambientalistas e Putin
aliados contra Ocidente

Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Corbyn e Putin, o líder trabalhista, admirador de Marx aliado ao reciclado coronel da KGB.
Luis Dufaur
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Quando, em junho de 2014, o ex-secretário geral da NATO Anders Fogh Rassmussen denunciou que a Rússia estava financiando o movimento anti-fracking no Ocidente, a gritaria dos militantes ambientalistas foi geral.

Órgãos da mídia e políticos tidos como sisudos julgaram ser uma aliança contra natura.

Porém, uma investigação levada adiante pela Washington Free Beacon and Environmental Policy Alliance revelou aquilo que o movimento verde não queria que fosse revelado. Steve Komarnyckyj fez um apanhado para a agência Euromaidan.

Uma fundação, a Sea Change, canalizava os financiamentos provenientes do círculo mais íntimo de Putin para três grandes grupos ambientalistas: o Sierra Club, o National Resources Defense Council e a League of Conservation Voters.

Em troca, o movimento verde ecoava largamente a propaganda russa em favor da invasão armada da Ucrânia. O site Resistência Popular, dos ativistas verdes Margaret Flowers e Emanuel Sferios, foi característico.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Viajando em trem ecologicamente correto;
e comunista também.
Uma “profecia do futuro mundo verde"

Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.
Cuba de trem é a experiência da miséria ao vivo.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





As primeiras ferrovias – de luxo, aliás – da América Latina, foram as de Cuba. Hoje elas constituem a forma mais lenta de transporte na ilha, o que não é dizer pouco.

Viajar de Havana a Santiago de Cuba – mais ou menos de uma extremidade a outra da ilha ou 765 quilômetros – leva em média 15 horas, caso o trem não quebre, fato muito comum.

Um jornalista do “Clarín” de Buenos Aires ousou a aventura e publicou os resultados.

As cabras pastam junto aos trilhos, obrigando as locomotivas a frear para não atropelá-las. Carros de antigas marcas americanas e caindo aos pedaços fazem fila nos cruzamentos, aguardando passar os vagões, que podem atrasar horas.

Conduzir um trem exige muita habilidade, quando funciona.
Conduzir um trem exige muita habilidade, quando funciona.
Charretes puxadas a cavalo atravessam os trilhos após o chacoalhante comboio passar. Um tanque russo jaz abandonado sobre um carregador em alguma parte do percurso.

Aqueles mesmos trilhos transportavam toneladas de açúcar da outrora pletórica indústria cubana hoje reduzida a frangalhos. Em compensação, um jovem sobe no vagão, levando cabras para vender no mercado negro em Havana.

Para modernizar o sistema, o governo procura velhos equipamentos compatíveis com os modelos soviéticos.

Mas o roubo e o descaso dos funcionários garantem que o sistema continue tão péssimo como antes das “melhoras”.

De Havana a Santiago há um trem com ar condicionado, mas está quebrado e sem previsão de voltar a funcionar.

As famílias não têm outra opção senão se resignar. Não há outra via nem dinheiro para pagar “por fora”.

As ferrovias estão integradas com a rede de transporte público.
As ferrovias estão integradas com a rede de transporte público.
Entretanto, aqueles vagões outrora foram de luxo. No século XIX, a aristocracia cubana assumiu a tarefa de construir as ferrovias para escoar a magnífica produção de açúcar de suas excelentes fazendas, hoje arruinadas pela reforma agrária.

Os trens da era aristocrática tinham vagões-restaurante e serviços de luxo, por vezes mais exigentes que seus símiles europeus.

Na atualidade, a chance de um refrigerante é representada por camelôs nos cais das múltiplas paradas, para quem puder pagar.

No século XIX, a rede ferroviária cubana chegou a ter 9.000 quilômetros (5.600 milhas) de extensão e percorria toda a ilha, até que o socialismo do século XX se encarregou de escangalhá-la.

Mas a propaganda do regime faz questão de sublinhar esses “títulos de nobreza” para o exterior, sem mencionar o quanto ele os espezinhou.

Um enferrujado tanque soviético ameniza o panorama.
Um enferrujado tanque soviético ameniza o panorama.
Para os turistas, funciona uma linha especial unindo a capital cubana ao povoado de Hershey, na província de Matanzas, onde os guias exibem uma enferrujada fábrica de chocolate que há muito deixou de funcionar.

Os turistas pagam menos de 50 centavos de dólar pelo passeio.

Entre Santiago e Havana, os cubanos pagam pouco mais de um dólar e podem transportar as coisas mais incríveis, sem garantia de chegar bem. Para os estrangeiros o preço é 30 dólares.

A miséria cubana costumava ser atribuída pelo regime ao embargo americano. Hoje a propaganda a está transformando numa realização ecológica: um sucesso do modelo anticapitalista que não aquece o planeta.

Nessa nova visualização, Fidel Castro vai assumindo os ares de um patriarca e profeta do futuro mundo verde.