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domingo, 20 de março de 2022

Mais de 550 novas espécies descobertas em 2021

Eurythenes atacamensis, crustáceo na Fossa de Atacama (Peru e Chile)

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um alarmismo feito de exageros e exploração do desconhecimento popular nos inocula a ideia de uma extinção irreparável das espécies animais e vegetais por culpa do progresso humano.

Porém, a verdade é que o homem nem tem ideia certa de quantas espécies com vida existem na Terra.

Só no ano 2021 foram identificadas e catalogadas 552 novas espécies por cientistas do Museu de História Natural de Londres, noticiou o site Space +Science.

Entre elas há de tudo: criaturas parecidas com camarões, um dinossauro extinto chamado “garça do inferno” e besouros coloridos por exemplo.

A pandemia restringiu as possibilidades de viagens e explorações, mas ainda assim uma busca restringida revelou uma riqueza abundante de espécies ignotas para a ciência, vivas e extintas.

domingo, 13 de fevereiro de 2022

Queimadas continentais até na Antártica e o mundo passa bem!

Paleoincêndios (reconstrução artística) e incêndio na Austrália.
Paleoincêndios (reconstrução artística) e incêndio na Austrália.
Luis Dufaur
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Estudos mostrando que a Terra já passou por calores maiores pôs em evidencia mais uma vez os exageros do pânico do “aquecimento global”.

Um artigo científico publicado na Polar Research pela paleobotânica Flaviana Jorge de Lima, da Universidade Federal de Pernambuco, e outros cientistas do Brasil foi comentado pelo “The New York Times”.

Ele veio demonstrar que a Antártica há 75 milhões de anos, no período Cretáceo, fez parte do que os pesquisadores chamam “mundo superfire” (superincêndios) a pesar dos quais a Terra continua albergando a vida com tranquilidade.

O artigo mostra que nesse período que corresponde à era dos dinossauros aconteceram ciclópicos incêndios naturais que não pouparam continente algum.

Nem mesmo a Antártica que hoje é conhecida por seu clima gélido e inóspito e sua superfície coberta de imensas acumulações de gelo.

A pesquisa sobre incêndios florestais pré-históricos chamados de “palefire” estava em andamento há décadas, concentrada no hemisfério norte.

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Na Olimpíada pequineses afogam na poluição

Poluição atingiu altíssimos patamares na China enquanto ONU saudava Pequim como líder para 'salvar o clima'
Poluição atingiu altíssimos patamares na China
enquanto a ONU saudava Pequim como líder para 'salvar o clima'
Luis Dufaur
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A cidade de Pequim fechou seus playgrounds devido à poluição do ar, mas a China aumentou sua produção e consumo de carvão enquanto a assembleia da ONU COP26 sobre mudanças climáticas tripudiava contra os países capitalistas poluidores, descreveu o canal francês 20minutes.

A China, o maior poluidor do mundo, foi criticada na conferência internacional realizada em Glasgow pela ausência do presidente Xi Jinping.

Mas não pelo pavoroso envenenamento da atmosfera planetária que o regime socialista chinês pratica visando se promover ao patamar de máxima economia planetária a qualquer custo.

Conduta análoga foi assumida por Pequim durante os Jogos Olímpicos de Inverno, em fevereiro 2022.

domingo, 16 de janeiro de 2022

A “capital eólica do Texas” ficou no frio, sem energía, e o estado enterrou centenas

Autoridades aduziram o congelamento das turbina eólicas, fato já acontecido em diversas localidades
Autoridades aduziram o congelamento das turbinas eólicas,
fato já acontecido em diversas localidades
Luis Dufaur
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A pequena cidade de McCamey no Texas, que vivia em torno de poços de petróleo, resolveu mudar para ser a “capital eólica” do estado e se cercou de turbinas movidas a vento.

Ia ser lindo, o município seria aplaudido como inovador, todo um líder da “transição energética” que quer o ambientalismo.

Mas hoje McCamey parece uma cidade fantasma, com poucas pessoas caminhando nas ruas, construções abandonadas e quase sem sinal de celular, como mostrou reportagem da “Folha de S.Paulo”.

McCamey chegou a ter 10 mil habitantes dedicados, quase todos, à indústria petrolífera. Hoje sentimos pena enquanto escrevemos: não há 2.000 moradores, céticos quanto ao uso de energia renovável ou que rechaçam a possibilidade de abandonar os combustíveis fósseis, diz a “Folha”.

“Sou pró-petróleo e pró-gás” exclama uma mulher que não aceita conversa nesse ponto.

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

Mais blefes de países-arquipélagos que afundam

Ministro de Tuvalu blefa proferindo discurso para a COP26 desde Tuvalu alagada pela 'elevação do nível do mar'
Ministro de Tuvalu blefa proferindo discurso para a COP26
desde Tuvalu alagada pela 'elevação do nível do mar'
Luis Dufaur
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O pânico soprado pelo aquecimentismo, como já foi muitas vezes apontado, explora situações naturais que, quando postas a nu, põem à luz enganações risíveis.

Mais recentemente, a BBC Mundo, explorou a situação de uma pequena nação do Oceano Pacífico, Tuvalu, que estaria no ponto de desaparecer. A reportagem foi reproduzida por “La Nación”.

A causa apontada é uma fake news repetida ad nauseam: a ascensão dos níveis dos mares pelo derretimento dos gelos por culpa dos gases de efeito estufa emitidos pelos países civilizados.

Esta nação estaria se preparando legalmente para o pior cenário: a submersão total de seu território, acrescenta.

E para espantar a quem nunca foi a Tuvalu, a BBC apresenta uma mensagem dramática à COP26, a recente cúpula sobre mudança climática em Glasgow, Escócia.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

Políticos taxam mais com pretexto de crise climática e temem o povo

Españóis protestam por aumentos abusivos para 'salvar o clima'
Espanhóis protestam por aumentos abusivos para 'salvar o clima'
Luis Dufaur
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Enquanto os líderes mundiais se reuniam na conferência das Nações Unidas em Glasgow, Escócia, para enfrentar a fictícia ameaça das mudanças climáticas, as populações de muitas nações saíram em massa para protestar contra os danos causados pelas leis ecologistas, explicou o “The New York Times”.

Pois as medidas pelo absurdo de ‘combater as mudanças climáticas’ na prática não se traduzem em benefícios para a humanidade, mas em toda espécie de malefícios expressos em mais taxas e restrições ao bolso dos cidadãos.

A Espanha foi percorrida por estridentes manifestações contra o aumento das contas de eletricidade. Na Grécia os protestos foram contra o encerramento de minas de carvão fornecedoras de combustível para as geradoras de energia elétrica. Na França também se multiplicaram os protestos em áreas rurais e pequenas cidades pelo encarecimento acentuado dos preços da gasolina.

domingo, 21 de novembro de 2021

Homem e pecuária não aumentam metano no ar

Não é culpado pelo aumento do metano

Luis Dufaur
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O mundo real veio sempre atrapalhando a  mitologia do aquecimento global antropogênico. Porém, a exploração desse já gasto mito não cessa. Ele rende cargos públicos em governos e órgão internacionais, muito espaço e autopropaganda na mídia e nas ONGs ligadas à esquerda.

O aumento dos níveis de gás metano na atmosfera existia antes da Revolução Industrial sendo atribuído a causas naturais e não à influência humana, como mostrou, entre outros, estudo de cientistas da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, publicado na revista Nature que teria dado para tranquilizar os irrequietos agitadores do aquecimento global há já anos.

O metano é um dos gases mais acusados de contribuir para o suposto aquecimento global, mas poucos conseguiram estudar o motivo de um aumento anormal de suas concentrações entre a segunda metade do século XVIII e o início do século XIX.

Mas a propaganda ambientalista manipula esse aumento contra a pecuária e o agronegócio, é preciso reconhecer que por razões ideológicas.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

COP26 aplaude Xi que promete poluir mais

Xi Jinping promete continuar poluindo e é ovacionado como salvador do clima
Xi Jinping promete continuar poluindo e é ovacionado como salvador do clima
Luis Dufaur
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Na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) de setembro (2021) Xi Jinping, presidente da China, trombeteou que não participará mais na construção de usinas a carvão no exterior, segundo informou “La Nación”.
 
Mas fez religioso silencio sobre as usinas a carvão em seu país. Entre 60 e 80% da energia elétrica chinesa provém de usinas desse tipo altamente poluidoras. A China constrói uma delas por semana.

Mais de 70% das usinas a carvão no mundo atualmente estão sendo construídas com fundos chineses, de acordo com o Instituto Internacional de Financiamento Verde, com sede em Pequim, citado pela Bloomberg. Xi não disse o que fará com elas.

Desde pelo menos o Acordo de Paris, o presidente comunista vem sendo ovacionado como líder planetário contra o aquecimento global quando anuncia o que depois descumpre acintosamente: tornar a China um país neutro em carbono até 2060.

terça-feira, 26 de outubro de 2021

Ecossocialismo causa catástrofe ambiental na Venezuela

Maravilhas do ecosocialismo o maior lago da América do Sul perece por abandono das instalações petrolíferas
Maravilhas do ecossocialismo o maior lago da América do Sul
perece por abandono das instalações petrolíferas
Luis Dufaur
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O regime venezuelano bem engajado com todas as causas das esquerdas é o responsável pela tragédia ecológica no Lago de Maracaibo no noroeste do país com partes na Colômbia, explicou Sharon Gómez, especialista em comercio marítimo internacional.

O lago é o maior de água doce da América do Sul e repousa sobre uma das maiores jazidas de petróleo do mundo, mas se está contaminando espantosamente pela dissidia dos regimes de Chávez e Maduro.

Está em curso a eliminação da flora e da fauna silvestres, a deterioração do ecossistema subaquático e o crescimento excessivo de fatores epidêmicos que causam graves prejuízos aos habitantes da área.

Os regimes socialistas do século XXI anunciaram com espalhafato planos e políticas públicas ambientais que ao mesmo tempo manteriam a infraestrutura petrolífera que extrai petróleo do lago.

De fato, o Socialismo do Século XXI, de Chávez e depois de Maduro não só levou à falência o aparelho produtivo do país, notadamente da companhia nacional de petróleo (PDVSA), mas colapsou a infraestrutura física do petróleo no Lago Maracaibo.

domingo, 10 de outubro de 2021

Quando o ambientalismo proibiu o DDT e os percevejos invadiram capitais americanas

Luis Dufaur
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Vasculhar as lembranças de perigos ou males passados, ajuda a evitar os futuros. Às vezes é ocasião de risos e divertimento.

Nossos inesgotáveis ambientalistas também têm coisas que não lembram em seu afã desmedido de afundar nosso estilo de vida. Esta lembrança vale também para eles.

Foi no ano 2010, quando o emblemático arranha-céu Empire State Building de Nova York foi invadido pelos percevejos, segundo noticiaram “El Mundo” de Madri e outros jornais.

Os turistas que visitavam o prédio usavam termos como “repugnante” e “nojento” para descrever o efeito produzido.

Esses insetos que sugam o sangue também invadiram outros arranha-céus da capital financeira americana, como o Time Warner Center ‒ sede da CNN ‒ empresas, e lojas como Hollister e Nike, cinemas e teatros, e a sede da promotoria federal de Brooklyn.

O cinema AMC Empire 25 em Times Square foi fechado para fumigação.

domingo, 3 de outubro de 2021

“Lockdown climático”: proibir picapes e renunciar a carros privados?

Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'
Banir picapes e carros particulares para 'salvar o clima'?
Luis Dufaur
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Os crescentes apelos por “lockdowns climáticos” para sustar os fantasmas do “aquecimento global” e do CO2 recebem espaços na mídia na proporção do exagero.

‘É hora de proibir a venda de picapes’, ‘abandone totalmente a dependência de veículos particulares’ são algumas das mais recentes reivindicações verde/vermelhas, observa “Climatedepot”.

Davide Mastracci, editor-chefe do grupo ecologista canadense Passage, que se autodescreve como “aspirante a marxista” propôs em julho de 2021:

“Cortar drasticamente as emissões do setor de transporte é de extrema importância para uma estratégia climática de sucesso.

“Uma forma de ajudar a fazer isso é proibir a venda de picapes para todos os consumidores, a menos que sejam capazes de atender a requisitos estritos para provar que serão usadas principalmente para fins de trabalho”.

domingo, 26 de setembro de 2021

Ex-líder ambientalista revela método de fakes alarmistas

Moore tentou sintetizar as principais fakes da mídia e acabou fazendo um livro
Moore tentou sintetizar as principais fakes ecologistas
e acabou fazendo um livro
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Pânico ambientalista engana com fantasmas



Patrick Moore, cofundador da Greenpeace, a abandonou por causa da infiltração marxista .

Ele ficou também muito chocado pelo fato de que as catástrofes e perigos alegados pelo ambientalismo – o comunista disfarçado – são invisíveis ou muito remotas a ponto de serem virtualmente inverificáveis pelo público.

Ele se propôs fazer uma listagem dos principais temores inverificáveis.

Quando Moore reuniu o material probatório se encontrou diante de uma tal massa de enganações que teve que fazer um livro.

“3.000.000 de vulcões submarinos fazem algo não observado”


Mais terror verbal. Patrick Moore reproduz o subtítulo acima diretamente do Science Daily de 15 de fevereiro de 2015.

Ela ecoaria “um novo estudo” do Earth Institute da Universidade de Columbia, que fala de milhões de vulcões submarinos lançando milhões de toneladas de CO2 no oceano.

domingo, 19 de setembro de 2021

Pânico ambientalista engana com fantasmas

Luis Dufaur
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A radiação da energia nuclear vai te matar



Continuação do post anterior: Defensivos agrícolas não envenenam a comida



Patrick Moore o cofundador de Greenpeace que saiu da ONG pela infiltração marxista, como escrevemos em posts anteriores, refuta os pânicos ambientalistas sublinhando que eles acostumam apelar a fatores que não são verificáveis.

Cfr.: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia

‘Veneno na nossa comida’: mais fakes ecologistas

Por exemplo, sobre os pânicos espalhados contra as usinas de energia elétrica com tecnologia nuclear, ele indaga: você já viu alguma radiação nuclear?

Evidentemente não, porque é invisível, responde. Precisa-se de um contador Geiger para detectá-la, instrumento que a maioria das famílias não possui.

Mas essa não mata? É o que martela insistentemente a mídia!

Ele responde: em termos de fatalidades por unidade de energia produzida, a nuclear é a tecnologia mais segura de todas.

domingo, 12 de setembro de 2021

Defensivos agrícolas não envenenam a comida

'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
'Veneno na nossa comida' é boato assustador negado pelos investigadores sérios
Luis Dufaur
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Continuação do post anterior: Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia



Resíduos de pesticidas nos alimentos causam câncer, defeitos de nascença, autismo e danos cerebrais


Como tratamos no post anterior (Fundador arrependido de ONG verde denuncia fakes na grande mídia), Patrick Moore no livro “As falsas catástrofes invisíveis e ameaças de destruição” (“The Fake Invisible Catastrophes and Threats of Doom”) descreve algumas das maiores trapaças do catastrofismo ambientalista.

Sobre tudo, os fantasmas inventados em laboratórios de propaganda. Esses são ponto de partida de temores que nós, simples cidadãos, só podemos sofrer, mas não conseguimos ver. E por isso podemos ser facilmente enganados.

Não podemos, por exemplo, ver, cheirar ou provar os “resíduos” de pesticidas que haveria nos alimentos que segundo o terrorismo verde penetram em nós nos alimentos, lojas ou restaurantes e que nos estariam causando pelo menos nove doenças relevantes.

É uma pena que não possamos observa-los, mas nada facilita mais para inventar histórias do que um “veneno invisível” que penetrassem pode-lo ver.

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Fundador arrependido de ONG verde
denuncia fakes na grande mídia

Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Cofundador de Greenpeace, abandonou-a porque invadida por comunistas
Luis Dufaur
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Patrick Moore é um cofundador da Greenpeace, a mais famosa ONG ambientalista do mundo, precursora da maioria das existentes.

Mas a abandonou por causa da infiltração marxista acontecida após o desfazimento da União Soviética.

Esses comunistas desempregados ingressaram no movimento ambientalista para conseguir seu velho objetivo comunista dissimulando com outro palavreado.

Começaram então a propor campanhas contra a civilização ocidental com grosseiro desconhecimento da natureza.

Moore foi abrindo os olhos para essa infiltração quando ela já era muito numerosa e os ativistas pela natureza tinham ficado em minoria e incapacitados de reagir.

Então abandonou a Greenpeace e vem denunciando sua deturpação.

domingo, 29 de agosto de 2021

Milionários subornos chineses para espalhar o medo do aquecimento global

Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Chefe de Departamento de Harvard recebia verbas ocultas da China
Luis Dufaur
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A China teria investido bilhões de dólares para seduzir cientistas em universidades americanas de elite como Harvard, Yale, Georgetown e Cornell com o objetivo de promover o alarmismo climático, segundo documentos colhidos pelo Ministério de Educação dos EUA. Cfr. Climate Change Dispatch: “How China’s Communist Party Is Stoking Climate Alarmism At Elite Colleges”.

Os documentos deixam ver que Pequim aposta nesse alarmismo como “uma das principais armas do Partido Comunista Chinês contra os EUA”, pois induz a prejudiciais despesas e restrições econômicas.

Os dados constam num relatório publicado por Jay Lehr, analista da International Climate Science Coalition e ex-diretor do Heartland Institute, e por Tom Harris, diretor executivo da International Climate Science Coalition, sediada no Canadá.

As Universidades americanas são obrigadas por lei a declarar a procedência de qualquer doação superior aos 250.000 dólares proveniente do exterior, mas a lei não era aplicada.

Lehr e Harris citam um documento de 2019 do Conselho Geral do Departamento de Educação dos EUA afirmando que haviam sido descobertos US $ 6,5 bilhões em financiamentos universitários não declarados.

domingo, 22 de agosto de 2021

Sem carro, sem carne, sem avião, em “lockdowns“ para “salvar o clima“???

Seria este o destino de muito avião com planos como os que estão sendo excogitados.
Seria este o destino de muito avião com lockdowns que estão sendo excogitados?
Luis Dufaur
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O militante ecologista Gareth Dale, professor da Brunel University de Grã Bretanha fez um revelador elogio do relatório “Zero Absoluto” elaborado por seus colegas  das Universidades de Cambridge, Oxford, Nottingham, Bath e do Imperial College de Londres, recolhido pelo bem informado site Climate Depot.

O relatório “recomenda uma transformação radical na forma como vivemos.

“Todos os embarques devem ser eliminados até 2050, e também todo o uso de argamassa ou concreto à base de cimento.

“Na Grã-Bretanha, todos os aeroportos, exceto Heathrow e Glasgow terão que fechar até 2029, e esses dois até 2049.

Deutsche Welle quarentenas do Covid seriam repetidas contra a mudança climática
Deutsche Welle: quarentenas do Covid seriam repetidas contra a mudança climática
“A aviação deve se tornar ilegal até então e, afirma o relatório, deve ser ‘questão de regulamentação garantir que o carbono seja zero, com proibições de uso de carbono semelhantes a proibições sobre o uso de amianto’”.

O relatório “Zero Absoluto” é de novembro de 2019 e foi financiado pelo governo do Reino Unido.

Ele define as condutas que do cidadão que luta por salvar o planeta, e por contraste, dos “vilões” suscetíveis de condenação pela ditadura verde:

“As grandes ações são:
• “viajar menores distâncias,
• “viajar de trem ou em pequenos carros elétricos (ou puramente elétricos)
• “parar de voar;
• “usar menos o aquecimento e eletrificar o aquecedor;
• “construir com metade do material e para durar o dobro do tempo;
• “parar de comer carne de boi e de cordeiro.
• “Cada ação que tomamos para reduzir as emissões, em casa ou no trabalho, cria um efeito cascata positivo”.

União Europeia comemorou a redução da liberdade de movimento como exemplo para imposições novas 'pelo clima'
União Europeia comemorou a redução da liberdade de movimento
como exemplo para imposições novas 'pelo clima'
E se o cidadão não quiser essa austeridade imposta?

A página 39 sanciona: “Garantir que a emissão de carbono seja zero é uma questão de regulamentação, com proibições sobre o uso de carbono semelhantes às proibições sobre o uso de amianto”.

Em seu resumo executivo “Zero Absoluto” condensa os pontos-chave:

“Temos que reduzir nossas emissões de gases de efeito estufa a zero até 2050”.

E para isso “o preço efetivo do carbono deve ser proibitivamente alto até 2050”.

Mas tão caro de não poder se usar os aviões ou os carros, como acima dito.

E explica: “aviões elétricos não estarão operando em escalas comerciais dentro de 30 anos, então emissão zero significa que por algum período, todos nós vamos parar de usar aviões”.

E prosseguem as proibições: “além disso, obedecer à nossa Lei de Mudanças Climáticas exige que paremos de fazer qualquer coisa que cause emissões, independentemente de sua fonte de energia.

Medidas contra Covid inspiram planos 'pelo clima' para, em verdade, afogar a vida econômica mundial
Medidas contra Covid inspiram planos 'pelo clima' para, em verdade,
afogar a vida econômica mundial
“Isso exige que paremos de comer carne bovina e cordeiro – ruminantes que liberam metano ao digerir a grama. Muitas pessoas já começaram a adotar dietas mais vegetarianas”.

Deverá haver um “crescimento em novas dietas de emissões zero”.

É difícil imaginar as consequências das imensas transformações derivadas dessas medidas. Mas o extremista verde Gareth Dale acima citado explica:

“Ao pedir uma redução no atacado na maioria dos setores econômicos e uma desglobalização econômica radical (fim da aviação, fim do transporte marítimo), isso trará tremenda oposição, até mesmo hostilidade, dos capitalistas, da comunidade empresarial”.

O principal autor do relatório, Julian Allwood, professor de Engenharia e Meio Ambiente da Universidade de Cambridge, deixou bem claro que: “as indústrias decadentes, como aviação, combustíveis fósseis, cimento, aço de alto-forno, (...) têm que fechar”.

Não espanta nada que Lord Lipsey no debate da Câmara dos Lords em 6 de fevereiro de 2020 tenha dito: “se apresentássemos este relatório ao povo britânico, ele seria recebido: ‘Oh, você não pode estar falando sério’”.

Esta imagem de um cemitério de aviões na África poderia ser habitual no mundo todo
Esta imagem de um cemitério de aviões na África poderia ser habitual no mundo todo
Muitos leitores que tenham acompanhado o post até aqui poderão pensar o mesmo.

Mas o projeto contra a civilização hodierna continua sendo montado nos antros verde/vermelhos eclesiásticos e civis.

E o que parece piada é tremendamente sério e perturbará a fundo a vida organizada como a conhecemos até agora.


Próximos 20-30 anos serão fríos,
diz especialista em clima solar

Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics
Luis Dufaur
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O especialista no clima do astro rei do nosso sistema Dr. Willie Wei-Hock Soon, do Harvard – Smithsonian Center for Astrophysics, exortou seus colegas acadêmicos a prestarem mais atenção à atividade solar.

Essa está claramente ingressando numa fase de atividade mínima.

Isto causará várias décadas de resfriamento global em vez de aquecimento, disse Soon num diálogo com Alex Newman do New American. Veja o vídeo no fim do post.

O Dr. Soon, astrofísico e engenheiro aeroespacial malaio descendente de chineses, disse que “o que prevemos é que os próximos 20-30 anos serão frios.

“Fará frio, então será uma coisa muito interessante que o IPCC deve enfrentar”, acrescentou, aludindo aos boatos em sentido contrário que o IPCC costuma espalhar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Fake-news como dantes no quartel do IPCC

Realejo do IPCC voltou a anunciar as catástrofes nunca verificada
Realejo do IPCC voltou a anunciar as mesmas catástrofes nunca verificadas
Luis Dufaur
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“Tudo como dantes no quartel de Abrantes”: o mais arrepiante e recente informe do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU veio a luz para atualizar as terríficas catástrofes climáticas que deveriam ter acontecido no máximo no ano 2000, se não antes.

Mais uma vez, em seu Sexto Relatório de Avaliação (Sixth Assessment Report, AR6, sigla em inglês) o IPCC vem de sentenciar o iminente fim do mundo se nós não aceitarmos restrições draconianas no nosso estilo de vida.

Anuncia a possibilidade (sublinhamos a palavra ‘possibilidade’ pois trata de coisas que não são certas nem apuradas) de nos submergirem irreversivelmente ondas marítimas vindas dos polos e das geleiras derretidas.

domingo, 8 de agosto de 2021

Plano pequinês para comprar terras no Brasil não é para “salvar o clima”

Plano expansionista do comunismo pequinês para comprar terras no Brasil?


CLIQUE NA FOTO PARA VER




Luis Dufaur
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Venda de terras para estrangeiros?

Território brasileiro à venda? Cuidado!
Território brasileiro à venda? Cuidado!





No final do ano legislativo 2020, o Senado desengavetou um projeto que “dormia nas gavetas” havia mais de um ano, e o aprovou em apenas 44 minutos na noite do dia 15-12-2020, enquanto o país estava sofrendo absorvido pela pandemia.

Apresentado pelo Senador Irajá Abreu, o PL 2963/19 pretende tornar realidade a venda ou arrendamento de propriedades rurais a empresas estrangeiras.

O que significa isso para nós, hoje e no futuro?

Segundo notícia de “O Estado de São Paulo” (17-12-20), a medida dispensa autorização ou licença para aquisição de qualquer modalidade de posse por estrangeiros.

A única restrição significativa é que a soma das áreas não poderá passar de 25% da superfície dos municípios.

Mas abre assim a possibilidade de 2.136.857 km² de nosso território (num total de 8.547.403 km²) serem entregues a estrangeiros.

Essa área é maior que os territórios da Alemanha, França, Espanha, Itália, Portugal e Áustria juntos, e poderia tornar-se propriedade de qualquer interessado.

domingo, 1 de agosto de 2021

Alarmismos e fake-news na onda de frio

Luis Dufaur
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A recente onda de frio polar pode ser comparada a outras deste século que apenas está começando (21 invernos até 2021).

A massa polar queda trouxe frios pouco frequentes, mas não novos neste breve início de século, com as habituais geadas e alguma neve comemorada até com alegria e festa em cidades do Sul brasileiro e lamentada pelos agricultores nas mesmas regiões.

O vento trouxe sensações térmicas congelantes e, nas áreas mais altas do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, valores negativos danosos para a agricultura e os desprevenidos.

Mas na média geral não superou frios muito intensos e os recordes de neve dos anos 2000, 2007, 2009, 2011 e 2013.

Foi a terceira massa polar de grande intensidade em apenas um mês no Brasil, com impacto nas culturas como milho, cana de açúcar, café, e o setor hortifrutigranjeiro.

Cada onda de frio, observou Metsul, tem as suas próprias “impressões digitais” e nenhum evento extremo de frio é idêntico ao outro: em um há recordes em grande número de locais, e em outros em apenas algumas regiões.